Gestão da obra: Como fazer da melhor forma?

Saber como fazer uma boa gestão de obra é imprescindível para gerar bons resultados em todas as etapas da construção. Afinal, estamos lidando com um projeto que está relacionado não somente aos gastos, mas também, à segurança dos trabalhadores e dos futuros moradores.

Por conta desses e outros fatores que precisamos de um planejamento consistente, estruturado e que supra todas as necessidades da equipe envolvida. E para te ajudar quanto a isso, elaboramos este guia com tudo o que você precisa saber sobre a gestão de uma obra. Acompanhe a seguir e fique por dentro.

gestão de obra

Como fazer a gestão de obra da melhor forma?

Para que a gestão de obra seja feita corretamente, é necessário que sejam seguidos alguns critérios igualmente importantes. Abaixo falamos sobre cada um deles para que você os compreenda com mais profundidade:

1- Conheça todas as etapas da construção

Este ponto é primordial e, a partir dele, será possível pôr em prática todas as outras formas de garantir uma gestão de qualidade. Afinal, como gerir algo que você não conhece todas as etapas, não é mesmo?

É preciso conhecer a fundo, tudo que será desenvolvido ao longo da construção no canteiro de obras. E isso inclui desde as etapas menores até aquelas que possam ser mais complexas.

É claro que não estamos dizendo que você deverá saber cumprir cada etapa, como se houvesse a necessidade de saber tudo de engenharia e tudo de arquitetura sem ser um profissional dessa área. Mas sim, queremos dizer que você deve estar atento à todas as etapas, compreendendo qual é o tempo de iniciar uma e finalizar outra.

Para isso, reúna-se com todos os profissionais envolvidos, para que sejam discutidos tudo que acontecerá no decorrer das semanas seguintes. E assim, você se aprofunde em cada tema, na medida em que abrange cada detalhe da obra.

2- Estabeleça metas interessantes

De acordo com tudo que foi concluído no passo anterior, é chegado o momento de estipular um cronograma cabível para todas as necessidades da construção. Pense em cada etapa e em como ela deverá ser concluída, para que assim, estipule-se um tempo adequado para elas.

Lembre-se que ao elaborar o seu cronograma você deve, preferivelmente, apostar em uma margem de erro. Visto que imprevistos acontecem, não é mesmo? Com isso, o ideal é que você trabalhe com calma, dentro de um prazo que não seja limítrofe, mas sim, saudável o suficiente.

Pois se houver qualquer tipo de contratempo, não será o mesmo que irá abarcar muitos pontos negativos para o seu empreendimento que vem sendo construído. Afinal, você considerou essa possibilidade e a encaixou dentro da rotina. E, no fim, tudo será entregue como previsto.

3- Controle de suprimentos

Quando você já tiver todas as etapas da sua obra na ponta do lápis, é chegado o momento de criar um controle de suprimentos inteligente. Aqui você poderá apostar tanto no desenvolvimento de planilhas, como também, usufruir de softwares que sejam específicos para tal finalidade.

A importância desse controle se dá, principalmente, na otimização do tempo. Pois se houver um episódio de falta de materiais de construção para determinada etapa, estaríamos nos deparando com um atraso. E sabemos que você, enquanto gestor, não quer isso, correto?

gestão de obra

Por isso, quando você estabelecer critérios e tempo para cada etapa da obra, lembre-se de incluir os gastos com os suprimentos e a quantidade adequada para cada finalidade. Além disso, sempre que uma etapa estiver se findando, é preciso verificar se os suprimentos da próxima estão garantidos.

E, caso não estejam, buscar pelo abastecimento adequado é primordial.

4- Canais de comunicação

Concentrar todos os esforços nas partes práticas e logísticas só funcionam se partimos de um pressuposto muito importante: a comunicação. Sem uma comunicação adequada, torna-se inviável ter uma boa gestão de obra.

Afinal, você só saberá de tudo que está acontecendo se houver um diálogo aberto entre você e toda a sua equipe, concorda? Pois bem! Para isso é muito importante que você trabalhe a necessidade de comunicar-se.

Incentive a sua equipe para manter uma proximidade, até mesmo das áreas distintas. É muito importante que as pessoas saibam o que está acontecendo e o que deve acontecer. Apenas assim todos caminharão na mesma direção.

Afinal, como saber qual o prazo para terminar a minha parte no trabalho se não há nenhum tipo de comunicação quanto a isso? Exatamente!

5- Atente-se aos riscos

Atentar-se para todos os riscos (veja aqui informações sobre a segurança na obra) que o decorrer da obra podem aparecer também é importante. E, mais do que conhecer cada um deles, é imprescindível que você informe toda a sua equipe. Quanto mais a par de tudo, todos estiverem, melhor desenvolvida será a sua gestão de obra.

6- Gerenciamento de contas

Lembre-se que além de ter um bom gerenciamento de suprimentos, é importante que você também trabalhe com uma gestão das contas da sua obra. Afinal, você deverá ter um orçamento inicial para tal construção, que deverá ser respeitado ao longo do desenvolvimento da mesma.

Para isso, nada melhor do que a tecnologia para lhe ajudar. É ela quem poderá lhe apontar tudo que precisa ser adquirido e o que já foi investido, desde que você mantenha-se organizado dessa forma.

Se não quiser pagar nenhum tipo de software para esta finalidade, experimente utilizar as planilhas do seu computador. Desde que você sempre as atualize e, com isso, acompanhe todos os gastos de um modo inteligente.

Veja também: Lista de material de construção para reformar apartamento – Cozinha, Sala, Banheiro, Área de Serviço

7- Capacite a sua equipe sempre que necessário

Por fim, lembre-se de sempre capacitar a sua equipe, assim que se deparar com qualquer tipo de dificuldade ou necessidade que precisa ser suprida. Não hesite quanto a isso!

Uma equipe bem treinada e desenvolvida é sinônimo de trabalho de qualidade, esquematizado e dentro do previsto. Quando há déficits em conhecimentos importantes, isso impacta diretamente no resultado e, até mesmo, na segurança de trabalhadores e compradores.

Por isso, sempre que notar alguma dificuldade em alguma etapa ou processo, lembre-se de investir no desenvolvimento e treinamento da equipe. Assim você garante bons resultados de uma maneira geral.

Viu só como a gestão de obra é até mais simples do que você pensava? Aposte na mesma e desenvolva a sua equipe de um modo eficiente e estruturado. Boa construção para você!

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Saiba como utilizar o detergente de forma eficaz na limpeza da casa

Em tempos de crises e proliferação de doenças virais, fazer uma faxina completa em casa é de suma importância e não requer um grande kit de produtos de limpezas, muito menos itens sofisticados e ultramodernos. O bom e velho detergente, por exemplo, é um poderoso aliado da higienização doméstica, pois possui versões variadas, podendo ser usado em diferentes superfícies e encontrado em valores que atendem a todos os bolsos.

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Antes de mais nada, é importante saber quais são os tipos de detergentes existentes no mercado e para que servem cada um deles. Segundo explica a personal organizer Bárbara Volnei, são quatro:

Detergentes Biodegradáveis

detergente na limpeza
O detergente é um poderoso aliado da higienização doméstica (Foto: Shutterstock)

Eles têm esse nome por serem passíveis de degradação pelos micro-organismos presentes nas águas. Os detergentes se tornam biodegradáveis quando é reduzida a quantidade de fosfato presente no detergente. Lembrando que apenas os detergentes em gel, utilizados para lavar louça, são biodegradáveis. Os sabões em pó e em barra permanecem na natureza ainda por um longo período de tempo, por este motivo, necessitam de um tratamento prévio antes do descarte.

Detergente Neutro

detergente na limpeza
Possui versões variadas, podendo ser usado em diferentes superfícies (Foto: Shutterstock)

É o mais utilizado na limpeza do dia a dia em residências e não agride o piso.

Detergente Ácido

detergente na limpeza
O detergente pode ser encontrado em valores que atendem a todos os bolsos (Foto: Shutterstock)

É indicado para limpeza pesada, como sujeiras causadas no pós-obra (cimento, óleos, graxas, etc).

Detergente Alcalino

Remove todo tipo de sujidade, com exceção das de origem mineral. Deve ser usado com cuidado para não agredir o piso.

Ainda de acordo com Bárbara, existe um outro ponto a se atentar sobre os detergentes: o seu PH. Ele influencia diretamente na identificação de qual produto é mais indicada para cada tipo de superfície. “Por exemplo: neutro (PH estabilizado em 7): para retirada de sujidades como pó e poeira, e outros resíduos; ácido (PH entre 0 e 7): ideal para limpeza de ferrugem, sangue, cimento, terra; alcalino (PH entre 7 e 14): limpeza de sujidades como gordura de origem animal ou vegetal (frituras, molhos, óleos, graxas, etc)”, indica ela.

detergente na limpeza
Uma das grandes vantagens dos detergentes é seu poder de economia, já que com pouca quantidade do produto é possível fazer uma limpeza eficaz (Foto: Shutterstock)

Mas, além de verificar o PH do detergente que você vai comprar e seguir as dicas acima, é imprescindível ler as instruções da embalagem antes de iniciar a limpeza, assim, não corre o risco de estragar nenhuma área, é o que aconselha a também personal organizer Rafaela Oliveira: “produtos com cloro devem ser evitados em superfícies como: granito, mármore e pisos com coloração. É muito importante também saber usar produtos com cloro, pois do contrário podem manchar uma determinada superfície para sempre. Detergentes de louça concentrados são perfeitos na limpeza e mais seguros”.

Para Rafaela, uma das grandes vantagens dos detergentes é seu poder de economia, já que com pouca quantidade do produto é possível fazer uma limpeza eficaz: “produtos de limpeza concentrado são ideais para serem diluídos em água. Tem também os produtos de limpeza em embalagens comuns e em borrifadores (estes são mais econômicos, pois há menos desperdício na hora da aplicação). Detergentes de louças concentrados são mais fortes e com apenas algumas gotinhas dão conta da lavagem das louças de forma eficiente”.

A economia do produto também se dá pelo uso consciente na hora da limpeza. Isso é, a quantidade de detergente e a espuma que ele fizer não vão ditar a qualidade da higienização. Pelo contrário, o excesso de produto pode deixar a superfície sem brilho e manchada. Por isso, além de fazer a diluição em água, é importante retirar toda a solução da área limpa com um pano úmido, dessa forma a limpeza será completa e bem feita!

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Veja ideias para decoração de quarto de casal simples 

Não é preciso gastar um dinheirão para decorar um quarto de casal. Esse ambiente é uma parte privativa da casa, íntima, e que precisa agradar apenas aos dois. O ideal é fazer um espaço aconchegante, em que ambos se sintam confortáveis. Com criatividade, a decoração de quarto de casal simples pode ficar linda! 

“Sempre que pensamos em decorar sem gastar muito, é fundamental usar a imaginação. Colocar peças que façam parte da história da pessoa ou da família, sempre traz aconchego e memória afetiva. Pode ser a manta da vovó na cabeceira, uma almofada de crochê ou uma peça antiga que sirva de mesa lateral – já dá um charme especial”, detalha a arquiteta Daniela Olivan. 

Para a designer de interiores Gil Medeiros, o primeiro ponto ao criar uma decoração de quarto de casal simples é considerar que aquele espaço será usado por um bom tempo.

“Então, pode-se escolher uma base atemporal e ir alternando a decoração com o passar dos anos. Pintura de meia parede consegue trazer a personalidade de acordo com a cor que mais representa o casal”. 

Veja ideias para decoração de quarto de casal simples 
(Foto: Shutterstock)

O que não pode faltar na decoração do quarto de casal simples

A grande estrela da decoração de quarto de casal simples é a cama, ressalta arquiteta Thamyris Albuquerque Vasconcelos. “Com a cabeceira e apoios laterais certos, você terá um charme a mais no ambiente. É possível personalizar e fazer sua própria cabeceira sem gastar muito, apenas com um pedaço de madeira reaproveitada ou ainda com tecido e espuma”, explica. 

No caso de uso da madeira, você pode aproveitar partes de um móvel que não usará mais. Mesmo em pedaços, é possível colar e dar uma mão de verniz de acordo com o seu gostoSe preferir algo mais fofo, compre espuma e o tecido de sua preferência para forrar. Não esqueça de tirar as medidas antes de fazer. Na internet há vários vídeos ensinando.

“O básico dentro de um dormitório são a cama, o armário e as mesas laterais. Mas podemos inovar sempre. Um colchão de casal pode ser colocado em cima de um pallet (estrado de madeira, geralmente descartado pela indústria)dando um visual oriental. O armário pode ser garimpado em lojas de móveis usados e um banquinho de madeira pode virar mesa lateral“, ensina Daniela Olivan. 

Veja ideias para decoração de quarto de casal simples 
(Foto: Shutterstock)

Thamyris orienta a começar pela cama e o armário. “Outros itens dependem da personalidade. Alguns gostam de mesa lateral, outros preferem um gaveteiro. Se tem hábito de assistir TV, esse item precisa ser considerado. No lugar de um móvel convencional para apoio, pode-se utilizar prateleiras e colocar a TV fixa na parede”. 

A arquiteta indica peças coringas, como um tapete na lateral da cama, que traz aconchego. “Apostar no papel de parede é certeiro, mas se o orçamento for reduzido, pode ser substituído por uma pintura com cor diferenteJá os quadros e objetos com valor sentimental têm tudo a ver com o ambiente mais íntimo”. 

Prateleiras, nichos e pufes 

São boas opções e um ótimo custo-benefício, porque otimizam espaço e deixam o ambiente mais organizado. “Prateleiras e nichos sempre cabem na decoração de quarto de casal simples. Podem ser montados como um mosaico para servir de armário, usados separadamente ou para apoio e instalação de luminárias”, afirma Daniela.  

Pufes são excelentes peças para quartos menores e podem substituir a poltrona quando falta espaço.  “Existem diversos modelos, como os com baú, que servem para guardar mantas ou roupa de cama. E ainda fazem o papel de banco, para ajudar a pessoa a se vestir ou colocar calçados”, diz a profissional.  

Luminária 

Ter uma luminária ao lado da cama é indispensável. Mesmo que você não leia ou odeia qualquer luzinha na hora de dormir, um dia vai precisar dela. Além disso, há toda uma questão de decoração envolvida que valoriza o ambiente.  

Não precisa ficar no velho abajur, embora sejam tantos os modelos, do tradicional ao mais futurista, que é difícil não gostar de algum. Mas é possível optar por outros tipos de luminárias, inclusive direcionais. Se quiser dar uma sofisticada no quarto simples, instale pendentes no teto próximo à cabeceira ou luminárias na parede.  

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Saiba tudo para receber a chave do apartamento novo

Encontrar o imóvel desejado que caiba no bolso, fechar a negociação, separar a documentação, ver o empreendimento crescer com a sua construção e ver o sonho da casa própria se tornando realidade. Cada etapa da compra de um apartamento é especial e fica para sempre na memória. Mas uma delas marca a conquista em definitivo, é quando se pode sentir fisicamente que mais um passo importante foi dado. Impossível segurar a emoção na hora de receber a chave do apartamento. Mas ela não significa, necessariamente, o final feliz. Saiba como se preparar para este tão aguardado momento para evitar problemas no futuro e também o que fazer depois da entrega das chaves.

chave do apartamento
(Foto: Shutterstock)

Na planta

Para quem compra um imóvel ainda na planta, é importante ressaltar que é o contrato firmado entre as partes que vai reger a maior parte das obrigações. “A prática é que, normalmente, as unidades são entregues depois da quitação do preço ou quando contratou o financiamento bancário. Estando com isso regularizado e as obras concluídas é quando costumam chamar para a primeira vistoria. É importante que o adquirente faça uma vistoria minuciosa para ver se tem algo que precisa ser concluído, como uma pintura ou uma porta que não está fechando bem. Depois que ele receber, a construtora vai alegar que ele conferiu e validou. Mas isso não significa que se surgir algum vício ele não pode solicitar reparação”, explica o advogado Rafael Accioly, especialista em direito imobiliário do escritório Queiroz Cavalcanti Advocacia.

Outro ponto que ele ressalta para ter atenção diz respeito ao manual do proprietário. “É importante que a construtora entregue o manual porque nele tem informações sobre manutenção e uso para manter as condições de habitalidade. Quando se trata de uma casa, as pessoas não acham que precisa de manutenção, mas faço uma comparação com o carro, que tem as revisões. Com imóvel é a mesma coisa e o manual do proprietário traz esses detalhes. Se isso não for feito, podem surgir problemas como rachaduras aparentes, entupir uma tubulação por falta de limpeza ou pontos de ferrugem. Então é importante fazer a manutenção, que muitas vezes é bem simples, para evitar problemas e também para não correr o risco de perder a garantia”, acrescenta. 

Imóvel pronto

Quando o imóvel comprado já está pronto, a entrega das chaves é acordada entre as partes. “Também acontece que é uma prática de mercado que o pagamento esteja quitado”, explica Rafael Accioly. Neste caso,a vistoria se torna ainda mais necessária e importante. “A questão é que um imóvel novo, quando é entregue, costuma estar dentro do prazo de garantia. Mas um imóvel pronto o prazo de garantia já se esgotou faz tempo. Então, se tiver um eventual problema, é importante perceber no momento da aquisição para poder mostrar. Depois vai ser difícil dizer que era um problema anterior”, sugere o advogado.

Imóvel alugado

Mais uma vez, a questão da vistoria se torna fundamental quando se trata de um imóvel alugado. Principalmente porque ela é feita não apenas na hora da entrega das chaves, mas também no momento da devolução do imóvel. “Neste tipo, a manutenção tem um ponto importante porque ela é dividida. O locatário tem a obrigação de fazer a manutenção, principalmente quando é um contrato mais longo. Mas se é um problema estrutural, as manutenções são de responsabilidade do locador. Por isso a vistoria é muito importante neste caso porque, na hora de fazer a devolução, se tiver cheio de problemas, o proprietário pode alegar que foi o inquilino que fez”, ressalta Rafael Accioly.

Chave emprestada

O mais comum é que as contrutoras proíbam o empréstimo das chaves do imóvel antes da entrega oficial. “Isso acontece até por uma questão de segurança do adquirente, ele não recebeu treinamento de segurança de trabalho. Mas, em algumas situações, quando a construção está em fase final, os imóveis estão prontos e falta alguma coisa na garagem, por exemplo, as construtoras podem iniciar os trabalhos de vistoria para adiantar a entrega. Mas isso depende de cada obra”, esclarece o advogado. 

Manual do síndico

Além do manual do proprietário, os condomínios costumam ter também um manual do síndico, que reúne as obrigações inerentes à função. “Além da manutenção de cada unidade, também tem amanutenção do condomínio. No caso das áreas comuns, piscina, quadras, parques, existe um manual para que o síndico faça as manutenções. E uma manutenção corretiva custa três vezes o custo de uma preventiva. Então às vezes opta pela economia por não fazer, mas tem um gasto bem maior mais à frente. A responsabilidade é dó síndico,mas o condômino pode fiscalizar, então é importante que ele tenha acesso ao manual na hora da entrega da chave”, explica. 

Garantias

Legalmente, a garantia do imóvel começa a partir da conclusão da obra. “Concluída a obra, que formalmente acontece quando a prefeitura expede o Habite-se normalmente, tem o início o prazo de garantia. Mas é preciso atenção porque, mesmo que a pessoa compre o imóvel que será habitado pela primeira vez, a obra pode ter sido concluída há mais tempo e pode ser que a garantia não exista mais. Mas isso pode ser regulado entre as partes porque pode estar pronto há mais tempo e a construtora, pela negociação, pode querer dar a garantia”, sugere Rafael Accioly.

Condomínio

Outro ponto que exige atenção e que gera muitas dúvidas é quando o condomínio deve começar a ser pago. “Normalmente é a partir do recebimento das chaves. Porém, apesar de não ser comum, acontece de correr o risco de pagar antes da entrega das chaves porque o contrato diz que só vai receber se quitar o preço. Então a obra está pronta, tudo pronto, mas precisa pagar esse valor. Outro caso é se o adquirente não recebeu as chavespor culpa dele, se ele que causou o não recebimento. Neste caso,o vendedor não pode ser penalizado e ter que pagar o condomínio. Por exemplo, se ficou faltando algum documento ou se está com o apartamento sem destinação e posterga”, lista o advogado.

Atraso

O advogado Rafael Accioly explica que hoje em dia existe uma lei que regulamenta a questão do atraso na entrega das chaves. “Ela diz que o contrato pode ter um prazo de tolerância de até 180 dias e isso normalmente está no contrato. Caso esse prazo não seja respeitado, a incorporadora tem que pagar um valor de 1% sobre o valor pago pelo adquirente, pelo que ele já pagou. Por exemplo, se ele já oagou R$ 200 mil, a construtora tem que pagar em cima disso e não em cima do valor final do imóvel”, conclui.

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Dicas para montar um barzinho de sala

Se antigamente o barzinho da casa ocupava uma grande área da sala, com um balcão enorme, uma parede inteira de prateleiras repletas de bebidas, copos e taças, hoje, com os apartamentos cada vez menores, o conceito vem mudando. Mas o espaço continua ganhando destaque na decoração do ambiente. Uma parede embutida, um carrinho, uma prateleira no cantinho, são muitas as formas que o barzinho pode aparecer na sala. Vale ressaltar que ele pode se encaixar em qualquer tipo de imóvel, seja grande ou pequeno, sempre há espaço para ter um barzinho na sala. E ele é ideal para quem gosta de organização, praticidade e, principalmente, de receber os amigos em casa. Confira as dicas para montar um barzinho na sala.

barzinho de sala para espaços pequenos 

Hoje em dia, o mais comum é que os apartamentos não tenham uma área muito grande, então aproveitar cada cantinho pode tornar a decoração mais especial. E isso não significa que o resultado será tão bom quando se conta com um espaço maior. Um barzinho pode se encaixar em um ambiente como uma sala pequena e, inclusive, ganhar destaque nela. Basta adaptar o projeto da melhor maneira para que o resultado fique perfeito e atenda às necessidades e expectativas do cliente. “Em ambientes pequenos teremos um barzinho com dimensões reduzidas, porém este poderá ser tão agradável e funcional quanto um maior, basta ter à mão as bebidas de sua preferência, os utensílios para preparar e servir, uma decoração aconchegante e uma bancada com altura apropriada para preparo”, explica o arquiteto Artur Diniz.

Dicas para montar um barzinho de sala
(Foto: Divulgação)

Mesmo com o espaço limitado, as possibilidades são muitas. “Pode-se aproveitar a superfície de algum móvel existente para criar o tão desejado barzinho: pode ser um aparador, um rack, uma prateleira, uma mesa lateral ou até mesmo uma cristaleira. Basta dispor ali as bebidas, taças, bandejas e alguns utensílios”, detalha o arquiteto. Essa foi a escolha do casal formado pela administradora Giovanna Martorelli e o personal trainer Thiago Felipe, que primou pela organização, mas não só isso. O barzinho na sala complementa e facilita o estilo de vida que eles levam. “Eu quis porque é um espaço específico e deixa bem mais organizado. A gente coloca não só as bebidas, mas também as taças e copos, que eu adoro. Mas o motivo principal da decisão de ter um barzinho na sala é porque a gente ama receber amigos em casa”, explica ela.

Além disso, para que o barzinho seja mais assertivo, é possível investir em um móvel personalizado. “Como os itens, em sua maioria, são estreitos, como garrafas, copos, taças, coqueteleiras, é possível também criar um móvel planejado com pouquíssima profundidade e que, além de não prejudicar as dimensões do ambiente, vai resultar em um elemento a mais para enriquecer a decoração. O limite poderá ser o espaço disponível”, acrescenta.

Elementos do barzinho de sala

Para uma sala pequena, além das dimensões, todos os elementos que vão ser usados no barzinho devem ser bem pensados para aproveitar o espaço da melhor forma. “Primeiro é preciso estudar os locais onde o layout favorece a disposição do barzinho. O ideal é que este seja convidativo e faça parte das áreas sociais, como estar, jantar ou varanda gourmet”, aponta Artur Diniz. Já os gostos pessoais dos proprietários também serão determinantes para a composição do cantinho do barzinho.

Dicas para montar um barzinho de sala
(Foto: Divulgação)

Para o jornalista Bruno Vasconcelos, o barzinho vai além do que uma forma mais prática na hora de receber os amigos em casa. Esse é um espaço que remete também às boas lembranças. “Mais do que um item de decoração, o barzinho na sala facilita a minha vida, pois quando você recebe visitas sempre tem alguma bebida legal para oferecer. Isso é praticidade. É também um espaço que expressa um pouco do meu trabalho, que me permite viajar bastante, pois no barzinho guardo fotos, miniaturas de carros e alguns itens de artesanato que trago de fora”, pontua.

Em relação aos eletrodomésticos, o uso deles vai depender do que os moradores desejam com o barzinho. “A existência de adega ou cervejeira vai estar condicionada às preferências do moradores e que tipo de bebida devem ser armazenadas. O lado positivo é que estes eletrodomésticos podem estar dispostos no chão, liberando espaço nas bancadas mais altas. Já os carrinhos com rodízios, mesmo os menores, são super práticos pela sua versatilidade, podendo transportar as bebidas de um ambiente ao outro, facilitando os momentos de reunião”, ressalta.

Carrinhos

Os carrinhos se tornaram uma sensação para quem deseja ter um barzinho na sala, mas não dispõe de muito espaço. E eles vão além da funcionalidade, mas é preciso ter cuidado na hora da escolha. “O carrinho é um elemento que é dotado de grande apelo estético, pelo seu design diferenciado. Para acertar na escolha, alguns passos devem ser seguidos: a escolha correta do local e seu diálogo com os demais móveis, os materiais de acabamento, o estilo do carrinho e as dimensões corretas”, reforça o arquiteto.

Inclusive, o carrinho pode ter várias interpretações na decoração, a depender da escolha. “Como peça curinga, o carrinho pode assumir no ambiente um papel harmônico ou contrastante com o estilo predominante. Quando mantemos o mesmo estilo do ambiente, o carrinho assume uma postura mais discreta. Mas podemos também optar pelo contraste e valorizar ainda mais este elemento. O estilo e os materiais de acabamento dos carrinhos podem ser responsáveis por dotar o espaço de um ar mais jovial, descontraído, formal, clássico ou mais sofisticado. A escolha, assim como toda a decoração, vai refletir a personalidade do ambiente e dos moradores”, afirma.

Dicas para montar um barzinho de sala
(Foto: Divulgação)

O carrinho, inclusive, pode surpreender e se tornar o xodó da decoração do ambiente. Um cantinho que nasceu sem grandes pretensões se tornou o lugar mais especial na sala do casal de jornalistas Luciana Elldorf e Mateus Lima. “Quando a gente decidiu fazer o projeto do apartamento, por ser pequeno, a gente decidiu que ia deixar um espaço para bebidas, para colocar no carrinho, ao lado do sofá, porque a gente achava que ia ficar prático. E, na verdade, hoje a gente acha que ficou muito bonito, mais charmoso do que a gente imaginava. Além disso, é um canto que facilita muito para receber visitas, a gente coloca balde de gelo, as bebidas. Ele deu um toque totalmente diferente ao apartamento. A gente achou que poderia ficar uma pegada mais antiga e retrô, mas hoje o nosso barzinho é o lugar de destaque da sala. A gente colocou uma luminária em cima dele e conseguiu dar destaque a ele”, ressalta ela.

Embutidos

Para quem não abre mão de ter um barzinho na sala, mesmo com espaço reduzido, muitas vezes não existem muitas opções, mas não é preciso desistir do projeto. “Em ambientes pequenos, um espaço embutido pode, às vezes, ser a única maneira de viabilizar nosso barzinho. Mas não se preocupe: com a ajuda de algumas poucas bebidas, uma bandeja e alguns utensílios, este espaço vai trazer ainda mais beleza à decoração”, explica Artur Diniz. Mesmo que não tenha muitas variações, essa única possibilidade pode ganhar diferentes interpretações. “Os materiais podem ser os mais diversos, como madeira, metal, vidro, mármore etc., usados isoladamente ou mesclados. Os materiais mais tradicionais como madeira, por exemplo, podem ser mesclados a vidro, espelhos, aço, para dar um ar mais atual e sofisticado. Podemos usar luzes embutidas ou focais para obter um resultado ainda mais charmoso, mas devemos ter o cuidado de não expor as bebidas por longos períodos à luz artificial ou solar, para não prejudicar a qualidade das bebidas. Neste caso, é preferível adotar lâmpada de LED com temperatura morna”, aconselha.  

barzinho de sala para espaços grandes 

É natural que em salas grandes as possibilidade para ter um barzinho no ambiente aumentam. “Pode-se criar um ambiente próprio com bancada, poltronas, bancos, mesinhas e local para preparar os drinks. É possível, inclusive, ter uma bancada maior para preparo, mais eletrodomésticos como adegas, cervejeiras, mais utensílios e, claro, mais espaço para armazenar bebidas. O projeto de iluminação poderá ser próprio, com pendentes diversos acima do balcão ou na área de preparo. Se por algum motivo você não pretende deixar o barzinho exposto quando não é utilizado, uma boa solução é ocultá-lo através de uma grande e bonita porta de correr tipo painel”, aponta Artur Diniz.

O barzinho também pode se tornar um espaço acolhedor para receber as visitas em casa. “Se os moradores curtem receber os amigos para degustar bons drinks e vinhos, com certeza este vai ser o espaço preferido, então deverá ser definido desde o início do projeto, para garantir um ambiente acolhedor e funcional”, explica o arquiteto. O local escolhido para instalar o barzinho também é fundamental para conciliar com o dia a dia da casa. “É interessante também que o espaço esteja em local estratégico, integrado às áreas sociais, mas não interfira na rotina dos outros moradores da casa. Ele pode estar integrado em alguns ambientes que possam ser eventualmente isolados, como sala de jantar ou varanda gourmet. Assim, os apreciadores da bebida vão ter sua privacidade garantida”, destaca.

Composição

Para ter um barzinho que agrade em todos os sentidos, ele precisa ser funcional, mas sem deixar a questão estética de lado. Por isso, é possível fazer composições que agreguem esses dois aspectos. “É possível fazer composições interessantes e criativas utilizando prateleiras, nichos ou bancadas que vão servir de apoio ao mesmo tempo em que vão permitir criar composições interessantes no barzinho. A disposição das próprias bebidas podem ser exploradas de forma a enriquecerem a decoração, colocadas individualmente em nichos ou agrupadas em bancadas por exemplo. O ideal é tentar captar o objetivo dos moradores para aquele espaço e tentar solucionar suas necessidades”, explica Artur Diniz.

Mas é importante ter atenção às medidas, tanto para não sobrecarregar o ambiente, mas que consiga encaixar tudo que é necessário para ter o barzinho. “As superfícies devem estar adequadas às dimensões dos utensílios, das bebidas e dos eletrodomésticos. Os itens mais utilizados pode ser deixado à mostra, as bebidas menos utilizados podem ser guardadas em gavetões ou armários, pois assim vai ser possível proteger mais da luminosidade e também vai facilitar a limpeza”, acrescenta.

Material

Em relação ao material, as possibilidades são inúmeras, mas é preciso levar em consideração a harmonia com o restante da decoração. “Pode-se utilizar materiais que tenham beleza, personalidade e que dialoguem com o restante da decoração. Um exemplo é usar móveis de madeira para trazer um ar acolhedor, mas a própria decoração e o espírito do ambiente podem pedir também outros materiais como aço, ferro, vidro, espelho, pedras ou outros revestimentos diversos. Cada material vai ser responsável por dotar o ambiente de uma característica, seja formal, informal, despretensioso ou elegante”, explica o arquiteto. 

Quadros

Os quadros são uma ótima opção para deixar o espaço personalizado e existe uma variedade grande, que pode ser escolhida de acordo com os gostos dos donos. O melhor é que é uma decoração que cabe em qualquer bolso. “A variedade de quadros temáticos, com ilustrações e dizeres diversos enriquecem ainda mais o espaço, são fáceis de encontrar e tem preços bastante acessíveis. Dá para fazer composições bem interessantes agrupando de diversas formas. Quadros de leitura mais leve, com molduras mais delicadas e com vidro, são os ideais”, afirma Artur Diniz.  

Cores

Pode existir a dúvida na hora de escolher qual tonalidade usar no ambiente do barzinho, se deixa algo mais neutro e discreto ou de um jeito que chame mais atenção. A decisão é sempre complicada, mas é possível decidir pela melhor maneira. “Se a pessoa estiver na dúvida quanto às cores, é melhor optar por cores neutras ou pelas mesmas cores do ambiente, pois assim fica mais livre para ousar em detalhes do barzinho. Mas não precisam ser necessariamente cores claras. Barzinhos em cores mais sóbrias, com um bom jogo de iluminação, trazem bastante beleza e sensação de acolhimento ao espaço”, ressalta Artur Diniz.

Acessórios

Outra forma de personalizar o barzinho e deixar com a cara do dono é usar acessórios que possam dar destaque ao espaço. Copos, bandejas, balcões, tudo pode fazer parte da decoração. “O design dos acessórios para preparo e para servir as bebidas permitem que estes sejam utilizados para composição e decoração do barzinho, além dos materiais nobres de que são feitos, como aço, cristais, vidro, murano e madeira, por exemplo. Eles podem estar visíveis ou guardados em gavetas. Se estiverem visíveis, é importante que estejam agrupados em uma bandeja, pois assim a bancada ficará mais organizada. Os itens que geralmente fazem parte da composição, além das bebidas, são os copos e taças, uma tábua de corte para limão, uma coqueteleira, saca-rolhas, balde de gelo”, conclui.

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TIPOS DE VASO SANITÁRIO SECO

O vaso sanitário seco é, como o nome deixa bem claro, um sanitário que não precisa de água. Mas como isso funciona na prática? Estamos muito acostumados com o vaso que usa água, mas se formos ver estamos sujando e contaminando a água com dejetos, e isso não é algo natural. Além disso, o gasto … Continue lendo TIPOS DE VASO SANITÁRIO SECO

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Como Reaproveitar a Água da Chuva

Saber como reaproveitar a água da chuva é uma ótima maneira de não somente economizar na conta no fim do mês, como também, proteger o nosso meio ambiente contra gastos excessivos de água.

Para isso, pequenas estratégias como a coleta por baldes ou, em casos de maior necessidade, coleta por mecanismos específicos, já bastam para transformar a sua perspectiva de uso da água.

como reaproveitar a água da chuva

De todo modo, acompanhe este artigo e saiba como aproveitar da melhor maneira possível.

Como reaproveitar a água da chuva?

Abaixo apontamos 8 maneiras de como reaproveitar a água da chuva de um modo efetivo e que gera muitos resultados. Acompanhe:

1- Irrigando plantações

Não importa se você tem um pequeno jardim vertical ou uma horta com muitas plantas para serem irrigadas. Mas sim, que o uso da água da chuva para abastecer seus canteiros é uma boa pedida.

Além de economizar, você estará cuidando do meio ambiente, evitando o gasto excessivo de água.

2- Lavar o carro

Você sabia que, dependendo do tempo que você leva para lavar o carro, é possível que você gaste até 300 litros de água potável? Pois é! Por isso saber como reaproveitar a água da chuva é muito interessante.

Bastará você encher alguns baldes, durante a chuvarada, e armazená-los para utilizar o quanto antes. Você limpará o seu carro e diminuirá o gasto na sua conta de água.

3- Lavar calçadas e varandas

Lavar as calçadas e varandas da sua casa também requer uma quantidade expressiva de água. Em quinze minutos, com a mangueira aberta, você pode chegar a gastar cerca de 250 litros de água tratada! Um absurdo, não é mesmo?

Por isso, se você mora em uma casa com varanda, lave a mesma com o uso do reaproveitamento da água da chuva.

4- Limpar banheiro e lavanderia

Do mesmo modo que você poderá lavar as suas calçadas, é possível utilizar esta mesma água em seu banheiro e lavanderia. Assim, gerará economias e deixará tudo ainda mais limpo.

5- Usar na descarga do banheiro

Você sabia que é possível criar mecanismos de captação de água da chuva e direcioná-la para a descarga do banheiro? Pois é! Visto que a cada descarga o gasto pode chegar em até 10 litros de água tratada.

Por isso, invista em mecanismos inteligentes, economize na conta de água e, de quebra, proteja o nosso planeta.

6- Tratar a água e abastecer casas

Em regiões onde a água é muito escassa, o uso da coleta da água de chuva pode ser uma ótima via para abastecer as famílias. Desde que, para isso, a mesma seja captada e tratada adequadamente, é claro.

7- Complementação da água da piscina

Está pensando em pôr em prática o seu projeto de piscina? Então saiba que você poderá economizar água a partir do momento que complementar a mesma com água da chuva! Desde que esta quantidade acrescentada seja de até um terço da totalidade.

8- Para lavar roupas

Por fim, você pode inclusive utilizar a água captada para lavar as suas roupas. Desde que a coleta seja feita de modo adequado, em recipientes limpos, é claro. Assim você usufrui da chuva da melhor forma!

Economize água

Viu só como existem muitas possibilidades de como reaproveitar a água da chuva? Aposte nas mesmas e economize a água tratada que recebemos em nossas torneiras! A sua conta e o meio ambiente agradecem.

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Desmembramento de Terrenos: O que é? Como é Feito?

desmembramento de terrenos é um importante processo para aqueles que procuram dividir um imóvel em duas ou mais partes. Seja por questões de venda, ou apenas para uma organização familiar mais concisa, o desmembramento traz, consigo, algumas vantagens.

Mas, para isso, é preciso entender a finalidade do mesmo, além de compreender como funciona o processo por completo. Acompanhe a seguir e saiba tudo sobre este assunto!

desmembramento de terrenos

O que é o desmembramento de terrenos?

Em linhas gerais, o desmembramento de  terrenos com escritura nada mais é do que um direito que a Prefeitura concede ao proprietário para que ele possa dividir o seu terreno em duas ou mais partes. Para isso, ele precisará seguir as especificações exigidas pela própria prefeitura.

Ou seja, se pensarmos neste processo considerando uma forma mais técnica, podemos destacar  o Art. 2º, §1º da Lei nº 6.766, o ato de desmembrar seria “a subdivisão de gleba em lotes destinados a edificação, com aproveitamento do sistema viário existente, desde que não implique na abertura de novas vias e logradouros públicos, nem no prolongamento, modificação ou ampliação dos já existentes. ”

desmembramento de terrenos

Como é feito?

Existe um passo a passo muito simples de como é feito o processo de desmembramento de terrenos. Abaixo destacamos o mesmo, detalhadamente. Acompanhe:

  1. O primeiro passo é abrir um processo de parcelamento de solo na prefeitura da sua cidade. É preciso apresentar os documentos abaixo:
    – Requerimento com a assinatura do proprietário, ou, se for o caso, procurador legalmente nomeado, para desmembramento de terreno;
    – Título de propriedade transcrito no Registro de Imóveis, com uma atualização de no máximo 6 meses;
    – Uma planta de localização, apresentada sobre planta cadastral atualizada do Município e visada por um profissional (qualificado para tal), onde há a correta identificação do terreno;
    – Duas cópias em escala adequada e compatível com a extensão do projeto em uma escala de, no mínimo, 1:1000 (saiba mais sobre escalímetro aqui), com os nomes legíveis e assinaturas do proprietário/ procurador e profissional responsável pelo projeto;
    – Certidão negativa de tributos municipais incidentes sobre o imóvel, desde que não haja nenhuma situação que impeça de ser emitida;
    – Comprovação do pagamento de metade da taxa ou sua totalidade, de acordo com o Art. 145 da Lei Nº 1371/88.
  2. Você deverá considerar as regras do local do terreno, como por exemplo, a testada mínima do lote. Isso pode variar de acordo com a Secretaria Municipal de Urbanismo e, dessa forma, é imprescindível que você se informe na prefeitura da sua cidade.
  3. Assim que o processo for finalizado, a prefeitura da sua cidade irá emitir uma certidão que descreverá. com detalhes, todas as características de todos os terrenos que foram desmembrados, a fim de ser utilizada junto ao Registro de Imóveis;
  4. A matrícula do terreno original é cancelada e abrirá novas para todas as partes desmembradas.

Leia também: Construção Modular: O que é e como funciona?

Caucasian man working with building illustration on green background

Quais as vantagens?

Agora que você já pôde compreender quais são os passos e documentos necessários para a efetivação do desmembramento de um terreno, deve estar se questionando com relação as vantagens e a real utilidade deste processo, não é mesmo?

Para isso, podemos pensar nos seguintes benefícios:

  • Diminui-se o valor do IPTU: Afinal, agora serão dois ou mais carnês do IPTU, de acordo com o valor de cada terreno, de modo individual. Assim, se a ideia for dividir o terreno com a família, cada parte será paga por um, deixando o imposto mais barato.
  • Casa dos fundos: Você possui uma casa dos fundos em seu terreno? Que tal aproveitar a mesma para alugar ou vender e assim receber um dinheiro extra? Pois é! Com o desmembramento você poderá fazer isso de uma maneira super fácil.
  • Construir uma nova casa: Caso você queira construir um novo imóvel, seja para vender ou alugar, você deverá, do mesmo modo, desmembrar o seu terreno primeiro. E assim, usufruir dos benefícios de se ter mais de um imóvel.

Pronto! Agora que você já sabe tudo sobre desmembramento, é hora de seguir as nossas dicas e pôr em prática este importante processo. Assim você garante que tudo se mantenha mais organizado e dentro da Lei, não é mesmo?

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Como vender um imóvel com rapidez e segurança

A economia dá sinais de melhora, mas o mercado imobiliário ainda não acelerou. Então, como vender um imóvel de forma rápida e sem precisar reduzir muito o preço? Duas dicas valiosas: faça um bom anúncio em sites especializados e deixe o local o mais apresentável possível. Ninguém se sente bem ao entrar numa casa suja, quebrada e cheia de bagunça. Neste caso, a primeira impressão é importantíssima.  

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É necessário também estar atento ao mercado para balizar o valor dentro do razoável e lembrar de sempre responder todas as perguntas dos interessados, sem esconder nada. Informar pela metade é perda de tempo. O melhor é fazer um filtro só com pessoas que podem realmente se tornar potenciais compradores. Pergunte o que o interessado deseja.

Como vender um imóvel?

“É preciso frisar os grandes diferenciais do imóvel. Pensar na venda como um iceberg. O topo é o que todos os corretores falam e todo mundo vê. O bom vendedor olha para as informações do imóvel que nem todo mundo vê. Essa atenção é, sem dúvida, o que faz a diferença”, opina o corretor de imóveis Rafael Sobrado Martinez, da Roda Imóveis. 

como vender um imóvel
(Foto: Shutterstock)

Reparos são importantes para a venda 

Com mais de duas décadas de experiência na área, João Carlos Faneco Pereira, diretor de vendas da Família Imóveis Consultoria Imobiliária, de Santos (SP), explica que os ambientes devem ser preparados para receber os interessados. Ele cita a iluminação funcionando plenamente, paredes pintadas e áreas livres, sem objetos atrapalhando o caminho.  

“Reparos ajudam bastante, em coisas desgastadas que as pessoas acabam não cuidando enquanto estão utilizando. No momentda decisão de venda, verifique pintura, algum piso quebrado, azulejo caído. Uma modernização completa vai depender da faixa de preço do imóvel, se for um alto padrão, quanto mais modernizado, mais chance de recuperar o investimento. Em imóveis de valor menor, pequenos reparos são mais viáveis” 

Martinez concorda que fica mais fácil para o futuro comprador visualizar as qualidades do imóvel quando ele está em bom estado. “Boa pintura sempre compensa. Além disso, é importante fazer manutenção em alguns detalhes que estiverem causando má impressão, como peças ou pontos com algo quebrado. Não é preciso grandes mudanças, mas alguns ajustes são bem-vindos“. 

Anunciar corretamente faz diferença 

Como vender um imóvel com ajuda da internet, que tem milhares de anúncios? Tenha diferenciais. Pereira orienta o uso de fotos boas, nítidas, descrição perfeita do imóvel e um valor adequado à realidade do mercado. 

“É importante riqueza de detalhes, informações sobre o condomínio, IPTU, o que o prédio permite ou não. Além disso, colocar todos os acabamentos, os móveis que ficarão como parte do conjunto, a localização, os benefícios da região, se fica próximo a centros comerciais, mercados hospitais, corredores de acesso”, explica o diretor da Família Imóveis. 

Segundo ele, para quem não quer perder tempo, o auxílio de um corretor de imóveis facilita muito a venda.  

Plataforma ibuyer promete venda rápida

+ Quer vender seu imóvel? O ZAP quer comprar

Existe a opção de colocar seu imóvel em uma plataforma ibuyer na internet.  Por esse método, empresas avaliam moradias de forma automatizada e oferecem valores.  Costumam comprar, reformar e revender de maneira rápida. Mas o preço oferecido é abaixo de mercado e ainda há uma porcentagem que o vendedor precisa pagar para o site. 

Gustavo Zanotto, diretor de Inovação e Marketing do Café Imobiliário, empresa de consultoria e treinamento no ramo de imóveis, explica que todo o processo acontece em ambiente digital, vendedores e empresa compradora conversam dentro de uma rede fechada.

A principal diferença é a larga escala em que essas empresas trabalham, apoiadas por capital de risco. “Elas usam dados para saber quando e para quem fazer ofertas de compra”.  

  

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Construção Modular: O que é e como funciona?

Você já ouviu falar em construção modular? Pois bem, este é um tipo de construção que vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil e no mundo. Afinal, os benefícios são inúmeros. Além de que a redução de custos com material de construção acaba se tornando um dos principais fatores para a escolha do método.

Porém, você sabe exatamente como funciona este processo? Ou melhor, sabe o que considerar na hora de escolher fazer a sua casa de forma modular? Estas e outras perguntas serão respondidas a partir de agora. Afinal, imaginamos que você possa estar com diversas dúvidas a respeito do assunto. Desta forma, acompanhe o texto e saiba mais!

construção modular

Construção Modular: O que é?

A construção modular nada mais é do que uma construção por módulos, como o próprio nome já diz. E isto significa dizer que todo o processo da obra se dará por etapas. Neste caso, não se difere muito de uma obra convencional de alvenaria, que também ocorre por etapas. No entanto, as etapas modulares possuem uma dinâmica muito maior se comparada a qualquer outro tipo de processo.

De forma resumida, a construção modular acontece aos poucos. Cada cômodo pode ser um módulo. E cada região do cômodo é montada de acordo com cada placa. Por exemplo, cada placa modular pode ser instalada individualmente. Uma parede pode ser uma única placa ou pode ser dividida em várias placas. E assim por diante, até que toda a estrutura esteja de pé.

Este tipo de construção é extremamente desenvolvido em alguns países, tendo como referência os Estados Unidos. Por lá, você encontrará a maioria das casas construídas em etapas modulares. Mas, como funciona exatamente este processo? O que precisa ser considerado para executá-lo? E quais são os reais benefícios disso tudo? Entenderemos a seguir. Acompanhe!

Como funciona a construção modular?

Agora que você já entendeu o que é uma construção modular, está na hora de entender como de fato este processo funciona! Pois bem, para isso, precisamos entender que cada etapa da obra corresponde a um tipo de módulo. Ou seja, haverá o módulo da cozinha, da sala, do banheiro, etc. Cada um destes espaços, receberá uma parede específica, com encaixes específicos.

Para ficar mais claro, veja o passo a passo da obra, de forma básica e resumida:

  • O primeiro passo é estabelecer uma planta viável;
  • Contrate uma empresa especializada em construção modular;
  • Inicia-se a instalação dos módulos de forma individual;
  • Os acabamentos acontecem em seguida;

Falaremos sobre cada um destes tópicos a partir de agora e de forma detalhada. Acompanhe.

construção modular

O primeiro passo é estabelecer uma planta viável

Assim como qualquer tipo de construção, o primeiro passo é adquirir ou estruturar uma planta de casa viável para o projeto, junto de um arquiteto especialista. Afinal, os módulos precisarão seguir um certo ritmo de acordo com o que os módulos precisam. Geralmente, as empresas que comercializam este tipo de estrutura oferecem o auxílio de um arquiteto, principalmente pelo fato de que este tipo de produto/serviço ainda é muito desconhecido no Brasil.

Contrate uma empresa especializada em construção modular

O segundo passo (que talvez possa ser o primeiro passo) depois que você tiver a sua planta, é encontrar uma empresa especializada neste tipo de obra. Vale lembrar que se você montar a sua planta junto da empresa, este passo já foi cumprido! Hoje em dia já existem diversas empresas de construção modular. Porém, este produto ainda não é muito conhecido, o que pode causar uma certa elevação de preços, visto que o mercado ainda está em desenvolvimento. Você precisará avaliar se vale a pena construir com construtora.

Inicia-se a instalação dos módulos de forma individual

Depois que tudo estiver em dia (terreno, apiloamentos e profissionais), é hora de começar de fato a obra. Assim sendo, começam-se a ser instalados os primeiros módulos da construção. Em poucas horas, você já começará a ver uma estrutura em pé. Afinal, o tempo de levantar uma parede modular é muito menor do que seria para levantar uma parede de tijolos, por exemplo.

Os acabamentos acontecem em seguida

E, por último, ficam os acabamentos. Eles podem ser feitos de acordo com o que a planta da casa permitir e de acordo com o que o proprietário quiser fazer. É importante considerar que, como trata-se de uma obra modular, algumas coisas serão mais fáceis e outras serão mais difíceis. Por mais que exista um padrão modular, ainda é possível personalizar a casa de uma forma individual. Falaremos mais sobre isso em seguida.

construção modular

Quais os benefícios de utilizar a construção modular?

Agora que você já entendeu o que é e como funciona uma construção modular, deve estar se perguntando quais os reais benefícios deste tipo de obra, se comparado com uma obra normal. Pois bem, as obras modulares são rigorosamente mais rápidas, baratas e simples de serem feitas. Logo, um dos principais benefícios disso tudo é justamente a economia de dinheiro (principalmente quando o mercado estiver mais desenvolvido). Entre outras coisas, os principais benefícios são:

  • Velocidade na entrega da obra;
  • Sustentabilidade – Danos reduzidos ao meio-ambiente;
  • Praticidade de manutenções e/ou demolições;

Vamos entender cada um dos pontos a partir de agora.

Velocidade na entrega da obra

O primeiro critério para considerar uma obra modular mais barata, é justamente a velocidade na entrega. Enquanto uma obra convencional pode demorar meses para ser entregue, uma obra modular de uma casa convencional pode ficar pronta em apenas 20 dias. E isto é realmente importante para quem busca otimização de tempo! Quanto mais ágil for a obra em si, menos recursos serão gastos e mais barato fica o processo. Afinal, o preço da mão de obra é sempre um dos critérios a elevar o custo final.

Sustentabilidade – Danos reduzidos ao meio-ambiente

O segundo ponto positivo, é a sustentabilidade. Enquanto uma obra convencional agride o meio ambiente de diversas formas, as obras modulares, não. Um exemplo disso, é o desperdício de recursos. Uma obra modular evita o desperdício ao máximo, pois é tudo feito nos mais puros detalhes e cálculos. Já uma obra de alvenaria pode desperdiçar cimento, tijolos, água, areia, etc.

construção modular

Praticidade de manutenções e/ou demolições

E, por último, a praticidade de manutenções ou demolições. Uma construção modular permite que você faça manutenções de uma forma muito mais rápida e prática. Afinal, dependendo do que for, basta substituir o módulo. Não há necessidade de quebrar paredes e fazer sujeiras. Além de que, caso você precise demolir a estrutura, saiba que isto pode ser feito também de forma modular, a desmontar peça por peça.

Interessante, não é mesmo? O que você achou das construções modulares? Comente aqui!

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