Inspeção da obra: O que é? Qual a importância?

Você certamente já deve ter ouvido falar em inspeção de obra não é mesmo? Mas você sabe realmente do que se trata? E ainda, como funciona este tipo de procedimento? Não? Então não deixe de acompanhar este guia completo.

Vamos lhe explicar, nos mínimos detalhes, o que é, como funciona e qual a real importância deste tipo de inspeção. Veja tudo a seguir.

inspeção da obra

O que é inspeção da obra?

Em linhas gerais, a inspeção da obra nada mais é do que uma etapa indispensável para a execução de quaisquer projetos da construção civil. É a partir dela que temos um controle de toda a obra, a fim de garantir a segurança e a efetividade em todas as atividades feitas.

Além de que essa inspeção entrega erros que podem causar acidentes e desastres, nutrindo ainda mais a qualidade do projeto que será entregue para o cliente mais tarde.

Para ler mais tarde: Impermeabilização da obra: Como fazer corretamente?

Qual a importância?

A importância da inspeção abrange diversos patamares e pontos imprescindíveis, que estão atrelados diretamente com a qualidade e a segurança que a obra proporciona. Abaixo falaremos sobre cada um deles:

  • Segurança dos colaboradores: A gente sabe que os EPIs são de extrema importância para garantir que os trabalhadores mantenham-se sempre seguros durante o trabalho. Porém, esta não é a única maneira de garantir este efeito. É preciso pensar um pouco além, como acontece com o caso da inspeção enquanto a obra ainda está sendo feita. Visto que esta inspeção será responsável por fiscalizar se todos o EPIs estão sendo utilizados e, até mesmo, se as condições da obra estão coerentes com as necessidades dos colaboradores.
  • Identificar possíveis riscos: Durante o processo de construção, pequenas falhas podem passar despercebidas pelos colaboradores. Com isso, riscos podem surgir a partir do momento que não se dê devida atenção a estes riscos. Desse modo, o inspetor irá averiguar toda a situação, analisando diversos pontos específicos do projeto, para garantir que nenhum tipo de norma seja violada, a fim de manter a segurança de todos os envolvidos.
  • Organização que otimiza o tempo: Seguir uma boa organização no canteiro de obras é fundamental para que todo o projeto flua de uma maneira mais interessante. Afinal, a desorganização pode levar a perda de tempo, visto que os colaboradores terão algumas dificuldades se o ambiente não disponibilizar algo mais lógico e efetivo para o trabalho dos mesmos. Aqui, portanto, a inspeção irá ressaltar o que pode ser otimizado e até mesmo etapas truncadas que podem ser simplesmente eliminadas do processo.
inspeção da obra
Architects and Designers Working in the Office
  • Acompanhamento do progresso: A inspeção também está diretamente relacionada com o acompanhamento do progresso da obra, visto que assim será possível averiguar se todas as etapas estão dentro dos conformes e se algo precisa ser ajeitado ou otimizado.
  • Inspeção de qualidade: Por fim, a importância se dá também pela inspeção de qualidade que é feita com o intuito de garantir que tudo está dentro dos conformes. É nesta inspeção final que o fiscal irá se atentar para todos os detalhes da construção, logo depois da limpeza da obra, a fim de garantir que o cliente final receba o que fora verdadeiramente solicitado desde o início.

De todo modo, em suma a inspeção da obra está relacionada com otimização, segurança, qualidade e prevenção.

Como funciona?

O processo de inspeção, tanto durante o desenvolvimento da obra quando depois de finalizada, deve acontecer seguindo quatro passos bem simples, mas, que precisam ser feitos com certa atenção, para garantir os melhores resultados. Sendo eles:

  1. Planejamento da vistoria: O planejamento se dá pelo fato de que o inspetor deverá ter um roteiro que será seguido na hora de fazer a vistoria. Ou seja, ele precisa saber exatamente quais são todos os pontos que deverão ser levados em conta na hora de visitar o canteiro de obra.
  2. Coleta de dados: Ao chegar no canteiro de obras, o inspetor deverá coletar os dados que ele mesmo tivera selecionado durante o planejamento da vistoria. Aqui ele pode levar o tempo que for necessário para observar e encontrar todas as informações pertinentes a fim de garantir os melhores resultados durante a análise.
  3. Estudo e análises: Depois de colher tudo que for necessário, o inspetor deverá estudar e analisar todas as informações que foram trazidas. Ele deverá estudar tudo com muito cuidado e paciência, a fim de encontrar qualquer possível dano ou reparo que necessite acontecer.
  4. Medidas corretivas: Por fim, depois de toda a análise feita, a equipe receberá as medidas corretivas, por meio de relatórios que o inspetor poderá fazer. Vale lembrarmos que mesmo que seja corretiva, não deve ser encarada como pejorativo, mas sim, apenas como uma medida de segurança que preza pelo bem estar tanto dos trabalhadores, quanto de quem receberá a obra depois de pronta.

Com estes passos simples, mas igualmente importantes, o processo de inspeção poderá ser findado de uma maneira eficiente. E assim, a segurança e os resultados serão mantidos.

A tecnologia ao favor da inspeção da obra

Agora que você já sabe como a inspeção de obra acontece, está mais do que na hora de apostar nas facilidades que a tecnologia dispõe para este fim. Neste caso, por exemplo, podemos citar o uso de drones.

Sim! Os drones estão cada vez mais presentes nas obras, para as mais diversas finalidades. E a inspeção entra nesta lista de possibilidades, visto que haverá uma visão muito mais detalhada de pontos que podem ser difíceis de serem alcançados de maneira comum.

Leia também: Descarte de Entulho da Obra: Como fazer corretamente

Contrate uma empresa qualificada

Por fim, se não for você mesmo que fará a sua inspeção, busque por empresas qualificadas no ramo. E assim, desfrute da segurança e de todos os benefícios que esta inspeção proporciona para você e toda sua equipe. Qualquer dúvida, deixe um comentário aqui abaixo. Até o próximo post!

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Saiba se vale a pena quitar um financiamento imobiliário 

Você ganhou na loteria, sacou o FGTS, recebeu uma herança. Seja lá qual a origem, entrou um dinheiro a mais na sua conta. Um pensamento provável é: vou pagar minhas dívidas, incluindo o apartamento, que ainda restam 20 anos de parcelas. Mas será que vale a pena quitar um financiamento imobiliário

“Entendo que é vantagem, sim, quitar o financiamento. A pessoa se livra da dívida. Em caso de não conseguir quitar tudo, ainda assim é benéfico, em virtude da diminuição dos juros pagos. Essa redução vai ser de acordo com os juros assumidos no contrato”, opina a economista Karla Simionato. 

vale a pena quitar um financiamento imobiliário
(Foto: Shutterstock)

Para tomar qualquer decisão financeira, é fundamental pensar no conceito econômico do custo de oportunidade. No caso de um financiamento imobiliário, não é diferente. É preciso levar em consideração a taxa de juroso custo efetivo total, em comparação com a melhor aplicação possível no mercado.  

Se a dívida do imóvel estiver, por exemplo, indexada a juros de 10% ao ano, só vale manter o financiamento se a aplicação conseguir mais do que isso. Não é muito fácil com as baixas taxas de juros que temos hoje”, orienta o economista, doutor em Administração de Empresas e professor universitário Carlos Honorato. 

Ele cita o cuidado necessário para não usar o dinheiro em outras coisas, acabar perdendo tudo e não quitando o imóvel. “É fazer a comparação entre o custo da dívida e a rentabilidade e optar pelo melhor resultado”.

Vamos dar um outro exemplo. Pense num contrato antigo, em que restam 15 anos de parcelas, pagando uma taxa de 12% ao ano. No ambiente atual, a pessoa não conseguirá essa remuneração colocando dinheiro npoupança (rende cerca de 3,15% ao ano), por exemplo. Terá que investir em bolsa de valores ou outros ativos de risco – e pode, inclusive, perder recursos.  

A comparação deve ser feita entre taxas de juros e prazos. Se a taxa da dívida for maior que a da rentabilidade da aplicação, vale a pena quitar um financiamento imobiliário. Neste caso, eu faria a quitação após uma boa negociação, se livrando dos juros, quitando o imóvel e podendo, inclusive, vendê-lo, se desejar”, diz Honorato.  

Ao quitar, cliente se livra das taxas de juros 

Vale a pena quitar um financiamento imobiliário principalmente para se livrar das taxas de juros. Apenas quando o pagamento é de uma parte do contrato, uma amortização do débito, o valor das parcelas cai e o cliente continua com a dívida.  

Minha sugestão, nesses momentos em que se tem recursos e uma dívida grande, é procurar o banco, negociar um corte dos juros e até mudança do contrato antes de qualquer pagamento de maior montante”, ressalta o economista.  

Para quem recebeu recursos do FGTS, também é viável quitar com esse valor. Honorato afirma que é necessário pensar o que a pessoa pretende fazer com o imóvel. Por exemplo, se o interesse é vender, primeiro coloque à venda, negocie e no ato do contrato quite o financiamentoA ideia sempre ter equilíbrio. Ou seja, evitar ter muito dinheiro parado, mas também não ficar sem nada para outros compromissos. 

E se a pessoa está certa que vai investir a grana, Carlos Honorato pontua que há um grande desafio pela frente. “Vale observar os movimentos da bolsa de valores, escolher algumas empresas ou setores, deixar uma reserva e certamente aumentar um pouco o risco para ter maiores retornos. Lembre-se, a decisão deve ser sua, mas ouça conselhos, assista vídeos, acompanhe tendências e análises”.  

Leia mais:

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Como declarar o financiamento imobiliário no Imposto de Renda

Na hora de declarar o Imposto de Renda, é preciso tomar muito cuidado para preencher todas as informações de maneira correta e não correr o risco de cair na malha fina e ter um problema no futuro, inclusive pagando um valor ainda maior de impostos para a Receita Federal. O financiamento imobiliário deve ser declarado e a atenção neste tipo de informação deve ser redobrado, já que precisa seguir alguns critérios. Inclusive para imóveis financiados na planta que ainda não estão prontos. Saiba como declarar o financiamento imobiliário no Imposto de Renda.

Formulário

O primeiro ponto é que o financiamento do imóvel deve ser declarado na aba de “Bens e Direitos” do formulário da Receita Federal. Para apartamentos deve-se usar o código 11; para casas, 12; enquanto para terrenos, 13. No campo “Descriminação” é preciso detalhar algumas informações. “Aí é onde vai descrever as informações, como a forma de pagamento, o valor pago na entrada, quanto deu do FGTS e o valor de quanto financiou”, explica a advogada Grace Medeiros, especialista em Direito Tributário do escritório Da Fonte Advogados.

como declarar o financiamento imobiliário no imposto de renda
Declarar o financiamento imobiliário no imposto de renda (Fonte: Shutterstock)

Dívida

O financiamento não deve ser lançado como uma dívida no Imposto de Renda, por isso não se deve colocar o valor total dele. “Não precisa declarar que tem uma dívida com uma instituição financeira, até porque não tem como colocar o valor final do imóvel. Isso porque pode ser que o financiamento seja contraído em 25 anos, mas seja quitado em 15 anos, por exemplo. Isso vai influenciar no valor final porque vai pagar menos juros. Por isso é um valor final que vai sendo constrúido ao longo dos anos e do que está sendo pago. Quando quita o financiamento, naturalmente já vai ativar o valor final na declaração do Imposto de Renda porque o somatório dos pagamentos vai sendo ativado ano a ano”, esclarece Grace Medeiros.

Somatório

Para que tudo saia conforme o exigido, portanto, é preciso detalhar as informações sobre o que está sendo pago do financiamento. “A pessoa vai separar os valores que vai pagando e vai ativando na declaração. Ela vai colocar quanto deu de entrada e o quanto já pagou de prestações. Acaba que fica declarado todo o somatório do que foi pago naquele ano”, explica a advogada, que exemplifica a situação. “Se a pessoa comprou o imóvel em junho, deu um sinal de R$ 50 mil e financiou R$ 800 mil, pagando R$ 100 mil ainda neste ano, por exemplo, ela vai declarar o valor que deu de entrada e o que pagou de prestações, essa vai ser a situação dela no campo de 31 de dezembro do ano anterior à declaração”, acrescenta.

Virada de ano

A cada virada de ano, é preciso atualizar a declaração do Imposto de Renda, inclusive com as informações sobre o financiamento imobiliário. “Se ao longo do novo ano eu paguei mais parcelas, a pessoa deve repetir a situação que deu uma entrada e colocar o total de parcelas pagas. Se ele deu os R$ 50 mil de sinal, havia pago R$ 100 mil e no novo ano mais R$ 150 mil, ela vai colocar o somatório final e vai mostrar ao fiscal como chegou ao valor total pago de R$ 300 mil. Se ela passou três anos pagando, ela vai sempre atualizando do mesmo jeito”, ressalta Grace Medeiros. “Vale lembrar que os juros integram esses custos de aquisição do imóvel e também devem ser ativados na declaração”, complementa. 

Venda

Como o financiamento pode durar muitos anos, uma dúvida comum é como informar na declaração se houve uma venda do imóvel durante o curso das prestações. “Imagina que a pessoa passou quatro anos com o apartamento e vai repassar a dívida. Ele precisa informar o quanto já tinha pago, deixar a situação no ano anterior com o somatório pago, e informar ainda o preço da venda”, pontua a advogada. 

Lastro financeiro

É muito importante que todas as informações sejam passadas de forma correta para a Receita Federal através da declaração do Imposto de Renda para evitar problemas com o fisco. “Isso tudo é muito importante porque tudo que a pessoa compra e gasta precisa ter um lastro financeiro, precisa condizer com o orçamento anual que recebe. Imagina que você paga parte do valor do imóvel com o FGTS e não declara, a Receita Federal precisa saber de onde veio o dinheiro para ter a certeza que a pessoa tinha como pagar aquele valor”, conclui a advogada Grace Medeiros.

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Saiba se vale a pena quitar um financiamento imobiliário 

Você ganhou na loteria, sacou o FGTS, recebeu uma herança. Seja lá qual a origem, entrou um dinheiro a mais na sua conta. Um pensamento provável é: vou pagar minhas dívidas, incluindo o apartamento, que ainda restam 20 anos de parcelas. Mas será que vale a pena quitar um financiamento imobiliário

“Entendo que é vantagem, sim, quitar o financiamento. A pessoa se livra da dívida. Em caso de não conseguir quitar tudo, ainda assim é benéfico, em virtude da diminuição dos juros pagos. Essa redução vai ser de acordo com os juros assumidos no contrato”, opina a economista Karla Simionato. 

vale a pena quitar um financiamento imobiliário
(Foto: Shutterstock)

Para tomar qualquer decisão financeira, é fundamental pensar no conceito econômico do custo de oportunidade. No caso de um financiamento imobiliário, não é diferente. É preciso levar em consideração a taxa de juroso custo efetivo total, em comparação com a melhor aplicação possível no mercado.  

Se a dívida do imóvel estiver, por exemplo, indexada a juros de 10% ao ano, só vale manter o financiamento se a aplicação conseguir mais do que isso. Não é muito fácil com as baixas taxas de juros que temos hoje”, orienta o economista, doutor em Administração de Empresas e professor universitário Carlos Honorato. 

Ele cita o cuidado necessário para não usar o dinheiro em outras coisas, acabar perdendo tudo e não quitando o imóvel. “É fazer a comparação entre o custo da dívida e a rentabilidade e optar pelo melhor resultado”.

Vamos dar um outro exemplo. Pense num contrato antigo, em que restam 15 anos de parcelas, pagando uma taxa de 12% ao ano. No ambiente atual, a pessoa não conseguirá essa remuneração colocando dinheiro npoupança (rende cerca de 3,15% ao ano), por exemplo. Terá que investir em bolsa de valores ou outros ativos de risco – e pode, inclusive, perder recursos.  

A comparação deve ser feita entre taxas de juros e prazos. Se a taxa da dívida for maior que a da rentabilidade da aplicação, vale a pena quitar um financiamento imobiliário. Neste caso, eu faria a quitação após uma boa negociação, se livrando dos juros, quitando o imóvel e podendo, inclusive, vendê-lo, se desejar”, diz Honorato.  

Ao quitar, cliente se livra das taxas de juros 

Vale a pena quitar um financiamento imobiliário principalmente para se livrar das taxas de juros. Apenas quando o pagamento é de uma parte do contrato, uma amortização do débito, o valor das parcelas cai e o cliente continua com a dívida.  

Minha sugestão, nesses momentos em que se tem recursos e uma dívida grande, é procurar o banco, negociar um corte dos juros e até mudança do contrato antes de qualquer pagamento de maior montante”, ressalta o economista.  

Para quem recebeu recursos do FGTS, também é viável quitar com esse valor. Honorato afirma que é necessário pensar o que a pessoa pretende fazer com o imóvel. Por exemplo, se o interesse é vender, primeiro coloque à venda, negocie e no ato do contrato quite o financiamentoA ideia sempre ter equilíbrio. Ou seja, evitar ter muito dinheiro parado, mas também não ficar sem nada para outros compromissos. 

E se a pessoa está certa que vai investir a grana, Carlos Honorato pontua que há um grande desafio pela frente. “Vale observar os movimentos da bolsa de valores, escolher algumas empresas ou setores, deixar uma reserva e certamente aumentar um pouco o risco para ter maiores retornos. Lembre-se, a decisão deve ser sua, mas ouça conselhos, assista vídeos, acompanhe tendências e análises”.  

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Descarte de Entulho da Obra: Como fazer corretamente

descarte de entulho de obra é um processo de suma importância para qualquer tipo de projeto de construção. Visto que, além de fazer parte da gestão e da organização do canteiro de obras, ele também está enquadrado legalmente como algo indispensável.

Por isso, saber como fazer corretamente é primordial para efetivar e concluir o seu projeto da melhor maneira possível. Para tanto, acompanhe a seguir o nosso guia e saiba tudo sobre este assunto.

descarte de entulho da obra
Site engineer on a construction site

Como fazer o descarte de entulho da obra corretamente?

Para saber como fazer descarte de entulho da obra corretamente, você precisa considerar alguns pontos específicos. Abaixo, falaremos sobre cada um deles para que você atente-se a tudo e saiba exatamente o que fazer. Veja a seguir:

O que é considerado entulho?

Antes de qualquer coisa, precisamos pensar efetivamente no que pode ou não pode ser considerado entulho, embora a classificação seja simples e facilitada.

Sendo assim, de maneira geral podemos dizer que é considerado entulho de obra resíduos que surgem em todas as etapas da construção. Desde a preparação do terreno, com remoção de terra, árvores e pedras, até a finalização com a limpeza pós obra, onde você irá remover possíveis acúmulos de cimento, restos de tijolos, etc.

Vale salientarmos que podemos considerar entulhos não somente os materiais que sobram em uma construção. Mas sim, tudo que possa e necessita de descarte adequado para permitir a higienização e organização do canteiro de obras. Isto é, materiais naturais, como galhos, folhas e pedras também são considerados entulhos, quando necessitam de remoção.

Caberá a você, portanto, saber classificar o tipo de entulho para, mais tarde, fazer a remoção adequada e mais efetiva.

descarte de entulho da obra

A possibilidade de apostar na reciclagem

Vamos supor que você já analisou de maneira aprofundada todos os tipos de entulhos que a sua obra possa ter gerado até então. Agora, você precisa classificar cada um deles, a fim de desfrutar de resultados mais interessantes.

Por exemplo, se você quiser economizar com alguns materiais, que tal reaproveitar o que está sendo descartado, mas que pode ainda ser reciclado? Isso vale para papelão, plástico, etc.

Assim, além de dar uma nova chance para o material, você estará priorizando o processo de construção sustentável, impactando positivamente no meio ambiente. Pense nesta possibilidade e crie uma lista de ideias para reciclagem dos materiais que sobraram.

Evite o desperdício

Outro ponto que deve sempre ser levado em consideração quando você pensar em fazer o descarte de entulho da obra é com relação ao desperdício. Sim! Pois vemos costumeiramente as pessoas descartarem alguns materiais que sobraram como se fossem entulho.

Mas, se pararmos para analisar a situação dos mesmos, é bem possível que eles sejam utilizados para outros fins. Por exemplo, se você utilizar madeira de demolição, do rancho da obra, para finalizar alguma decoração, pode ser que você tenha um acabamento ainda mais interessante, não é mesmo?

Portanto, sempre analise a possibilidade de aproveitar um pouco mais o que está sendo descartado. É possível que você acabe economizando um bocado ao tomar esta atitude diante da sua construção, ok?

O que fazer com materiais inflamáveis e com risco de contaminação?

Muita gente pode acabar descuidando dessa separação importante na hora de fazer o descarte de entulhos de uma obra. Mas, acontece que quando você se depara com este tipo de material, precisa contar com profissionais qualificados e empresas sérias que façam o recolhimento do mesmo.

Por conta disso, jamais misture este tipo de entulho com os demais, mesmo que a quantidade não seja muito expressiva. Visto que, produtos que possam contaminar irão, de fato, causar a contaminação mesmo que seja pequena, e isso, em longo prazo, pode ser muito negativo.

Afinal, analise a seguinte situação: e se todas as obras pensassem da mesma forma? E resolvessem descartar o material contaminado, embora em pequena quantidade, em um local que não seja apropriado? Pois é! Em longo prazo isso poderia se tornar um grande acúmulo.

E, além disso, a sua construtora poderia ainda sofrer consequências judiciais por conta desta atitude. Portanto, organização é tudo!

Classifique e encaminhe os materiais corretamente

Seguindo o raciocínio anterior, é de suma importância que você sempre mantenha certa organização, separando os materiais adequadamente. Dessa maneira, classifique-o de acordo com as normas regulamentadoras, para que o descarte aconteça efetivamente.

É preciso fazer um estudo minucioso de qual tipo de material será descartado de certo modo. Para isso, no fim da obra, por exemplo, você pode contar com empresas especializadas no ramo. Assim, elas ficarão responsáveis por todo o descarte do entulho da obra, além da limpeza da construção em si.

Se houver necessidade, contate estes mesmos profissionais, ou alguma empresa parceira, para descartar os entulhos da preparação do terreno e de toda a obra. Apesar de que, costumeiramente, as construtoras possuem equipes treinadas para tal finalidade.

Por isso, para que tudo seja separado da maneira correta, procure ou contratar uma empresa especializada, ou então, aposte na possibilidade de treinar toda a sua equipe.

O que a lei diz sobre o descarte de entulho da obra?

Como mencionamos no início deste artigo, o descarte adequado de todos os entulhos é de suma importância porque vai além da estética e organização da obra. Mas sim, está também relacionado com fatores legais que precisam obrigatoriamente serem postos em prática.

De todo modo, as principais normas de descarte estão na  resolução 307/2002 do Conselho Nacional de Meio Ambiente. Além disso, a lei federal 12.305/2010 também traz informações e obrigações sobre os geradores de entulho e seus devidos transportes e administradores públicos. É a partir desta lei, portanto, que se estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

É esta norma que irá apontar todos os parâmetros para que cada cidade crie os seus Planos Municipais de Gestão de Resíduos da Construção Civil. Isto nos dá margem para compreender que em cada município algumas regras poderão ser diferentes que em outros, e você deverá se atentar a isso também.

Ao seguir todas as considerações que trouxemos neste artigo, você estará efetivando um ótimo descarte de entulho de obra, e assim, garantirá a organização, limpeza e todas as suas obrigações legais.

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Limpeza pós obra: Como é feita?

limpeza pós obra é importantíssima para garantir que toda a construção seja inspecionada corretamente. Visto que apenas após esta organização que será possível vistoriar os mínimos detalhes da obra.

De todo modo, é preciso que se siga um passo a passo minucioso, que gere bons resultados e elimine toda e qualquer desorganização e sujidade. Para isso, no entanto, elaboramos este guia com tudo o que você precisa saber sobre este assunto. Acompanhe a seguir.

limpeza pós obra

Qual a importância da limpeza pós obra?

Antes de qualquer coisa, vamos pensar um pouquinho sobre a real importância da limpeza pós obra. É claro que ela é importante para garantir que o cliente, ao receber a chave do imóvel em questão, sinta-se satisfeito.

Mas, para além disso, é preciso que você pense também no processo de inspeção da obra. Afinal, a mesma só poderá acontecer se tudo estiver limpo e organizado. Por exemplo, se houver algum piso trincado, como será possível reconhecer esta falha para trocar o mesmo se houver uma camada fina de pó sobre ele? Pois é!

Por conta desses fatores que a limpeza pós obra é tão importante. Faça-a com calma e paciência.

Para ler mais tarde: Aditivos para concreto: O que são e para que servem?

Antes da obra acabar

Primeiramente, vamos destacar os pontos que precisam ser pensados já durante o processo de construção do empreendimento. Afinal, não dá para simplesmente deixar tudo para o fim, não é mesmo? É preciso preparar-se desde o começo. Para isso, você e sua equipe deverão:

limpeza pós obra

1- Planejamento e gestão dos resíduos gerados

Fazer o planejamento e gestão dos resíduos gerados é de extrema importância para que na limpeza pós obra tudo aconteça de um modo mais fluído e organizado. E isso inicia-se já na preparação de terreno.

Isto é, é adequado que seja feito um acompanhamento dos materiais que serão utilizados no decorrer da construção, além de se atentar para todo e qualquer tipo de resíduo, seja ele grande ou não, que possa ser gerado. Assim, trabalha-se na busca de encontrar rotinas de limpeza desde o começo, evitando que haja o acúmulo no final.

2- Limpezas periódicas

E falando em rotinas de limpezas, as higienizações periódicas são de suma importância para que, no final, o processo percorra um caminho mais facilitado.

Por exemplo, o excesso de qualquer um dos  tipos de cimento que pode cair sobre um revestimento é muito mais facilmente removido no momento em que o incidente acontece, do que quando ele já secou e a obra já foi findada, não é mesmo?

Por isso, manter a atenção durante o trabalho, higienizando periodicamente é importante para otimizar o tempo e até a qualidade da limpeza.

Construction site

Como é feita a limpeza pós obra?

Agora que você já se atentou para a importância e cuidados que devem existir antes mesmo da limpeza pós obra, é hora de pensarmos em todos os passos necessários para a conclusão efetiva da construção. Para isso, siga no nosso passo a passo abaixo:

1- Ter um levantamento de todos os materiais utilizados

O primeiro passo para a limpeza adequada é o levantamento de todos os materiais de construção que foram utilizados no decorrer da execução. Por exemplo, os tipos de cimento, tintas e quaisquer materiais que possam causar algum tipo de sujidade no ambiente.

Isso é de extrema importância para que, diante da “bagunça”, você saiba exatamente como agir. Visto que, se houver algum material que você desconheça, como será possível saber o melhor modo de remoção do mesmo?

Por conta deste fator, todo um levantamento prévio e de qualidade precisa ser feito. Considere tudo que foi utilizado e, se possível, divida-os em etapas. Assim você saberá qual foi usado para determinada finalidade, mantendo a sua limpeza ainda mais organizada esquematicamente.

2- Escolher os produtos de limpeza corretos

Com o levantamento anterior feito adequadamente, é hora de pensar nos produtos certos que serão utilizados para a limpeza. Afinal, não é qualquer tipo de superfície que pode receber determinado tipo de produto químico, não é mesmo?

E, para além disso, ao conhecer os materiais utilizados, você saberá quais são os produtos de limpeza que, de fato, farão uma limpeza efetiva. E, com isso, o efeito será ainda mais rápido e eficiente. Pois, embora o cloro possa eliminar determinada mancha, ele pode tornar o processo mais demorado do que se você apostar em outro produto mais adequado, correto?

Por isso estudar todas as possibilidades com paciência e muita atenção é importante. Afinal, além de pensarmos de acordo com a otimização de tempo e limpeza, devemos também considerar o fato de que alguns produtos podem danificar um revestimento, e isso poderia retardar o término da limpeza e da inspeção da obra.

3- Equipamentos adequados

Além de adquirir todos os produtos adequados para fazer a limpeza pós obra, precisamos pensar um pouquinho além. Os produtos, por si só, podem gerar ótimos resultados, e isso é um fato. Mas, além disso, é necessário utilizar os equipamentos de limpeza que sejam adequados para determinados fins.

Assim, além de otimizar o tempo de limpeza, o resultado será ainda mais profissional. Entretanto, lembre-se de adquirir equipamentos que se enquadrem nas suas necessidades, além de considerar também a confiabilidade do produto que você adquire.

Isto é, quando estamos falando de equipamentos, especialmente elétricos, é muito importante que você considere a marca do produto. Visto que a mesma pode falar muito sobre a efetividade e qualidade do serviço prestado pelo equipamento. Pense nisso!

Leia também: Ferramentas para Pedreiro – Quais as principais?

4- Mão de obra qualificada para a limpeza

Por fim, lembre-se também de adequar toda a sua equipe de profissionais para que o processo de limpeza seja cada vez mais efetivo. De todo modo, você também poderá empresas especializadas no processo de limpeza e, com isso, terá menos etapas para se preocupar.

Entretanto, é claro que você deverá averiguar se a limpeza está seguindo todos os critérios que citamos, é claro, mas os investimentos com relação aos produtos e equipamentos não serão necessários.

limpeza pós obra

Portanto, fica ao seu critério decidir se irá treinar toda a sua equipe para a limpeza periódica e final das obras, ou se fechará alguma parceria de longo prazo com alguma empresa do ramo. Você deverá colocar na balança os prós e contras das duas possibilidades, para assim, ter uma tomada de decisão mais qualificada.

Limpeza seguida da inspeção de qualidade

Depois de toda a limpeza pós obra ser efetivada, é hora de você pensar um pouco na questão da inspeção de qualidade da sua obra. Afinal, apenas depois dessa limpeza é que você poderá se dedicar a este tipo de cuidado.

E, convenhamos que quanto mais qualificada for a limpeza, mais rápida e efetiva será a sua inspeção. Visto que não haverá nenhum tipo de impeditivo que possa atrapalhar o processo.

Por isso que enfatizamos, no decorrer do artigo, a real importância da limpeza. Ela dará margem não somente para a inspeção, como também para a satisfação do seu cliente final, é claro. Portanto, capriche nesta etapa de sua obra, que é tão importante quanto qualquer outra.

Leia também: Aditivos para concreto: O que são e para que servem?

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Cozinha monocromática é tendência na decoração de 2020 

Usar e abusar de uma única cor, seja ela qual for. Ao gosto do morador, a cozinha monocromática é tendência na decoração e pode deixar o espaço mais bonito e aconchegante. Arquitetos consultados pela nossa equipe dizem que é possível usar só uma cor e não deixar o ambiente over ou enjoativo. Se você, ainda assim, acha demais, pode usar vários tons da mesma coloração. 

“A cozinha monocromática é uma tendência mundial e se consolidou especialmente no Brasil, onde esses ambientes estão cada vez menores. O mercado imobiliário privilegia as áreas sociais. E quando você usa só uma cor, o ambiente parece maior, mais amplo”, explica a arquiteta Cátia Ferreira.  

cozinha monocromática
Cozinha monocrática com tons de marrom (Foto: Shutterstock)

Para a arquiteta Izabel Cristina Rossi, a cozinha monocromática tem funcionalidade, capacidade de manter o ambiente clean e organizado, além da sensação de amplitude causada por uma mesma paleta de cores.

A escolha do tom é pessoal. O arquiteto deixa claro as sensações proporcionadas pelas cores e como elas devem ser combinadas com outros aspectos, como iluminação, para bem-estar dos moradores“. 

Entre as cores mais usadas, a arquiteta Fabiana Vasconcelos, da Fato Arquitetura, destaca o rosa, que traz luminosidade e é acolhedor, o verde, mesclando várias tonalidades, além de azul, vinho e branco. 

cozinha monocromática
Cozinha monocrática branca (Foto: Shutterstock)

“A principal dica é escolher bem a cor, para não causar arrependimento. Lembrando que cores marcantes podem se tornar cansativas, e as escuras – muito elegantes -podem diminuir o espaço”.  

Cátia indica branco, fendi, alumínio e tons mais argilosos, que se equiparam ao aço inox dos eletrodomésticos. “Existe também uma tendência de embutir geladeiras e fornos nas frentes dos armários”. 

Vários estilos em uma só cor 

O estilo monocromático valoriza um único tom ou variações de uma mesma cor. Tanto as texturas devem ser escolhidas como também o peso ou leveza dos móveis e seus tons. Uma tendência são poltronas na cozinha cor azul, com textura de veludo, o que gera peso para o ambiente. 

cozinha monocromática
Cozinha monocrática com tons amarelo (Foto: Shutterstock)

Podemos mostrar para o cliente diversos exemplos de cozinha monocromática. Cada um terá os mais variados estilos. Ousado, drama, industrial, sofisticado, vintage, elegante, luxuoso. Cada estilo pode preencher as necessidades dos mais diversos lifestyles”, aponta Izabel. 

Para Fabiana, criar uma cozinha monocromática, exige criatividade. “Você poderá brincar com os diferentes tons ao comprar o aparelho de jantar, os utensílios, as cortinas, as toalhas de mesa ou os elementos decorativos.Cozinhas monocromáticas são muito versáteis e se adequam a qualquer estilo, desde o industrial até o clássico”.  

Tendência minimalista na decoração 

Menos é mais. Pois é, há uma tendência minimalista na decoração que tem tudo a ver com a cozinha monocromática. A ideia é ter somente móveis e objetos essenciais. “Os itens acabam se destacando. Menos itens, mais destaque”, diz Fabiana. 

paredes com tons de verde
Cozinha monocrática com tons de verde (Foto: Shutterstock)

Cátia Ferreira explica que a cozinha, hoje, além de uma área de trabalho, é um local de visualização. A maioria é americana ou gourmet, fica aberta para outros ambientes.

“Os objetos estão cada vez mais reduzidos. Aceita-se uma cafeteira, uma bandeja, alguma decoração escultórica. Mas não se aceita um escorredor de pratosum porta-tempero. Todas as questões funcionais ficam ocultas dentro dos armários, dando um aspecto clean”.  

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CASAS FLUTUANTES PARA ALUGAR NO BRASIL

Casas flutuantes são um tipo de construção que proporciona uma experiência única de contato com a natureza. Efeito da água em volta das construções Ao ficar com água por todos os lados, a sensação de leveza e conforto é muito grande. Além disso, a ausência de construções ao redor gera conforto e sensação de amplitude, … Continue lendo CASAS FLUTUANTES PARA ALUGAR NO BRASIL

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Aditivos para concreto: O que são e para que servem?

Saber como funcionam os aditivos para concreto é imprescindível para garantir que haja qualidade e resistência em sua obra. Visto que os mesmos são indispensáveis e promovem funções muito importantes em sua construção.

De todo modo, se você ainda não sabe para que servem estes aditivos, acompanhe este artigo e saiba tudo sobre este assunto.

aditivos para concreto

O que são aditivos para concreto?

Em linhas gerais, os aditivos para concreto nada mais são do que produtos que adiciona-se no concreto ou na argamassa com o intuito de modificar as propriedades físicas da mesma. A partir de então, o manuseio e uso do concreto é facilitado, visto que os aditivos oferecem vantagens que, por si só, as massas não conseguiriam suprir.

Eles são incorporados de maneira uniforme e homogênea em misturas de água, cimento, areia e brita, a fim de gerar características diferenciadas para o concreto. Estes aditivos possuem o objetivo de alterar as propriedades do material tanto no seu estado fresco, quanto no endurecido, ampliando assim a qualidade da mistura, além de diminuir desvantagens da mesma.

Para que servem?

Os aditivos para concreto podem ser utilizados para as mais diversas finalidades. Abaixo listamos cada uma delas:

  • Com a aplicação do aditivo, o concreto costuma ter mais qualidade.
  • Há uma diminuição expressiva nos pontos fracos da massa.
  • O concreto tem a sua plasticidade aumentada de modo interessante.
  • O custo de cimento, devido ao seu consumo, diminui, visto que o aditivo poderá “preencher” algumas faltas.
  • O tempo de pega poderá ser retardado ou acelerado durante o processo.
  • A aplicação reduz a retração.
  • Há um aumento na durabilidade do concreto, gerando assim benefícios de longo prazo.

aditivos para concreto

Os aditivos representam muitas vantagens a partir de suas funcionalidades. Eles conseguem elevar a durabilidade e a qualidade do produto final, e isso acontece principalmente porque, durante a produção, há uma redução na aplicação de água/ cimento.

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Quais são os principais tipos de aditivos para concreto?

Agora que você já sabe o que são e como funcionam os aditivos, é hora de conhecer cada um deles para, dessa forma, utilizar os mesmo da melhor maneira em sua obra. Acompanhe a seguir:

1- Modificador de viscosidade

Este tipo de aditivo tem como objetivo aglutinar o concreto, para que assim, haja um aumento na sua coesão, e consequentemente não ocorre a segregação.

Tudo isso sem acontecer de haver alteração da plasticidade nem do tempo de pega, possibilitando, assim, o seu bombeamento.

2- Incorporadores de ar

Estes aditivos têm como função reduzir a tensão superficial que a água desencadeia, além de incorporar ou adicionar o ar ao concreto. Logo, o mesmo torna-se mais coesivo. Além disso, há o aumento da resistência mecânica, melhorando o acabamento das faces e deixam as arestas das peças mais bem acabadas.

Vale ressaltarmos ainda que há uma diminuição na segregação. Seu grau de eficiência está diretamente relacionado com a presença de finos. Quanto mais fino, menos ar é incorporado no concreto. Porém, lembre-se que a resistência mecânica do concreto diminui se houver excesso de ar incorporado.

aditivos para concreto

3- Superplastificante

Os aditivos superplastificantes, por sua vez, possuem um efeito de criar repulsão eletrostática entre os grãos de cimento e, com isso, afastam as partículas por repulsão estérica. Propriciam maior durabilidade para o concreto.

4- Redutor de água

Este tipo de aditivo nada mais é do que moléculas com extremidades laterais com cargas negativas, sendo que, um lado adere aos grãos de cimento e outro fica exposto.

Como acontece com o superplastificante, há a repulsão eletrostática entre as cargas negativas, afastando os grãos de cimento cobertos pelo aditivo, facilitando assim a trabalhabilidade.

Em suma, possuem a função de plastificar o concreto, sem que haja a adição de águam ou então, reduzindo o consumo de água e mantendo o slump como consequente aumento de resistência, tudo isso sem haver a alteração do tempo de pega.

Leia também: Fissuras Na Parede De Concreto – Como Evitar?

5- Modificadores de pega

Os modificadores de pega podem desencadear tanto a função de retardar, quanto de acelerar o processo de pega. Sendo que:

  • Acelerador de pega: Este tipo de aditivo facilita a dissolução da sílica e da cal, além da alumina. Acelera as reações iniciais de hidratação e de endurecimento. Graças a sua composição química e sua finura, a velocidade de aceleração do cimento é alterada.
    Costuma ser utilizado para reparos estruturais, apoios e outros tipos de processos que necessitam acelerar a pega do concreto ou argamassa. Além disso, há ainda a possibilidade de haver a moldagem de concreto em temperaturas mais baixas, provocando uma redução no tempo de acabamento dos projetos.
  • Retardador de pega: Estes, por sua vez, retardam a osmose da água nos grãos do cimento. Assim, promovem uma flexibilidade no tempo de pega do concreto, fazendo com que o tempo de manuseio e trabalhabilidade aumentem.
    Costuma ser utilizando em aplicações de longas distâncias, como lajes de concreto, trazendo flexibilidade no tempo de pega do concreto, especialmente em aplicações mais complexas e em períodos com clima muito quente.

A importância dos aditivos de concreto

É possível que você não utilize os aditivos de concreto na sua obra. Porém, vale lembrarmos que os mesmos foram criados para justamente facilitar diversos processos.

Além disso, não podemos deixar de destacar os benefícios que os mesmos propõem. Sendo eles:

  • Eleva a qualidade do concreto;
  • Aumenta a resistência e durabilidade do mesmo;
  • Permite uma trabalhabilidade e um manuseio muito mais interessante e dentro de um período de tempo que possa ser adequado para determinado fim;
  • Há uma redução no consumo de cimento em si, uma vez que você poderá complementar a sua produção aplicando o aditivo;
  • Você poderá otimizar não somente o tempo, como também, o resultado na sua obra, especialmente se você necessitar de uma pega “imediata”.

Contudo, os aditivos para concreto podem ser utilizados para diversos fins. Aposte na opção que mais se adéqua as suas necessidades e usufrua dos benefícios da mesma. Até o próximo post!

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Impermeabilização da obra: Como fazer corretamente?

impermeabilização da obra é um importante processo que precisa ser aplicado em qualquer tipo de construção. Visto que, apenas dessa forma é que poderemos inibir que a umidade e até mesmo a água em si prejudique alguma estrutura.

Entretanto, é preciso se atentar para quais são as áreas que necessitam deste cuidado, além de reconhecer quais são os passos da impermeabilização. Para saber mais sobre este assunto, acompanhe o nosso guia de hoje.

impermeabilização da obra

O que é impermeabilização da obra?

A impermeabilização da obra nada mais é do que o processo de isolar e proteger os materiais de determinada estrutura à passagem de líquidos, vapores e umidade. É a partir deste trabalho que produtos são aplicados para proteger diversas partes de uma obra.

Vale lembrarmos que cada estrutura que será impermeabilizada necessita de um sistema de isolamento adequado. Isto é, existe um produto específico para cada finalidade, com o intuito de gerar o melhor resultado possível.

Por exemplo, no caso de lajes que ficam expostas ao sol intenso e ao resfriamento a noite, possuem uma grande movimentação de dilatação de dia e retração ao escurecer. Neste caso, a estrutura exige uma impermeabilização com características flexíveis. Enquanto que em uma parte coberta não haverá essa necessidade.

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Onde devemos impermeabilizar?

Compreendida a real importância da impermeabilização da obra, é hora de nos atentarmos para quais partes de uma construção são necessárias a aplicação deste tipo de produto. Assim você poderá preparar-se da melhor maneira, protegendo os materiais em todas as etapas. Sendo eles:

  • Telhados diversos e quaisquer tipo de cobertura (plana ou não);
  • Lajes;
  • Terraços, sacadas e áreas que possam estar expostas à chuva;
  • Calhas que servem para escoamento de águas pluviais;
  • Pisos que acabam sendo molhados com frequência, como acontece em cozinhas, áreas de serviço, banheiros, etc.
  • Piscinas e tubulações industriais;
  • Paredes onde pode haver o escoamento de água, como também paredes que receberam chuva de vento;
  • Paredes e pisos que tenham contato direto com o solo;
  • Caixas d’água;
  • Poços de elevador;
  • Jardineiras;

impermeabilização da obra

  • Peitorais de janelas e esquadrarias;
  • Saunas;
  • Soleiras de portas que se abrem para fora;
  • Outras superfícies que possam ter contato direto ou indireto com grande quantidade de água, vapor e umidade de maneira geral.

É preciso, dessa forma, se atentar para todas as superfícies de uma obra que possam sofrer qualquer tipo de contato constante com a umidade. Assim, a impermeabilização garantirá que o material utilizado mantenha-se sempre protegido.

Como é feito o processo de impermeabilização?

Apesar de se tratar da parte mais econômica de uma obra, devido ao baixo custo dos materiais utilizados, a impermeabilização da obra precisa passar por diversas fases igualmente importantes. Pois embora existam produtos químicos para este fim, a aplicação precisa de profissionalismo e cuidado para gerar um bom resultado.

Caso contrário você poderá estar apenas desperdiçando tempo e investimentos em produtos, visto que a impermeabilização falhará. De todo modo, ela deverá seguir as restrições abaixo:

  • Primeiramente, o profissional responsável deverá fazer o projeto de impermeabilização;
  • Feito isso, é necessário que o mesmo faça a lista com os materiais impermeabilizantes;
  • Por conseguinte, você deverá encontrar a mão de obra adequada para este tipo de aplicação. O profissional escolhido precisa estar apto para garantir bons resultados;
  • A qualidade da construção deverá ser levada em conta, assim como os materiais usados. Afinal, dependendo da estrutura pode ser que haja a necessidade de aplicar mais produtos;

  • A fiscalização deve acontecer para termos a certeza de que todos os passos anteriores foram feitos corretamente;
  • Orientação aos usuários na Composição do Projeto;
  • Memorial descritivo deverá ser feito, assim como a planta deverá ter todos os detalhes específicos;
  • Especificação das áreas que deverão receber a impermeabilização;
  • Definição de todos os serviços que serão realizados;
  • Estimativa com todos os custos.

Apenas a partir de todos estes fatores que você poderá dar continuidade ao seu projeto. Lembre-se sempre de apostar em mão de obra qualificada, a fim de garantir que a obra fique realmente bem protegida.

Pois, caso contrário você poderá se deparar com rachaduras, vazamentos, mofo e outros tipos de problemas que comprometem a construção e, obviamente, o resultado final.

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