Aprenda a escolher o melhor travesseiro para um sono tranquilo

Como escolher o travesseiro ideal, diante de uma enorme quantidade de modelos? Pesquisando muito, diz a arquiteta Amanda Ramirez. “Só testando a pessoa vai saber qual traz mais conforto, o quanto ele é alto ou baixo. É igual ao colchão, precisa testar para descobrir qual é adequado para um melhor sono”, afirma a profissional. 

A médica ortopedista Renata Fátima de Oliveira Siqueira, especialista pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), intervencionista da dor e cirurgiã de ombro, explica que na hora de escolher o travesseiro, devem ser considerados o biotipo da pessoa (peso e altura) e a maneira como ela dorme. 

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“O travesseiro ideal é aquele que consegue dar uma boa sustentação, acompanhando a curvatura natural da coluna, que não pressione a cabeça e que forneça apoio para que a musculatura do pescoço possa relaxar e permitir a reidratação dos discos intervertebrais durante o sono”, pontua a médica.

O travesseiro ideal é aquele que consegue dar uma boa sustentação, acompanhando a curvatura da natural coluna

Segundo ela, se a pessoa dorme de barriga para cima, o travesseiro mais baixo é o adequado. Já para quem dorme de lado, um travesseiro mais alto consegue manter a cabeça reta em relação ao restante do corpo. E não importa se o travesseiro é firme, de espuma compacta, técnica Nasa ou macios como os e plumas de ganso, o importante é que encaixe bem na curvatura do corpo. 

“O prazo médio para a troca do travesseiro é de dois anos, podendo variar conforme o modelo. Os mais macios vão ter uma vida útil menor”, destaca a ortopedista.  

Não é indicado lavar o travesseiro, mesmo que o produto informe essa possibilidade, a não ser em último caso, como uma sujeira relevante que tenha impregnado. Use capa de proteção antes da fronha, assim a conservação é mais fácil. O melhor mesmo é não esquecer que ele não dura para sempre. 

Melhor posição

Levando em conta a saúde, a melhor posição para dormir é de lado, com o travesseiro mantendo a coluna reta em relação ao restante do corpo, detalha Renata. De preferência, com um travesseiro entre as pernas ligeiramente fletidas.

A melhor posição para dormir é de lado mantendo a coluna reta

“Eu recebo perguntas sobre travesseiros diariamente em meu consultório. E, além de todas essas orientações, eu costumo falar para os pacientes que achar o travesseiro ideal não é uma tarefa fácil. Eu mesma vou à loja, peço os modelos e me deito – na cama da loja mesmo – para experimentar. É engraçado, mas vale toda a cena inusitada quando dormimos de maneira confortável e segura”, finaliza a especialista. 

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5 bairros entre os mais turísticos de Belém

Belém completa 406 anos neste dia 12 de janeiro e, para além da programação relacionada à data comemorativa, a capital do estado do Pará tem atrativos para o ano inteiro. Alguns bairros se destacam por reunir atrações turísticas imperdíveis por quem visita a cidade. Confira quais são os cinco bairros entre os mais turísticos de Belém e veja os atrativos de cada um deles. 

Campina

Estação das Docas é um complexo cultural, turístico e gastronômico

É um bairro histórico que turista nenhum que for visitar Belém vai deixar de passar. Isso porque ele abriga alguns dos principais pontos turísticos da cidade. A Estação das Docas, um complexo cultural, turístico e gastronômico na beira da Baía do Guajará, que nasceu da reestruturação de parte dos armazéns do porto da cidade, fica no local. O Mercado Ver-o-Peso, um dos mercados públicos mais antigos do Brasil, datado de 1625, e que figura na lista das sete maravilhas do país, também se encontra em Campina. O Theatro da Paz, fundado em 1878 e conta com visita guiada, também funciona no bairro. Campina é importante ainda por fazer parte do trajeto do Círio de Nazaré. 

Cidade Velha

Forte do Presépio é um lugar voltado para cultura, história e arqueologia

Bairro de extrema importância em Belém porque marca o berço histórico da capital paraense. Ele também abriga diversas atrações turísticas imperdíveis. O Forte do Presépio é uma delas. É uma das primeiras edificações da cidade, datada do Século XVII, e hoje é um lugar voltado para cultura, história e arqueologia. Atrai ainda os turistas a vista do alto das muralhas, que dá visão para o Centro Histórico. O turista ainda pode passar pela Casa das Onze Janelas, edifício do Século XVIII que já foi casa de senhor de engenho, hospital militar e Museu de Arte Contemporânea. A Catedral Metropolitana de Belém também está localizada na Cidade Velha. Fundada em 1616, ela é um dos palcos mais importantes do Círio de Nazaré. Ainda no bairro está o parque Mangal das Garças, com uma grande área verde que representa um pedaço da Amazônia em meio ao centro urbano. 

Nazaré

É neste bairro que se encontra a Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré. Ela é o templo que abriga a imagem original da santa, encontrada no início do Século XVIII. Com belos vitrais e obras de arte sacra, a Basílica é aberta ao público durante todo o ano e atrai a atenção de turistas. Mas no dia do Círio de Nazaré recebe uma grande quantidade de fiéis porque a imagem da santa desce do alta-mor para ser apreciada mais de perto.  

São Brás

Museu Paraense Emílio Goeldi é um museu de ciências e um parque zoobotânico

O bairro abriga pelo menos dois pontos turísticos para quem busca áreas verdes. O Parque da Residência recebe esse nome porque tem um casarão que serviu de residência de antigos governadores do Pará e os jardins são uma ótima pedida para passeios. Entre os atrativos do local estão coreto, orquidário e um antigo vagão de trem. No bairro ainda está o Museu Paraense Emílio Goeldi, um museu de ciências e também parque zoobotânico com trilhas, muitas espécies de plantas e animais e um centro cultural. 

Curió-Utinga

No bairro fica o Parque Estadual do Utinga, que é uma unidade de conservação ambiental e conta com diversos atrativos de turismo ecológico. Além de contar com uma área verde no meio da cidade, no parque é possível fazer trilhas, passeios de bicicletas, canoagem, stand up paddle e boia cross, para citar alguns exemplos. Um passeio que vale a pena para quem vai para Belém com crianças.

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Quais são os tipos de pilares de concreto?

Neste artigo, veja quais são os tipos de pilares de concreto. A construção civil necessita de pilares fortes para sua sustentação, visto que são eles (pilares) que estruturam o projeto de casas, prédios, galpões, entre outras edificações.

Esses elementos servem para apoiar e sustentar as vigas de concreto, madeira ou ferro, distribuindo o peso em toda a fundação. Por isso, a importância de construir um pilar com material de qualidade e seguro para a sua estrutura.

A escolha do pilar para a sua obra não interfere apenas na sustentação da estrutura. Mas também contribui esteticamente para sua obra. Os pilares de concreto, por exemplo, podem ser revestidos com pedras e encontrados em diferentes formatos.

Veja aqui neste artigo quais são os tipos de pilares de concreto para a sua edificação. Saiba como escolher os melhores materiais para sustentar com segurança a edificação e valorizar ainda mais a fachada da casa

Tipos de pilares de concreto – Veja aqui as opções

tipos de pilares de concreto

Os pilares de concreto são os modelos mais populares, podendo ser produzidos no local com fôrmas em madeiras, plástico ou metal. Posteriormente, será adicionada uma massa que cresce e endurece formando uma viga.

Nesse processo de estruturação das vigas residenciais, existem vários tipos de pilares, com opções de fabricação de concreto armado, usinado e modelos pré-moldados que são entregues prontos na obra. 

Um dos modelos de pilares de concreto mais econômicos e seguros é o pilar de concreto armado. Ele é construído com vergalhões que formam sua estrutura interna antes de aplicar a massa. 

Continue lendo e veja mais algumas opções de pilar de concreto.

Pilar de concreto formato circular

O pilar de concreto em formato circular é ideal para vigas que ficarão expostas à circulação de pessoas ou de máquinas. É também um formato mais difícil de armar. Porém, existe a possibilidade de adicionar fôrmas de papelão para construção de pilares redondos/circulares.

Uma das dificuldades em construir um pilar de concreto redondo é o encaixe com a viga, chamado na construção civil de “encabeçamento”. No entanto, o acabamento de um pilar redondo é mais sofisticado e bonito que o tradicional quadrado ou retangular.

Quais são os tipos de pilares de concreto

Pilar de concreto retangular

O pilar de concreto retangular é o mais comum. As fôrmas podem ser produzidas a partir de tábuas e sarrafos de madeira. Depois são amarradas com parafusos tipo borboleta e arame. Como são formatos mais populares entre os tipos de pilares de concreto, eles são classificados de acordo com o desenho no projeto. Isto é, a sua localização define a atuação do pilar. 

São classificados em pilares centrais ou intermediários, laterais ou de extremidades e pilares de canto, que devem manter toda a estrutura sólida de vigas e lajes. Por isso, são construídos em diferentes formatos.

Os pilares centrais ou intermediários sustentam a parte interna do edifício (exemplo: cargas verticais). Os pilares laterais ou de extremidades são localizados nas bordas da edificação (no meio das vigas) e os pilares de canto se localizam na região do canto da estrutura.

tipos de pilares de concreto

Pilares pré-fabricados

Os pilares pré-fabricados também são formas opções de elementos estruturais para sua obra. Eles apresentam resistência à tração, e podem ter dutos para escoamento de água, além de servir como apoio de vigas.

Para quem tem pressa em terminar uma obra e não quer deixar de lado a segurança, os pilares de concreto pré-fabricados são ótimas soluções em velocidade para sua construção e baixo custo.

Por serem peças que já vem prontas, diferentes tipos de pilares de concreto pré-fabricados são encontrados. Confira os principais na lista abaixo.

  • Pilar de pórtico: esse é um modelo pré-fabricado de pilar de concreto para apoiar vigas que sustentam a cobertura de uma construção. Sustenta também lajes e telhas.

Esse formato é mais indicado para projetos amplos sem paredes, como galpões, estacionamentos, shoppings e escritórios que tenham uma maior circulação de pessoas no ambiente interno. 

  • Pilar de ponte rolante: esse tipo de pilar pré-fabricado de concreto é ideal para sustentar pontes rolantes, apoiando somente as vigas ou pontes rolantes. Portanto, o indicado para esse modelo são as construções de galpões industriais e comerciais.
  • Pilar para multipavimentos: o modelo de pilar pré-fabricado em multipavimentos, como o nome sugere, é ideal para construção de edifícios de vários pavimentos. Como por exemplo, edifícios residenciais e comerciais.  

Para a instalação desse tipo de pilar pré-fabricado de concreto, será preciso conectar às vigas em ligações articuladas. Antes de escolher o melhor pilar de concreto pré-fabricado para a sua obra, converse com um engenheiro e arquiteto de confiança para escolher o melhor modelo para sua construção.

tipos de pilares de concreto

Como fazer um pilar de concreto armado?

Se você optar por construir o próprio pilar, aprenda abaixo como fazer um pilar de concreto armado na prática. E não se esqueça da importância de um bom projeto de fundação e estruturação para promover segurança, agilidade e qualidade para a sua obra.

Construção da coluna de aço

O primeiro passo para construir um pilar de concreto armado é posicionar a estrutura de aço durante a construção da fundação. Verifique o diâmetro da coluna conforme o projeto estrutural desenvolvido pelo engenheiro e amarre as colunas no arranque da fundação.

Cuidado para não posicionar nenhum duto dentro da coluna de concreto, pois isso perderá a resistência do pilar. Salvo quando o projeto estrutural já prevê eletrodutos no meio do pilar. 

Formação das caixarias

A formação das caixarias do pilar de concreto devem ser fechadas e firmes, posicionadas de forma vertical ou horizontal. 

Concretagem do pilar

A concretagem do pilar permite dar o formato à estrutura e você mesmo poderá fazer a massa usando cimento, areia, brita e água. Ou compre o concreto pronto para colocar dentro do molde de caixaria para pilar.

Espere o concreto secar

O último passo é deixar o concreto secar, que pode levar aproximadamente 7 dias. Antes de remover toda a caixaria, verifique a consistência do pilar – se possui uma cor homogênea e sem visibilidade para a estrutura de aço, está pronto.

Após a secagem do concreto, comece a produzir as vigas que ajudarão a distribuir a tração da estrutura da edificação. Esse é um passo a passo simples para produção de uma viga. Mas sempre siga corretamente as orientações de um engenheiro e também do desenho da planta.

Você já conhecia os tipos de pilares de concreto? Comenta aqui embaixo o que achou do nosso conteúdo.

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Confira 9 opções de puffs para a sala e aprenda como usá-los em casa

As opções de puffs para a sala crescem a cada dia, mas será que você sabe a diferença entre eles e que conceito estético pretende criar? Para esclarecer essas dúvidas, listamos nove tipos de puffs para a sala e explicamos as propostas, apresentamos médias de valores, tudo para facilitar no momento da escolha. Agora, independentemente do modelo escolhido, é fato que os puffs, além de decorar, garantem grande versatilidade ao ambiente. 

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“O puff é um item na decoração que, por menor que seja o seu espaço, sempre dá um jeito de se encaixar. Por ele ser um mobiliário baixo e na maioria das vezes pequeno, é fácil sobrepor junto a outro mobiliário: sob uma mesa, uma bancada, um rack, penteadeira. Dessa forma, quase não ocupa espaço”, diz Anna Karenina Sessa, arquiteta do escritório Studio Akas. 

A versatilidade do puff permite que ele se encaixe de diversas formas na sala

Ela ressalta que, além dos modelos apresentados abaixo, existem diversos outros tipos de puffs para a sala. “Na arquitetura e na decoração o que mais conta é a criatividade. Por isso, não existe uma regra de qual tipo usar em cada ambiente”. 

A arquiteta Renata Zacharias cita, por exemplo, que o puff tem sido usado como mesa de centro de algumas salas, o que só reforça a versatilidade desse elemento. Ao mesmo tempo em que a pessoa pode apoiar as pernas ou se sentar, também coloca controles remotos, revistas e, dessa forma, otimiza espaço. 

Puff de Madeira
Média de preço: R$ 200 a R$ 350
Tamanho: de 30cm a 50cm
Modelo de decoração em estilo mais rústico, os puffs de madeira se assemelham a banquinhos de madeira. Os maciços têm valor mais elevado e, geralmente, são feitos sob encomenda. É claro, existem opções mais simples no mercado. Podem ser usados na sala, varanda, mas não é aconselhável deixar sob o efeito do tempo. 

Puff Baú
Média de preço: R$ 80 a R$ 350
Tamanho: de 30cm a 1,50m
Um elemento versátil para quem tem pouco espaço em casa e precisa de mais espaços para armazenamento. Geralmente as peças são usadas nos quartos, porém, nada impede que sejam colocadas na sala. Os valores variam de acordo com o tamanho do produto, que pode ser encontrado em couro, tecido, crochê, capitonê, entre outros. 

Puff de Couro
Média de preço: R$ 500 a R$ 800
Tamanho: de 30cm a 40cm
Os puffs em couro são considerados mais sofisticados e elegantes. São elementos interessantes para compor a sala e funcionam como um sofá extra. Os preços também sofrem bastante variação conforme o tamanho e qualidade do couro. Lembrando que os puffs em couro sintético (courino) têm valor bem abaixo. 

Puff redondo
Média de preço: R$ 50 a R$ 80
Tamanho: de 30cm a 40cm
Produzidos em diversos materiais, mas, geralmente, são de tecido, com estrutura em plástico, MDF ou MDP. Assim como o puff quadrado, é importante para a composição de diferentes elementos para a sala e permite acomodar mais pessoas no ambiente – quando não há visita, eles são guardados sem comprometer espaço na casa. 

Puff quadrado
Média de preço: R$ 50 a R$ 80
Tamanho: de 30cm a 40cm
Geralmente têm estrutura em plástico, MDF ou MDP e são de tecido. Assim como o puff redondo, o item cria um novo elemento para a sala e permite acomodar mais pessoas no ambiente. Sem visitas, o puff pode ser guardado sem comprometer espaço na casa.

Puff Capitonê
Média de valor: R$ 200 a R$ 500
Tamanho: de 30cm a 1,5m
O puff capitonê é um produto para quem procura um elemento mais elegante para a casa. O termo capitonê, vale destacar, se refere às marcações no tecido, couro ou outro material usado (como botões ou dobras). Especialistas apontam que o elemento, inclusive, tem sido usado como mesa de centro quando usados como puffs para sala.

Puff de crochê
Média de valor: R$ 250 a R$ 400
Tamanho: de 30cm a 60cm
Trata-se de um produto mais artesanal e, por isso, o valor mais elevado. Puffs com essa característica criam um estilo mais clássico, romântico, feminino e vintage ao ambiente.

Puff com pé palito
Média de valor: R$ 70 a R$ 120
Tamanho: 30cm a 50cm
Este é um modelo que tem sido bastante procurado. Além de o valor ser mais acessível, o produto é considerado vintage e relembra móveis da década de 50, 60 e até meados de 70. Dão um toque retrô ao ambiente. 

Puff almofadão
Média de valor: R$ 140 a R$ 180
Tamanho:  1 metro de altura por 70cm de largura
Um puff para se atirar e relaxar. Diferente dos demais, que criam um estilo e ampliam espaços, o puff almofadão ocupa uma boa área, embora possa ser deslocado com facilidade. O modelo também tem finalidade diferente, pois se destina a um descanso, relaxamento de quem usa. 

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Aquário em casa garante beleza, leveza e integração de ambientes

Você já pensou em ter um aquário em casa como elemento de decoração ou de transição entre ambientes? Pois esse conceito tem sido cada vez mais explorado e, se usado de forma acertada, segundo arquitetos, garante não só beleza ao projeto, mas uma sensação de leveza no interior do imóvel. 

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“O aquário é um recurso bastante usado nesse momento, quando ele serve de parede. Ele dá a separação entre um ambiente e outro. É muito interessante e traz uma leveza, pois não é uma coisa tão rígida como uma parede”, destaca o arquiteto Ricardo Velasco, que observa um bom uso quando o aquário é colocado entre salas, interligando ambientes externos, quartos e até lavabos. 

O aquário pode ser usado como um elemento de transição entre ambientes

Água ideal para aquário

Um ponto bastante questionado é se o aquário tem que ser de água doce ou salgada. O arquiteto, porém, deixa a critério do cliente. Ele aponta que é um aspecto muito específico e um profissional especializado poderá ser consultado sobre os cuidados exigidos em cada uma das alternativas. Por exemplo, em relação ao tratamento e manutenção da água e dos animais. 

Velasco alerta, apenas, que, para a comodidade do morador, a estrutura não deve ser muito alta, pois a manutenção é sempre feita por cima. Em relação ao material do aquário, ele cita que existem duas opções, o vidro e o acrílico.

Salgada ou doce: um profissional especializado deve indicar qual tipo de água é a ideal

“O de acrílico é bacana porque deixa mais visível (o interior do aquário) do que o vidro. Ele distorce menos o que é visto. Ao mesmo tempo, eles riscam com mais facilidade e, normalmente, são mais caros. Isso torna o de vidro mais comum, além de mais fácil de encontrar e de montar”. 

O arquiteto não aconselha o elemento próximo à cozinha, por conta da gordura gerada no ambiente. Banheiros com chuveiros também não são vistos com bons olhos devido ao vapor. 

Peixinhos dão vida ao local

O arquiteto Leonardo Lameira Dantas Oliveira ressalta que ao idealizar um aquário em casa também “está se pensando em dar vida ao lugar”. 

“Hoje, em determinados projetos, a gente pode usar (o aquário) como objeto de integração. Então, você exclui uma parede, um móvel, coloca um aquário central, um aquário retangular, redondo, enfim, de vários formatos. Coloca o aquário para otimizar o espaço e, de uma forma orgânica, ter todo aquele ambiente integrado”.

O aquário deve ser compatível com o projeto no qual será inserido

Velasco ressalta que a escolha do tamanho do item deve ser compatível ao projeto, respeitando os espaços dos móveis, sem aglomerar materiais. Do contrário, o objetivo não será atingido, que é passar um ar de leveza.  

Em relação à decoração interior do aquário, ele destaca que ela também deve ser pensada em harmonia com o conceito do espaço em que a estrutura está inserida.

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Nomes de tintas curiosos buscam aproximar cores a sensações

Os catálogos de cores das fabricantes de tintas sofreram uma revolução. Não é que não existam mais as opções básicas, mas a oferta de novos e curiosos nomes de tintas chamam a atenção e aumentam as possibilidades de escolhas. Em vez de branco, que tal um Bianco Sereno? No lugar do verde, vai um Mantra? Claro, não são as mesmas cores, são variações, novas composições, mas que, segundo as empresas, carregam nos nomes das tintas o momento que vivemos, sentimentos e sensações.  

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De acordo com Romeu Escolastico, gerente sênior de Marketing da Suvinil, a empresa tem uma “equipe de criativos, liderada pelo time de Marketing que, a cada temporada, identifica possibilidades de novas cores, que ganham novos nomes”. Outros nomes de cores de tintas também são revisados, “principalmente de acordo com os movimentos e necessidades da sociedade”.

“É importante que o nome traga mais do que uma associação à cor, mas ao que aquele determinado tom transmite: uma memória, emoção, sensação ou até algum viés relacionado à natureza, alimentação, bebidas. Então, em resumo, batizamos a cor por meio do que ela transmite”, diz Escolastico, que aponta quase duas mil opções de cores de tintas oferecidas pela Suvinil. 

Mantra, a cor destaque da Suvinil em 2020 é um verde que busca trazer tranquilidade – Foto: Suvinil

Nomes de tintas de parede que transmitem sentimentos

O mesmo ocorre na empresa de tintas Sherwin-Williams, afirma Patrícia Fecci, gerente de Serviços de Cor & Design da Tintas da empresa.  “Temos uma equipe que fica responsável por isso (nomes de tintas). Toda vez que escolhemos um nome para uma cor, queremos fazer com que aquela cor transmita alguma coisa”. Ela aponta que a marca dispõe de mais de 1,5 mil opções.  

A gerente destaca que a cor é criada para que provoque um sentimento em um ambiente. “Ela tem que trazer uma sensação, uma emoção. O nome da tinta está muito atrelado a isso ou alguma coisa que remete àquela cor. Algo que a gente já tenha registrado na nossa cultura ou que é popularmente usado e que seja fácil a identificação com aquela cor”. 

Psicologia das cores de tintas

Patrícia comenta que a definição do nome também leva em conta um pouco da “psicologia das cores”. “Atrelado a isso, a gente sabe que, às vezes, um azul é calma. Ele é mais relaxante”. Apesar de o estudo ser um dos pontos de partida para a escolha dos nomes das tintas, a gerente da Sherwin-Williams entende que são muitas opções para serem relacionadas à psicologia.  

Para ela, o ser humano “conhece e sabe nomear muito mais os sentimentos”, um outro norte para as escolhas. “Temos mais sentimentos do que cores, por isso procuramos sempre atrelar aquela sensação que a gente quer que a pessoa que vai usar o ambiente sinta”. 

Já o gerente da Suvinil, reconhece o poder do nome da cor, mas reforça: “Não adianta ser um nome diferente, ousado e ser uma cor que o consumidor não goste”. Para Escolastico, somente a combinação de um nome potente e um tom que agrade fará a diferença. 

“Em 2020, a cor do ano foi Mantra, um verde regenerativo, tranquilo, e o nome potencializa ainda mais a emoção e a sensação. Em 2021, tivemos Meia-luz, um rosa mais apagado, um tom bem crepuscular, que remete ao pôr-do-sol. Estávamos em meia-luz, tentando entender toda a pandemia”, associa Escolastico. 

Meia-luz, nome da cor de destaque de 2021 da Suvinil – Foto: Suvinil

Nomes de tintas para 2022

Para o próximo ano, o representante da Suvinil revela a cor Eclipse para um momento “de transformação”. “Estamos precisando de algo mais fresco, e quando olhamos a cor de 2022, temos um verde super fresco, gostoso, relaxante, com um nome que potencializa ainda mais essa sensação”. 

Patrícia conta que ao lançar uma tendência ou escolher uma cor do ano, também é levado em consideração o nome.  Para 2022, a cor da Sherwin-Williams será o Neblina Perene. 

“Está atrelado a um tom do verde acinzentado. Daquela neblina, daquela bruma da manhã. A gente ainda não vê (muito adiante), mas, depois, sabe que ela (neblina) vai se dissipar e isso vai acontecer todo dia. Então é como se a gente acordasse pronto para recomeçar”.

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Mesa de vidro oferece versatilidade, elegância e amplitude de espaços

A mesa de vidro surge como um modelo versátil e que se adequa com facilidade a quaisquer estilos e ambientes da casa, segundo especialistas. Entre as características mais destacadas pelas profissionais estão a leveza e a elegância que o item agrega aos espaços do imóvel.  

“Seja para uma mesa de jantar, mesas de centro ou mesas laterais, é um item atemporal. É um elemento versátil que se adequa a qualquer estilo de decoração”, aponta a arquiteta e urbanista Letícia Figueiredo, do escritório Traço 8 Arquitetura e Interiores. 

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Segundo ela, ao escolher a mesa de vidro é possível “aliar a beleza do tampo com um belo pé de mesa, valorizando mais ainda a peça. O vidro é um material que passa leveza”.

Letícia Figueiredo aponta outra característica interessante que pode ser obtida através da mesa de vidro: “uma sensação de amplitude”, algo tão buscado hoje, principalmente em apartamentos pequenos.  

A mesa de vidro surge como um modelo versátil que se adapta com facilidade a quaisquer estilo e ambiente

Escolha e ambientes para mesa de vidro

A arquiteta Letícia Diniz destaca que os ambientes mais indicados para acomodar a mesa de vidro são a sala de jantar e a cozinha. Embora, ela não limite o uso do modelo aos dois ambientes. 

“A mesa de vidro se ajusta a qualquer tipo de estilo. O mais interessante é que ela é sempre usada e nunca sai de moda”, diz a profissional. 

Manutenção da mesa de vidro

A limpeza da mesa de vidro é simples de realizar, segundo as arquitetas, embora ambas alertem para o fato de a mesa sujar por qualquer toque das mãos. “Ela imprime as marcas muito facilmente”, conta Letícia Figueiredo. 

Apesar do sinal de alerta às marcas de mãos e dedos, a profissional ressalta outra característica positiva do modelo: “O vidro não mancha e não sofre com interferências do tempo”. 

O vidro não mancha e se conserva com a passagem do tempo

Alerta para a compra

Um outro momento de atenção, segundo Letícia Figueiredo, é a escolha do tampo para a mesa. “É sempre muito importante estar atento à espessura do vidro”, diz a arquiteta. 

“É aconselhável escolher o vidro temperado, principalmente se for para um tampo de mesa onde haverá refeições”, aponta.

A preocupação é justificada por um possível “choque de temperatura que pode ocorrer (com a troca de calor)”.  Segundo ela, o vidro temperado, além de ser mais resistente, tem maior durabilidade. 

Por fim, a arquiteta alerta para a necessidade de medir os espaços antes da compra, pois, dependendo do tamanho do produto, que não é maleável, o recebimento do material pode ficar prejudicado.

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Bem-estar: óleos essenciais e incensos em casa ajudam na saúde

Cheiros podem remeter a conforto e aconchego, trazer boas lembranças, garantir a sensação de acolhimento. Eles são poderosos, mais do que se imagina. Para além da boa sensação que causam através do olfato, eles trazem sintomas de bem-estar. Os óleos essenciais são substâncias naturais produzidas pelas plantas e que agem no organismo dos seres humanos com funções terapêuticas. Já os incensos perfumam os ambientes e servem para limpeza do espaço ou tratamento de enfermidades. Saiba as características de cada e como eles agem para o bem-estar.

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Aroma para o bem-estar

Os óleos essenciais não são apenas uma essência ou cheirinho agradável. “As essências são sintéticas, fabricadas em laboratório com a finalidade de ‘imitar’ os aromas das plantas. Já os óleos essenciais são substâncias naturais, moléculas aromáticas voláteis produzidas pelas plantas com várias finalidades, dentre elas a de se proteger de predadores ou atrair polinizadores”, explica Ana Paula Nardelli, aromaterapeuta, especialista em Sistemas e Serviços de Saúde pela Unicamp e Regulação do Acesso em Saúde pelo Instituto Sírio Libanês.

Óleo essencial age no relaxamento, alívio de dores, combate à insônia, à ansiedade, ao estresse

Ela detalha que toda planta aromática possui diversas moléculas aromáticas que, de acordo com a composição molecular, permitem sentir cada aroma como único de uma determinada planta. “No caso dos óleos essenciais, as moléculas naturais produzidas pelas plantas também agem no organismo, exercendo funções terapêuticas variadas, como relaxamento, alívio de dores, combate à insônia, à ansiedade, ao estresse”, pontua.

Ana Paula ressalta que é preciso ter cuidado para usar óleos essenciais. “Eles, apesar de serem 100% naturais, devem ser usados com orientação profissional e cautela, pois possuem substâncias químicas que podem ser perigosas, além de contraindicações e interações medicamentosas, dependendo da planta”.

Cuidados na escolha dos incensos

Segundo Ana Paula, os incensos são feitos de plantas e resinas aromáticas que, ao serem queimadas, liberam moléculas aromáticas. “Eles trazem sensação de bem-estar e aliviam sintomas de cansaço, depressão, desânimo, assim como os óleos essenciais”, comenta a aromaterapeuta. 

Incensos são feitos de plantas e resinas aromáticas que liberam moléculas aromáticas no ambiente

Ela explica ainda que os incensos comuns vendidos em larga escala e encontrados em qualquer comércio não são totalmente naturais. “Pesquisas apontam que eles podem ter componentes tóxicos que são emitidos na fumaça e que podem causar danos ao pulmão ao serem exalados. Já os incensos naturais são feitos totalmente de planta, folhas, galhos, resinas e sua fumaça não é tóxica. São mais caros e só algumas marcas prezam por fabricarem sem os componentes tóxicos. É preciso estar atento e pesquisar antes de comprar”, finaliza. 

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Jardim vertical: como fazer e em quais ambientes da casa

Piada comum é comentar que chegar na vida adulta é ir ao supermercado fazer a feira do mês e voltar com o carrinho cheio de plantas. Brincadeiras à parte, o que é realidade é que muita gente tem optado por trazer a natureza para perto do convívio diário. Ter um jardim em casa é uma forma de estar próximo do verde mesmo dentro de um imóvel. Opção que ganha cada vez mais adeptos é o jardim vertical, que confere elegância a qualquer ambiente. 

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Além da beleza, ter um jardim vertical em casa traz outros benefícios. “Desde a proximidade da natureza, que traz aconchego e purifica o ar, até questões térmicas. É uma alternativa perfeita e de simples cuidado para apartamentos e espaços menores, pois aproveita verticalmente as paredes”, ressalta o arquiteto e paisagista Cezar Scarpato, do escritório Scarpato Arquitetura Paisagística. 

Jardim vertical em apartamento

Outra vantagem é a versatilidade do jardim vertical. “Existem diversas formas de compor uma parede verde, seja uma prateleira com vasos, treliças para fixar as plantas ou vasos, ou quadros. Os materiais também são diversos, como aço, ferro, concreto, cerâmica, madeira”, detalha o arquiteto. 

Jardim vertical aproxima da natureza e confere beleza e elegância a qualquer ambiente – foto: Bicubico

Porém é preciso tomar cuidados, como deixar levemente afastado da parede para evitar umidade e infiltração. “Pensar na irrigação também é essencial, seja através de um sistema automático ou manual. Para jardins maiores, o sistema automático é o mais indicado”, exemplifica. 

Ainda deve-se atentar para as espécies.  “Ele é composto por espécies vivas que precisam de cuidados para se desenvolver bem. Assim, paredes que recebem pouca luminosidade devem ter espécies de sombra. O ideal é optar por uma parede que receba iluminação natural, mas que não tenha uma exposição exagerada à luz solar. É essa luminosidade do ambiente que vai determinar as melhores espécies”, complementa. 

Escolha da parede

Seja na sala, banheiro ou varanda, é importante escolher bem em qual parede o jardim vertical vai ficar. “Deve-se considerar a carga que ela suporta, isso porque a estrutura pode ser leve, mas soma-se a ela o peso das espécies escolhidas, terra e água. Além disso, é importante considerar a existência de um ponto hidráulico, em alguns casos”, diz Scarpato.

Para o jardim vertical, o ideal é optar por uma parede que receba iluminação natural – foto: Bicubico

Já em relação à manutenção, ela é simples. “Se dá principalmente com a poda das espécies, tirando folhas e galhos secos. Também é importante pensar na adubação, que ocorre junto com a irrigação, ou então com substratos que já vem com adubos”, conclui.

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Como organizar a casa bagunçada com bebês e crianças pequenas

Ter um cantinho da casa para as crianças brincarem e bagunçarem é o sonho dos pequenos e também dos pais. Mas, com os imóveis cada vez menores, nem sempre é possível reservar um espaço com essa finalidade. Mesmo não sendo uma missão simples, é possível manter a casa arrumada. Saiba como organizar a casa com bebês e crianças pequenas.

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O ideal, segundo a arquiteta Priscila Tressino, do escritório PB Arquitetura, é que as casas com crianças tenham uma brinquedoteca para guardar brinquedos, livros e acessórios. “Isso não é uma tarefa fácil, principalmente por uma questão de espaço. Mas é possível manter a ordem com algumas ferramentas simples. Chamo de ‘cada coisa em seu lugar’. Caixas e cestos organizadores são bons para juntar coisas de um mesmo tipo, como blocos de montar, carrinhos e bonecas”, diz. Ela aponta que nichos de marcenaria planejados para brinquedos são uma alternativa de como organizar a casa e agregar na decoração. “Se tiverem uma coleção, ficam lindo todos expostos e organizados”, completa.

Decoração deve manter todos os elementos dentro de uma mesma paleta de cores – Projeto: PB Arquitetura – Foto: Eric Romero

Quarto da bagunça decorado

Manter todos os elementos dentro de uma mesma paleta de cores e do mesmo estilo é uma dica para conciliar brinquedos ao tema da decoração. “É possível viajar desde o provençal, clássico de tons neutros, até os mais rústicos, ou lúdicos e coloridos. O enxoval de cama, como almofadas, cortinas, papel de parede, deve seguir uma mesma padronização”, explica.

A organização deve mudar conforme as crianças vão crescendo. “Como elas ganham mais autonomia, uma sugestão é colocar os objetos ao alcance delas, sem abrir mão da segurança. Isto é a principal proposta do método Montessoriano. Livros e brinquedos ficam expostos em locais baixos, caminha no chão, cadeirinhas e mesas do tamanho apropriado, para incentivar o uso”, afirma. 

Método Montessoriano propõe colocar objetos ao alcance das crianças com segurança – Projeto: PB Arquitetura – Foto: Eric Romero

Organização do tempo e do espaço na educação infantil

Ter uma brinquedoteca garante mais tranquilidade em relação à bagunça. “Podem bagunçar à vontade porque é um lugar feito para isso. É só fechar a porta e não vai atrapalhar a decoração”, pontua. Porém, ainda assim, deve-se educar as crianças quanto a organização. “Eduque as crianças desde cedo com o princípio de ‘cada coisa em seu lugar’. Se eles aprenderem a brincar e guardar, todo mundo sai ganhando. Torne a hora de guardar uma brincadeira. As crianças aprendem tudo com uma facilidade enorme. E o hábito se fortalece com constância e paciência”, conclui.

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