Garantia locatícia: saiba o que é e quais modalidades existem

Você sabe o que é uma garantia locatícia? Muito importante para a elaboração de qualquer contrato de aluguel de imóvel, ela é um recurso que evita dores de cabeça tanto para o inquilino quanto para o locador. 

Em razão da relevância que a garantia locatícia possui, abaixo, o ZAP Imóveis explica tudo o que você precisa saber sobre ela antes de alugar uma casa ou um apartamento – ou, ainda, disponibilizar seu imóvel para locação. Confira!

O que é garantia locatícia?

Vamos começar do básico: o que é garantia locatícia? Como o nome já entrega, o objetivo desse recurso é garantir que as condições do contrato sejam cumpridas pelo inquilino e, caso contrário, que o proprietário do imóvel seja indenizado. 

A partir do momento em que uma garantia locatícia é escolhida para compor determinado contrato de locação, o dono do imóvel sabe que, se o morador deixar de pagar as taxas devidas pelo aluguel em algum momento, ela pode cobrir esse prejuízo. 

As garantias locatícias disponíveis hoje, no mercado imobiliário, são definidas pela Lei do Inquilinato (Lei n.º 8245/91). Há quatro tipos descritos pela norma, mas é proibido exigir que o locatário contrate mais de uma delas. 

Então, quem decide qual garantia locatícia deve ser contratada para a locação do imóvel? Segundo a lei, é o proprietário. Muitas vezes, ele pode conceder a escolha entre duas ou mais variedades disponíveis, assim como exigir o cumprimento de uma específica. 

Quais são os tipos de garantia locatícia?

Entender como cada uma das garantias locatícias funciona é fundamental para, antes de alugar um imóvel, você saber exatamente qual delas mais se encaixa na sua realidade. Afinal, este é um assunto em que ninguém quer ter dor de cabeça, não é?

Inclusive, se você é proprietário de um imóvel e pretende colocá-lo para locação, é importante conhecer cada uma das modalidades de garantia locatícia antes de elaborar o seu contrato. Confira, abaixo, os detalhes de cada uma delas. 

Fiador

Uma das mais tradicionais opções de garantia locatícia disponíveis no mercado imobiliário é o uso de fiador. Também conhecida como fiança de aluguel, essa prática consiste em deixar um terceiro responsável por arcar com a dívida do aluguel em caso de inadimplência do inquilino. 

Como é possível imaginar, os riscos e as responsabilidades para a pessoa que decide atuar como fiadora são muito grandes. Por isso, cada vez menos pessoas aceitam se colocar nessa posição, assim como muitas imobiliárias e proprietários de imóveis deixaram de aceitar fiador como garantia locatícia. 

Existem algumas regras para alguém ser fiador, como a existência de imóvel no nome dele, por exemplo. Por não envolver nenhum gasto para o locador, a fiança pode parecer a melhor opção na hora de alugar, mas é preciso se preparar para um possível desgaste emocional de encontrar quem tope.

Imagem de duas pessoas se mudando para um apartamento

Caução

Cheque-caução, depósito-caução ou garantia de aluguel: esses três nomes fazem referência à mesma categoria de garantia locatícia. A caução de imóvel costuma ter o valor de até três vezes o valor do aluguel e deve ser pago logo ao firmar o contrato de locação. 

Apesar de exigir esse dinheiro imediatamente disponível, a vantagem é que, ao encerrar o contrato, ele é ressarcido ao inquilino – desde que a vistoria final não aponte a necessidade de algum reparo no imóvel.

Seguro-fiança 

O seguro-fiança é uma modalidade de garantia locatícia que caiu no gosto dos locatários. Isso porque, diferentemente da caução, não exige o pagamento de um valor alto e antecipado. Neste caso, é a seguradora que se responsabiliza por cumprir com as obrigações do locatário, caso seja necessário.

No seguro-fiança, o valor contratado pode ser parcelado em até 12 vezes, com uma mensalidade que não pesa tanto no bolso do morador. No entanto, o valor não é devolvido ao inquilino em nenhum momento – ou seja, é um dinheiro que não retorna como na caução.

Título de capitalização

Por fim, a quarta modalidade de garantia locatícia é o seguro-capitalização. Ainda pouco conhecido no mercado, esse recurso também é formalizado por meio de uma seguradora, mas exige um investimento maior por parte do morador. 

Para contratar um título de capitalização, o inquilino precisa arcar com uma quantia equivalente a, em média, dez vezes o valor do aluguel. No entanto, ao final do contrato, esse montante é ressarcido com as devidas correções de juros. Além disso, em algumas seguradoras, o locatário concorre a prêmios durante o contrato.

Aluguel de imóveis é no ZAP Imóveis

Independentemente da sua escolha de garantia para o contrato de locação do seu imóvel, o ZAP Imóveis é o lugar certo para anunciá-lo. Em nossa plataforma, você alcança milhares de pessoas que estão procurando, diariamente, uma nova moradia do jeitinho que precisam.

Já se você não possui um imóvel, mas deseja alugar um em breve, não deixe de visitar o nosso site! Lá, você encontra casas e apartamentos de todos os tamanhos e preços, em todo o país, prontos para se tornarem seu novo lar. Conheça o ZAP Imóveis.

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Quanto custa morar sozinho? Saiba como se planejar

Já se perguntou quanto custa morar sozinho? Tomar a decisão de alugar o próprio imóvel é um salto importante, não só por motivos financeiros, mas também por morar separado de seus familiares. É uma situação que envolve questões práticas e emocionais. 

Engana-se quem pensa que, para morar sozinho, basta pagar o aluguel. Outros custos estão envolvidos e, se os cálculos não forem corretos, o lado financeiro vira uma bola de neve. Pensando em facilitar essa grande mudança, o ZAP Imóveis separou algumas dicas para você se organizar. Vamos conferir?

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Mapeando gastos

O passo inicial para saber quanto custa morar sozinho é mapear os gastos. A organização financeira é essencial não só para este, como para qualquer momento da sua vida. Por isso, na hora do mapeamento, o primeiro ponto a se pensar deve ser se você vai dividir o imóvel com alguém ou não. 

O custo com o aluguel é o mais importante. Dependendo da cidade e da região, o gasto será maior ou menor. Para se ter uma ideia, o preço médio para alugar um imóvel em São Paulo é de mais de R$ 3 mil reais. Porém, é claro, há como conseguir um lugar por um preço mais acessível. 

Por isso, pense: em que região você vai morar? Qual é o tipo e o tamanho do imóvel? Ele é mobiliado? Tendo isso em mente, fica mais fácil obter um controle financeiro e ter um gasto mensal previsto somente para o apartamento ou a casa. 

Contas

É claro que, ao pesquisar quanto custa morar sozinho, deixar de lado as contas do dia a dia com água, energia e internet, por exemplo, é um erro determinante. A localização também influencia o valor, já que, caso seu trabalho e/ou sua faculdade sejam mais distantes, os gastos com o transporte precisam ser adicionados na lista. 

Alimentação

Os gastos com alimentação são os mais importantes junto às contas do dia a dia. Afinal, você terá que pagar por todas as suas refeições a partir de agora. Pode ser que você coma em restaurantes de vez em quando, mas, caso não tenha um vale-alimentação ou vale-refeição, estes gastos serão apenas seus. 

Para ter uma base do valor, tente levar em conta o preço médio da cesta básica atual, que é de R$ 600. Provavelmente, este será o valor que você vai gastar mensalmente. Considerando o preço dos alimentos que você consome, ou dos lugares que você frequenta, os gastos podem aumentar.

Saúde

Os gastos com a saúde não podem ser esquecidos. Seja por meio de um convênio médico, seja por consultas processuais, deixar um dinheiro reservado para isso nunca é uma má ideia. Além de ajudar em possíveis imprevistos, você mantém a saúde em dia, o que é o principal. 

Rede de apoio

Outro fator a ser considerado é se você vai arcar com os custos sozinho ou terá apoio financeiro. Caso tenha, o valor final será consideravelmente menor. Em alguns casos, se a mudança ocorrer por conta do trabalho, alguns custos podem ser cobertos pela própria empresa. 

Reserva financeira

A próxima etapa é preparar uma reserva de emergência. Não é indicado morar sozinho sem ter um valor reservado para, pelo menos, três meses de aluguel. Se algo acontecer, como a perda de emprego ou qualquer empecilho, deve-se ter a reserva financeira para cobrir de três a seis meses até se recolocar profissionalmente.

Também vale considerar os gastos extras, ou seja, possíveis imprevistos com eletrodomésticos, carro ou problemas pessoais, por exemplo. Tendo esta reserva, você se sente sempre em segurança. 

Controle financeiro

Por último, mas não menos importante, o controle das finanças pessoais é essencial para gastar apenas o necessário durante o mês. É claro que, neste meio, estão inclusos os gastos com a vida social. Ninguém é de ferro, não é? Porém, a dica é manter o orçamento em uma planilha, um aplicativo ou um caderno.

A partir disso, você sabe quais são os custos fixos e variáveis, e pode fazer uma organização financeira. Atente-se para gastar menos do que ganha, senão é dívida na certa! Controlando-se desde o início, você tira a experiência de morar sozinho de letra.

ZAP Imóveis: encontre a sua nova moradia!

Está pesquisando quanto custa morar sozinho, mas não encontrou um imóvel para alugar? O ZAP Imóveis ajuda nesta missão! Visite o nosso site, utilize os nossos filtros (faixa de preço, metro quadrado e número de quartos, vagas e banheiros) e encontre o imóvel ideal para você. 

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Como funciona a ação de despejo e em quais situações pode ocorrer

Receber ou mover uma ação de despejo não é interessante para nenhum dos envolvidos em uma locação de imóvel – nem o proprietário, nem o inquilino. No entanto, existem situações em que a medida é a última solução possível para a resolução de algum contratempo na locação, tornando-se necessária.

Para você saber como funciona ação de despejo e em quais hipóteses ela pode ser movida pelo locador, o ZAP Imóveis explica cada detalhe sobre essa medida. Entenda abaixo!

O que é ação de despejo?

Vamos começar explicando o principal: o que é ação de despejo. No momento em que um contrato de locação é firmado entre duas partes, uma série de direitos e deveres passa a ser aplicada a ambas. Porém, sabemos que o mundo não é perfeito e, com frequência, o morador pode “pisar na bola” em algumas situações.

Para evitar que o inquilino permaneça morando na casa ou no apartamento enquanto quebra alguma das regras impostas pelo contrato de locação, ou mesmo pela Lei do Inquilinato, o proprietário possui uma carta na manga: a ação de despejo.

Como funciona uma ação de despejo?

ação de despejo

Para dar início a uma ação de despejo, o proprietário deve acionar a Justiça. Ao final desse processo – que pode levar meses ou até mais de ano, é verdade –, o juiz pode determinar que o morador do imóvel se retire imediatamente.

Além da desocupação do imóvel, o inquilino pode ter que arcar com todos os pagamentos que não realizou nos últimos meses, como aluguel, condomínio, IPTU, contas de água e luz.

Caso o locatário não saia de forma amigável do imóvel, após a decisão do juiz, a desocupação também pode ocorrer com apoio de força policial. Este é um cenário que ninguém deseja, mas pode se tornar inevitável.

Como a ação de despejo pode se tornar um processo longo e dispendioso – afinal, envolve custos judiciais e gastos com advogados, por exemplo –, é recomendado que, antes de contatar a Justiça, o proprietário realize uma notificação extrajudicial, por carta ou e-mail, por exemplo, pedindo ao morador que saia do imóvel.

Liminar de despejo

Para resolver esse processo de forma mais rápida, muitos proprietários entram com uma liminar de despejo durante o processo. Com ela, o juiz pode determinar que o inquilino pague as dívidas com o locador ou saia do imóvel em até 15 dias.

No entanto, para isso, o dono do imóvel precisa fazer um depósito equivalente a três meses de aluguel na conta do processo. Caso o juiz determine a vitória do proprietário ao fim da ação, esse dinheiro é reembolsado. Senão, ele é utilizado para pagamento de indenização ao locatário.

Quais motivos podem gerar uma ação de despejo?

Como dissemos anteriormente, há algumas razões que podem fazer o proprietário precisar mover uma ação de despejo contra o locatário. Abaixo, confira as principais.

Ação de despejo por falta de pagamento

O que mais costuma acontecer é a ação de despejo por falta de pagamento. Entre as taxas que fazem parte disso, além do próprio aluguel, estão IPTU, condomínio, contas de água, gás e luz.

Segundo a lei brasileira, um dia de atraso no pagamento já é suficiente para mover uma ação de despejo, mas a maioria dos proprietários espera meses para ajustar a situação sem essa resolução drástica.

Ação de despejo por permanência indevida

Se o contrato de locação terminou e não foi prorrogado, o inquilino é obrigado a sair do imóvel. Caso isso não aconteça, o proprietário pode ir à Justiça e entrar com a ação de despejo. O mesmo vale para contratos de temporadas, caso o locatário se recuse a sair do imóvel após o término.

Ação de despejo por descumprimento do contrato

Um contrato de locação possui diversas regras, e o descumprimento de qualquer uma delas pode originar uma ação de despejo. Como exemplos, podemos citar o uso do imóvel para finalidade diferente da prevista (moradia ou comércio), além de reformas realizadas sem autorização do locador.

Ação de despejo para reparos emergenciais

Problemas podem acontecer a qualquer momento em um imóvel, seja na parte elétrica, seja na hidráulica ou na alvenaria, por exemplo. Caso um conserto urgente seja necessário e o inquilino se recuse a permitir a obra ou a sair da residência, quando é preciso, o proprietário também pode ir à Justiça pedindo a saída dele.

Ação de despejo para uso próprio

Outro motivo para ação de despejo é quando o proprietário pretende tomá-lo para uso próprio ou para cônjuge, pais, avós, filhos ou netos façam uso residencial do imóvel, desde que eles não possuam outros imóveis nos próprios nomes.

Ação de despejo por morte do locatário

Por mais triste e difícil que seja a situação de morte do locatário, essa é uma hipótese que também dá direito ao proprietário de solicitar uma ação de despejo a quem seguir utilizando o imóvel – desde que não haja um sucessor legítimo para assumir a locação.

O ZAP Imóveis ajuda você a alugar seu imóvel

Entendeu como funciona a ordem de despejo? Então, agora, é hora de anunciar seu imóvel para locação no ZAP Imóveis. Conte com a nossa plataforma para fazer o seu anúncio chegar a muito mais pessoas e fechar o negócio de forma rápida e tranquila. Fale conosco se houver qualquer dúvida.

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Como calcular aluguel de um imóvel? O ZAP Imóveis te ajuda!

Você já se perguntou como calcular aluguel de uma residência? Para quem possui uma casa ou um apartamento e pretende disponibilizar o imóvel para locação, essa é uma das questões mais importantes antes de fazer o anúncio e atrair interessados. 

Há muitos fatores que influenciam o cálculo de aluguel de um imóvel. Considerá-los de forma objetiva é essencial para definir um valor justo e competitivo, que favoreça a realização de bons negócios. 

Para ajudar você a entender melhor como acontece esse cálculo e o que ele considera para definir o valor para locação, o ZAP Imóveis conta, abaixo, tudo o que você precisa saber sobre o tema. 

Índice-base para o cálculo

Para calcular quanto cobrar de aluguel por um imóvel, existem alguns índices considerados como base pelo mercado. Antigamente, acreditava-se que o preço do aluguel deveria ser em torno de 1% do valor de venda dele. Hoje, essa taxa gira entre 0,5% a 1%.

Além disso, é importante lembrar que, a cada ano, o valor do aluguel se reajusta de acordo com o IGPM, o Índice Geral de Preços do Mercado. Definida pela FGV, Fundação Getúlio Vargas, essa taxa é multiplicada pelo preço do aluguel, a cada 12 meses de contrato, para definir o novo preço de locação da residência. 

Dessa forma, garante-se que o valor cobrado no aluguel do imóvel está de acordo com a inflação e os índices do mercado, sem nenhum prejuízo para o proprietário.

Fatores determinantes

Além dos índices básicos que indicamos anteriormente, há outros fatores essenciais para saber como calcular aluguel de um determinado imóvel. Confira detalhes sobre cada um deles abaixo.

Oferta e demanda

Esse é um dos critérios mais importantes na determinação do custo do aluguel de qualquer imóvel. O conceito de economia tem aplicação simples na locação de imóveis: quando há grande oferta, mas pouca procura por imóveis desse tipo, há uma queda no valor cobrado para locação. 

Da mesma forma, nos casos em que imóveis dessa categoria são escassos e altamente procurados, o preço cobrado pelo aluguel certamente cresce. É assim que o mercado imobiliário se ajusta constantemente para manter uma base justa dos valores de venda e locação de imóveis.

Localização do imóvel

A localização de uma residência é um dos fatores mais considerados por quem busca um novo lar para a família. Então, é claro que esse fator também influencia o valor definido para locação. 

Aspectos como desenvolvimento da cidade e do bairro em questão, disponibilidade de comércio e serviços, proximidade com estações de transporte público, além da oferta de itens de lazer, são cruciais para saber como calcular aluguel de uma casa ou um apartamento. 

Preço médio da região

Como a localização é um fator determinante para o valor de locação do imóvel, o preço médio praticado em outros imóveis da região também deve ser considerado. Desta forma, é possível oferecer um valor competitivo, que não faça você perder dinheiro nem afastar possíveis interessados. 

Tamanho e condições de conservação

Há quem prefira morar em apartamentos modernos, mas menores, enquanto outras pessoas não abrem mão de viver em residências com cômodos maiores – nem que seja em um local um pouco mais antigo. 

Portanto, o tamanho do imóvel também influencia a decisão de como calcular aluguel, sempre lembrando que um espaço maior não necessariamente custa mais caro. Tudo também depende das condições de conservação em que a casa ou o apartamento se encontra. 

Imagem de um contrato de aluguel de imóvel

Idade e infraestrutura

Muito conectada à questão da conservação do imóvel está a idade dele. Residências mais antigas podem ter um custo menor na locação, enquanto as mais novas e modernas apresentam recursos que as tornam mais caras para quem queira alugar. 

Além disso, a infraestrutura do local faz toda a diferença na hora de saber como calcular o valor do aluguel. No caso de edifícios, a presença ou a ausência de academia, churrasqueira, piscina e outros espaços de lazer são determinantes, assim como elevador e vagas de garagem, por exemplo.

Existência de mobiliário

Mudar-se para uma casa ou um apartamento que já vem com mobília representa uma grande economia para o novo morador, que não gastará com a compra de móveis, eletrodomésticos e nem mesmo com a mudança. No entanto, essa é uma condição que também torna o aluguel de uma residência mais caro que os demais. 

Posição geográfica

Você gosta do silêncio e da vista linda oferecidos por aqueles apartamentos que ficam em andares altos ou adora ter o sol da manhã batendo na sua janela todo dia? Fatores geográficos como esses também interferem na definição do valor de aluguel – afinal, valorizam o imóvel em questão.  

Valores de condomínio e IPTU

Para saber como calcular aluguel de uma residência, ainda é essencial considerar outras taxas já existentes, como o IPTU e o condomínio. Lembre-se de manter um valor razoável do aluguel para, quando somá-lo a essas outras tarifas, não ultrapassar o limite aceitável da competitividade.

Anuncie seu imóvel no ZAP Imóveis

Agora que você já sabe como calcular o aluguel de um imóvel, não perca tempo e anuncie sua casa ou seu apartamento no ZAP Imóveis. Aqui, seu imóvel ganha visibilidade e é encontrado muito mais rapidamente por quem precisa. Conheça nossa plataforma e tire suas dúvidas com a gente.

Descubra quanto vale seu imóvel de uma forma simples e rápida:

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Pronto, Mudei: Gil do Vigor dá dicas de como encontrar o seu imóvel com ZAP

Encontrar o imóvel ideal pode ser um desafio cheio de perrengues, né? E não importa se é a primeira ou a décima vez se mudando, sempre surge alguma dúvida ou imprevisto.

Por isso, no segundo episódio da série Pronto, Mudei, Gil do Vigor te dá um passo a passo de como encontrar o seu cantinho e tirar as dúvidas mais iniciais de quem quer alugar. E o melhor: tudo isso com o aplicativo do ZAP imóveis. Assista abaixo:

Conhece alguém que está procurando um imóvel? Já aproveita e compartilha esse post!

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Aluguel direto com proprietário vale a pena? O ZAP Imóveis conta!

Alugar um imóvel é um processo que exige muito cuidado e atenção a todos os detalhes do contrato. Afinal, trata-se de algo sério, que pode trazer consequências jurídicas e financeiras para as duas partes envolvidas – locador e locatário. Em meio a tantas decisões, uma é crucial: vale a pena o aluguel direto com proprietário?

Em busca de economizar ou finalizar um contrato de locação de forma mais rápida, é normal que muita gente dê preferência à locação de imóveis direto com proprietário. No entanto, essa escolha exige cuidado dobrado para não cair em golpes nem ter prejuízos futuros! 

Vantagens de alugar direto com proprietário

Por isso, abaixo, o ZAP Imóveis lista algumas vantagens e as principais desvantagens do aluguel direto com proprietário. Assim, sua decisão se torna muito mais consciente, livre de riscos e qualquer dor de cabeça. Confira!

Custo menor e velocidade

Em primeiro lugar, citamos aquilo que atrai muita gente para essa modalidade de locação: o custo menor do aluguel, já que, sem arcar com custos de imobiliária, o dono do imóvel pode cobrar um valor menor do inquilino. Além disso, o processo pode caminhar mais rapidamente, sem os processos comuns das imobiliárias.

Proximidade e flexibilidade na negociação

Quando alguém negocia o aluguel direto com proprietário, surge uma maior proximidade entre as partes, o que facilita uma relação de confiança e a possibilidade de negociação dos termos do contrato. Datas de vencimento do aluguel, possíveis descontos e taxas extras são alguns dos pontos que ficam mais simples de conversar. 

Desvantagens de alugar diretamente com proprietário

Imagem de aluguel direto com proprietário

Agora que você já conhece alguns dos pontos positivos sobre o aluguel direto com proprietário, o ZAP Imóveis também mostra quais são as principais desvantagens dessa prática. 

Falta de respaldo profissional

Como já adiantamos, aluguel de imóvel é coisa séria. Por isso, contar com o apoio de profissionais de uma imobiliária pode ser fundamental para evitar qualquer problema durante a elaboração do contrato de locação

Além disso, quem trabalha em imobiliária está mais que acostumado a precificar imóveis para locação de forma coerente. Afinal, trata-se de uma atividade que considera diversos fatores, como localização, preço do m² e condições do imóvel. Essa garantia de preço justo nem sempre está no aluguel direto com proprietário.

Insegurança contratual

Um contrato de locação de imóvel traz consigo diversos detalhes, como valores do aluguel, IPTU e condomínio, reajustes, duração da locação e multas por rescisão, direitos e obrigações de cada parte, e mais. Elaborar e assinar um documento desse tipo, sem supervisão de um profissional, é um perigo para locador e inquilino. 

Outra questão que a assessoria imobiliária apoia tem relação com a origem do imóvel. Ao disponibilizá-lo para locação, a empresa se responsabiliza por checar se tudo está em dia na justiça, sem irregularidades na documentação, evitando problemas futuros ao locatário.

Garantias locatícias restritas

Sempre presente nos contratos de locação, outro fator importante é a garantia locatícia. Antigamente, as mais comuns eram sempre o uso de fiador ou o depósito-caução – devolvido após o fim do contrato. Ao fechar um aluguel direto com proprietário, é provável que suas únicas opções continuem sendo essas.

No entanto, já existem outros tipos de garantias locatícias praticadas pelas imobiliárias hoje, como o seguro-fiança e o título de capitalização. Para quem não possui fiador ou não consegue arcar com o alto valor do depósito-caução, essas são ótimas opções para o fechamento do contrato. 

Cuidados necessários ao alugar diretamente com proprietário

Se você está procurando casa ou apartamento e pretende optar por uma locação sem intermédio de imobiliária, é importante tomar alguns cuidados, além de estar atento a todas as vantagens e desvantagens que citamos anteriormente. 

O primeiro deles é: atente-se para realizar a vistoria de imóvel antes de se mudar. Ela permite que o locatário comprove a situação em que encontrou o imóvel no início da locação, atestando como ele deve ser entregue quando o contrato encerrar. 

Esse processo costuma ser realizado por profissional. Já no caso de locação direto com proprietário, sempre opte por participar dela junto ao proprietário. Assim, ambos podem fazer considerações no contrato de locação, sem haver surpresas desagradáveis no momento de sair do imóvel. 

Outro cuidado necessário tem relação com possíveis reparos e ações de manutenção no imóvel. Segundo a lei, tudo isso é dever do proprietário, então atente-se para essa informação ficar clara no contrato – fazendo referência, inclusive, a reembolsos em caso de gastos do locatário com reparos emergenciais.

Aluguel é no ZAP Imóveis!

No ZAP Imóveis, você encontra o imóvel ideal para locação, sem estresse nem burocracia. Com nossa plataforma, sua pesquisa fica rápida e corresponde àquilo que sua família realmente precisa, sem perder tempo com o que não interessa. Visite nosso site e veja como podemos ajudar na sua mudança de vida.

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Reajuste de aluguel: entenda quando e como ocorre a correção

Na hora de começar a busca por um imóvel para alugar, uma das maiores preocupações tem relação com o valor a pagar mês a mês. No entanto, também é preciso se atentar à quantia desembolsada no futuro, quando ocorrer o reajuste de aluguel.

O reajuste de aluguel é uma medida prevista pela Lei do Inquilinato, uma norma que dispõe sobre as regras para contratos de locação firmados em todo o país. O objetivo da medida é corrigir o valor pago no aluguel para corresponder aos índices atuais de mercado.

Se você tem dúvidas sobre como funciona o reajuste de aluguel, quando ele acontece e quais são os índices utilizados, neste post, confira tudo o que você precisa saber antes de assinar seu próximo contrato de locação.

Como funciona o reajuste de aluguel?

Para começar, vamos explicar como funciona reajuste de aluguel. Essa é uma medida realizada sempre no aniversário do contrato de locação. Portanto, 12 meses após o início, seu contrato terá o valor reajustado para ficar de acordo com os índices do mercado.

Essa correção é importante para o proprietário não sair perdendo ao alugar a casa ou o apartamento por valores menores que aqueles praticados no mercado ou, ainda, regulados abaixo da inflação.

Como se calcula o reajuste de aluguel?

reajuste de aluguel

Para o valor do aluguel se manter de acordo com os indicadores econômicos do país, o reajuste ocorre sempre conforme um índice de inflação. Os dois principais são o IGPM e o IPCA.

Esse cálculo de reajuste de aluguel acontece sempre da seguinte forma: multiplica-se o valor pago mensalmente pela porcentagem representada no índice de reajuste determinado no contrato de locação. Abaixo, entenda melhor como funcionam esses índices e qual costuma ser mais utilizado para a correção do valor.

O que é IGPM?

O IGPM também é conhecido como Índice Geral de Preços do Mercado. O valor é divulgado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e calculado com base em outras três taxas: Índice de Preços por Atacado (IPA), Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e Índice Nacional do Custo da Construção (INCC).

Tradicionalmente, ele é o indexador mais utilizado para o reajuste de aluguel no país. No entanto, por ser um indicador bastante sensível à variação do câmbio, a utilização pode se tornar prejudicial ao inquilino, em casos de alta do dólar, ou mesmo ao locatário, quando o valor da moeda cai radicalmente.

O que é IPCA?

IPCA, como já adiantamos, é a sigla para Índice de Preços ao Consumidor Amplo. Calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse indicador considera o custo de vida das famílias e serve como base para a definição da meta de inflação pelo Banco Central.

Em razão da recente volatilidade do IGPM, muitos proprietários têm aderido ao uso do IPCA como índice de reajuste de aluguel, já que os valores dele têm se mantido dentro de uma média esperada para as correções anuais do valor pago pelos inquilinos.

Negociação entre inquilino e proprietário

Independentemente do índice previsto no contrato de locação para o reajuste de aluguel, sempre é possível tentar a negociação do novo valor pago mensalmente com o proprietário do imóvel, seja de forma direta, seja por intermediação da imobiliária responsável.

Em tempos de crise econômica e desemprego, especialmente, é totalmente compreensível que o inquilino tenha dificuldades para arcar com um aluguel muito mais caro do que aquele que está acostumado a pagar.

Nesses casos, conversar com o proprietário para chegar a uma melhor solução para ambos os lados é a melhor saída. Afinal, assim como o inquilino não gostaria de sofrer um desequilíbrio financeiro, o proprietário não deseja perder um locatário e, com isso, a renda vinda da locação do imóvel.

Planejamento é sempre a melhor opção

Para não sofrer com um aumento agressivo do valor pago todo mês, a melhor saída é saber como calcular reajuste de aluguel, atentar-se às correções previstas no contrato firmado e, com isso, planejar-se para quando esse momento chegar.

Identifique, na documentação assinada, qual é o índice determinado para o reajuste após 12 meses de locação. Com isso, fique de olho nos números que são divulgados mensalmente, seja pela FGV (no caso do IGPM), seja pelo IBGE (no caso do IPCA).

Apesar de esses dados mudarem mês a mês, é possível ter uma noção do valor para o qual seu aluguel será reajustado no momento do aniversário de contrato. Com esses valores em mente, você consegue planejar as contas de casa e, é claro, iniciar uma possível negociação com o proprietário a tempo.

Proprietário também deve ficar atento

Se você está do outro lado, ou seja, é proprietário de um imóvel e deseja disponibilizá-lo para locação, também é preciso atentar-se e entender como fazer reajuste de aluguel antes de firmar seu contrato.

Considere sempre utilizar a ajuda de bons profissionais para elaborar a documentação da melhor forma, trazendo segurança a você e ao futuro inquilino. Depois, é claro, conte com o ZAP Imóveis para anunciar seu imóvel na maior plataforma do país e encontrar um locatário de forma rápida.

Aluguel é no ZAP Imóveis

Agora que você já entende como funciona o reajuste de aluguel, utilize a plataforma do ZAP Imóveis para encontrar sua nova moradia! Temos um grande portfólio de casas e apartamentos para locação prontos para você conhecer e se apaixonar. Conte conosco e entre em contato caso haja qualquer dúvida.

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Contrato de aluguel: como fazer e o que não pode faltar?

Você está em busca de alugar um imóvel? A tarefa é bem mais simples e barata que comprar, mas é preciso se atentar a alguns pontos, sendo um deles o contrato de aluguel. Ele especifica até os mínimos detalhes da proposta de aluguel. 

O ZAP Imóveis entende que este documento é bastante delicado. Porém, para garantir que você alugue um imóvel dentro de todas as leis e direitos, separamos um artigo especial contando todas as dicas de como preencher um contrato de aluguel. Vamos lá?

Quem pode redigir um contrato de aluguel?

Segundo a advogada Dra. Sabrina Raul, especializada em direito imobiliário e tributário, o contrato de locação pode ser redigido pelo vendedor ou pela imobiliária, contanto que ambos conheçam o processo e as normas vigentes sobre aluguel.

“Além do próprio contrato de aluguel, é necessário providenciar o RG e o CPF de todos os signatários, além do laudo de vistoria do imóvel alugado. Caso o locador seja uma pessoa jurídica, também podem ser solicitados outros documentos”, adiciona a advogada. 

Quando atende a estes requisitos, o contrato de aluguel pode ter validade, o que facilita a transação. Porém, é sempre mais seguro ter a assistência de algum especialista no ramo para garantir que nada fique para trás. 

Como elaborar um contrato de aluguel?

A advogada Dra. Sabrina Raul especificou os pontos mais importantes, mas como fazer um contrato de aluguel? Qual é o passo a passo? Considerando as informações acima, o ZAP Imóveis ajuda você a não errar nada na hora de redigir. 

Saiba qual é o tipo de contrato

A Lei do Inquilinato (Lei n.º 8245/91) exemplifica três tipos de contratos: residencial, não residencial e por temporada. Cada um deles possui regras próprias, por isso é importante definir o tipo do imóvel e o interesse nele antes de continuar a redigir o contrato de aluguel.

Prazo do aluguel

O prazo do aluguel é um tópico indispensável, principalmente em contratos residenciais. Além de interferir diretamente na precificação, dependendo do prazo, pode haver circunstâncias que impedem a renovação do contrato ou a continuidade no imóvel. 

Valor do aluguel

O valor do aluguel deve ser decidido no contrato de aluguel com o proprietário e com profissionais especializados. Eles saberão ditar o valor mais justo considerando o imóvel, a localização e outros pontos essenciais. Um valor acima da média nunca é uma boa opção.

Imagem de uma pessoa assinando um contrato de aluguel

Esqueleto do contrato

A advogada Dra. Sabrina Raul pontuou algumas cláusulas que não podem faltar no contrato de locação. Ela diz que os tópicos sobre valores não são os únicos que devem ser observados. Os principais a se observar em conjunto são:

  • dados básicos do inquilino e do proprietário do imóvel;
  • termo de vistoria, que deve conter o máximo de detalhes possível;
  • garantias de pagamento (fiador, caução e seguro fiança);
  • despesas a serem pagas tanto pelo inquilino, quanto pelo proprietário;
  • período de vigência do contrato;
  • assinatura de todos os envolvidos na transação e na finalização do contrato, com reconhecimento da firma, de preferência.

Revisando e negociando o contrato

Tendo finalizado o contrato de aluguel, é hora de revisá-lo. Certifique-se de que todas as informações estão corretas e todas as cláusulas estão presentes. Feito isso, leve até o inquilino para a negociação das informações, assim ambas as partes ficam cientes e confortáveis com as decisões tomadas. 

Leve a um especialista

Após revisar e negociar as informações, leve o contrato de aluguel até um especialista para todas as partes envolvidas se sentirem seguras. Essa dica vale também como o primeiro passo de criação do contrato. Contudo, caso prefira redigir sozinho, não se esqueça de confirmar com o especialista de que está tudo em ordem. 

Assinaturas

Por fim, chegamos às assinaturas. O ideal é ter uma cópia para cada parte envolvida e recolher as assinaturas em cada uma delas. Feito isso, o imóvel está alugado e basta seguir para a melhor parte: a mudança!

ZAP Imóveis: o seu marketplace imobiliário!

Gostou de saber como funciona um contrato de aluguel? O blog do ZAP Imóveis espera ter respondido suas principais dúvidas. Se você está em busca de alugar, vender ou anunciar um imóvel, o ZAP é o lugar ideal para isso. Impulsionamos seu anúncio e ajudamos quem procura a encontrar o imóvel dos sonhos! 

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Fachadas térreas modernas – 10 projetos com dicas para se inspirar

As fachadas térreas modernas são reconhecidas pela arquitetura harmônica em detalhes mais sofisticados. Neste estilo de projeto, uma paleta de cores mais clean e neutra ganha destaque combinando com os revestimentos nobres na arquitetura. Além da paleta de cores mais neutra, esses projetos exigem design mais reto, texturas lisas e com detalhes em vidro para complementar o projeto. A seguir, selecionamos uma lista com 10 projetos de fachadas térreas modernas para se inspirar. Veja qual deles se encaixa no seu estilo e boa leitura!

Fachadas térreas modernas

Fachadas térreas modernas – Confira os projetos para servir de inspiração

Nas fachadas térreas modernas o destaque está na arquitetura autêntica, detalhes retos e muita iluminação. Por isso, investir em janelas grandes e parede de vidro é uma excelente alternativa para quem curte um estilo mais contemporâneo na decoração da casa. Esses projetos podem ser inspiradores para casas na cidade, no campo, nas montanhas e também na praia. 

1- Fachadas térreas modernas com pé direito alto

Um dos destaques deste estilo de projeto são as fachadas térreas modernas com pé direito alto, podendo ser duplo com vários tipos de telhados. A ideia é destacar o lado direito da fachada com um ponto mais alto, adicionando uma estrutura moderna com uma porta alta na fachada. Nesta ideia também é possível incrementar com janelas de vidro, revestimentos em pedras naturais e até ripas de madeira.

Para plantas térreas de casas estreitas, o pé direito alto fica localizado na parte central da fachada proporcionando um destaque maior para o hall de entrada da residência.

2- Ripas de madeira na fachada de casa térrea

As ripas de madeira na fachada de casa térrea combinam com uma arquitetura mais moderna, já que o amadeirado é uma das tendências em decoração. Os detalhes em ripado de madeira também combinam com a fachada da estrutura, principalmente em casas com pé direito alto. Saiba que é possível revestir toda uma parede com este efeito, basta escolher uma tonalidade de madeira que combina com o ripado, como exemplo, as casas modernas de concreto. Outra dica é anexar na casa uma garagem estilo caixote com cobertura abaixo da residência, bem como revestida com detalhes sofisticados.

3- Fachadas térreas modernas com telhado embutido

As fachadas térreas modernas com telhado embutido fazem o maior sucesso nessas construções, já que o modelo de telhado está super em alta. Essa dica vale para casas de todos os estilos, inclusive a planta térrea para casa moderna que exige uma estrutura com linhas mais retas. Aposte em projetos com platibanda de concreto, pintadas com as cores da fachada e combinando com um formato de casa no estilo caixote.   Para revestir a fachada da casa moderna sem muros, uma dica é usar o vidro espelhado para evidenciar o jardim e a beleza da entrada da residência.

Fachadas térreas modernas

4- Modelo de casa térrea estilo industrial

Uma tendência entre as casas modernas está o modelo de casa térrea estilo industrial, com fachada de concreto e revestimentos sóbrios em cores mais neutras. A proposta desse estilo de projeto é investir em estruturas metálicas, estruturas com pé direito alto e detalhes em cimento queimado. As linhas retas e texturas lisas são os maiores destaques deste estilo de fachada de casa. Inclusive, combina com janelas e portas de vidro que são tendências.

Uma paleta de cores terrosas como laranja e marrom também combinam com este estilo de fachada. Por isso, vale a pena investir nos tijolinhos à vista e pedra ferro na fachada.

Fachadas térreas modernas

5- Fachadas térreas modernas com telhado duas águas

As fachadas térreas modernas com telhado duas águas são indicadas para casas estilo geminada, promovendo um maior destaque para a cobertura da residência. Por mais que seja uma estrutura mais simples, você pode adicionar revestimentos modernos na fachada, como por exemplo, as pedras ardósia e ferro que são sofisticadas. Para destacar a sua fachada aposte em telhas coloridas nas cores cinza, preta ou em tom mais clarinho como o bege combinando com um telhado mais moderno.

6- Projeto de casa retangular em planta térrea

O projeto de casa retangular em planta térrea é indicado para terrenos com uma boa metragem. Inclusive, é uma solução para casas estreitas. Como os formatos geométricos fazem parte do estilo contemporâneo, a ideia da casa térrea retangular é criar espaços integrados conforme o formato da planta. Neste projeto geralmente são adicionados telhados embutidos, formato de casa, caixote e área de lazer completa com piscina.

Fachadas térreas modernas

7- Casas térreas contemporâneas em L

As casas térreas contemporâneas em L permitem criar um espaço central na residência, com espaço para piscina e área gourmet. Aposte também em uma varanda ao redor da residência, com estrutura em deck de madeira e paredes com revestimentos em pedras naturais. O jardim não pode passar despercebido, por isso, harmonize o espaço com vasos de plantas, gramado e canteiros com flores.

8- Modelos de casas térreas modernas com piscina

Os modelos de casas térreas modernas com piscina são ideais para espelhar a fachada da casa contemporânea. Para isso, construa a piscina na frente da residência em um formato que contemple toda a fachada do local. Adicione uma estrutura que dá acesso à casa e à piscina, colocando um caminho de pedras com rampas e escada.

9- Casas no campo com fachada térrea

As casas no campo com fachada térrea permitem um visual mais moderno em residências na fazenda ou sítio. A ideia é reunir elementos sofisticados com o prazer e o aconchego de casas de campo. Esse projeto exige contato direto com a natureza em meio a um gramado verde e lagoa de peixes. Uma casa de campo moderna pode aproveitar as particularidades da residência, como um terreno em desnível e no alto de uma montanha em meio às árvores.

Fachadas térreas modernas

10- Projetos de fachadas térreas com varanda

Os projetos de fachadas térreas com varanda também fazem parte do estilo moderno, principalmente para quem quer investir em um espaço para relaxar. Aqui nesta ideia para fachadas térreas modernas, a varanda é o ponto alto com acesso aos painéis de vidro e estrutura coberta gourmet. A cobertura da casa é a mesma que a da varanda, diferente dos modelos de casas com varanda colonial em uma ou duas águas.

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Espaço gourmet com piscina pequena – Projetos e Dicas para construir

O espaço gourmet com piscina pequena é ideal para casas com pouca metragem, podendo ser instalado o ambiente de lazer nos fundos, frente ou lateral da casa. Um projeto de área de lazer com piscina e espaço gourmet exige planejamento, principalmente devido ao pouco espaço disponível. Apesar disso, é possível criar ambientes acolhedores para reunir toda a família, mesmo com um local mais limitado de espaço.

Abaixo você vai conferir alguns projetos inspirados em espaço gourmet com piscina pequena e depois acompanhe as dicas para construir o seu ambiente de lazer próprio!

Continue lendo.

espaço gourmet com piscina pequena

Espaço gourmet com piscina pequena – Encontre o melhor projeto

Já pensou em construir um espaço gourmet com piscina pequena para reunir amigos e sua família? Saiba que mesmo com pouco espaço, é possível construir um lugar incrível e aconchegante para recepcionar suas visitas. Em uma área de lazer com piscina pequena você pode realizar projetos incríveis, personalizando com móveis, objetos, revestimentos e detalhes harmoniosos entre si. A seguir selecionamos alguns projetos que servirão de inspiração para construção de um lugar agradável, bonito e bastante funcional.

Área gourmet com churrasqueira e piscina 

A área gourmet com churrasqueira e piscina pequena são combinações que dão super certo, proporcionando um ambiente funcional para reunir seus convidados. Aqui neste espaço gourmet não pode faltar a pia, armários, mesa e balcão, tornando este um espaço bastante equipado para preparo e realização das refeições. Aproveite para revestir a churrasqueira com pedras ou tijolinhos destacando o espaço com um toque de charme.

A escolha do formato de piscina deve harmonizar com a decoração do espaço gourmet, considerando o mesmo estilo para ambos.

Espaço gourmet com piscina pequena na fazenda

Saiba que é possível construir um espaço gourmet com piscina pequena na fazenda. Afinal, é uma ideia bastante certeira quando o assunto é criar um ambiente aconchegante. Nesta dica de área de lazer, os detalhes mais rústicos dão um toque todo especial, já que combinam com este tipo de ambiente. Por isso, invista em uma área gourmet revestida com madeira, espaço com deck dando acesso à piscina e demais detalhes. Aproveite para adicionar um telhado que compreenda o conceito como a cobertura de madeira usando ripas, sarrafos e telha cerâmica.

espaço gourmet com piscina pequena

Casa moderna com espaço gourmet com piscina 

A casa moderna com espaço gourmet com piscina pequena também apresenta grandes benefícios, já que a arquitetura promete surpreender com um toque mais sofisticado. No espaço gourmet com piscina pequena em casas contemporâneas a paleta de cores é mais clean, móveis tem um design mais autêntico e o ambiente contém poucos detalhes. As pedras e revestimentos claros são os mais usados neste estilo de projeto, mesmo tratando-se de uma área com churrasqueira. Aposte também em detalhes com vidro, fibras naturais e revestimentos sóbrios em cinza, preto e o branco.

Área gourmet com piscina pequena simples

Para quem deseja economizar com o espaço de lazer, saiba que é possível construir uma área gourmet com piscina pequena simples. Isso não quer dizer que o local irá perder o charme. Pelo contrário: com um bom planejamento é possível fazer um espaço gourmet com piscina incrivelmente equipada. Nas construções do espaço escolha revestimentos de piso mais clean, paleta de cores do ambiente mais neutra e adicione detalhes com plantas que estão em alta.

Um balcão de cimento substitui perfeitamente uma mesa, complementando com banquetas e revestimentos fáceis de limpar como o granito. 

espaço gourmet com piscina pequena

Espaço gourmet com piscina pequena e hidromassagem

Outro projeto que combina com este ambiente é o espaço gourmet com piscina pequena e hidromassagem. Essa dica vale para as piscinas elevadas construídas com madeira ou concreto, revestidas na borda com cerâmica, pedra São Tomé ou Mineira. Uma piscina pequena é indicada para quem não possui muito espaço, como nos fundos da casa com área gourmet inclusa. Aproveite a área gourmet com churrasqueira para adicionar uma piscina pequena com hidro, harmonize com um canteiro de plantas e uma cascata.

Dicas para construir um espaço gourmet com piscina pequena

Não importa se você vai construir uma piscina nos fundos, frente ou lateral da casa, saiba que é preciso planejar com o projeto de paisagismo. Abaixo, selecionamos algumas dicas para construir um incrível espaço gourmet com piscina pequena.

Faça uma lista de desejos para o projeto

Ao projetar um espaço de lazer todo equipado com piscina pequena, faça uma lista de desejos antes de iniciar o projeto de execução. Coloque tudo que é indispensável para o espaço. Desde piso antiderrapante, revestimentos para área externa, telhado, material e formato da piscina. Não esqueça de considerar todos os móveis como a pia, indispensável para preparar as refeições e fazer a limpeza do local sem usar a cozinha da casa.

Outra dica é caprichar na decoração da área gourmet com piscina pequena. Escolha elementos que contribuem com a estrutura, inclusive com o conceito arquitetônico da residência.

espaço gourmet com piscina pequena

Defina suas prioridades com o espaço

Com a lista pronta é necessário definir quais são suas prioridades com o espaço. Por exemplo, se você curte fazer festas considere um bom espaço para receber os convidados. Para isso, adicione móveis como sofás, espreguiçadeiras, banquetas, mesas, balcões e bancos para as pessoas sentarem. Aposte em uma área gourmet completa com churrasqueira, forno ou fogão a lenha para preparo de várias refeições. No caso da piscina, por mais que ela seja pequena, é possível escolher um modelo com queda d’água e cascata para decorar toda a área externa.

Escolha uma boa localização para a piscina

A escolha de uma boa localização para a piscina é indispensável, pois permitirá a ampliação do espaço e maior funcionalidade. A dica é priorizar o local que possui mais contato com o sol, assim você garante um melhor aproveitamento da piscina durante todo o ano. Se preferir, adicione guarda-sol para proteger do excesso de sol enquanto utiliza o espaço para relaxar. Aqui neste projeto os quiosques e pergolados também são bem vindos, principalmente se a área gourmet está localizada mais longe da piscina.

Considere uma cobertura para o espaço gourmet

Ao considerar uma cobertura para o espaço gourmet, você também estará investindo em uma proteção para a piscina. Essa ideia vale para áreas gourmet perto da piscina, onde o telhado do espaço poderá cobrir parte da piscina pequena. Para as coberturas de espaço gourmet com piscina pequena considere as estruturas com telhas, palha e até policarbonato que permite um melhor aproveitamento da luz natural.

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