Saiba o que é um contrato de mandato e como ele funciona

Não há nada melhor do que ter a ajuda imobiliária durante o processo de disponibilizar um imóvel para alugar, não é? A locação exige tempo e habilidade para correr atrás de inquilinos. O contrato de mandato é essencial na etapa de preenchimento de documentos.

Por meio deste contrato, a imobiliária se responsabiliza por toda a burocracia. Além disso, considerando que a empresa também ganha em cima do aluguel, o contrato pode ser fechado de forma ágil, encontrando um inquilino com maior rapidez.

Afinal, o que é um contrato de mandato?

O advogado Vinícius Costa, presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), explica o que é o contrato de mandato. Segundo ele, esse documento regula o acordo com a imobiliária e dita as regras para garantir que ambas as partes envolvidas se sintam seguras.

“O contrato de mandato outorga poder a outra pessoa pela prática de certos atos. Ele pode contemplar a forma de administração e o mandado para a prática dos atos em nome do proprietário. Contudo, deve ser bem específico para o ato ser compreendido pelo locador”, orienta Vinícius.

O que deve constar no contrato de mandato?

contrato de mandato

Agora que você já sabe do que se trata esse tipo de contrato, deve estar se perguntando quais são as principais características do contrato de mandato, certo? Pensando nisso, nós, do ZAP Imóveis, listamos as principais informações que devem ser especificadas. São elas:

  • detalhes sobre o bem que será administrado;
  • valor a ser pago pela administração;
  • obrigações do proprietário e da administradora;
  • condições para a locação;
  • exercício de mandato.

Além desses pontos, o contrato de mandato deve conter uma cláusula determinando que o locador será representado pela imobiliária para todos os fins de locação. Nesse caso, ele praticamente não participa de nada, apenas recebe a parte que lhe cabe pela locação.

“Pelo mandato, o locador concede à imobiliária o direito de representá-lo junto a terceiros na locação. Pela administração do bem, a imobiliária se compromete a zelar pelo imóvel que foi alugado”, explica Vinícius.

O que a imobiliária deve fazer antes de alugar o imóvel?

Segundo Vinícius Costa, a imobiliária deve tomar medidas preventivas na hora de alugar o bem, como a vistoria do imóvel, a análise de documentos do locatário, a exigência de garantia locatícia idônea, além de cobrar as obrigações do locatário, como o aluguel em dia.

Caso haja deslizes que impliquem na falta dessas obrigações, a imobiliária pode ser responsabilizada. O locador fica obrigado a fornecer à empresa um imóvel em condições de uso para o qual se destina, além de fazer reparos quando for necessário e entregar documentos pedidos.

Modelo de contrato de mandato

Antes de elaborar o modelo do contrato de mandato, é preciso conhecer algumas resoluções específicas listadas pelo Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI). Entre elas, está a 005/78, estabelecida no artigo 1º, que dá como obrigatória a necessidade desse documento ser escrito.

Segundo o Art 1º, “toda e qualquer intermediação imobiliária será contratada, obrigatoriamente, por um instrumento escrito, que incluirá, entre outros, os seguintes dados:

  • nome e qualificação das partes;
  • individualização e caracterização do objeto do contrato;
  • preço e condições de pagamento da alienação ou da locação;
  • dados do título de propriedade declarados pelo não proprietário;
  • menção da exclusividade ou não;
  • remuneração do corretor e forma de pagamento;
  • prazo de validade do instrumento;
  • revogada pela Resolução-Cofeci nº 811/03 em face do que dispõe o art. 727 do Código Civil Brasileiro: “se, por não haver prazo determinado, o dono do negócio dispensar o corretor, e o negócio se realizar posteriormente, como fruto da mediação, a corretagem lhe será devida; igual solução se adotará se o negócio se realizar após a decorrência do prazo contratual, mas por efeitos dos trabalhos do corretor”;
  • autorização expressa para receber, ou não, sinal do negócio.

ZAP Imóveis: o lar dos seus sonhos está te esperando!

Deu para perceber que deixar um contrato de mandato pronto envolve muitas burocracias, certo? Nós, do ZAP Imóveis, esperamos ter te ajudado a entender um pouco mais sobre esse documento indispensável para a locação de bens imóveis.

Aproveite, visite o blog do ZAP e encontre outros artigos exclusivos que te ajudam a entender melhor sobre o processo de locação. Além disso, há dicas de decoração, organização, limpeza, paisagismo, arquitetura e muito mais. Não fique de fora!

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Casa na roça – Fotos, dicas e ideias pra você fazer a sua

Ter uma casa na roça é um sonho de muitas pessoas que desejam morar em um local em contato com a natureza, calmaria e tranquilidade. Quando se fala em morar no campo, logo se pensa em criação de gado, porco e demais animais da fazenda. Mas o que muita gente não sabe é que esse estilo de construção pode ser bem simples e com uma metragem de terreno pequena.

Existe a possibilidade de construir uma casa moderna no campo a partir de um projeto arquitetônico contemporâneo e com elementos modernos de uma casa inteligente, por exemplo. A seguir você vai poder conferir várias ideias para construção de uma casa na roça, apostando em elementos rústicos, planta arquitetônica funcional e melhor aproveitamento do espaço.

casa na roça

Casa na roça – Confira as fotos e dicas para construir a sua

Quando falamos em um projeto para casa na roça estamos envolvendo uma ideia de ambiente que gera bem-estar e funcionalidade. Mesmo com pouca metragem é possível construir uma casa que acomoda toda a família e ainda sobra um espaço para investir em criação de animais, horta e jardim. Abaixo selecionamos algumas dicas de plantas e conceitos para casas na roça, com sugestões de como construir o melhor espaço para você e sua família. 

Casa na roça com varanda 

Entre os modelos rurais de casas estão a casa na roça com varanda, uma ideia simples e que combina bem com espaços em meio a natureza. Aqui você poderá construir uma varanda gourmet com churrasqueira, mesa e cadeira de balanço para festas em família. Também pode combinar um projeto com varanda ao redor da casa, já que este é um dos projetos que mais combina com casas no campo.

Os telhados da casa com varanda podem ser o aparente, nos modelos quatro ou duas águas com telhas de cerâmica pintadas no clássico laranja e entre outras cores.

Casa pequena e simples na roça

A casa pequena e simples na roça ganha destaque pelo conforto que poderá oferecer através de sua estrutura de alvenaria, madeira e bloco de cimento. São indicadas as plantas de casas quadradas, dois pavimentos e com desníveis para os terrenos mais íngremes.

O revestimento da casa na roça simples e pequena compreende um visual mais rústico, com tijolinhos aparentes, pintura com cores terrosas e acabamento mais neutro. Para o telhado da casa simples na roça você poderá escolher entre os modelos aparentes, com folhas de fibrocimento ou telhas de cerâmica.

casa na roça

Casas rústicas nas montanhas

As casas rústicas nas montanhas são conhecidas pela sua arquitetura e beleza. Neste caso, elas podem ter detalhes em pé direito alto combinando com o estilo da fachada. O estilo rústico é bastante usado em casas na roça, combina com uma estrutura tanto de madeira quanto de alvenaria. Neste caso, os espaços com gramado combinam perfeitamente, ainda mais se a casa estiver rodeada de montanhas e áreas verdes em meio a natureza.

Casas modernas na roça

Não é apenas o estilo rústico e simples que compreende as casas na roça, mas também os estilos de casas modernas. As casas modernas em chácaras, fazendas e sítios esbanjam uma arquitetura contemporânea através de construções como chalés, planta com pé direito alto e com espaço para mezanino.

Os telhados das casas modernas no campo possuem uma estrutura embutida, com rodabanca aparente e fachada mais moderna. Uma dica é investir em vidros, elementos modernos que farão da fachada da casa na roça mais contemporânea.

Ideias que combinam com casa na roça

Após conhecer ideias para construção de uma casa na roça, veja também algumas ideias que combinam com este estilo de residência ideal para passar as férias, fim de semana ou lugar para morar.

casa na roça

Construção de uma horta em casa

A construção de uma horta em casa na roça é essencial. Afinal, permite cultivar alimentos para consumo próprio e venda. Geralmente, a terra já possui nutrientes para ajudar no crescimento dos vegetais, necessitando apenas alguns cuidados com o cultivo. As hortas podem ser construídas em variados tamanhos e estilos. Se você tem um espaço grande construa uma horta com mais variedades de vegetais, legumes e alimentos.

Para espaços mais limitados no exterior da casa no campo, aposte em hortas suspensas ou anexo ao muro da residência. Pequenos canteiros também compreendem uma horta nutritiva.

Espaço com gramado em casas no campo

Nas casas no campo e na roça não pode faltar um espaço com gramado, eles fazem parte da paisagem natural do campo.Esse estilo de plantação combina com casas com varanda, espaço com área de lazer atrás da casa, área externa com piscina e demais ambientes externos.

Neste caso, a grama esmeralda é mais utilizada, mas você pode escolher outros tipos de gramas para o seu gramado. As gramas são ideais para criação de animais, espaço para o lazer das crianças e também combinam com a arquitetura rústica da residência.

Área de lazer com piscina 

Falando em espaço para lazer em casa na roça, construir uma área com piscina é ideal para reunir a família nos dias quentes. Aqui são indicados projetos de piscinas de todos os estilos e tamanhos, como por exemplo, as piscinas de fibra, alvenaria e piscina de borda infinita para casas nas montanhas. O local ideal para instalar a piscina é em uma área mais privada, perto de muros, nos fundos da casa ou combinando com espaço para festa com churrasqueira.

É importante estudar o solo para escolher o melhor modelo de piscina, bem como, os revestimentos como pisos antiderrapantes ou pedras naturais para trazer segurança e beleza para a área externa da casa.

casa na roça

Lagoa, riachos e cachoeiras na casa na roça

Um terreno com lagoa, riacho e cachoeira é ideal para a construção de uma casa na roça, permitindo criar um ambiente mais acolhedor e esteticamente bonito através do contato com a natureza.

Você pode escolher entre um projeto de casa perto de cachoeiras ou mais afastado, desde que seja feito um estudo para uma estrutura segura. Já pensou acordar de manhã com o barulho de água? Com projetos de casa perto de riachos isso é possível, e ainda ajuda a proporcionar um ambiente de completo bem-estar. 

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Primeiro imóvel: tudo o que você precisa saber antes de comprar!

A compra do primeiro imóvel está na lista de desejos de muitos brasileiros. Para isso, é importante estar atento e bem informado antes de fechar o negócio, seja de um local novo, seja de um local usado, já que as regras básicas costumam ser as mesmas.

Segundo a corretora de imóveis e diretora-executiva da empresa Casas Bacanas, Monique Tonini, é sempre importante entender todo o trâmite do financiamento do primeiro imóvel enquanto ocorre a procura. Isso porque, assim como existem fantasias sobre a compra, há mitos sobre os processos de financiamento. 

Ou seja, apesar de acreditar que você consegue comprar um imóvel até determinado valor agora, quando o banco fizer a análise do seu perfil e embutir os juros nas parcelas, é possível que a situação fique um pouco além das suas possibilidades. “É muito mais ágil e promissor chegar no momento de fazer uma oferta em um imóvel já com o crédito aprovado”, ensina a profissional. 

A negociação de valor é outro quesito importante na compra do primeiro imóvel. A flexibilidade do vendedor depende muito da situação e do momento. De forma geral, as propostas feitas chegam a ter até 10% de desconto sobre o valor anunciado.

Gastos extras na compra de um imóvel

Quando se fala em custo, o futuro proprietário deve estar atento aos gastos extras que surgem com a aquisição do primeiro imóvel. Além da compra, há o imposto de transferência de bens imóveis, chamado ITBI, a escritura e o registro do imóvel.

Existe uma tabela, reajustada anualmente, com os valores do imposto, mas é bom ter em mente que o custo total deve girar entre 3% e 4% do valor do imóvel. Também vale pensar a longo prazo: coloque os custos mensais que você passará a ter no orçamento. Afinal, dono de primeiro imóvel paga IPTU, condomínio, água e luz.

Escolha bem a localização do imóvel

Imagem de primeiro imovel

Depois de definir o orçamento, o número de quartos e a metragem do imóvel, a escolha da região é o próximo passo na hora de saber como comprar primeiro imóvel. Essa decisão tem muito a ver com as necessidades pessoais de cada um. 

Alguns tendem a comprar o primeiro imóvel em um bairro próximo da família. Isso tem a ver com o tipo de relação estabelecida entre os parentes e quanto eles costumam interagir. 

Outra situação é a proximidade com o local de trabalho, algo que facilita a vida, já que se perde muito tempo com os deslocamentos e o trânsito. Ainda assim, vale avaliar a previsão de permanecer no emprego atual e no imóvel. 

“Acesso a meios de transporte público, vias de tráfego, desde grandes avenidas até ciclovias, pode ser algo mais importante que a proximidade do local de trabalho”, orienta a profissional.

Liquidez também deve ser considerada

Outro ponto importante na compra do primeiro imóvel é pensar na liquidez da casa ou do apartamento. Se for possível, escolha viver em bairros valorizados e que tenham muita procura. Assim, em um segundo instante, será fácil vender ou alugar o imóvel. 

Independentemente da região e do orçamento, contar com a ajuda de um profissional especializado facilita a busca pelo primeiro lar. É fundamental que a pessoa tenha conhecimento do mercado e dê importantes dicas para comprar um imóvel, sem forçar a venda. 

“Um bom profissional ajuda o comprador a entender a dinâmica do mercado e presta assessoria com a documentação, o financiamento, entre outras questões relacionadas à compra”, diz Monique.

Não tenha pressa

Pesquisar sem pressa é o caminho para a compra do primeiro imóvel. Monique ressalta que o tempo a favor é uma forma de entender o mercado, as opções e os valores das residências. Também não há limite de apartamentos ou casas que devem ser visitados até achar a melhor opção.

“É muito difícil encontrar o local perfeito. Um vai ter uma estrutura de lazer melhor, outro a reforma necessária, outro a iluminação ideal, etc. Ver muitos imóveis confunde a cabeça e não é garantia de comprar algo melhor”, explica.

“Com a orientação de um bom profissional, não há necessidade de visitar mais que três ou quatro imóveis para encontrar aquele que faça o coração bater mais forte”, aconselha.

O publicitário Daniel Packness encontrou o primeiro lar depois de visitar quatro apartamentos, todos na Zona Sul da cidade de São Paulo. Levou três meses até que tudo estivesse em ordem, e a mudança acontecesse. Ele diz que o segredo é a paciência. 

“O processo é lento. Você depende de terceiros, mas quando tudo se resolve, o resultado é muito bom. Demorei a encontrar um apartamento, resolver a compra, mobiliar e deixar tudo do jeito que queria”, conta ele.

Conte com a ajuda do ZAP Imóveis

Se chegou a hora de você procurar o seu primeiro imóvel, não tenha dúvidas: conte com o ZAP Imóveis para ajudar a sua busca! Acesse o nosso site e conheça milhares de opções, entre casas e apartamentos, para todos os gostos.

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Registro de imóveis: entenda o que é e qual é a importância

Para realizar o sonho de comprar um imóvel, é preciso investir um valor alto. Trata-se de uma transação que exige total segurança para o sonho não se tornar um pesadelo com um prejuízo enorme. Nesse processo, o registro de imóveis é importante.

O documento garante a propriedade de determinada residência, evitando que aconteça qualquer tipo de golpe. Se você ainda não conhece muito bem o assunto, entenda o que é, como conseguir e qual é a importância do registro de imóveis.

O que é registro de imóvel

Para introduzir o assunto, vamos começar falando sobre o que é registro de imóvel. De forma resumida, o documento reúne todas as informações e confere a propriedade do local a quem o comprou. Raphaela Gonçalves, advogada especialista em Direito Imobiliário do escritório Da Fonte Advogados, explica que ele funciona como “a certidão de nascimento do imóvel”.

Nele, “além da indicação do cartório onde o imóvel está registrado, há informações como número da matrícula, localização do imóvel, características, área, proprietário, eventuais ônus/gravames existentes, entre outras”, explica a advogada.

Qual é a importância do registro de imóveis?

O registro de imóveis serve para conferir ao titular o direito à propriedade e o conhecimento de terceiros sobre o fato. “Aqui, vale a máxima ‘quem não registra não é dono’. Dela, se extrai a importância do registro dos títulos aquisitivos para fins de efetiva transferência de titularidade”, destaca a advogada.

“Aqueles que possuem escritura definitiva não registrada não são donos e podem sofrer as consequências negativas da ausência do registro”, complementa Raphaela. Por isso, não é recomendado se preocupar apenas com a escritura, como acontece em muitos casos por conta das despesas na hora da compra. 

Laudimiro Cavalcanti, diretor do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ), pontua: “registrar um imóvel é de primeira necessidade, já que faz com que todos saibam que a propriedade lhe pertence, evitando dor de cabeça e prejuízos futuros”.

O que é escritura de imóvel?

Já que entramos neste assunto, você sabe o que é escritura de imóvel e qual é a diferença entre ela e a matrícula? A escritura é o documento emitido no momento da venda, oficializando a propriedade e todos os detalhes da transação entre as partes.

A escritura representa uma declaração pública, em que se registra a transferência do bem. Por isso, trata-se de um documento fundamental para assegurar a compra de uma casa, um apartamento ou um terreno. Ela é emitida pelo cartório de notas. 

Imagem de uma pessoa analisando papéis

O que é matrícula de imóvel?

Tão importante durante o processo de compra e venda é entender o que é matrícula do imóvel e qual é a relevância disso. Como já citamos anteriormente, na matrícula do imóvel, emitida em cartório de Registro de Imóveis, constam informações importantes sobre o bem e o proprietário. 

A matrícula contém o histórico completo do imóvel, incluindo o relato de escrituras realizadas em razão de mudanças de proprietários.

Como e quando fazer o registro de imóvel

Se você ainda está se perguntando como registrar um imóvel, ressaltamos que essa ação deve ser realizada no cartório de Registro de Imóveis do seu município. É crucial fazer o registro de imediato para evitar maiores transtornos na transação de compra e venda. 

“No cenário ideal, deve-se sair do ato da escritura, lavrada em cartório de notas, e ir direto para o cartório de Registro de Imóveis. Infelizmente, há casos de estelionatários que vendem o mesmo imóvel para dois compradores, causando prejuízos expressivos. O verdadeiro dono é quem registra primeiro”, afirma Laudimiro.

Como consultar o registro de um imóvel

Agora que você já entendeu sobre registro, escritura e matrícula, sabe como consultar o registro de um imóvel? Para ter acesso à matrícula de um imóvel, o caminho mais fácil é se dirigir ao cartório onde o registro foi realizado, com os documentos pessoais e o máximo de informações possível sobre o imóvel. 

No caso de cidades que possuem mais de um cartório de Registro de Imóveis, a matrícula costuma estar presente naquele mais próximo da região da propriedade. É importante saber que existe uma taxa a ser paga para a visualização da matrícula ou a obtenção de uma cópia. 

Também existem sites onde é possível solicitar a visualização do registro de um imóvel. Porém, cuidado para não cair em golpes! Faça a solicitação apenas em portais confiáveis. 

Conheça o ZAP Imóveis

Entender o funcionamento de todo o processo de registro de imóveis é fundamental antes de buscar por uma nova casa ou apartamento. Agora que você já conhece todos os detalhes do assunto, conte com o ZAP Imóveis para procurar o seu novo lar!

Nossa plataforma oferece milhares de imóveis em todo o país, com informações sobre valores, cômodos, metragem, localização e muito mais. Conheça nosso site e realize o seu sonho do imóvel próprio sem nenhuma complicação!

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Financiamento com nome sujo é possível? O ZAP Imóveis conta!

Comprar um imóvel é o sonho de muita gente, mas envolve o gasto de uma boa quantia de dinheiro. Por isso, grande parcela da população apela para o financiamento para adquirir a casa própria. No entanto, uma dúvida sempre surge: é possível fazer financiamento com nome sujo?

Infelizmente, podemos ser surpreendidos por gastos inesperados ou uma perda da renda repentina, o que gera dívidas e, consequentemente, a negativação do nome em órgãos de proteção de crédito, como SPC e Serasa.

Se você está passando por este momento complicado da sua vida financeira e pretende adquirir um imóvel em breve, abaixo, entenda melhor se é possível financiar imóvel com nome sujo e veja as melhores dicas para resolver a situação. Confira!

Quem possui dívidas não consegue fazer financiamento imobiliário

Como funciona o financiamento imobiliário?

Em primeiro lugar, antes de discutir se dá para fazer um financiamento com nome sujo, vamos relembrar como funciona o financiamento de um imóvel. De forma resumida, financiar um imóvel significa arcar com uma entrada, equivalente a 20% ou 30% do valor total, e pagar o restante de forma parcelada.

Atualmente, os bancos oferecem financiamentos que podem durar até 35 anos. Tudo depende de condições do financiamento contratado, valor do imóvel, renda do comprador, entre outros pontos.

De modo geral, o processo para contratação de financiamento de imóvel conta com cinco etapas: a primeira é a simulação, disponível em sites de instituições financeiras.

Em seguida, vem a análise de crédito, fase em que o financiamento com nome sujo costuma ser contestado – mas vamos falar melhor sobre isso mais à frente. As outras três etapas são a avaliação da propriedade, o fechamento do contrato e, por fim, o registro do contrato em cartório.

É possível financiar imóvel com nome sujo?

Agora, vamos responder à pergunta principal: afinal, é possível fazer financiamento com nome sujo? Infelizmente, a resposta é: não. No momento em que você dá início à compra de um imóvel e faz contato com o banco para um financiamento, não é apenas sua renda que é analisada.

Uma das etapas de análise de crédito realizada pelo banco é, justamente, o estudo da sua pontuação junto ao Serasa. Ali, consta qualquer dívida ou pendência financeira que você tenha no momento – quanto maior for o número delas, menor é a nota dada a você pelo sistema.

Por isso, não há possibilidade de financiamento para negativado. Os bancos não aceitam conceder crédito para quem possui dívidas, pois entendem que existe um risco maior de não receber o valor devido mês a mês.

“Pela resolução, serão analisadas a suficiência das garantias e a capacidade de pagamento da pessoa que está pretendendo o crédito. Há também a lei do superendividamento, que deixou de fora essa questão do financiamento imobiliário”, conta Cintia Senna, educadora financeira da DSOP.

Como comprar imóvel com nome sujo?

Estar com o nome sujo pode impedir muitas coisas, como fazer financiamento de imóveis, por exemplo. No entanto, não há por que você desistir tão rapidamente do sonho de comprar a casa própria.

Segundo Cintia, quem está negativado pode comprar um imóvel à vista ou por meio de permuta, oferecendo outra residência em troca. Ainda é possível aderir a um consórcio e pagar as prestações.

Porém, no momento em que a pessoa for contemplada, ocorre uma análise de crédito para liberação da carta do consórcio. Se o pretendente não tiver limpado o nome até lá, não será possível adquirir o imóvel.

“Só será liberado se a pessoa tiver capacidade de arcar com as prestações. Caso não seja aprovada, ela não perderá o dinheiro. Ele vai ficar rendendo até o final do plano, quando a pessoa receberá o valor atualizado, ou quando conseguir sanar a inadimplência do nome negativado”, explica Cintia.

Negocie para não ter seu nome negativado

Como fazer financiamento com nome sujo não é possível, se você não tem condições de comprar o imóvel desejado à vista, o jeito é tentar resolver essa situação antes de, finalmente, dar entrada em um financiamento.

Para limpar o nome, a educadora financeira orienta que a pessoa reúna todas essas informações: valor da dívida, possibilidade de negociação, quanto ela pode pagar à vista ou parcelado e se terá condições de assumir a prestação do financiamento junto ao acordo para regularização do nome sujo.

É sempre bom lembrar: “não adianta resolver apenas uma inadimplência e deixar a outra em aberto. É bom olhar todo o cenário, todas as dívidas, para realizar algo factível, que vai contribuir para a saída dessa negativação”, destaca Cintia.

Outra recomendação é já guardar um valor para o futuro financiamento que se pretende realizar. “O ideal é agir como se já estivesse financiando. Assim, quando a situação for resolvida, a pessoa já terá condições de pagar com tranquilidade. Se ela se organizar e negociar a dívida o máximo possível, é possível descontar multas e juros”, orienta a especialista.

Compre com o ZAP Imóveis

O financiamento com nome sujo não é possível, é verdade, mas você pode contar com o ZAP Imóveis para a compra do seu novo imóvel! Seja à vista, seja por financiamento, nosso site ajuda você a encontrar o lar perfeito de forma rápida e sem complicação. Conheça!

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Como financiar um imóvel pela Caixa: o ZAP Imóveis orienta!

Comprar a casa própria é um dos maiores sonhos de boa parte da população. Por ser um sonho caro de realizar, muita gente não tem todo o dinheiro necessário para pagar à vista. Nesses casos, pode-se recorrer ao financiamento, mas você sabe como financiar um imóvel pela Caixa?

O financiamento de imóvel pela Caixa costuma ser uma das primeiras opções de caminho que vêm à mente na hora de dar início à compra de uma casa ou um apartamento. Isso se deve, na maioria das vezes, a juros menores praticados pelo banco e certas facilidades para o parcelamento do imóvel em até 35 anos. 

Para você entender melhor como financiar um imóvel pela Caixa e se preparar para realizar seu sonho, o ZAP Imóveis conversou com especialistas no assunto e o resultado está logo abaixo. Confira!

Modalidades de financiamento

Atualmente, a Caixa trabalha com quatro modalidades de financiamento imobiliário, utilizando recursos do sistema brasileiro de poupança e empréstimo. Elas preveem correção por taxa fixa, taxa referencial (TR), IPCA (inflação) ou poupança Caixa.

Uma das melhores maneiras de saber a linha de crédito imobiliário a que você pode ter acesso pela Caixa é fazer uma simulação no site do banco. 

Usar o simulador é essencial para, antes de ir a uma agência dar início a todo o processo, você calcular o valor aproximado das parcelas do financiamento, de acordo com preço do imóvel que pretende adquirir, o valor da entrada e o prazo do financiamento que deseja adotar. 

Entrada, cotas e valores máximos de financiamento

Outro ponto importante sobre como financiar um imóvel pela Caixa são entradas, prazos e valores praticados. Hoje em dia, a cota máxima do financiamento fica entre 60% e 90%, a depender do sistema de amortização escolhido e da modalidade de financiamento. Portanto, a entrada arca com a porcentagem restante do valor do imóvel.

Com relação ao valor máximo do imóvel para financiamento de imóvel na Caixa, isso depende do sistema utilizado no financiamento. No caso do SFH, ou Sistema Financeiro de Habitação, o valor pode ser de até R$ 1,5 milhão. Já no SFI, ou Sistema Financeiro Imobiliário, não há limite.

Além disso, o período máximo de financiamento também vai de 120 até 420 meses (ou 10 a 35 anos), a depender do indexador ou da taxa fixa escolhida entre as quatro opções existentes e já citadas – um ponto crucial na hora de definir como financiar um imóvel.

“O valor da entrada é geralmente pago diretamente para quem vendeu. Caso a pessoa utilize o FGTS, a Caixa vai disponibilizar esse valor para o vendedor. Essas informações precisam estar claras no contrato de compra e venda”, explica Cintia Senna, educadora financeira da DSOP. 

“Já os pagamentos são debitados diretamente da conta do comprador, geralmente vinculada à Caixa, mas também podem ser feitos via boleto”, complementa a educadora. Já o economista Jucemar José Imperatori, do Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (DF), explica:

“Em geral, os pagamentos são mensais, com prazo de até 35 anos. Pode haver uma carência inicial para pagamento do financiamento. No período de carência, o mutuário pagará os prêmios de seguro vinculados ao financiamento com coberturas para danos materiais e de vida”. 

Imagem de uma agencia da Caixa Econômica Federal

Documentos necessários para iniciar o financiamento pela Caixa

Para quem está em busca de entender como financiar um imóvel pela Caixa, vale ressaltar que, no site do banco, também é possível verificar a lista completa de documentos necessários para dar entrada no financiamento. 

Atualmente, a lista inclui documento de identificação, comprovante de renda atualizado e certidão do imóvel de interesse. Caso deseje usar o FGTS no financiamento, você deve apresentar a última declaração do Imposto de Renda e o recibo de entrega à Receita Federal, além da Carteira de Trabalho ou do extrato de FGTS.

Acompanhe o seu financiamento

Cintia Senna orienta sempre manter o saldo necessário na conta, no dia da cobrança da parcela, e acompanhar de perto para ver se a atualização está ocorrendo corretamente. “Além das multas e dos juros, o atraso a partir de três parcelas pode fazer a Caixa tomar o imóvel”, destaca.

Imperatori também lembra que, ao ficar inadimplente, você pode sofrer diversas consequências: aumenta o valor da prestação pelo acréscimo de juros de mora e multas; há restrição a novas operações de crédito pelo atraso nos pagamentos; além da negativação nos cadastros restritivos de crédito (SPC e Serasa). 

“Havendo a desistência do pagamento do financiamento, o banco adotará as providências de cobrança visando à recuperação dos recursos emprestados. Não há devolução dos valores pagos durante o adimplemento ou a manutenção do imóvel”, afirma o economista. 

Compra de imóveis é no ZAP!

Já sabe tudo sobre como financiar um imóvel pela Caixa? Então, é a hora de contar com o ZAP Imóveis na busca da sua casa ou do seu apartamento ideal! Utilize os filtros disponíveis em nosso site e encontre imóveis usados, novos ou na planta, sem perder tempo e com a rapidez que todo mundo precisa. 

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Comprar ou alugar imóvel: saiba como tomar a melhor decisão

Ter uma casa própria costuma ser o sonho de muita gente há muito tempo. Porém, nos últimos anos, é possível acompanhar certa mudança de mentalidade dos jovens brasileiros. Muitos deles começaram a se perguntar: vale mais a pena comprar ou alugar imóvel?

Para algumas pessoas, pode parecer uma decisão simples, já que ainda existe o pensamento de que alugar um imóvel é “jogar dinheiro fora”. No entanto, há quem considere que pagar por uma locação enquanto investe dinheiro de outras formas possa trazer um retorno maior no futuro. 

Para te ajudar a tomar essa decisão sobre comprar ou alugar imóvel, o ZAP Imóveis listou tudo o que deve ser considerado sobre seu estilo de vida e sua saúde financeira. Confira!

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Quando vale a pena alugar um imóvel?

Antes de falarmos sobre alugar ou comprar imóvel, precisamos destacar que existem situações em que o aluguel pode ser vantajoso. A respeito do estilo de vida, alugar um imóvel pode valer a pena quando você ainda não tem muita certeza dos seus planos.

Pode ser que você pense em morar fora do país algum dia, por exemplo. Você também pode estar feliz na cidade em que vive hoje, mas aberto a convites de trabalho em outros municípios ou até estados, se as oportunidades forem boas.

Nesses casos, com certeza, alugar uma casa ou um apartamento pode ser mais prático, uma vez que facilita as mudanças, sem precisar pensar em vender um imóvel recém-comprado, por exemplo. 

Já pelo lado financeiro, você deve colocar todos os números na ponta do lápis para chegar a uma conclusão sobre o que compensa: alugar ou financiar um imóvel. Falaremos sobre isso mais a frente.

Quando vale a pena comprar um imóvel?

Agora, considere outro lado na disputa entre comprar ou alugar imóvel. Para quem tem planos mais permanentes, por estar estabilizado no trabalho, por exemplo, e não pretende mudar de cidade tão cedo, comprar uma casa pode ser a decisão mais acertada. 

Tirando a parte financeira da questão, a compra de um imóvel dá maior liberdade para adaptação do espaço às suas necessidades. Além disso, você ganha muito mais segurança por não ter que lidar com um proprietário que pode te tirar do lugar onde vive a qualquer momento. 

Agora, observando a decisão entre alugar ou comprar imóvel pelo lado financeiro, existem mais aspectos que devem ser considerados. Se você possui dinheiro para comprar à vista, considere essa opção para evitar as parcelas do financiamento.

Vale a pena financiar ou alugar um imóvel?

Vale a pena financiar um imóvel? Mais que isso: vale a pena financiar ou alugar? Agora que já falamos sobre questões relacionadas a estilo de vida e flexibilidade, é importante destacarmos o aspecto financeiro dessa decisão tão importante. 

Em primeiro lugar, vamos explicar um conceito chamado taxa de retorno. A partir do cálculo dessa taxa, você decide se, mesmo tendo dinheiro suficiente para um investimento à vista, é mais benéfico comprar ou alugar imóvel. 

Para chegar à taxa de retorno, você deve dividir o valor do aluguel do imóvel pelo valor da venda e multiplicar o resultado por 100. Por exemplo, considere uma casa ou um apartamento que custe R$ 300 mil e possa ser alugado por R$ 2 mil mensais. 

Na conta, 2.000 / 300.000 x 100 = 0,6. Neste caso, a taxa de retorno é de 0,6%, o que significa que aplicar R$ 300 mil em qualquer aplicação financeira que renda mais que 0,6% ao mês torna a locação mais atrativa — ou seja, você recebe juros o suficiente para pagar o aluguel e reinvestir o que sobra, obtendo maior lucro.

Alugar para comprar é uma boa opção?

Imagem de comprar ou alugar imovel

Outra possibilidade para quem tem dúvida entre comprar ou alugar imóvel é fazer os dois. Caso já tenha o dinheiro suficiente para 20% ou 30% da entrada de um financiamento, escolha um imóvel para alugar cuja mensalidade seja de, aproximadamente, 0,3% do preço da residência. 

Ou seja, se o imóvel que deseja custa em torno de R$ 500 mil, e você possui R$ 100 mil da entrada (20%), alugue uma residência de aproximadamente R$ 1.500 por mês (0,3% de R$ 500 mil) e invista R$ 100 mil, junto da diferença entre o aluguel e o financiamento.

Em algum tempo, você terá o dinheiro suficiente para comprar o imóvel do jeito que deseja à vista, evitando todo o gasto com taxas e juros que o financiamento acarreta. 

No ZAP Imóveis, você compra e aluga imóveis

E aí, já escolheu se, para você, é melhor morar de aluguel ou comprar uma residência? Pense bem em tudo o que listamos acima e, assim que decidir, conte com o apoio do ZAP Imóveis. Em nossa plataforma, você compra ou aluga o imóvel do jeitinho que deseja, sem complicação ou perda de tempo!

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Planejamento financeiro para comprar imóvel: 10 dicas infalíveis!

Chegou aquele momento tão esperado: você decidiu comprar um imóvel! Porém, junto dessa decisão, existem muitas outras que precisam ser tomadas: o pagamento será feito à vista ou com financiamento? Caso opte pela segunda opção, por quantos anos deseja pagar as parcelas? Tudo isso exige um bom planejamento financeiro!

Se você ainda não sabe muito bem como começar essa empreitada da casa própria, não se preocupe. O ZAP Imóveis te mostra os 10 passos necessários para organizar as finanças de forma eficiente e chegar à realização do sonho sem prejuízos nem dores de cabeça!

Reflita sobre o seu orçamento

Acesse seu extrato bancário e avalie quanto você consegue poupar por mês. Esta dica vem do economista Eduardo Reis Araújo, conselheiro do Conselho Federal de Economia (Cofecon). “O ideal é que essa reflexão seja feita em família, para uma avaliação mais precisa”, conta.

Qual é o saldo da sua disponibilidade financeira atual? Você tem dívidas a vencer ou tributos a pagar? Faz ideia do custo mensal da família? Avalie cada detalhe da forma mais realista possível para garantir um bom planejamento financeiro.

Organize suas contas

O professor Daniel Cavagnari, coordenador do curso de Gestão Financeira do Centro Universitário Internacional Uninter, sugere mudanças de hábitos. “Aquele pouco que você gasta pode representar um grande valor em um período longo. O cálculo deve ser sempre anual”, diz ele.

Como exemplo, o professor cita um passeio no parque aos domingos. “Um gasto de R$ 50 por fim de semana representa praticamente R$ 2,7 mil no ano”. Já pensou nisso? Por isso, é fundamental refletir em cada pequeno dinheiro que vai embora na semana e quanto isso significa de gasto ao longo de 12 meses.

Acompanhe suas metas

planejamento financeiro
Analise muito bem todas as possibilidades de pagamento que lhe forem oferecidas (Foto: Shutterstock)

Depois de fazer um bom planejamento financeiro, a parte mais difícil é cumprir com ele diariamente. Para ajudar nesse desafio, você pode preencher um quadro de metas, com uma coluna sobre a economia mensal proposta e outra sobre a economia realizada.

Deixe esse quadro em local de fácil acesso, como atrás da porta do quarto, por exemplo. Isso te lembra do seu plano de economia para adquirir o tão sonhado imóvel. “É um estímulo visual com resultados comprovados”, diz Araújo.

Aplique seus recursos em uma corretora

Além de saber como guardar dinheiro, é importante pensar em investir o que tem para ganhar mais. Segundo especialistas, corretoras de valores são as opções mais indicadas para quem busca potencializar rendimentos.

“Atualmente, a poupança só remunera com taxa de cerca de 6% ao ano. As opções de produtos de renda fixa em bancos tradicionais também são pouco rentáveis”, avalia o conselheiro do Cofecon.

Peça ajuda de um economista para fazer seus investimentos

Se você não tem tempo disponível e quer buscar uma alternativa mais segura para guardar o dinheiro, pode consultar um economista para obter orientações de onde aplicar. “Uma combinação de produtos financeiros conservadores com outros mais arrojados pode ser ideal para ampliar a rentabilidade”, ressalta Araújo.

Pesquise os preços dos imóveis

Não tem como fazer um bom planejamento financeiro pessoal sem pesquisar bem os valores dos imóveis do seu interesse. A pesquisa de preço é fundamental para te ajudar a ter um melhor conhecimento do custo do metro quadrado na sua região de interesse.

Segundo os especialistas do mercado imobiliário, ter essa noção é útil para o mapeamento de oportunidades, além de ajudar na argumentação e na tentativa de convencer o vendedor a oferecer melhores preços durante a negociação.

Não se iluda com preços milagrosos

Achou uma casa ou um apartamento por preço muito abaixo do que vê por aí, nas mesmas condições e localização? Então, desconfie! Investigue bem a procedência do imóvel e confira se ele possui toda a documentação em dia.

O dinheiro para a entrada de um financiamento de imóvel custou muito planejamento financeiro da sua parte, então você não quer perder o montante para um golpista, não é mesmo?

Não deixe de barganhar

Assim como é grande a importância do planejamento financeiro para a compra de um imóvel, também é fundamental saber negociar valores! Em crise econômica, principalmente, a estabilidade de preços do mercado imobiliário se torna vantajosa ao comprador. Portanto, vá atrás dos descontos para fazer um bom negócio!

Conheça as condições de pagamento

Hoje em dia, há muitas opções de financiamento de imóveis em diversos bancos e até construtoras, mas a maioria dos recursos vem da Caixa Econômica Federal. O que importa é: conheça bem todas as opções de taxas e condições disponíveis antes de escolher a que melhor se encaixa à sua realidade.

Atenção ao custo do financiamento

Ao comprar um imóvel, preste bem atenção ao total gasto ao final de 20 ou 30 anos de financiamento. Os juros podem fazer com que a despesa fique bem maior que o esperado, prejudicando o seu planejamento financeiro. Em alguns casos, pode ser mais vantajoso pagar aluguel em vez dos juros.

“O site do Banco Central oferece opção para comparação do custo de juros de financiamentos imobiliários. É uma boa alternativa para localizar as instituições com melhores preços desse serviço”, ensina Eduardo Reis Araújo.

Compre sua residência no ZAP Imóveis

Depois de entender como fazer planejamento financeiro da melhor forma, é hora de procurar o seu novo lar no ZAP Imóveis! Nossa plataforma oferece milhares de opções em todo o Brasil, para todos os bolsos e gostos. Visite o nosso site.

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Quebra de contrato de aluguel: tudo o que você precisa saber!

Alugar uma casa ou um apartamento sempre envolve muita expectativa de viver bons momentos nesse novo local. No entanto, surpresas e contratempos acontecem e, às vezes, a quebra de contrato de aluguel pode se tornar inevitável. Então, o que acontece?

Há muitos detalhes envolvidos em um contrato de locação de imóvel. Por isso, atentar-se a todos eles é fundamental para saber todos os direitos e deveres de cada parte, além das consequências em caso de quebra de contrato de aluguel pelo locador ou pelo locatário. 

Quer entender melhor o assunto antes de assinar o contrato de aluguel do seu novo imóvel? Então, confira abaixo tudo o que o ZAP Imóveis reuniu sobre como funciona a quebra de contrato de aluguel.

O que diz a Lei do Inquilinato?

Todos os contratos de locação de imóveis são regidos pela Lei n.º 8.245/91, popularmente conhecida como Lei do Inquilinato. Nela, constam as regras que locadores e locatários devem seguir a respeito da quebra de contrato de aluguel por ambas as partes. Veja mais detalhes na sequência.

Quebra de contrato de aluguel pelo locador

De acordo com a Lei do Inquilinato, existem alguns casos em que o proprietário pode quebrar o contrato de aluguel. O primeiro é o mútuo acordo – ou seja, quando proprietário e inquilino conversam e decidem amigavelmente encerrar a locação antes da data estipulada em contrato. 

O segundo caso acontece quando o inquilino infringe algum dos próprios deveres previstos no contrato. Como exemplos, podemos citar reformas sem aviso prévio ao proprietário ou o uso do imóvel para uma finalidade diferente daquela acordada (residencial ou comercial).

Na terceira situação, quando o morador deixa de pagar o aluguel e outros encargos previstos em contrato, o dono do imóvel pode exigir a saída dele. Caso não haja um acordo amigável, o proprietário pode entrar com uma ação de despejo na Justiça contra o inquilino. 

Por fim, a outra permissão dada ao proprietário para quebra de contrato de aluguel é a necessidade de reparos urgentes que exigem esvaziar o imóvel – ou, quando não exigem, mas o morador se recusa a aceitar as obras. 

Quebra de contrato de aluguel pelo locatário

Imagem de quebra de contrato de aluguel

Agora, vamos partir para o outro lado da situação: quando há quebra de contrato de aluguel pelo locatário. A lei diz que o morador do imóvel tem o direito de encerrar o contrato de locação no momento em que desejar, desde que arque com a multa rescisória. 

Apesar de prever a multa, a lei não define um valor exato para a taxa. Esse valor deve ser acordado entre locatário e locador, de forma antecipada, e incluído no contrato de locação. 

Vale lembrar, é claro, que tudo isso vale apenas em casos de contratos firmados com tempo determinado – período que costuma ser de 30 meses, mas pode variar de acordo com a preferência do proprietário. 

Além disso, há um caso em que o inquilino fica isento da multa: a necessidade de mudança de endereço em decorrência do emprego. Caso se comprove a exigência da mudança por conta do empregador, o locatário deixa de arcar com a multa por quebra de contrato de aluguel. 

Como funciona a multa por quebra de contrato de aluguel

O valor da multa por quebra de contrato de aluguel varia, mas está definido no documento de locação e costuma ter valor equivalente a duas ou três mensalidades do aluguel. Vale lembrar que esse valor sempre será proporcional ao tempo que falta para o encerramento do contrato de locação.

Vamos entender melhor como esse cálculo funciona? Suponha que você decidiu sair de um imóvel após 10 meses de um contrato de aluguel de 30 meses. No contrato, a multa firmada tinha valor de três meses de aluguel, e sua mensalidade custa R$ 2.000,00 – portanto, a multa acordada é de R$ 6.000,00. 

Para chegar ao valor que deve ser pago, divida o valor total da multa (R$ 6.000,00) pelos 30 meses de locação: o resultado é R$ 200,00. Então, multiplique o resultado por 20, que é o número de meses que faltam para o término do contrato, e você chegará ao valor de R$ 4.000,00 – esta é a multa que deverá ser paga nessa situação.

Confira a documentação para compra e aluguel de imóveis

Conheça os tipos de garantia locatícia:

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Lei do Inquilinato: tudo sobre os direitos e deveres do locatário

O contrato de locação de um imóvel, parte fundamental desse tipo de negócio, é sempre elaborado de acordo com a Lei n.º 8245/91, ou Lei do Inquilinato. Nesta norma, encontram-se todas as regras que devem ser cumpridas por locatário e locador ao firmarem um acordo de locação, seja residencial, seja comercial.

Agora que você já sabe o que é Lei do Inquilinato, o próximo passo, como locador, é conhecer minuciosamente cada direito e dever que possui a partir do momento que aluga uma residência. Vamos lá?

Direitos do inquilino

Para começar a falar sobre o tema, vamos listar os principais direitos do inquilino previstos pela Lei do Inquilinato, descrita anteriormente. Confira tudo abaixo:

1 – Receber o imóvel em perfeito estado

De acordo com a Lei do Inquilinato, o inquilino tem o direito de receber o imóvel em condições de ser usado para aquilo que se destina, inclusive podendo reclamar junto à imobiliária pela rescisão do contrato caso considere o ambiente inabitável.

Por isso, no início da vigência do contrato, as imobiliárias realizam uma vistoria em que se registram todas as condições iniciais do imóvel, que devem estar de comum acordo entre o locador e o locatário.

2 – Isenção de despesas extraordinárias do condomínio

Caso o imóvel faça parte de um condomínio, o locatário tem o dever de arcar apenas com as taxas ordinárias, ou seja, aquelas que se referem a gastos rotineiros de manutenção, como pagamento de salários, limpeza, zeladoria e reposição de fundo-reserva.

Já as despesas extraordinárias, aquelas oriundas de gastos atípicos à zeladoria rotineira do condomínio, como reformas estruturais e indenizações trabalhistas, são responsabilidade do locador, de acordo com a Lei 8245 de 1991.

3 – Indenização por reformas e benfeitorias

Todo inquilino tem o direito de ser ressarcido caso seja necessário um reparo no imóvel, desde que a reforma se enquadre na modalidade de “benfeitoria necessária”, como é estabelecido nas cláusulas da Lei do Inquilinato.

Segundo a norma, benfeitorias necessárias são aquelas que mantêm a condição de uso do imóvel – reformas estruturais, como instalações elétricas e reparos no encanamento. Benfeitorias que dizem respeito à estética do imóvel não são indenizáveis e devem ocorrer somente com autorização prévia do proprietário.

4 – Solicitar comprovantes de pagamento com discriminação de despesas

Caso necessite, o locatário pode exigir, junto à imobiliária ou ao proprietário, recibos discriminados do pagamento das despesas pelas quais é responsável. Esse direito é importante para não haver fraudes, cobranças indevidas ou repasses ilegais de valores.

5 – Preferência de compra

No caso em que o proprietário decide vender o imóvel, o locatário tem preferência para adquiri-lo, segundo a lei. O inquilino deve ser tratado em igualdade de condições com qualquer comprador em potencial e tem o prazo de 30 dias após o aviso de venda para manifestar interesse pela compra.

Deveres do inquilino

lei do Inquilinato

Agora, além de falar sobre todos os direitos do locatário, vamos descrever o que a Lei do Inquilinato diz a respeito dos deveres dele. Conheça cada um abaixo.

1 – Pagar pontualmente o aluguel e demais despesas de locação

O primeiro dever de um inquilino é se manter em dia quanto ao pagamento de aluguel, condomínio e outros gastos estabelecidos no acordo de locação. A forma de pagamento também deve seguir o que foi discriminado na celebração do contrato, assim como datas e condições em caso de atraso.

O locatário que não cumprir com essa responsabilidade pode ser punido com ação de despejo ou outra sanção prevista em contrato, além de ter que pagar o que deve ao proprietário com os juros previstos no acordo.

2 – Servir-se do imóvel apenas para o uso presumido

De acordo com a Lei do Inquilinato, o locatário é proibido de fazer um uso do imóvel diferente daquele previsto pelo contrato. Isso significa que o inquilino não pode utilizar um imóvel comercial como se fosse residencial, e o mesmo vale para o contrário.

3 – Devolver o imóvel no estado em que recebeu

O inquilino também tem como dever restituir o imóvel no mesmo estado em que o encontrou no início da locação. Assim como antes da mudança, a imobiliária realiza uma vistoria no fim do contrato e confere se a residência se encontra no mesmo estado de conservação.

Ainda de acordo com a Lei do Inquilinato atualizada, o locatário que não devolver o imóvel da mesma forma que o recebeu tem o período estabelecido em contrato para fazer os reparos necessários. Caso eles não sejam feitos, ele pode ser multado ou ter parte da caução retida.

4 – Pagar as despesas de água, luz e demais serviços contratados

A partir do momento que o locatário inicia a estadia no imóvel, todos os serviços contratados passam a ser responsabilidade dele. Inclusive, é necessária a troca de titularidade das contas, de modo que as cobranças ocorram diretamente no nome dele.

5 – Respeitar o regulamento do condomínio

É comum que inquilinos pensem que não têm responsabilidades para com o condomínio, uma vez que não são proprietários do imóvel que está sob regimento. Entretanto, a Lei do Inquilinato estabelece o total cumprimento do código de regras estabelecido pela administradora do condomínio como dever do locatário.

Caso o imóvel passe por punição em decorrência do descumprimento de alguma regra, é o inquilino quem deve arcar com tal responsabilidade, seja uma multa, seja uma sanção de outra natureza.

Alugue seu imóvel no ZAP Imóveis

Depois de entender cada detalhe sobre os direitos e deveres de um inquilino, não deixe de conhecer a plataforma de imóveis do ZAP Imóveis. Utilize todos nossos filtros de busca e encontre rapidamente o lar perfeito para você e sua família.

Saiba como fazer um contrato de aluguel:

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