Como escolher o melhor terreno para comprar e construir

Para escolher o melhor terreno para comprar ou construir, não basta simplesmente aceitar a primeira oferta que você tiver na mesa. Na verdade, este é um processo que deve ser feito com calma e com muito estudo, de forma que você possa definitivamente fechar o melhor negócio.

Ter um terreno, muitas vezes, é um estímulo bem grande para quem está planejando a casa própria. Afinal, com o terreno, você poderá construir e ir planejando a sua casa aos poucos, com calma e com dedicação. O que é bastante saudável para não se endividar e conseguir fazer algo que você sempre sonhou.

Inclusive, se você quiser se inspirar um pouco, leia nosso artigo com Plantas de Casas. Mas se você quer saber exatamente o que considerar para comprar o melhor terreno, continue lendo!

Como escolher o melhor terreno para comprar e construir

escolher o melhor terreno

O processo de escolha e decisão pelo melhor terreno para comprar e construir, passa muito pelo fator financeiro de cada pessoa. Ou seja, você não pode comprar um terreno que foge totalmente das características financeiras que você se propôs a investir. Caso contrário, o cronograma da obra pode atrasar.

Só que além disso, é preciso pensar também em critérios de gostos pessoais e também alguns critérios técnicos, para não comprar gato por lebre. E uma das primeiras dicas que podemos dar aqui, é: desconfie de preços muito baixos. Um terreno muito barato pode sair caro, pois ele pode estar cheio de limitações para construção.

Veja algumas dicas que vão te ajudar a escolher o melhor terreno:

  • Verifique a topografia do terreno e acrescente isto aos custos da obra;
  • O solo precisa ser sondado e estudado;
  • Veja o tamanho útil do terreno, considerando recuos e limitações;
  • Observe a vizinhança, estrutura do bairro e posição do sol;
  • Cuidado com terrenos com matas nativas ou áreas protegidas;
  • Observe todas as dívidas e documentações do terreno;

Quer se aprofundar um pouco mais nestes detalhes e saber exatamente o que levar em consideração? Então, continue lendo o artigo, pois é justamente isso que vamos entender a partir de agora.

Verifique a topografia do terreno e acrescente isto aos custos da obra

escolher o melhor terreno

O primeiro passo para que você possa escolher o melhor terreno para comprar e começar a construir, é observar a topografia. Nem todos os terrenos planos são as melhores opções para construção, e nem todos os terrenos inclinados são as piores alternativas.

Ou seja, você pode comprar um terreno bem interessante, mesmo que este esteja em um aclive. Ou, poderá comprar um terreno pouco utilizável, mesmo que este seja planificado.

A questão aqui é entender exatamente qual é o seu projeto e o quanto você quer investir na sua casa. Haja vista que terrenos em morros podem precisar de um investimento um pouco maior para aterros e planificações. Ou, você pode explorar a estrutura da obra para construir no terreno mesmo que em aclive.

Por outro lado, os terrenos planos parecem mais satisfatórios e fáceis de construir. Só que se houver nascentes, muitos recuos ou estiver em um local que pode sofrer com enchentes, talvez ele não seja a melhor opção – mesmo que seja plano.

Estude as características de acordo com o projeto e coloque pontos positivos e negativos na balança. É fazendo isso que você encontrará valor em um bom negócio.

Leia também nosso artigo sobre como conseguir o alvará para construir.

O solo precisa ser sondado e estudado

Simplesmente começar a construir em cima de um terreno é, sem dúvida nenhuma, uma das piores coisas que você pode fazer. Afinal, você não sabe como é o terreno, o que tem por baixo e qual é a estrutura física dele – características importantíssimas para o projeto da obra em si.

Portanto, o solo precisa ser sondado e estudado a fundo – literalmente. Pois é somente assim que você poderá saber qual deve ser a profundidade do fundamento, que tipo de estrutura fazer e que tipo de concreto utilizar. O fundamento é o passo número zero da obra e pode levar bastante tempo até ficar pronto. Só que depois disso, a construção estará muito mais segura!

Contratar uma empresa de sondagem de terrenos pode ser um investimento recusável. Mas para projetos sólidos e feitos da forma certa, será indispensável. Inclusive, algumas prefeituras tornam este processo obrigatório para conseguir o alvará de construção.

Veja o tamanho útil do terreno, considerando recuos e limitações

escolher o melhor terreno

Você sabia que se você escolher o melhor terreno da sua cidade, mesmo assim, pode ser que ele não seja tão bom assim? Por exemplo, se o terreno tiver muitas limitações e recuos, pode ser que você não tenha área útil suficiente para construir a sua casa.

Portanto, é de suma importância que você veja o tamanho útil do terreno, considerando rios, recuos por conta de rodovias e recuos com relação a limitação do terreno lateralmente. Isso tudo você poderá conseguir através dos documentos do terreno, que estarão nas mãos da imobiliária ou com o proprietário – caso opte por comprar de forma particular.

Nunca projete uma casa ou um sonho sem ter em mente as limitações que o terreno impõe, ok? Afinal, isto pode gerar muita frustração, pois são regras que precisam ser seguidas. Construir sem respeitar estas regras pode fazer a prefeitura embargar a obra e até mesmo fazer a demolição da sua casa!

Observe a vizinhança, estrutura do bairro e posição do sol

Esta é uma condição totalmente subjetiva, mas que precisa ser considerada para escolher o melhor terreno para comprar e construir. Afinal, você não pode mudar o terreno de lugar. Por isso, você precisa gostar do local e precisa, também, se sentir bem com relação a vizinhança, estrutura do bairro e até mesmo a posição do sol!

Projetos de arquitetura que priorizam luz natural e uma utilização adequada do terreno, podem fazer com que qualquer terreno seja verdadeiramente útil e legal. A valorização do imóvel passa, também, por este tipo de planejamento.

Por exemplo, você pode construir a casa de maneira que o sol invada o ambiente pela manhã. Ou, na parte da tarde. Isto é realmente incrível e deixa o imóvel fantástico.

Cuidado com terrenos com matas nativas ou áreas protegidas

escolher o melhor terreno

Se você encontrou um terreno muito barato, mas que precisa receber a poda ou o corte de algumas árvores, desconfie. Afinal, pode ser que o terreno tenha várias proteções ambientais e limitação de cortes de árvores, algo que é importantíssimo para o meio-ambiente.

Conseguir licenças para cortar árvores antigas e protegidas pode ser uma verdadeira dor de cabeça. Inclusive, pode ser que você nem consiga em, alguns casos, esta liberação. Portanto, antes mesmo de fechar negócio, procure a prefeitura para verificar a possibilidade de cortes, ok?

Leia também nosso artigo sobre Licença para construção.

Observe todas as dívidas e documentações do terreno

E por fim, não deixe de fazer um levantamento sobre as dívidas do terreno, para saber exatamente se o negócio vale mesmo a pena para você.

Afinal, se o terreno tiver muitas dívidas de IPTU e outros tipos situações limitantes, você, como novo proprietário, terá que arcar com tudo. E isto pode ser bastante ruim para o negócio como um todo, principalmente se tiver dívidas ativas na prefeitura.

Busque as certidões negativas do terreno ou peça para que o proprietário quite tudo antes de você comprar. Assim, você garante um melhor aproveitamento do terreno e do seu investimento como um todo.

E se você gostou destas dicas de como escolher o melhor terreno para comprar e construir, compartilhe o artigo com mais uma pessoa!

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Licença para construção – Passo a passo para tirar a sua

A licença para construção é um dos pontos mais importantes para dar início as obras. Por mais que você já tenha o terreno, o dinheiro e até os materiais de construção, de nada adianta se você não tiver a tal da licença para construção.

Só que tirá-la também não é tão simples. Você precisa comprovar uma série de documentos e, por isso, precisará se organizar para fazer o processo da maneira certa.

Para entender tudo sobre o assunto, continue lendo. Vamos entender na prática como tirar sua licença.

Como tirar licença para construção

Licença para construção

Para tirar a licença para construção, você precisará seguir estes passos:

  1. O tamanho da obra precisa seguir as regras do município;
  2. A construtora precisa entregar o projeto na prefeitura;
  3. O proprietário precisa apresentar na prefeitura o projeto arquitetônico da obra;
  4. Caso aprovado, você receberá o requerimento para solicitar o alvará de construção;
  5. Separe a lista de documentos que a prefeitura solicitar (pode variar de prefeitura para prefeitura);
  6. Você precisa ter um arquiteto assinando o projeto (RRT – Registro de Responsabilidade Técnica);
  7. Haverá uma conferência de demarcação de lote por parte da prefeitura;
  8. Após esta conferência feita e aprovada, você receberá o alvará para construção;

Vale lembrar que este passo a passo é baseado em uma análise geral do processo para tirar a licença para construção. Ou seja, pode variar de prefeitura para prefeitura, principalmente, na questão dos documentos.

Algumas prefeituras podem limitar o número de andares do prédio, outras podem limitar distâncias entre limites do terreno, rios, rodovias, etc. É muito importante se atentar a estes detalhes na hora da aprovação e, de preferência, antes mesmo de comprar o terreno.

Afinal, há terrenos inviáveis para construção e, por isso, você precisará de um profissional acompanhando o processo de compra para que não haja erros.

Inclusive, leia também nosso artigo sobre Desmembramento de Terrenos

Quem emite alvará de construção?

Licença para construção
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A prefeitura.

Ela é responsável pela emissão do alvará de construção da obra, visto que é a prefeitura quem gerencia este tipo de condição nas cidades. E justamente por isso, é muito importante se atentar aos detalhes individuais de cada prefeitura. Afinal, cada uma delas vai exigir uma lista de documentos diferentes.

A nossa primeira dica, neste caso, é procurar o órgão administrativo apenas como forma de esclarecimento. Mande e-mail, ligue ou vá pessoalmente. O importante é que você consiga todos os dados para dar andamento no processo, sem que você tenha dores de cabeça depois.

Tudo que é feito com planejamento, tende a andar mais rápido, de forma mais organizada e com um direcionamento claro. Portanto, atente-se a isso. E leia também nosso artigo sobre Lista de Documentos ao Comprar uma Casa Própria.

Qual valor de um alvará de construção?

Depende. Isso também vai depender muito da prefeitura da sua cidade, pois é ela quem vai definir os valores para alvará de construção. No entanto, uma média bastante plausível é de R$ 300 a R$ 500.

Quanto tempo demora para sair o alvará de construção?

Este processo também pode demorar de acordo com a prefeitura da sua cidade e lista de prioridades. Se a cidade tiver muitos projetos a serem avaliados, pode demorar até três ou quatro meses. No entanto, se a prefeitura tiver uma agenda menos lotada de projetos para avaliar, então o alvará de construção pode sair em um ou dois meses.

Processos burocráticos geralmente demoram. Por isso, você precisa ter em mente que estes processos devem ser iniciados muito antes da obra, para que você não crie atrasos no cronograma da obra.

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Planilhas de Construção: Modelos, Dicas

Quando estamos construindo, é preciso planejar muito bem a nossa mão de obra e colocar todos os afazeres em uma planilha, assim fica mais fácil de calcular o quanto irá gastar e também como manter organizado todos os materiais de construção que precisam se comprados para que a obra seja feita. Confira abaixo alguns modelos de planilhas de construção e algumas dicas de como montar sua planilha de forma organizada.

Planilha de construção de casa

Planilhas de construção

Para começar a montar sua planilha, é muito simples, basta fazer uma lista dos materiais que deverão fazer parte da sua obra. Depois disso, é preciso fazer as medidas necessárias do terreno de forma que você terá os dados para começar a montar a sua lista de materiais de construção. os itens que deverão constar na sua lista são: chapisco que é composto por cimento e areia, emboço que é a junção de cimento, cal e areia, reboco que é composto por cal hidratado e areia. Blocos de concreto, concreto, pintura latéx, selador acrílico de parede, pintura esmalte sintético e pintura verniz para madeira, tijolo maciço cerâmico, telha paulista, francesa, portuguesa, romana e tégula entre outros materiais de construção que poderão ser usados.

Planilha de construção

É preciso montar sua planilha com a primeira coluna constando o nome do material de construção a ser usado na obra e na segunda coluna, constar a marca escolhida de cada material de construção, se caso não tiver escolhido, ao comprar já coloque o nome para não esquecer a marca se caso precisar comprar um novo. Delimite também a quantidade de materiais para cada área, como por exemplo, quanto de tijolo, cimento, areia, enfim a quantidade exata para cada canto da sua casa.

Não se esqueça de colocar na usa planilha o quanto irá gastar com cada material de construção, pois dessa forma, você poderá ter um controle dos seus gastos e saber o valor do mesmo quando for procurar pelo material de construção se caso faltar algo. É interessante, montar essa planilha antes de comprar qualquer material de construção, pois com cada dado em seu devido lugar, é possível separar o dinheiro que será gasto na construção, lembrando que é preciso pesquisar os preços dos materiais, antes mesmo de organizar a sua planilha para ter a cotação do seu gasto antes mesmo de comprar.

Planilha de orçamento de obras

Montando a planilha

Para sua montar a sua planilha de forma simples, acesse o Excel do seu computador e acrescente todos os dados que precisa para montar e organizar os seus orçamentos. Não se esqueça de colocar o nome do material a ser usado, a quantidade, o valor, a marca do mesmo, a quantidade para cada um dos cômodos da casa. Com esse controle, a sua construção sairá conforme o planejado e você saberá dos seus gastos tanto e dinheiro como em materiais.

Por que usar uma planilha de construção?

planilhas para obra

Usar planilhas de construção é, sem sombra de dúvidas, uma das melhores alternativas que você poderá considerar para a obra. Até aqui, já vimos algumas dicas e como montar uma planilha, inclusive, com alguns exemplos. Só que ainda podemos nos aprofundar mais no tema.

Usar planilhas para a obra não deve ser um problema e muito menos algo burocrático. Pelo contrário: precisa ser algo totalmente simples, fácil de entender, fácil de preencher e, obviamente, fácil de entender.

As planilhas são feitas para facilitar o processo de construção. Não para dificultar. Por isso, prestar atenção em cada detalhe e em cada célula, em resumo, vai garantir que você tenha um bom desempenho no fim de todo o processo.

Com a planilha você poderá calcular custos, tempos, acompanhar o desenvolvimento de cada etapa da obra, cobrar quem deve ser cobrado e, assim, garantir o desempenho que busca.

Algumas pessoas consideram o uso da planilha na construção como algo desnecessário. E com isso, acabam anotando dados e estatísticas em qualquer lugar. Só que as chances de você perder informações pelo caminho, fazendo desta forma, são muito grandes. Além de que você terá muito mais trabalho, obviamente.

E o mais legal, é que você pode criar planilha de tudo. Ou seja, qualquer dado pode ser planilhado, pois uma planilha de controle da obra pode ser feita de muitas maneiras diferentes. Você pode tanto comprar uma pronta, como fazer a sua própria – e depois só replicar para cada nova obra.

Como fazer uma planilha de material de construção

como fazer planilha para materiais de construção

Uma das planilhas que você pode fazer para usar na sua obra, é para controlar os materiais de construção. Só que não apenas os materiais em si: mas tudo que envolve-os.

Isto vai te ajudar a reduzir custos e saber exatamente onde o dinheiro da obra está indo, de forma a garantir uma otimização nos processos e, assim, ter uma obra muito mais barata.

Veja um passo a passo de como fazer:

  • Levantar custos de serviços;
  • Levantar custos de produtos;
  • Levantar custos extras;

Vamos explicar melhor cada um dos passos a partir de agora. Continue lendo.

Levantar custos de serviços

O primeiro passo para fazer uma planilha de material de construção, é pensar nos serviços que você vai ter que fazer. E aqui, envolve tudo: desde a mão de obra inicial, até o mais simples serviço que você vai ter que contratar.

Para saber exatamente o que você terá que contratar, é preciso fazer um projeto completo da obra, de modo a descrever absolutamente todas as necessidades. Para fazer isso, você poderá pedir ajuda para o arquiteto ou engenheiro responsável.

A mais simples informação, por mais que seja simples, precisa ir para a planilha. Caso contrário, você vai acabar deixando passar informações valiosíssimas que com certeza vão “dar furo” no fim do projeto.

De preferência, comece pelos custos de serviço iniciais. Ou seja, aqueles que são quase instantâneos, como a contratação do projeto e dos primeiros profissionais que vão atuar na obra. Depois, faça a extensão para os demais serviços, até chegar nas partes finais.

Se você também vai trabalhar na obra, abrindo mão do seu trabalho regular, anote o preço destas horas também. Pois isto vai dar um parâmetro maior de quanto realmente tudo vai custar. Afinal, sua hora técnica custa dinheiro, não é mesmo?

Levantar custos de produtos

Agora que você já anotou todos os custos de horas e serviços, é hora de colocar o preço dos materiais de construção. E aqui, muita coisa pode variar. Pois vários materiais de construção você não precisará comprar exatamente no início da obra. E, assim, o preço pode ir flutuando com o tempo.

No entanto, é bem importante que o valor médio dos materiais de construção sejam colocados na planilha, mesmo que de maneira provisória. Depois, você poderá fazer os ajustes. O importante é conseguir fazer uma média de custos para você planejar o orçamento.

Dica importante: não deixe de anotar, em uma coluna, os custos de desperdício de material. Infelizmente, isto pode acontecer. E precisa estar previsto no orçamento, de modo que você consiga ter margem de segurança lá na frente, tá bem?

Levantar custos extras

E por fim, você deve anotar também os custos extras da obra. Aqui você pode anotar, inclusive, o desperdício de materiais, que mencionamos anteriormente. No entanto, concentre-se em apurar tudo aquilo que vai ter custo no projeto final, como acabamentos que que surgiram na hora, trincos de porta ou móveis planejados.

Não tenha medo de anotar tudo na planilha, pois esta é a única maneira de você ter uma boa ideia de quanto tudo vai custar. Uma obra bem planejada dificilmente vai sofrer imprevistos. Afinal, tudo que a gente puder fazer para impedir desperdícios, atrasos ou mão de obra de baixa qualidade, faremos.

E uma planilha completinha pode ajudar!

Como fazer uma planilha de cronograma de obra

como fazer planilha de cronograma de obra

Além da parte prática relacionada a obra em si, você também pode (e deve) fazer uma planilha para o cronograma da obra. Uma planilha que consegue planejar e prever quanto tempo a obra vai durar, pode facilmente servir como base para tomadas de decisões inteligentes.

Por exemplo, se você notar que algum material de construção está barato ou em promoção e sabe que a etapa da obra logo poderá contemplar este material, vale a pena fazer a compra, mesmo que ainda faltem algumas semanas até que o material seja usado.

Ou seja: com estimativas e planejamento, você conseguiu economizar dinheiro com a compra de materiais! Muito legal, não é mesmo?

Aprenda como fazer uma planilha de cronograma para a obra:

  • Tenha uma data para o fim da obra (com margem de segurança);
  • Pense no projeto de trás para frente;
  • Deixe sempre uma margem de segurança para os dias;

Vamos explicar cada passo a partir de agora. Continue lendo!

Tenha uma data para o fim da obra (com margem de segurança)

A primeira coisa que você precisa ter em mente quando vai fazer uma obra, é ter uma data final para que a obra fique pronta. Ou seja, você precisa colocar uma data (viável) para completar o projeto que, hoje, está apenas no papel.

Com uma data, tudo fica mais fácil de ser planejado. Inclusive, é isto que poderá guiar todas as ações da obra, pois você estará trabalhando com um objetivo claro no radar, de modo que os esforços sejam feitos na direção certa.

Por exemplo, se você estimar três meses para a construção de uma casa básica, coloque mais alguns dias na conta. Assim, além de ter o início de um cronograma, você tem também uma margem de segurança para os imprevistos que podem (e vão) acontecer.

Pense no projeto de trás para frente

Uma dica bem legal para que o seu cronograma dê certo e seja efetivo, é pensar na obra de trás para frente. Ou seja, para que determinado objetivo seja atingido, o que você precisa fazer antes?

Este é um jeito inteligente de planejar e construir uma planilha, pois você sabe que se alguma etapa da obra não for concluída até o dia X, a obra toda vai atrasar. É um efeito dominó que pode ser evitado, caso você saiba exatamente quando cada etapa precisa ficar pronta.

Deixe sempre uma margem de segurança para os dias

E por fim, deixe sempre uma margem de segurança para qualquer cronograma que você criar. Ter uma gordura para queimar é um passo importantíssimo que você consiga manejar a equipe, os materiais e o orçamento como um todo. Sem margem de segurança, você estará sempre no limite.

Estar sempre no limite em uma obra é algo que você certamente vai querer evitar. Portanto, planeje tudo, não deixe de anotar nenhuma informação nas planilhas de construção e bora colocar a mão da massa!

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Piso de madeira garante elegância e aconchego à decoração

Um projeto de decoração envolve todos os detalhes e cada um deles deve ser pensado para criar harmonia ao ambiente. Do piso ao teto, é possível pensar em soluções para ter uma decoração que agrade a todos os moradores. Mesmo o que parece simples e óbvio pode fazer toda a diferença no resultado final. O piso é capaz de transformar o ambiente, a depender da escolha feita, e são muitas as opções, entre materiais, texturas e cores. O piso de madeira é um bom exemplo do que costuma ser uma boa solução para quem busca mais elegância e conforto à decoração. E a variedade é grande, portanto, saiba como escolher o piso de madeira ideal e quais os cuidados necessários.

A madeira é um material nobre, bastante usado na antiguidade e que volta com toda força para o uso em pisos atualmente. “Ela é um recurso natural que deve ser bem aproveitado, beneficiado e trabalhado com bom trato. Utilizado de forma artesanal ou processada industrialmente, possui características fantásticas que podem ser aplicadas em praticamente todas as etapas da construção civil. E quando é usado no piso não é diferente”, afirma o arquiteto Felipe Silveira, do escritório Mucam Arquitetura.

Existe uma imensa variedade de cores, de densidade e de resistência da madeira e o próprio material pode desenvolver diversas funções simultaneamente. “Pode ser combinado com outros elementos, ser aplicado isoladamente ou em conjunto com outros tipos de madeira, sendo sempre fonte de beleza, de praticidade, de conforto e durabilidade onde for usado”, conta a arquiteta. Para os pisos residenciais, a madeira se mostra versátil e aconchegante. “Ela é usada com uma infinidade de tons e texturas, formas de aplicação e processos de fabricação”, complementa.

piso
(Foto: Shutterstock)

Segundo Felipe, o piso de madeira confere conforto térmico e acústico e ele proporciona diversas possibilidades plásticas visuais também. “As peças são feitas para serem encaixadas e combinadas entre si, facilitando a logística de transporte e montagem, e criando um amplo universo para desenhos e molduras na composição dos ambientes”, explica. Além disso, o material abre um vasto leque de forma de uso. “Em contraste ou em concordância com as paletas de cores locais, harmonizando um conjunto ou em destaque no projeto, o madeiramento segue as mesmas regras de composição e tem fácil inserção na criação dos espaços”, acrescenta.

Tipos

São muitas as opções de escolha de piso de madeira. Alguns podem pesar mais no orçamento do que outros, mas também pesa, em contraponto, a questão da durabilidade. O arquiteto explica que os tipos de pisos de madeiras mais utilizados atualmente são os laminados (flutuantes) e os convencionais em madeira maciça natural. “Sendo que os primeiros apresentam características semelhantes aos naturais, mas são feitos de aglomerados e resinas industrializados, têm um custo menor e uma instalação mais simples, embora a durabilidade seja bem menor também. Já os pisos maciços, como assoalhos e tacos, têm uma implantação mais trabalhosa, com uma vida útil bem maior, além de aceitarem bem revitalizações sucessivas na manutenção. Sendo assim, o investimento sempre compensa porque acaba gerando uma boa economia”, ressalta.

As possibilidades de uso da madeira no piso são muitas e elas podem influenciar no resultado final do ambiente. Fato é que o formato dos cômodos e sua extensão influenciam diretamente nos desenhos e combinações de tons. “Tanto em tacos, em assoalhos, que são as tábuas corridas, ou em parquets laminados, os gráficos criados no chão podem ajudar a compor local ou amenizar imperfeiçoes nos alinhamentos das paredes ou funcionar como um ‘tapete permanente’ ou unificar e ampliar o espaço ou dar personalidade e identidade à área ou ainda demarcar circulações e usos”, sugere a arquiteta.

Piso de madeira garante elegância e aconchego à decoração

Ambientes

O piso de madeira cai bem em qualquer ambiente, seja interno, externo, seco ou molhado. Porém, o o que determina este uso é a forma de aplicação, os tratamentos e a manutenção ao material aplicado. E, em alguns ambientes, o cuidado precisa ser redobrado para garantir uma maior durabilidade. “Devemos considerar cuidados na escolha do material, alguns detalhes na instalação e ainda uma correta manutenção para que a madeira tenha uma grande vida útil. As infiltrações no solo, a umidade no contra piso, o corte e secagem da madeira fora do padrão ou contato direto com água e incidência solar são fatores que podem prejudicar pisos internos de madeira”, ressalta Felipe.

As áreas molhadas, por exemplo, merecem atenção especial. “Para áreas de cozinhas e banheiros, existem materiais cerâmicos e vinílicos mais práticos que podem ser substitutos interessantes, ainda mais quando eles imitam visualmente a madeira e se tornam boas opções de acabamento. A resistência aos riscos e à água é uma pequena desvantagem”, conta a arquiteta.

Os pisos externos, como varandas, terraços e decks, também devem ter cuidados em relação à manutenção. “Eles devem receber tratamentos específicos de revestimentos impregnantes e/ou vernizes impermeabilizantes. A manutenção e limpeza devem ser constantes, sem agentes abrasivos e, sim, com vassouras e panos úmidos apenas. Ceras e polidores são bem-vindos e recomendados de acordo com os fabricantes”, esclarece.

Piso de madeira garante elegância e aconchego à decoração
(Foto: Shutterstock)

Portanto, tomando alguns cuidados na escolha e manutenção, a madeira é bastante recomendada para ser usada em pisos, garantindo um resultado mais requintado, natural e aconchegante. “Mais escura ou mais clara, em tons de vermelho, marrom ou amarelo, a madeira é uma ótima pedida em qualquer ambiente. Considere o local, a umidade, ventilação e a manutenção prevista, a iluminação e seu orçamento. Aproveite as características clássicas aconchegantes e elegantes, ouse com novas formas e usos. Abuse da praticidade e beleza natural da madeira”, conclui Felipe.

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Confira como organizar cozinhas planejadas pequenas

Pense na circulação. É o principal quando se fala em cozinhas planejadas pequenas. O ambiente é perigoso, tem faca, fogo, forno quente. Por isso, é preciso ter um espaço livre para se movimentar com segurança. Outro ponto é a questão de ergonomia dos eletrodomésticos, que precisam ter o tamanho ideal e estar bem posicionados.

“Temos que pensar no tamanho dos equipamentos, porque isso interfere diretamente na circulação. É preciso optar, por exemplo, por uma geladeira com menor profundidade, que não ocupe tanto espaço e que deixe uma circulação confortável e segura”, aponta a arquiteta Cristiane Schiavoni.

Muitos imóveis hoje têm cozinhas integradas com lavanderia, o que prejudica ainda mais o espaço. “Não adianta ter um imóvel de 45 metros quadrados e exagerar nas proporções dos objetos e acessórios. Tudo deverá corresponder a essa medida, com o menor micro-ondas, a menor geladeira, a menor máquina de lavar que tiver no mercado. Precisam ser coerentes com o espaço”, diz a arquiteta Isadora Araújo, do Estúdio Panapaná.

Planeje sua cozinha com espaços livres para circulação
Planeje sua cozinha com espaços livres para circulação (Foto: Shutterstock)

Armários em cozinhas planejadas pequenas

Cristiane afirma que muitas pessoas pensam que em cozinhas planejadas pequenas têm que aproveitar todos os cantos  e colocar armário em todo o teto. Ela alerta que isso pode atrapalhar, em vez de ajudar. “Não adianta ter que usar escada para pegar algo no alto. Temos que pensar em uma disposição que seja eficiente”.

Isadora pensa em armários que não tenham muita espessura, pois os centímetros serão preciosos. “Como as cozinhas estão sendo feitas em uma planta contínua, os eletrodomésticos estão acompanhando. Em muitos projetos é possível perceber esse fenômeno: a geladeira, por exemplo, do lado da pia e não na parede oposta, como acontecia antigamente”.

Armários devem ser funcionais e atenderem sua necessidades
Armários devem atender sua necessidade (Foto: Shutterstock)

Eletrodomésticos

A disposição dos eletrodomésticos faz diferença, diz Cristiane. O forno, por exemplo, pode ser colocado em uma altura de bancada e o micro-ondas logo acima. “O principal erro é a questão da ergonomia, da altura dos eletrodomésticos, da bancada. Muitas pessoas têm problema de coluna por conta disso”.

Isadora garante que é a geladeira que irá mandar no projeto. “Não adianta posicionar certos objetos lá no alto ou muito embaixo, no espaço que sobrou, se o morador não conseguir alcançar. Por isso, os primeiros itens a definir serão os eletrodomésticos, principalmente o refrigerador”.

 planeje os eletrodomésticos em cozinhas pequenas
Planeje a disposição dos eletrodomésticos (Foto: Shutterstock)

 

 

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Lista de Material para Encanamento

Antes de iniciar a obra, é preciso elaborar várias listas de materiais de construção para que não falte nada durante o trabalho, evitando atrasos e desperdícios. E entre elas, uma das mais importantes é a lista de material para encanamento.

lista de materiais hidráulicos
Lista de Material para Encanamento (Foto: Pixabay)

Depois que a estrutura da obra já foi erguida, é chegada a hora de dar início à parte hidráulica do projeto, fazendo a instalação de tubos, conexões e outros itens essenciais para cômodos como o banheiro, a cozinha e a área de serviço, entre outros.

Com a lista de materiais hidráulicos em mãos, você não só consegue se planejar com antecedência, tendo todos os itens à disposição no momento da construção, como também pode fazer várias pesquisas de preços, tendo uma boa economia ao escolher entre os orçamentos solicitados.

Lista de materiais hidráulicos

Quais materiais para encanamento não podem faltar em um canteiro de obra? Para que você não se esqueça de nenhum item ao ir à loja, é preciso ter uma relação de todas as peças essenciais para esse tipo de serviço.

A seguir você confere os principais itens da lista de materiais hidráulicos.

Anéis

  • Anel de borracha 150 mm
  • Anel de borracha 100 mm
  • Anel de borracha 75 mm
  • Anel de borracha 50 mm

Buchas

  • Bucha de redução de 60 x 50 mm – PVC soldável
  • Bucha de redução de 50 x 40 mm – PVC soldável
  • Bucha de redução de 40 x 25 mm – PVC soldável
  • Bucha de redução de 50 x 32 mm – PVC soldável
  • Bucha de redução de 50 x 25 mm – PVC soldável
  • Bucha de redução de 32 x 25 mm – PVC soldável
  • Bucha de redução de 25 x 20 mm – PVC soldável
  • Bucha de Redução 150 x 100 mm – PVC Esgoto
  • Bucha de Redução 100 x 75 mm – PVC Esgoto
  • Bucha de Redução 100 x 50 mm – PVC Esgoto
  • Bucha de Redução 75 x 50 mm – PVC Esgoto
  • Bucha de Redução 50 x 40 mm – PVC Esgoto

Adaptadores

  • Adaptador com flange 60mm – PVC Soldável
  • Adaptador com flange 50mm – PVC Soldável
  • Adaptador com flange 40mm – PVC Soldável
  • Adaptador com flange 32mm – PVC Soldável
  • Adaptador com flange 25mm – PVC Soldável
  • Adaptador Curto 60 mm – PVC Soldável
  • Adaptador Curto 50 mm – PVC Soldável
  • Adaptador Curto 40 mm – PVC Soldável
  • Adaptador Curto 32 mm – PVC Soldável
  • Adaptador Curto 25 mm – PVC Soldável

Joelhos

  • Joelho de 60mm x 90º- PVC Soldável
  • 50mm x 90º- PVC Soldável
  • 40mm x 90º- PVC Soldável
  • 32mm x 90º- PVC Soldável
  • 25mm x 90º- PVC Soldável
  • 60 mm x 45º – PVC Soldável
  • 50 mm x 45º – PVC Soldável
  • 40 mm x 45º – PVC Soldável
  • 32 mm x 45º – PVC Soldável
  • 25 mm x 45º – PVC Soldável
  • 20 mm x 45º – PVC Soldável
  • 150 mm x 90º – PVC Esgoto
  • 100 mm x 90º – PVC Esgoto
  • 75 mm x 90º – PVC Esgoto
  • 50 mm x 90º – PVC Esgoto
  • 40 mm x 90º – PVC Esgoto
  • 150 mm x 45º – PVC Esgoto
  • 100 mm x 45º – PVC Esgoto
  • 75 mm x 45º – PVC Esgoto
  • 50 mm x 45º – PVC Esgoto
  • 40 mm x 45º – PVC Esgoto
  • 28 mm x 90º  – CPVC
  • 22 mm x 90º  – CPVC
  • 15 mm x 90º  – CPVC
lista de materiais de construção
A lista de materiais hidráulicas é bastante ampla (Foto: Pixabay)

Tês

  • Tê de 60 mm – PVC Soldável
  • 50 mm – PVC Soldável
  • 40 mm – PVC Soldável
  • 32 mm – PVC Soldável
  • 25 mm – PVC Soldável
  • 50×32 mm – PVC Soldável
  • 50×25 mm – PVC Soldável
  • 32×25 mm – PVC Soldável
  • 25×20 mm – PVC Soldável
  • 150 mm – PVC Esgoto
  • 100 mm – PVC Esgoto
  • 75 mm – PVC Esgoto
  • Tê de ferro – 2 1/2”
  • Tê de ferro 2”
  • Tê de ferro 1 1/2”
  • Tê de ferro 1”
  • Tê de ferro 3/4”
  • Tê de 50 mm – PVC Esgoto
  • Tê de 28 mm – CPVC
  • Tê de 22 mm – CPVC
  • Tê de 28 mm – Cobre
  • Tê de 22 mm – Cobre

Curvas

  • Curva de 60 mm x 90º – PVC Soldável
  • Curva de 50 mm x 90º – PVC Soldável
  • Curva de 40 mm x 90º – PVC Soldável
  • Curva de 32 mm x 90º – PVC Soldável
  • Curva de 25 mm x 90º – PVC Soldável
  • Curva de 20 mm x 90º – PVC Soldável
  • Curva de transposição 25 mm – PVC Soldável
  • Curva raio curto 100 mm x 90º – PVC Esgoto
  • Curva raio curto 75 mm x 90º – PVC Esgoto
  • Curva raio curto 50 mm x 90º – PVC Esgoto
  • Curva raio curto 40 mm x 90º – PVC Esgoto
  • Curva raio longo 100 mm x 90º – PVC Esgoto
  • Curva raio longo 75 mm x 90º – PVC Esgoto
  • Curva raio longo 50 mm x 90º – PVC Esgoto
  • Curva raio longo 150mm x 90º – PVC Esgoto
  • Curva de 28 mm x 45º – CPVC
  • Curva de 22 mm x 45º – CPVC
  • Curva de Transposição 22 mm – CPVC
  • Curva de 28 mm x 45 º – Cobre
  • Curva de 22 mm x 45 º – Cobre
  • Curva de Transposição 22 mm – Cobre

Cotovelos

  • Cotovelos 25 x 3/4
  • Cotovelos 25 x 1/2
  • Cotovelos de ferro 2” x 90º
  • Cotovelos de ferro 1 1/2” x 90º
  • Cotovelos de ferro 1 1/4” x 90º
  • Cotovelos de ferro 1” x 90º
  • Cotovelos de ferro 3/4” x 90º
  • Cotovelos de ferro 1/2” x 90º
  • Cotovelos de cobre 28 mm x 90º
  • Cotovelos de cobre 22 mm x 90º
  • Cotovelos de cobre 15 mm x 90º

Junções

  • Junção de 150 mm – PVC Esgoto
  • Junção de 100 mm – PVC Esgoto
  • Junção de 75 mm – PVC Esgoto
  • Junção de 50 mm – PVC Esgoto
  • Junção de 40 mm – PVC Esgoto

Luvas

  • Luvas simples 60 mm – PVC Soldável
  • Luvas simples 50 mm – PVC Soldável
  • Luvas simples 40 mm – PVC Soldável
  • Luvas simples 32 mm – PVC Soldável
  • Luvas simples 25 mm – PVC Soldável
  • Luvas de correr 50 mm – PVC Soldável
  • Luvas de correr 25 mm – PVC Soldável
  • Luvas LR 50 mm – PVC Soldável
  • Luvas LR 32 mm – PVC Soldável
  • Luvas LR 25 mm – PVC Soldável
  • Luvas LR 20 mm – PVC Soldável
  • Luvas LR Azul 32 mm – PVC Soldável
  • Luvas LR Azul 25 mm – PVC Soldável
  • Luvas LR Azul 20 mm – PVC Soldável
  • Luvas de Ferro 2”
  • Luvas de Ferro 1 1/2”
  • Luvas de Ferro 1 1/4”
  • Luvas de Ferro 1”
  • Luvas de Ferro ¾”
  • Luvas de Ferro ½”
  • Luvas simples 150 mm – PVC Esgoto
  • Luvas simples 100 mm – PVC Esgoto
  • Luvas simples 75 mm – PVC Esgoto
  • Luvas simples 50 mm – PVC Esgoto
  • Luvas simples 40 mm – PVC Esgoto
  • Luvas de Correr 150 mm – PVC Esgoto
  • Luvas de Correr 100 mm – PVC Esgoto
  • Luvas de Transição 28 mm – CPVC
  • Luvas de Transição 22 mm – CPVC
  • Luvas de Transição 15 mm – CPVC
  • Luvas Simples 28 mm – CPVC
  • Luvas Simples 22 mm – CPVC
  • Luvas de Correr 28 mm – CPVC
  • Luvas de Correr 22 mm – CPVC
  • Luvas Simples de 28 mm – Cobre
  • Luvas Simples de 22 mm – Cobre

Conectores

  • Conector Macho 28 mm – CPVC
  • Conector Macho 22 mm – CPVC
  • Conector Macho 15 mm – CPVC
  • Conector Macho 28 mm – Cobre
  • Conector Macho 22 mm – Cobre
  • Conector Macho 15 mm – Cobre
  • Conector Fêmea 28 mm – Cobre
  • Conector Fêmea 22 mm – Cobre
  • Conector Fêmea 15 mm – Cobre

Tubos

  • Tubo de 28 mm – CPVC
  • Tubo de 22 mm – CPVC
  • Tubo de 15 mm – CPVC

Itens que também podem ser necessários

Há ainda outros tipos de materiais essenciais para a parte hidráulica, como:

  • Caixa de gordura 250 x 230 x 75 mm
  • Caixa de gordura 250 x 230 x 50 mm
  • Prolongador para Caixa de Gordura
  • Caixa de ralo sifonada 150 x 150 x 75 mm
  • Caixa de ralo sifonada 150 x 150 x 50 mm
  • Caixa de ralo sifonada 100 x 100 x 50 mm
  • Prolongador para caixa de ralo sifonada
  • Caixa de Ralo Seca 100 x 100 x 40 mm
  • Bobina de Estanho para Solda
  • Pasta para solda de cobre
  • Base de registro de gaveta 3/4
  • Base de registro de pressão 3/4
  • Base de válvula 1 1/2 ou 1 1/4
  • Flange de cobre 28 mm
materiais para sistema hidráulico
A etapa de instalação do sistema hidráulico é uma das mais importantes (Foto: Pixabay)

Dica importante

Na lista de material para encanamento não colocamos as quantidades de cada item devido ao fato de cada construção precisar de quantidades diferentes. É preciso verificar, junto ao responsável pela obra, quais as quantias exatas para as peças, e colocar essa informação na lista final.

Dicas para fazer o encanamento da sua obra

fazer o encanamento da obra

Agora que você já tem uma boa lista de materiais para fazer a parte hidráulica da sua casa, é hora de entender, também, o passo a passo básico para fazer esta instalação.

Muitas vezes a gente deixa passar algumas necessidades básicas e elementares pelo simples fato de achar isso simples demais. Só que é justamente no “simples” que mora o perigo. Ou seja, comprar uma tubulação mais frágil, uma cola mais barata ou deixar de fazer proteções devidas, pode facilmente causar entupimentos e sérias dores de cabeça.

Portanto, para te ajudar com isso, separamos algumas dicas bem legais que você pode (e deve) considerar na hora de fazer a parte hidráulica da sua casa. Veja:

  • Compre peças certificadas pelo INMETRO;
  • As juntas elásticas tem papel fundamental na instalação;
  • Pense cada encanamento de forma individual;
  • Não deixe de instalar fossa e caixa de gordura;

Falaremos sobre cada um destes itens de maneira individual a partir de agora. Continue lendo.

Compre peças certificadas pelo INMETRO

Não adianta: o barato sai sempre sai caro. Você até pode pensar que está fazendo um excelente negócio ao economizar demais em determinadas peças para fazer o encanamento da sua casa. Mas tome cuidado: materiais muito baratos podem, também, ser frágeis e você poderá botar todo o projeto a perder.

Comprar peças certificadas pelo INMETRO ajuda não só a garantir a durabilidade da obra, como você tem certeza de que está fazendo um bom negócio para o longo prazo. Ficar pagando manutenção a todo momento é bem desagradável, não é mesmo?

As juntas elásticas tem papel fundamental na instalação

Muitas vezes a gente acaba focando única e exclusivamente em peças e serviços maiores, que chamam mais a atenção. Só que o segredo de uma obra bem feita está nos detalhes. E no caso da instalação hidráulica, os detalhes são as colagens, curvas e emendas.

Se você comprar uma cola muito simples e frágil, saiba que estará cometendo um erro bem grave. Em pouco tempo, o encanamento da sua casa poderá sofrer danos e até ser rompido, devido ao uso de uma junta elástica ruim.

Pergunte ao vendedor da loja de materiais de construção qual é a melhor junta elástica que ele tem e não hesite em comprá-la. As emendas são pontos muito sensíveis e críticos da encanação e você precisa fazer isso da forma certa.

Pense cada encanamento de forma individual

fazer o encanamento da obra

Por mais que a sua casa seja única e os ambientes sejam integrados um ao outro (apesar das paredes), é muito importante construir um encanamento independente, de maneira que as torneiras tenham pressão e o escoamento da água seja definitivamente efetivo.

Se você começar a unir um cano no outro sem pensar nas consequências, em pouco tempo, você poderá notar vários problemas nisso. Portanto, considere cada ambiente como único nesta etapa da obra, ok?

Não deixe de instalar fossa e caixa de gordura

E por fim, nunca deixe de instalar caixas de gordura e fossas na sua casa. Este é um dos procedimentos que fazem uma diferença enorme ao fim da obra, pois você vai evitar muitos problemas de entupimento.

Além disso, esta é uma necessidade básica para cuidar do meio-ambiente e não despejar resíduos orgânicos diretamente na rede de esgoto. Por mais que muitas regiões não tenham saneamento básico, isto vai ajudar a deixar o ambiente mais higiênico, e não vai entupir o seu encanamento.

Anote as dicas, compre os materiais da lista, encontre um profissional qualificado para executar o serviço e mãos a obra!

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Lista de Material para Parte Elétrica

Cabos, fios, tubos, tomadas, adaptadores, lâmpadas e disjuntores. Estes são apenas alguns dos itens que não podem faltar na lista de material para parte elétrica, relação de produtos essenciais para quem vai reformar ou construir.

lista materiais elétricos
Lista de Material para Parte Elétrica (Foto: Pixabay)

A instalação do sistema elétrico da residência é uma das partes mais importantes da obra, apesar de ser uma das últimas etapas da construção (antes dela temos a fundação, alvenaria, estrutura, cobertura, hidráulica, reboco e fechamento).

Para que esta etapa seja realizada com perfeição, você precisa planejá-la com antecedência, elaborando a lista de itens que não podem faltar na parte elétrica da obra. Se você está em dúvida sobre isso, não deixe de conferir as dicas a seguir!

Lista de materiais elétricos

A lista de materiais elétricos para construção traz a relação dos principais itens que você precisa ter em mãos quando começar essa etapa do serviço, ajudando a evitar atrasos e a entregar a obra dentro do prazo combinado.

Além disso, a lista também pode propiciar uma boa economia, pois ao comprar uma grande quantidade de itens de uma só vez você tem a chance de pedir um desconto maior, sem contar que dá para enviá-la a várias lojas e solicitar diversos orçamentos.

lista materiais para sistema elétrico
A lista contempla também os sistemas de telefonia, TV e internet (Foto: Pixabay)

Para ajudar nessa tarefa, elaboramos uma lista básica de materiais elétricos para obra:

  • Abraçadeira de chaveta 1″
  • Abraçadeira de chaveta 3/4″
  • Abraçadeira de nylon
  • Arame Galvanizado
  • Arruela 1″
  • Arruela 3/4
  • Arruela de latão
  • Barramento de Cobre 18/24 Disj.
  • Barramento de Cobre p/ Neutro
  • Base Relé fotoelétrico
  • Bloco bargoa
  • Bocal E-27 c/ rabicho
  • Bucha de Alumínio 3/4″
  • Bucha de Alumínio 1″
  • Bucha nylon 8mm
  • Cabeçote Alumínio 1″
  • Cabeçote de Alumínio 1 1/2″
  • Cabo 0,6/1Kv EPR 10,00
  • Cabo Coaxial
  • Cabo de Cobre Nu 16mm2
  • Cabo de rede 4p
  • Cabo Flexível 1,5mm2
  • Cabo Flexível 10mm2
  • Cabo Flexível 2,5mm2
  • Cabo Flexível 4mm2
  • Cabo Flexível 6mm2
  • Cabo Flexível silicone 1,5mm2
  • Caixa de Concreto Dupla Padrão Celesc
  • Caixa de Concreto Simples TELESC
  • Caixa de Inspeção Quadrada 30x30x40
  • Caixa de Inspeção Quadrada Concreto 30x30x40
  • Caixa de Luz 2×4
  • Caixa de Medição Trifásica Alumínio
  • Caixa de passagem Sobrepor PVC 20×20
  • Caixa embutir passagem 40x40cm
  • Canaflex 1.1/4″
  • Canaflex 2″
  • Cantoneira p/ Trilho
  • Chuveiro elétrico
  • Cinta de Alumínio c/ Presilha
  • Conector Box Reto 2″
  • Conector Box Reto 3/4″
  • Conector p/ Haste Reforçado
  • Conector porcelana tripolar
  • Conector RJ11 linha modular
  • Conector RJ45 linha modular
  • Curva Galvanizada 90º 1 1/2″
  • Curva Galvanizada 90º 1″
  • Disjuntor monofásico 10A
  • Disjuntor monofásico 16A
  • Disjuntor monofásico 20A
  • Disjuntor monofásico 25A
  • Disjuntor monofásico 32A
  • Disjuntor monofásico 40A
  • Disjuntor Trifásico 40A
  • Disjuntor Trifásico 50A
  • Eletroduto 3/4″
  • Fio CCI 2p
  • Fio Paralelo
  • Fio Rígido 10mm
  • Fita de Advertência / Duto
  • Fita Isolante
  • Fita Isolante 20m
  • Haste de Terra 5/8″ x 2,40m
  • Haste de Terra cobreada alta camada
  • Interruptor 1T Intermediário linha modular
  • Interruptor 1TP linha modular
  • Interruptor 1TS linha modular
  • Interruptor 1TS Sobrepor
  • Isolador Epóxi
  • Lâmpadas Fluorescentes ou de LED
  • Luva Galvanizada  1 1/2″
  • Luva Galvanizada 1″ NBR 5598
  • Mangueira Corrugada 3/4″
  • Mangueira Corrugada 3/4″ reforçada
  • Módulo Cego linha modular
  • Módulo Cego saída fio linha modular
  • Parafuso atarrachante
  • Placa 2×4 cega linha modular
  • Placa 2×4 linha modular
  • Placa 4×4 cega linha modular
  • Placa 4×4 cega metálica
  • Plugue Fêmea
  • Plugue macho
  • Porta Lâmpada
  • Prego de aço
  • Relé fotoelétrico
  • RJ11 linha modular
  • RJ45 linha modular
  • Roldana plástica
  • Sensor de Presença
  • Suporte 2×4 linha modular
  • Tampa de Ferro  c/ Arco TELESC 65 x 45
  • Tampa de Ferro c/ Arco Energia 73×49 Padrão Novo 12500gk
  • Terminal Anel 3mm
  • Terminal Compressão 10,00mm
  • Terminal Pino Compressão Curto 10,00mm
  • Terminal Pino Compressão Longo 10,00mm
  • Tomada 2P+T 20A linha modular
  • Tomada 2P+T linha modular
  • Tomada Antena linha modular
  • Tubo Galvanizado 1 1/2″
  • Tubo Galvanizado 1″ NBR 5598
  • Vaselina solida

Outros itens que podem ser necessários

Na lista de materiais para instalação elétrica, telefonia, rede e TV a cabo, estão os principais itens necessários para realizar essa etapa da obra. Porém, pode ser que haja outras demandas, dependendo do tipo de projeto.

lista materiais elétricos para obra
A instalação do sistema elétrico deve ser feita por profissionais especializados (Foto: Pixabay)

Para verificar essa informação, você deve se reunir com os responsáveis pela obra e elaborar a lista definitiva juntamente com eles, para que não falte nenhuma peça.

Quantidade de peças

Outro detalhe importante a respeito da lista de material para parte elétrica é a quantidade de peças. Como você reparou, não colocamos essa informação na relação acima, uma vez que a quantidade varia de acordo com o projeto.

A quantidade exata de cada item deve ser informada pelos profissionais que vão fazer a obra, ou seja, confira esse detalhe com eles antes de fechar a lista.

Passo a passo para fazer a parte elétrica na sua obra

instalação elétrica

Agora que já temos todos os materiais necessários para fazer uma boa instalação elétrica na obra, é hora de colocar a mão na massa (ou nos fios) e começar a fazer a instalação de tudo.

Esta é uma das etapas finais da obra, mas não necessariamente corresponde aos acabamentos. Afinal, a instalação elétrica ainda faz parte do processo de construção, visto que é um passo elementar do cronograma da obra.

O mais indicado é sempre buscar um profissional eletricista para realizar a instalação completa. Caso contrário, você poderá cometer erros que podem causar acidentes e muito retrabalho, ok?

No entanto, de maneira geral, os passos para fazer instalação elétrica são esses aqui:

  1. Tenha a planta da casa em mãos
  2. Onde vão estar as luzes?
  3. Saiba quais serão as potências das tomadas
  4. Instale os dutos conforme projeto elétrico
  5. Passe os fios e faça as ligações

Vamos nos aprofundar em cada etapa a partir de agora. Então, pegue papel e caneta para anotar as dicas e, assim, colocá-las em prática. Acompanhe!

Tenha a planta da casa em mãos

Tudo começa pela planta da casa. Sem ela, você não conseguirá fazer uma boa projeção da quantidade de fios e da quantidade de materiais que a obra precisará.

Portanto, tenha a planta da casa em mãos e faça uma inspeção completa de todas as paredes, cômodos e locais que vão receber algum circuito elétrico. Após isso, você vai determinar quantos metros de fio, dutos e demais materiais comprar.

Além de entender melhor a questão métrica do processo, você poderá ter uma boa noção de onde cada fiação vai passar. O que faz o processo ficar muito mais sólido e dinâmico.

Onde vão estar as luzes?

Isto parece básico, mas acredite: se não for pensado e planejado, não vai ser feito! Portanto, você precisa definir com bastante calma e paciência onde cada tomada vai ficar, quantas vão ter e com quais potências elas serão instaladas.

Para fazer este processo corretamente, é importante anotar tudo e, se possível, fazer uma planta baixa de todas as tomadas da casa. Isto vai ajudar a guiar a sua compra na loja de materiais de construção mais próxima, uma vez que você precisará de um guia na hora.

Saiba quais serão as potências das tomadas

instalação elétrica

Cada tomada poderá ter uma potência específica para cada necessidade. Inclusive, isto vai refletir diretamente na compra dos fios e das tomadas em si.

Por exemplo, tomadas que receberão ar condicionado ou outros equipamentos mais potentes, precisam suportar uma energia também mais potente. Fios muito finos ou estruturas muito frágeis de condução de energia podem queimar facilmente.

Instale os dutos conforme projeto elétrico

Esta é uma etapa que também vai estar descrita na planta baixa do projeto. Você deverá comprar a quantidade de dutos que faz sentido para o seu projeto, conforme a metragem do passo um.

Algumas casas nem precisarão de dutos, pois a instalação elétrica poderá ser feita toda com as famosas mangueiras de plástico que, querendo ou não, são dutos. Elas serão instaladas ainda na fase inicial da obra, quando a parede ainda não foi rebocada.

Passe os fios e faça as ligações

E por fim, chegou a hora de passar os fios da instalação elétrica. Aqui, você já sabe exatamente as quantidades de material que precisa comprar, e a passagem dos fios é um dos passos mais simples de todo o processo, desde que os dutos estejam certinhos e limpos.

Depois que os fios estiverem todos prontos, basta fazer as ligações conforme cada tomada ou iluminação e a sua instalação elétrica está prontinha para ser usada.

Nunca deixe de consultar um especialista para realizar esta tarefa com atenção e dedicação. Não podem haver erros e tudo precisa ser pensado de maneira muito inteligente, ok?

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Lista de Material para Acabamento

O acabamento é uma das últimas etapas da obra, e para que ele seja realizado com perfeição você precisa ter todos os materiais necessários para a execução do serviço. Não sabe quais itens fazem parte dessa fase? Então, confira a lista de material para acabamento que vamos apresentar no post abaixo!

materiais para acabamento
Lista de Material para Acabamento (Foto: Pixabay)

Em qualquer obra, os responsáveis devem seguir um cronograma que ajuda a detalhar tudo o que será feito, a começar pelo projeto e a sua aprovação. Em seguida vem as fases de infraestrutura básica (escavações, terraplanagem, ligação de esgoto), fundação, alvenaria, cobertura, hidráulica, reboco, fechamentos e elétrica.

Já no final da construção, é a vez do acabamento da obra, etapa em que os trabalhadores irão aplicar os revestimentos, realizar a pintura e instalar o sistema de iluminação, entre outras coisas, seguindo as orientações do projeto.

Materiais para acabamento da obra

Se você está em busca de economizar na obra, elaborar a lista de materiais de acabamento é uma boa iniciativa, pois com ela você pode fazer orçamentos em várias lojas, além de comprar somente os itens essenciais, evitando desperdícios.

lista materiais acabamento
A pintura faz parte dessa etapa (Foto: Pixabay)

Quais são os materiais para acabamento da obra que não podem faltar? Preparamos uma lista com os itens principais. Confira:

  • Abraçadeira lâmpada fluorescente
  • Acabamento para Registro 3/4″
  • Assento p/ bacia soft close
  • Acessórios para Instalação da Bacia Sanitária
  • Bacia p/ Caixa Acoplada Sistema Dual Flux
  • Bocal porcelana
  • Border
  • Box de Banheiro vidro liso
  • Bucha nylon T 6mm
  • Caixa acoplada Sistema Dual Flux
  • Corrimão da Escada
  • Escada
  • Fita Crepe
  • Fundo Nivelador
  • Fundo Preparador
  • Gesso Acabamento negativo
  • Gesso Detalhe
  • Gesso Fechamento
  • Gesso Foro liso
  • Gesso Sanca Fechada
  • Granito p/ Sacada 3,90m
  • Grelha quadrada 100mm p/ Ralo Inox
  • Lâmpada Econômica 11w
  • Lâmpada Econômica 15w
  • Lâmpada Econômica 20w
  • Lâmpada Econômica 23w
  • Lâmpada Fluorescente T5 28w
  • Lâmpada Incandescente
  • Lixa madeira grão 100
  • Lixa massa grão 120
  • Lixa massa grão 220
  • Lixa massa grão 80
  • Lona plástica preta
  • Luminária de embutir 2x28w
  • Luminária plafon
  • Massa Acrílica
  • Massa Corrida
  • Massa flex
  • Plafon simples
  • Prego s/ Cabeça 13×15
  • Reator eletrônico 2x28w
  • Receptáculo tomadinha
  • Rodapé poliestireno 10cm largura
  • Rolo alumínio
  • Sacada Modelo 5 Tubos
  • Solvente farben 5
  • Soquete lâmpada
  • Tinta Acrílica
  • Tinta Esmalte

A lista pode variar

Dependendo do tipo de projeto, a lista de materiais para acabamento da construção pode trazer outros itens que não estão na relação acima. Por isso, é essencial verificar com os responsáveis pela obra a lista completa, conferindo item por item, para que não falte nenhuma peça.

lista de materiais para acabamento da construção
O acabamento é a etapa final da obra (Foto: Pixabay)

Como calcular a quantidade de materiais

Já com relação à quantidade de materiais, você reparou que não citamos essa informação na nossa lista de material para acabamento. É que esse detalhe também varia de obra para obra, levando em conta fatores como o tamanho do imóvel, a quantidade de cômodos, etc.

A informação sobre a quantidade de cada item deve ser repassada por quem desenvolveu o projeto.

Passo a passo para fazer os acabamentos da sua casa

Agora que já temos uma boa lista de material para acabamentos, é muito importante seguir um passo a passo para que a obra de acabamentos seja feita de maneira certa. Caso contrário, você poderá se perder, comprar materiais antes da hora e, assim, atrapalhar o cronograma da obra.

Como você sabe, uma obra tem muito mais chances de ficar econômica e viável, quando o cronograma é levado totalmente a sério. Se isto não acontecer, é muito difícil que o orçamento fique dentro do que foi previsto, pois tudo é uma questão de organização e prioridades!

E por falar em prioridades, recomendamos que você siga as seguintes prioridades para elaboração dos acabamentos. Acompanhe:

Comece pelos pisos

passo a passo para fazer os acabamentos
Colando cerâmica.

Quando a obra já estiver bem completa e quase entrando na fase final, você poderá começar a fazer a instalação dos pisos. Esta é uma etapa muito importante para a obra, pois o piso já começa a dar uma carinha de que a obra está ficando pronta. Do ponto de vista psicológico, é fantástico!

Você pode começar pelo ambiente que quiser. Mas a nossa recomendação é que você comece por aqueles que vão ficar pronto primeiro, como forma de agilizar e deixar a parte mais detalhada para o fim.

Priorize quartos, cozinha, sala e ambientes grandes. Deixe o banheiro e a lavação para o final, pois eles vão tomar mais tempo.

Faça o rejunte da cerâmica

Não podemos esquecer do rejunte da cerâmica. Esta é uma etapa que muitas pessoas gostam de deixar totalmente para o final. E isto pode ser bom em alguns casos. Só que a nossa recomendação é que você faça o rejunte logo que o piso for colocado.

Por que? Porque assim é mais fácil de aproveitar o momento e fazer tudo de uma vez. Depois você vai ter que afastar objetos e possivelmente móveis para poder rejuntar, e isto vai ser bem ruim.

Inclusive, se você esperar muito tempo para rejuntar, pode ser que você tenha um trabalho bem grande de limpeza e desintoxicação dos vãos do piso. Para aprender como rejuntar, veja este artigo aqui: Como Aplicar Rejunte? Passo a Passo.

Prepare as paredes para a pintura

Com o piso no chão e o rejunte feito, é hora de começar a pintar! Esta é mais uma daquelas etapas que faz a obra andar muito, pois ela dá uma sensação de que está tudo ficando pronto. É fantástico perceber que, em pouco tempo, o espaço vai estar prontinho para ser usado!

A preparação para pintura vai depender muito do tipo de acabamento que você fez. Para rebocos comuns, o ideal é que você dê uma lixadinha para eliminar resíduos de areia. Para aprender como pintar uma parede, veja nosso artigo sobre Pintura de Parede.

Faça a instalação de metais e louças

passo a passo para fazer os acabamentos
Fazendo instalações finais.

E por fim, agora é hora de instalar aquelas peças que já fazem parte dos últimos acabamentos, como os metais e as louças. Aqui entram itens como lustres, maçanetas, granitos e até mesmo os móveis planejados que você, eventualmente, comprará.

Percebe como tudo faz parte de um passo a passo lógico? Desta maneira, você poderá facilmente ter uma obra dinâmica e pronta dentro do período que você se propôs a deixá-la pronta.

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Use a criatividade na hora de escolher o piso do box

Banheiros estão quase sempre entre os menores cômodos da casa. É aquele espaço pouco lembrado na hora de uma reforma ou em um novo projeto. Quando o assunto é revestimento do piso do box, não há quem pense de imediato em cerâmica, preferido pelos brasileiros por sua boa durabilidade e baixo custo. Mas com tantas novas e boas opções de pisos no mercado, vale usar a imaginação e investir em uma área original e criativa, que será apenas um motivo para ficar mais uns minutinhos debaixo da ducha.

Vale usar qualquer material no piso do box, desde que tenha resistência à água e que aguente bem a variação de temperatura. As opções, que passam por todos os gostos e preços, podem começar pelas pedras. Mármore, granito, ardósia e seixo são bons exemplos de materiais resistentes à ação da água e com belo acabamento. Ainda assim, é preciso prestar atenção nos detalhes. “Os mais recomendados são os não lisos e menos escorregadios, que ajudam a evitar acidentes”, orienta a arquiteta Rosana Santos, da Essencial Arquitetura e Decoração.

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Pode ser uma opção, mas é um revestimento que necessita de um tratamento específico e não é qualquer espécie de madeira que pode ser utilizada (Foto: Shutterstock)

A madeira é, sem dúvida, um material nobre na decoração. Mas há alguns poréns para o seu uso no chão do box. “Pode ser uma opção, mas é um revestimento que necessita de um tratamento específico e não é qualquer espécie de madeira que pode ser utilizada”, explica a profissional. É que por mais que a madeira receba uma impermeabilização, ela deverá ser trocada em algum momento por conta do processo de apodrecimento, fruto da combinação umidade e ar. Neste caso, o deck de madeira pode ser uma boa solução para quem não quer abrir mão do material, já que a água escorre pelos vãos e não fica depositada em cima da superfície.

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A cerâmica, preferido pelos brasileiros por sua boa durabilidade e baixo custo (Foto: Shutterstock)

O cimento queimado é tendência nos projetos internos. Aparece na cozinha, na sala… e também no banheiro. O revestimento segue a linha do estilo industrial e vira o protagonista da área. Novamente, é preciso apenas tomar cuidado, já que esta superfície é bastante lisa. Por fim, as conhecidas pastilhas de vidro podem ser usadas também no chão. Nas lojas de materiais de construção estão disponíveis as do tipo “antiderrapante”.

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As conhecidas pastilhas de vidro podem ser usadas também no chão (Foto: Shutterstock)

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Casa em ordem: 10 dicas para organizar a sala de estar

A sala de estar é o ambiente mais público de nossa casa, um verdadeiro cartão de visitas. Nesse local, acolhemos amigos e familiares e confraternizamos. E cuidar para que tudo tenha um setor específico nesse cômodo facilita a rotina de organização. Mais ainda, garante o bem-estar de todos, sejam moradores ou visitantes.

Sala de estar bem organizada (Foto: shutterStock)
O segredo é sempre deixar apenas o essencial para o ambiente (Foto: shutterStock)

Quem não gosta de beleza e requinte, com tudo organizado e bem-disposto? Chegar em casa depois de um dia de trabalho ou estudos e encontrar a sala lindamente aconchegante é uma delícia. Para que isso aconteça, contudo, é preciso manter nesse ambiente o que a ele pertence. Parece simples ou lógico demais? Na verdade, muitas vezes, acumulamos na sala inúmeros itens que poderiam estar acomodados em outros lugares da casa, evitando excessos desnecessários.

A Revista do ZAP separou 10 dicas com a consultora de organização, Rosângela Campos que serão valiosas para sua casa. Veja:

1. Mantenha no ambiente uma caixa de primeiros socorros eletrônicos, com carregadores, fios, pilhas e adaptadores;

Rolos vazios de papel higiênico podem ajudar a organizar os fios (Foto: Reprodução/ ourthriftyideas.com)
Rolos vazios de papel higiênico podem ajudar a organizar os fios (Foto: Reprodução/ ourthriftyideas.com)

2. Tenha uma lanterna em um local estratégico para evitar tumulto quando faltar luz;

3. Deixe um cofrinho para as moedas à disposição. É um excelente motivador de economia doméstica;

4. Pufes com abertura, no estilo baú, são úteis para guardar mantas, álbuns de fotos e outros itens. Aposte numa peça dessas na sua sala;

5. Utilize fotografias no ambiente para rever lembranças esquecidas e queridas. Pode ser, inclusive, em um porta-retratos digital;

6. Dedique um pequeno espaço para expressar sua religiosidade. Ele pode ajudar você e acalmar seu coração em momentos difíceis;

7. Utilize um cesto para acomodar bolsas ou pastas. Isso evita que fiquem soltas em sofás ou mesas;

8. Tenha flores! Elas embelezam e dão boas-vindas;

flores artificiais
Flores dão charme à decoração

9. Organize uma bandeja bem bonita com velas, taças e garrafas. Fica muito chique!

10. Por fim, deixe na sala somente o que é da sala. O que isso significa? Documentos, por exemplo, podem ficar no escritório. Medicamentos, por sua vez, no guarda-roupas. E assim por diante.

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