Construção a Seco: Como funciona? Quais as vantagens?

Você sabe como funciona a construção a seco? Bom, esta é uma excelente alternativa para quem busca uma construção leve, eficiente, rápida e barata. Tudo isso parece bom demais para você? A verdade é que de fato as estruturas de construção a seco são incrivelmente boas e trazem um retorno muito positivo.

E é justamente sobre isso que falaremos a partir de agora. Vamos entender o que de fato é uma construção a seco, como ela pode ser feita e como ela é vantajosa, se comparado a uma construção convencional de alvenaria. Acompanhe o texto e entenda!

construção a seco

Construção a Seco: Como funciona?

Uma construção a seco nada mais é do que uma construção que não utiliza água. E talvez isto seja associado diretamente com construções de casas ou projetos de madeira. O que, em parte, é verdade. Mas, não é somente isso. Construção a seco não é somente uma “casa de madeira“. É uma tendência e uma técnica que tem ganhado cada vez mais espaço no mercado brasileiro.

Nos Estados Unidos, por exemplo, este tipo de construção é extremamente popular. É muito comum vermos casas completamente construídas com materiais a seco, entre estruturas galvanizadas e revestimentos sólidos. Isto impacta positivamente em diversos aspectos, que veremos durante o texto.

Entre outros passos, estes são os principais adotados para entendermos como funciona uma construção a seco:

  1. Tudo começa pelo fundamento da sua casa;
  2. Ergue-se uma estrutura de metal ou madeira;
  3. As paredes são compostas por placas de madeira;

Falaremos sobre cada um destes aspectos a partir de agora detalhadamente. Entenda tudo a seguir.

equipamento de proteção individual

1- Tudo começa pelo fundamento da sua casa

Todos os projetos devem começar pelo fundamento. E aqui, vale fazer metáforas com diversos outros assuntos. Afinal, começar pelo telhado nunca funciona, não é mesmo? Pois bem, no caso de construção a seco o fundamento é também a primeira etapa.

E ele pode ser feito de diversas formas. Tudo dependerá de como o projeto for desenhado e a planta da casa estruturada. Na grande maioria das vezes, o fundamento pode ser com cimento (vigas, estruturas, etc). E, a partir disso, a construção a seco em si começa de fato!

2- Ergue-se uma estrutura de metal ou madeira

Depois que o fundamento estiver concluído, começam a ser erguidas as estruturas da casa em si. Estas estruturas são compostas por diversos materiais, desde madeira, até metal ou ferro galvanizado. Tudo para que haja segurança e resistência no médio e longo prazo. Logo mais, esta estrutura dará suporte para as paredes dos ambientes. Ou seja, é de fato uma etapa importantíssima.

3- As paredes são compostas por placas de madeira

Depois que a estrutura estiver devidamente pronta sobre os fundamentos, inicia-se o processo de instalação das paredes. Estas paredes podem ser de madeira ou outros tipos de materiais pré-moldados e secos. O encaixe acontece de acordo com o tamanho do projeto da casa. Em poucas horas, é possível ter a grande maioria das paredes devidamente instaladas e, desta forma, o cliente poderá receber o imóvel em tempo recorde, se comparado com alguma estrutura de alvenaria.

E isto nos leva diretamente ao próximo tópico, onde falaremos sobre as vantagens deste tipo de construção. Continue lendo!

construção a seco

Quais as vantagens da construção a seco?

Você já entendeu que construção a seco é, de fato, uma excelente forma de poupar tempo, não é mesmo? Afinal, podemos perceber isso logo ao entender que uma parede fica pronta em algumas horas. Diferente do que seria em uma construção de alvenaria básica, com tijolos e traço de concreto. Mas, não é somente o tempo como uma vantagem. Existem outros fatores que devem ser considerados, como:

  • Velocidade na obra – Cerca 65% mais rápido que uma obra de alvenaria;
  • Mais garantias na compra de produtos;
  • Capacidade térmica excelente para o ambiente – Menos custos com climatização;
  • Materiais resistentes e leves ao mesmo tempo;
  • Custo extremamente reduzido e fiel ao orçamento;

Legal, não é? Para entender melhor cada um destes pontos, falaremos detalhadamente sobre cada um deles a partir de agora.

Custo extremamente reduzido e fiel ao orçamento

O primeiro critério para considerar uma vantagem na construção a seco, é o custo. Ele é extremamente baixo se comparado com uma estrutura de alvenaria padrão. Afinal, o tempo de mão de obra aqui é muito reduzido. E, como você sabe, a mão de obra muitas vezes faz o valor de uma obra subir muito!

Porém, em alguns locais do Brasil, o valor ainda não é atrativo por diversos motivos. O principal deles, é a falta de mão de obra qualificada para trabalhar. Ou seja, as poucas pessoas que sabem construir a seco são valorizadas, o que torna uma obra neste estilo ainda pouco competitiva por aqui. Enquanto nos Estados Unidos, por exemplo, já é extremamente barato.

Velocidade na obra – Cerca 65% mais rápido que uma obra de alvenaria

Outra grande vantagem de optar por uma construção a seco, é a velocidade na obra. Conforme mencionamos anteriormente e você pôde notar, uma construção a seco pode demorar cerca de 65% a menos do que uma construção convencional. Por isso, se você precisa de um projeto rápido, considere experimentar uma obra neste estilo. Com os profissionais certos, tudo andará rapidamente.

construção a seco

Mais garantias na compra de produtos

Diferente de produtos convencionais de alvenaria, aqui o consumidor pode ter acesso a muitas garantias. Há empresas que oferecem até 30 anos de garantiras em produtos de construção a seco. Afinal, eles sabem do real valor que este tipo de obra pode oferecer ao consumidor. Produtos de qualidade e segurança tornam a obra mais barata no longo prazo!

Capacidade térmica excelente para o ambiente – Menos custos com climatização

Outro ponto muito positivo deste tipo de obra, é a capacidade térmica das paredes. Dependendo do projeto que você escolher, poderá receber paredes com mais ou menos possibilidades térmicas. E isto, automaticamente, impactará no consumo de aparelhos como ar-condicionados ou aquecedores. A climatização da casa acontecerá de uma forma mais natural. O calor ou o frio ficarão para o lado de fora.

Materiais resistentes e leves ao mesmo tempo

E, por último, uma questão que talvez venha a mente de todos que queiram optar pela construção a seco: a resistência dos materiais. A verdade é que estes materiais são muito rígidos e leves ao mesmo tempo. Logo, sua capacidade de durabilidade é muito boa. Há materiais, por exemplo, que podem suportar ventos de até 300 quilômetros por hora. O que é realmente incrível e nos dá uma boa margem de segurança, não é mesmo?

Encontre os profissionais certos e garanta uma excelente performance na sua obra!

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Veja 10 dicas para casais que vão comprar a casa nova

Assim como o casamento é um dos maiores passos que o ser humano pode dar na vida, escolher o lar do casal é também uma decisão muito importante e requer alguns cuidados para que não haja frustrações ao assinar o negócio. Pensando nisso resolvemos listar 10 dicas para casais que vão comprar a casa nova.

casais que vão comprar a casa nova
Casal pode seguir algumas dicas básicas para não errar na compra da casa nova (Fotos: ThinkStock)

Não basta somente se encantar pelo primeiro apartamento ou casa que visitar. É preciso pesquisar, comparar e preparar o bolso para os pagamentos (entrada, financiamento e taxas com documentação).

+ Já pensou em comprar um imóvel usado, porém reformado e com a planta atualizada? No ZAP você encontra!

Consultamos o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) para conseguir as 10 principais dicas para você e seu cônjuge não errarem na hora de comprar um imóvel e seguirem felizes. Confira:

1) Avaliem qual é o seu orçamento e o valor que poderão pagar no imóvel. Clique aqui e façam uma simulação;

2) Decidam qual tipo de imóvel pretendem adquirir: usado ou novo. Tenham em mente qual a metragem apropriada para a família, quantas vagas de garagem precisam, se querem casa ou apartamento. Caso tenham que pagar condomínio, estabeleça qual o valor que está dentro do orçamento;

3) Façam suas contas e analisem se vão pagar à vista, parcelado para a construtora durante as obras ou financiar com o banco. Vocês podem utilizar recursos do FGTS ou, se tiverem um bem que possa ser vendido (como um carro), podem utilizar o dinheiro da venda como entrada;

4) Analisem bem a infraestrutura disponível na região de interesse. É importante visitar o empreendimento durante o dia e à noite;

comprar apartamento junto com o namorado
Avaliem o orçamento e o valor que poderão pagar no imóvel. Acompanhem as contas

5) Caso optem por um imóvel usado, sejam firme com o corretor em relação ao que esperam do imóvel e peçam informações a respeito antes de marcar a visita, para evitar perder tempo. Prefiram um profissional que realmente conhece o imóvel;

6) Se o empreendimento for novo ou na planta, o valor da comissão é cobrado separadamente. Se for usado, quem paga é o vendedor, mas vocês terão que pagar a comissão proporcional ao valor do imóvel, dado como parte do pagamento. Deixem que o corretor negocie e não se envolvam emocionalmente com o dono;

7) Evitem fazer propostas absurdas. Se o vendedor aceitar descontos elevados, pode ser sinal de que há algo errado. Certifiquem-se do que está e do que não está incluído no valor e conversem abertamente. Levem os documentos do imóvel e do proprietário para um advogado de confiança;

casais que querem comprar apartamento
Visitem o apartamento/casa de dia e também à noite

8) Pesquisem sobre a construtora/incorporadora antes de comprar um imóvel na planta. Visitem uma obra já entregue por ela e peçam cópia do registro da incorporação ao corretor antes de assinar o contrato. Acompanhem o andamento das obras;

9) As prestações podem ter valores diferentes. Até a entrega das chaves, o saldo devedor é corrigido mensalmente pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) ou Custo Unitário Básico da Construção Civil (CUB). Após a entrega, vocês podem quitar a dívida, usar os recursos do FGTS para amortizar parte do valor (caso seja seu primeiro imóvel) e financiar o restante com o banco. O mercado oferece taxas atrativas e prazos longos. Programem-se para que a parcela caiba no bolso de vocês;

dicas para casais comprar um imóvel
Atente-se e conquiste a casa nova!

10) Façam uma reserva financeira, pois é preciso pagar o Imposto sobre transmissão de bens imóveis (ITBI) à Prefeitura e as taxas de registro cartorárias, que somam aproximadamente 4% do valor do imóvel. Mesmo que não tenham contratado financiamento, não deixem de registrar sua escritura no Registro de Imóveis.

E aí, o que você achou das dicas para casais que vão comprar a casa nova? Se você gostou ou deseja fazer alguma sugestão, faça um comentário.

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Energia solar vale à pena? Quais as vantagens?

Está em dúvida se a energia solar vale à pena? Tem pensado em adquirir esta forma de sustentação elétrica, mas, ainda não se convenceu se esta é uma boa oportunidade ou não? Então não deixe de acompanhar o nosso guia de hoje!

Pois nele vamos lhe apresentar tudo o que você precisa saber sobre este assunto. Assim, certamente será muito mais fácil para você estipular a possibilidade de adquirir as placas fotovoltaicas ou não. Acompanhe a seguir:

energia solar vale a pena

Quais as vantagens?

Abaixo listamos todas as vantagens de você apostar neste tipo de energia que tem adquirido cada vez mais adeptos, devido à sua versatilidade e efeito. Veja:

1- Energia constante e consistente

Como estamos tratando de um tipo de energia proveniente da luz solar, consequentemente temos a possibilidade de tê-la todos os dias, de uma forma constante e consistente. Isso porque embora esteja chovendo, por exemplo, a placa ainda receberá (mesmo que minimamente) os raios solares.

Afinal, apenas durante a noite é que não há nenhum tipo de contato neste sentido, de fato. Para estes casos, você pode utilizar baterias de armazenamento para deixar a sua casa sempre energizada.

2- Produção de energia silenciosa

Muitas fontes de energia costumam provocar ruídos que, para quem está por perto, não costumam ser agradáveis. Em contrapartida a isso, temos a energia solar que vem como uma ótima alternativa para quem quer eficiência e discrição, devido ao processo silencioso da mesma.

3- Durabilidade

A durabilidade de uma placa fotovoltaica faz com que a mesma desencadeie um ótimo custo benefício para quem a utiliza. Isso porque uma placa costuma durar certa de 25 anos. Portanto, você até poderá ter um investimento um pouco alto inicialmente, mas, que será diluído ao longo de todo este período.

Veja também: 9 Tipos de energia e principais fontes de energia

4- Economia

Seguindo o raciocínio acima, podemos dizer que este é o tipo de energia que mais gerará economia para você e toda a sua família. Afinal, você terá apenas o investimento inicial e, por muitos e muitos anos não irá arcar com gastos relacionados a isso, a não ser que você se mude, é claro.

Aprenda aqui a como economizar na conta de luz!

5- Instalação simples

A instalação da energia solar é mais simples que outras opções que estamos acostumados a conhecer. Com apenas algumas horinhas você já terá toda uma estrutura impecável de geração de energia. Entretanto, lembre-se de contratar um profissional qualificado para esta tarefa, ok?

energia solar vale a pena

6- Fonte de energia mais barata do mundo

Você sabia que a energia solar é considerada a fonte de energia mais barata do mundo? Afinal, ela apenas depende dos raios solares, que temos contato todos os dias! Além de que a durabilidade das placas é impressionantemente longo, o que gera ainda mais economia e benefícios.

Por conta desse fator, justamente, que a discussão acerca do uso da energia solar tem aumentado a cada dia. Os adeptos e estudiosos estão, a todo instante, apresentando os benefícios de curto, médio e longo prazo.

7- Pode ser usada em locais ditos como inacessíveis

Certamente você já deve ter ouvido falar de locais onde a energia elétrica, por si só, é inacessível. Isso pode estar relacionado com diversos fatores, como localização, clima, etc. De todo modo, a energia do tipo solar chega com mais este benefício para estas pessoas: ela pode ser instalada em locais de difícil acesso.

Afinal, bastará a instalação das placas em um ponto estratégico (como no telhado da casa) para depois disso ser usufruído da forma que gere todos os benefícios e vantagens que já citamos até aqui.

8- Não impacta o meio ambiente

Muitas fontes de energia apresentam efeitos colaterais que em curto, médio ou longo prazo podem acabar impactando o meio ambiente. Seja de maneira direta, ou indireta, como em caso de acidentes. Um exemplo seriam as usinas nucleares, que caso haja qualquer tipo de vazamento, pode causar efeitos negativos na natureza.

Veja mais: Construção Sustentável | O que é? | Sustentabilidade na Construção

9- Não apresenta riscos para as pessoas/ animais

A energia nuclear, por exemplo, apesar de muito eficiente pode gerar efeitos catastróficos em caso de acidente. Isto é, apresentam um risco altíssimo para a saúde da população, dos animais e até mesmo da vegetação.

Em contrapartida a isso, temos a energia fotovoltaica como uma fonte segura, saudável e que não apresenta risco para ninguém. Muito pelo contrário! Mantém as casas energizadas sem impactar negativamente em nenhum âmbito físico.

Energia solar vale à pena?

Mas afinal, a energia solar vale à pena? Ela realmente gera um efeito positivo em nossos lares?

Bem, se partirmos das ideias que foram destacadas acima, podemos concluir que sim, a energia solar vale à pena. Entretanto, você também precisa estar ciente de alguns pontos que podem ser qualificados como negativos. Sendo eles:

  • Custo de aquisição: Embora a energia fotovoltaica gere uma economia e tanto com o passar do tempo, a aquisição e instalação da mesma pode ser um tanto “cara” para algumas pessoas. É justamente por isso que poucas pessoas buscam por esta alternativa.
  • Necessidade de baterias: Uma coisa é fato: a energia solar só funciona se as placas tiverem contato com o raio de sol. Ou seja, durante a noite elas não trabalham, certo? Por isso, o custo com a instalação de baterias para armazenar a energia também pode ser percebido como um ponto negativo.
  • Alteração estética: As fachadas das casas podem sofrer certo impacto quanto à instalação das placas. É claro que o efeito não é muito expressivo, mas, há quem não goste do acabamento promovido pelas placas nos telhados. Caberá a você decidir se este ponto é negativo ou não.

Contudo, considerando todas as vantagens e os possíveis pontos negativos propostos acima, a nossa opinião ainda é a de que a luz solar é uma das melhores fontes de energia do mundo. Porém, apenas você, analisando todas as considerações, é que poderá avaliar se esta alternativa é ou não adequada para você.

Assim certamente você tomará uma decisão mais assertiva e promoverá melhores resultados para a sua casa. Qualquer dúvida, deixe um comentário aqui abaixo!

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QUAIS TREPADEIRAS USAR EM MUROS, CERCAS E PERGOLADOS

Cobrir paredes, pergolados e outras superfícies com trepadeiras é uma ótima forma de criar um jardim sem usar espaço de circulação. Assim como os jardins verticais, elas podem cobrir muros, paredes e cercas, deixando os ambientes mais verdes sem ocupar espaço. E as vantagens de ter vegetação em casa são grandes, pois elas purificam o … Continue lendo QUAIS TREPADEIRAS USAR EM MUROS, CERCAS E PERGOLADOS

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Sobreposição de tapetes: veja como incluir na sua decoração

No Brasil – país onde o clima é, em geral, sempre mais quente -, a maioria dos imóveis possui o revestimento de piso em cerâmica ou porcelanato.

A principal vantagem disso é que os ambientes, como a sala e o quarto, tornam-se mais frescos.

Em contrapartida, à noite, eles podem ser desconfortáveis.

(Foto: Casa Cor Paraguai)

É comum – pelos motivos que foram citados – que as pessoas prefiram colocar, sob os sofás, mesas, poltronas e camas, tapetes. O mesmo ocorre em pisos de banheiros e cozinhas.

O problema é que as peças têxteis mais bonitas, de design mais requintado e com tramas mais bem elaboradas, costumam custar bem além do que a maioria pode pagar. Então, como decorar a casa e deixá-la mais agradável nestas condições?

Os designers e arquitetos de interiores têm indicado uma solução um tanto quanto incomum, a ‘sobreposição de tapetes’. A técnica funciona exatamente como é chamada. Trata-se de colocar um modelo de tapete sobre outro modelo de tapete.

Mas, como será que isso funciona? Será que é possível misturar qualquer peça sobre a outra? Ou será que existe uma regra?

Descubra agora!

(Foto: Consuelo Jorge e Léo Shehtman)

A técnica da sobreposição de tapetes

Na verdade, regras não existem. A ideia de sobrepor tapetes pode ter surgido a partir de uma proposta conceitual de design ou arquitetura.

Porém, hoje, ela é interpretada, por algumas pessoas, como uma excelente oportunidade tanto de inovar quanto de poupar com decoração de interiores. Para aqueles que não têm condições de comprar uma peça inteira, porque não compô-la com várias pequenas?

(Foto: Tikkanen arquitetura)

Um tapete de grandes proporções pode custar muito caro – principalmente se ele for do tipo oriental ou feito de matéria-prima mais nobre. Isso significa que poucos poderiam preencher uma sala ampla da maneira como deveria.

Mas se pudessem juntar várias peças menores ao longo do tempo, no fim, criariam uma composição única, bem mais bonita do que se poderia imaginar.

(Foto: Mariano Boro – divulgado por Rico Mendonça)

Como utilizar a sobreposição de tapetes na decoração da sala

Uma sala bem grande e vazia, com um ótimo conjunto de estofado, mereceria um tapete para complementar o cenário.

O item têxtil iria ajudar a unir as peças mobiliárias; a delimitar o perímetro de um setor do ambiente, como a área de estar; e a alegrar ou sofisticar a decoração. De longe, vários tapetes de linguagem semelhante somariam o mesmo efeito!

(Foto: Patricia Martinez)

Para que a sobreposição realmente dê certo, o decorador precisa tomar cuidado com quais peças escolher. Primeiro, elas não podem ser muito espessas. Franjas e outras bordas muito salientes ou marcadas tendem a prejudicar a união.

Seria mais fácil se todas tiverem cores e padrões similares, que uma não venha se sobressaísse mais que a outra. Claro que é um efeito que não se obtém com facilidade. Precisa-se de muita reflexão!

(Foto: Gislene Lopes)

“Não tem regras, mas, para criar harmonia, é importante ter comunicação entre as cores, misturar uma peça estampada e uma lisa, além de trabalhar com texturas.” design de interiores Maju Hosken, Correio Braziliense.

Na hora de comprar os tapetes, é melhor que a pessoa siga sempre uma mesma linha estética. Por exemplo, estampas em arabesco com estampas em arabesco, geométrico com geométrico, animal com animal, e assim por diante.

Do mesmo modo, escuro com escuro e claro com claro, tom frio com frio e quente com quente, trama elaborada com elaborada e comum com comum.

(Foto: Antônio Ferreira Junior e Mário Celso Bernardes)

Essas peças não seriam iguais, mas semelhantes. Mesmo assim poderia se perceber, sutilmente, a sobreposição. É o charme dessa decoração!

E, como se entendeu, ela pode ser utilizada tanto numa proposta residencial mais simples quanto mais elaborada. Qualquer que seja a composição, deve ser ajustada pelo designer ou arquiteto.

(Foto: Casa Cor Rio Grande do Norte)

Cuidados com a sobreposição de tapetes

Agora, a sobreposição de tapetes significa que há mais camadas de tapetes em um único local. Entre cada uma ficarão escondidas as sujeiras, os ácaros e outras ameaças à saúde e bem estar dos seres humanos e animais domésticos.

Outra ameaça à sua segurança são as emendas. Pessoas idosas podem se acidentar mais facilmente em uma zona atapetada com tantas bordas. Portanto, fique atento a estes detalhes!

(Foto: AH!SIM)

Com todas as informações que foram apresentadas, você já deve ser capaz de avaliar melhor as suas opções.

Estude a possibilidade de fazer uma sobreposição de tapetes em sua casa, você vai ver que o ambiente pode ficar bastante elegante e descolado!

Estas dicas de sobreposição de tapetes foram criadas pela equipe Viva Decora.

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Mestre de obras: O que é? Quais as competências?

Se você já teve algum contato com a construção civil, certamente já deve ter se deparado com o termo “mestre de obras“, não é mesmo? Mas você conhece as competências deste profissional? Sabe como é o dia a dia? E ainda, está interessado em trabalhar neste tipo de cargo?

Então não deixe de acompanhar o nosso guia completo de hoje! Pois nele vamos lhe ensinar tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Assim, quem sabe você não descobre uma vocação e busca desenvolver-se para trabalhar nesta área, não é?

mestre de obras

O que faz um mestre de obras?

Em linhas gerais, um mestre de obras é aquele profissional responsável pela fiscalização da obra, de fato. E isso inclui todas as etapas da mesma, desde a preparação de terreno, a construção, acabamentos até a limpeza pós obra.

É importante que ele conheça todas as etapas da construção, além dos materiais que são utilizados. Além disso, o reconhecimento das atribuições e funções de cada trabalhador na empreitada também é importante. Afinal, ele será responsável por liderar toda a equipe.

O mestre de obras irá controlar o fluxo de serviços, além de checar todos os materiais utilizados. Ele ficará a par de tudo que acontece, a fim de desenvolver um ambiente de qualidade que priorize a eficiência e também o bem estar e segurança dos colaboradores.

Dessa forma, ele estará relacionado com:

  • Acompanhamento de todas as etapas, desde a preparação até o acabamento, seja de prédios comerciais ou residenciais.
  • Trabalha com todo o tipo de construção, desde pequeno, médio e grande porte.
  • Atua no controle de fluxos de serviços.
  • Recebe e checa todos os materiais de construção.
  • Coordena o dia a dia dos pedreiros e demais profissionais envolvidos.
  • Está a par do cálculo da quantidade de material utilizado na construção.
  • Mantém todos os engenheiros e profissionais informados quanto a isso.
  • Trabalha como um líder para toda a equipe.

Podemos dizer, resumidamente, que o mestre de obras é aquele que estará a par de tudo que acontece ali, com o objetivo de sempre manter tudo organizado e otimizado para melhor desempenho durante a construção.

Como se tornar um?

Ficou interessado no trabalho de mestre de obras? Então saiba que para se tornar um, você precisará apenas estudar sobre o assunto, de maneira gratuita, e assim se candidatar para a vaga mais perto de você!

Isso porque não é preciso fazer uma graduação por longos anos para se tornar um mestre. Mas sim, o seu ensino fundamental e médio já podem ser mais do que suficiente. Entretanto, existem cursos de formação que garantem uma boa colocação no processo seletivo, embora não sejam obrigatórios.

Mas, se você ainda não tem muito conhecimento sobre a área, talvez esta seja a oportunidade de saber mais e assim se desenvolver de maneira efetiva.

Leia também: Impermeabilização da obra: Como fazer corretamente?

Vale ressaltarmos que você pode encontrar a oportunidade de cursos técnicos gratuitos, a partir de programas do governo, como o Pronatec. A qualificação profissional, neste caso, é gratuita, e você pode estudar no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, ou seja, no Senai.

O curso de qualificação dura um ano e você poderá se desenvolver para, mais tarde concorrer a uma vaga em uma construtora que seja do seu interesse. Prepare-se academicamente e desfrute dos benefícios de começar uma nova e interessante carreira!

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Aposte no revestimento colorido para inovar

Um ambiente não precisa ser monocromático para ser bonito, elegante ou marcante. Usar cores mais fortes pode garantir uma maior personalidade ao espaço. As tonalidades podem aparecer em móveis ou paredes, como formas mais tradicionais, mas uma nova maneira de inserir cor ao ambiente é utilizando revestimento colorido.

São muitas as possibilidades, que vão desde pisos, azulejos, ladrilhos e pastilhas. E dentro delas há mais uma infinidade de variações, desde cores, tamanhos, formatos, inclusive podendo mesclar as opções em um mesmo espaço. Vale para todo tipo de ambiente e, apesar de não ter regra, é preciso ter cuidado para não carregar na dose, errar na mão e deixar a decoração cansativa. Saiba como apostar em revestimentos coloridos e deixar a casa linda e cheia de personalidade.

revestimento colorido
Revestimento colorido na cozinha (Foto: Shutterstock)

Revestimento colorido nos ambientes

Se antes os revestimentos coloridos eram mais usados na cozinha e no banheiro de forma pontual, é importante ressaltar que hoje em dia não existe impedimento para que qualquer ambiente do imóvel receba as cores. “Todos os ambientes podem ter revestimentos coloridos, basta escolher o local e uma paleta de cores apropriada. Afinal de contas, a casa é a expressão do que o proprietário gosta e, se ele gosta de cores, por que não usá-las?”, questiona a arquiteta Mariana Almeida. Desde o hall de entrada, a sala, o corredor, a cozinha, banheiro, quartos, todos os espaços podem receber o revestimento colorido, seja de forma mais discreta ou mais ampla.

Cores

Com uma infinidade de opções, a escolha das cores dos revestimentos pode ser uma missão difícil, principalmente porque exige uma harmonização com o restante da decoração do ambiente. E o gosto do proprietário deve ser levado em consideração, já que o colorido pode ser usado com mais ou com menos intensidade no ambiente. “As cores transmitem sensações e, atualmente, temos uma infinidade de opções de revestimentos coloridos para atender a todos os gostos. Diante da infinidade de opções, é importante procurar uma paleta de cores que o proprietário se identifique, se não ele pode se perder na escolha”, afirma Mariana Almeida. 

Inclusive, é possível mesclar as cores, sejam de diferentes tonalidades ou até mesmo fazer um jogo com o tom sobre tom. Essa pode até ser uma ferramenta importante na decoração e pode ser usada a favor do espaço. “O branco é bastante usado para ampliar o ambiente, porém essa ideia vem mudando, o uso de determinados tons escuros sobre tons criam profundidade aos ambientes”, acrescenta. 

revestimento antigo
Banheiro com tons de vermelho (Foto: Shutterstock)

Formas

Como os revestimentos coloridos podem aparecer de diversas formas, como nos pisos, azulejos, ladrilhos e pastilhas, por exemplo, eles também podem ser utilizados de diversas formas na decoração do ambiente e a escolha vai depender do resultado esperado. “Eles podem aparecer no piso e na parede. Se fizer a escolha certa, pode-se usar nos dois, tanto no piso quanto na parede ao mesmo tempo sem problemas. Só é preciso tomar cuidado para fazer a harmonização ideal”, explica a arquiteta. 

Os revestimentos coloridos podem, então, despontar no piso inteiro ou ocupar uma parede completa, dando bastante personalidade ao espaço, inclusive podendo delimitar a área entre um ambiente e outro. Assim, podem ser de uma única cor ou podem compor com cores variadas, tons mais claros com mais escuros, formas geométricas misturadas com uma tonalidade mais neutra, opções em 3D, o leque de opções é infinito. Mas também podem ser usados de forma mais discreta, para dar um toque charmoso, como apenas em uma única parede da cozinha para destacar ou entre a bancada da pia e o armário superior no mesmo ambiente com um colorido especial, seja também para complementar uma parede neutra com uma faixa vertical ou horizontal no banheiro. “Pode-se usar em faixas ou em uma parede destaque. Além disso, as texturas estão em alta, revestimentos em 3D de gesso, cerâmico ou até cimento trazem movimento ao ambiente”, pontua. 

Material

Além da atenção na cor que será escolhida para manter a harmonia do ambiente, também é fundamental ter cuidado com o material do revestimento a ser escolhido. O ambiente e a forma que ele será usado podem ser fatores determinantes. É preciso levar em consideração em que espaço da casa ele será usado e também de que forma. Ambientes úmidos, como cozinhas e banheiros, exigem atenção especial, já que o material deve ser mais resistente. Em locais que haverá grande movimento de pessoas, é bom não decidir por um material mais delicado. Já para lugares onde os móveis costumam ser arrastados, como cadeiras e poltronas, é importante escolher um revestimento que se danifique menos. 

Banheiro com tons de verde (Foto: Shutterstock)

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Como trocar piso: Passo a passo

Precisando saber como trocar piso, mas ainda não encontrou um passo a passo que lhe auxiliasse da melhor maneira? Então não deixe de acompanhar o nosso guia de hoje. Pois nele vamos lhe ensinar tudo, com detalhes, para que você mesmo faça este serviço em sua casa. Veja a seguir:

como trocar piso

Passo a passo de como trocar piso

O passo a passo de como trocar piso é muito mais simples do que você imagina. Com alguns cuidados específicos você já terá ótimos resultados.

Materiais necessários

  • Piso novo;
  • Argamassa ideal;
  • Colher de pedreiro;
  • Recipiente para preparar a argamassa;
  • Rejunte;
  • Recipiente para preparar o rejunte;
  • Pano macio;
  • Luvas de raspa para os serviços que forem mais pesados;
  • Luvas de borracha;
  • Raspador de rejunte;
  • Marreta;
  • Talhadeira;
  • Desempenadeira dentada;
  • Martelo de borracha;
  • Espátula.

1- Raspe o rejunte

Primeiramente, você deverá raspar todo o rejunte, utilizando o raspador específico para isso. Faça com cuidado e paciência, até que remova bem todo o material que já havia sido aplicado anteriormente.

Veja também: Piso sobre piso: Cuidados e como aplicar

2- Quebre o piso

Em seguida, com o auxílio da talhadeira e da marreta, você deverá cortar o piso. Para isso, direcione a talhadeira no centro do piso e vá martelando com cuidado, até que o mesmo se parta. Quando ele quebrar, você poderá retirar o mesmo do chão.

Aqui você deverá usar a luva de proteção para evitar cortes nas mãos.

3- Remova a massa

Após remover as partes do piso do chão, procure remover o resto da massa com a talhadeira. Vá raspando com cuidado, até que toda a argamassa antiga seja removida por completo.

4- Prepare a argamassa

Terminada a etapa anterior, você deverá preparar a nova mistura para a nova argamassa. Prepare uma quantidade para um espaço razoável de aplicação, sempre mantendo a massa homogênea. É imprescindível que você não deixe a mistura nem muito densa, nem muito mole.

A forma de garantir que fique tudo dentro dos conformes é sempre seguindo as instruções dos fabricantes, ok?

5- Cole a peça com o martelo de borracha

Feito isso, você deverá colar a nova peça de piso no chão. Aplique uma quantidade de argamassa no centro do piso e cole-o no chão. Utilize o martelo de borracha para dar batidinhas até proporcionar o nivelamento da peça.

Utilize o nível para garantir que não haja nenhum tipo de desnivelamento sobre a peça, visto que, dependendo do ambiente que você estiver trocando o piso, este tipo de falha poderá gerar o acúmulo de água, por exemplo.

6- Aplique o rejunte

Quando o piso já estiver pronto, é hora de fazer o acabamento. Para isso, prepare o rejunte, misturando bem e seguindo as instruções estabelecidas pelo próprio fabricante do produto. Vá aplicando, com cuidado, e assim que for terminando uma peça por vez, já utilize o pano macio para limpar os excessos e garantir que o piso não fique com massa seca em cima mais tarde.

Aprenda aqui a como mudar a cor do rejunte.

Aguarde a secagem e pronto!

Depois de seguir todos os procedimentos anteriores, bastará você aguardar a secagem do produto e pronto! Você já terá um piso novo em sua casa, e poderá desfrutar de uma decoração incrível e aconchegante. Qualquer dúvida, é só deixar um comentário aqui abaixo, ok?

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Mitos e verdades sobre financiamento imobiliário

O financiamento costuma ser o caminho mais possível para levar à realização do sonho da casa própria. Afinal de contas, são poucos os brasileiros que têm um valor alto para quitar o bem de uma só vez. Mas na hora de tomar o crédito imobiliário muitas dúvidas podem surgir, seja em relação às variáveis do financiamento, às parcelas, ao tipo de imóvel que pode ser adquirido e até mesmo sobre a composição da renda para analisar a viabilidade de conseguir a aprovação. Porém, financiar um imóvel é uma transação que não pode deixar dúvidas em aberto, principalmente por se tratar de um bem de alto valor agregado e que vai comprometer o orçamento ao longo de muitos anos. Confira um guia com os mitos e verdades sobre financiamento imobiliário

Vale a pena antecipar as parcelas? Verdade

O financiamento é como tomar o dinheiro de outro emprestado para utilizar o crédito para comprar algo que efetivamente ainda não foi pago. Então é preciso pagar os juros como preço para o empréstimo. E eles compõem a parcela do financiamento. “Tem uma parte que é o valor que foi tomado emprestado, que é chamado de principal, e tem outra parte que é a remuneração paga a quem empresta o valor”, explica o economista Edgard Leonardo, professor da Graduação e Pós-graduação da Unit Pernambuco, mestre em Administração pela UFPE, consultor e palestrante.

Além disso, existem dois meios de calcular as parcelas do financiamento bastante utilizados no Brasil. Na tabela SAC (Sistema de Amortização Constante), o valor das parcelas é decrescente, já que os juros incidem em cima do valor principal. Ou seja, a cada parcela paga, o principal diminui e os juros também. Já na Price o valor da prestação é constante porque as primeiras parcelas são compostas por juros em sua maior parte e, com o passar do tempo, a dívida principal vai compondo a mensalidade. 

mitos e verdades sobre financiamento imobiliário
Mitos e verdades sobre financiamento imobiliário (Foto: Shutterstock)

Nos dois casos, se ao longo da quitação do financiamento entrar um dinheiro extra é possível antecipar os pagamentos das parcelas ainda em aberto e isso pode significar uma vantagem para o cliente. “Existem duas formas e uma delas é pagar as últimas parcelas e isso significa pagar apenas o valor do principal, o que vai diminuir bastante os juros pagos ao longo do financiamento. Outra maneira é manter o número de parcelas, mas diminuir o valor da mensalidade para um valor que caiba melhor no orçamento. De toda forma, é bom para o consumidor. Quando ele adianta é que vê claramente a vantagem disso. E é importante ressaltar que fazer esse adiantamento é simples, basta solicitar ao banco e pagar”, afirma Gildo Vilaça, presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE). 

É melhor financiar o imóvel na planta? Mito e verdade

O financiamento na planta, normalmente, é feito diretamente com a construtora e o cliente acaba ajudando a incorporadora com os custos da obra – tirando o programa Minha Casa Minha Vida, que o financiamento já é feito diretamente com o banco desde a fase da construção. O financiamento nesta etapa, que pode durar três anos, pode chegar a um terço do valor total do imóvel. Porém, segundo Gildo Vilaça, essa é uma modalidade que gera alguns riscos para o futuro. “Imagina que o consumidor vai pagar 20% do imóvel diretamente para a construtora até a entrega da chave e só depois disso vai buscar um financiamento. Só que pode acontecer de, na hora de tomar o crédito, ele não ter mais as mesmas condições no orçamento que antes e isso vai gerar o distrato e perdas financeiras. Se o financiamento fosse feito diretamente com o banco desde a planta, ele não correria o risco de chegar mais na frente e não conseguir a avaliação positiva do crédito”, ressalta o presidente da Ademi-PE. 

Porém, por outro lado, entre as vantagens de financiar diretamente na planta é a possibilidade de pagar a entrada de forma parcelada. O valor da entrada, que seria pago de forma integral no financiamento diretamente com o banco, é dividido entre parcelas mensais, taxas intermediárias e uma taxa na hora da entrega. 

Qualquer imóvel pode financiar? Mito

Na hora de adquirir um financiamento, o imóvel é a garantia de que o crédito será pago. Então, justamente por isso, nem todos os imóveis estão aptos a serem financiados. “Os agentes financeiros quando concedem o financiamento, recebem o imóvel como garantia do pagamento. Ao analisar a documentação para decidir se autoriza ou não, eles seguem algumas regras que acabam por inabilitar alguns imóveis para serem recebidos como garantia. Exemplos são imóveis em inventário que não houve partilha, imóveis gravados com ônuscom usufruto que o usufrutuário não renunciou a esse direito e imóveis com concessão de direito real de uso. Os agentes financeiros fazem uma análise bem criteriosa dos imóveis na hipótese de inadimplência das parcelas se essa garantia vai poder ser executada e eles receberem a contrapartida do financiamento”, explica Raphaela Gonçalves, advogada especialista na área de Direito Imobiliário do escritório Da Fonte, Advogados.

É preciso ser casado no papel para compor a renda? Mito

Para conseguir ter acesso ao financiamento, é preciso ter a aprovação do crédito. E uma das questões que pesa para isso é a renda. No entanto, se a pessoa acredita que não tem capacidade de entrar no financiamento sozinha, ela pode fazer a composição da renda. E vale ressaltar que ela pode ser feita independentemente de grau de parentesco, casamento ou união estável. “A pessoa pode apresentar a capacidade financeira da companheira ou de um parente e os dois compõem a renda para comprar o imóvel. Nada impede de uma terceira pessoa entrar, só vale ressaltar que quem entrar na composição da renda também é considerado proprietário do imóvel e vai ser responsável pelo pagamento. Mas quem vai compor a renda é uma questão de escolha”, afirma Luís Fernando Teixeira de Andrade, diretor da área de direito imobiliário do escritório Karpat Advogados. Para fazer a junção na composição da renda, o advogado explica que é precgiso apresentar os documentos pessoais e comprovar a renda, com extrato bancário e demonstrativo do Imposto de Renda, por exemplo. 

E aí, o que você achou sobre os mitos e verdades sobre financiamento imobiliário?

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ACESSÓRIOS E MÓVEIS ARTESANAIS

Peças artesanais são aqueles que não foram fabricados em fábricas, e sim em pequena escala. Isso deixa o produto com características mais específicas e agrega valor humano ao produto. Ao decorar e mobiliar uma casa ou apartamento com peças artesanais, mesmo que sejam apenas alguns, o ambiente fica com ar mais acolhedor. Exemplos de acessórios … Continue lendo ACESSÓRIOS E MÓVEIS ARTESANAIS

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