Concreto para fundação – Tipos e como fazer

O concreto para fundação é um tipo de mistura ideal para fundações de casas, espaços comerciais e entre outras estruturas. Saber qual o tipo de concreto indicado para sua fundação e a dosagem correta garantem a construção de uma base sólida e forte para recebimento da estrutura.

No entanto, saiba que nem todo concreto é indicado para as mesmas estruturas, pois o material abrange diferentes fórmulas indicadas para as necessidades da obra em questão. Ou seja, a construção de um muro, laje ou piso exige um tipo de concreto diferente, combinado com outros materiais resistentes que promovem maiores benefícios para sua obra.

Continue a leitura deste artigo para saber quais os tipos de concreto para fundação e como fazer a mistura dos “ingredientes” em uma caixa de cimento, no chão e na betoneira.

Concreto para fundação

Concreto para fundação – Conheça os três tipos indicados para essa estrutura

A mistura de concreto para fundação e demais outras funcionalidades são derivadas da mesma fórmula: cimento, aditivos, agregados e água. Para sua fórmula são determinadas normas técnicas regulamentadas e controladas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) referentes a uma NBR (Norma brasileira).

Sendo assim, para fazer o concreto para fundação podem ser usados três tipos de concreto: o simples, usinado e ciclópico. Conheça as características de cada um deles a seguir.

Depois, veja também o que é concreto polido.

Concreto simples

O concreto simples é bem versátil, é um material convencional que não necessita de armadura para formar a sua estrutura. Essa mistura é bastante usada em pequenas estruturas como blocos de fundação para escadas, por exemplo. A ideia é usar em estruturas de compressão, podendo ser feita sua dosagem e mistura da massa de forma manual e em quantidades menores.

Esse tipo de concreto também é usado em elementos decorativos, pequenos espaços drenados como calçadas para passeios. Para fazer a mistura do concreto simples, utilize uma caixa de cimento, pá de pedreiro e o traço correto que demanda a sua construção.

Concreto para fundação

Concreto usinado

Já o concreto usinado, este já vem pronto com as dosagens e ensaios devidamente realizados pela empresa fabricante. Geralmente, ele é transportado por um caminhão betoneira que leva até o canteiro de obra a quantidade de concreto para a fundação. Esse tipo de material é indicado para fundações, lajes, pilares, vigas e escadas por causa da sua resistência e demais vantagens.

Entre as principais vantagens do concreto usinado para sua obra estão a otimização de tempo e espaço no canteiro de obra, bem como, a segurança e garantia de qualidade para sua estrutura. Para grandes obras, o concreto usinado para fundação promove economia de mão de obra e também redução de desperdício de materiais de construção.

Concreto ciclópico

O concreto ciclópico é bem parecido com o concreto simples, porém, com adição de pedras grandes na sua estrutura. Esse estilo de concreto é bastante usado em fundações como blocos não armados e baldrame, ou seja, uma viga de concreto na horizontal. Para construção de barragens e muros o concreto ciclópico também é indicado, principalmente com a necessidade de um grande volume de massa para sua construção.

Uma das vantagens desse tipo de concreto é a sua durabilidade e economia, pois como é utilizado pedras, requer menos massa de concreto para a obra e consequentemente, menos material.

Concreto para fundação

Como fazer um concreto misturado à mão para fundação?

Primeiro, você precisa separar todos os materiais necessários para essa tarefa. Confira na lista abaixo o que separar.

  • Saco de cimento 50 kg.
  • 5 latas de areia.
  • 6 latas de brita.
  • 1 lata de água.
  • Caixa para preparo de massa.
  • Colher de pedreiro.

Utilize latas de 18 litros para fazer a dosagem (traço) para a mistura de concreto para sua fundação, sendo o tempo de cura da massa de 7 dias. Se você tem uma área de aproximadamente 11 m², utilize 7 dosagens como esta com a mistura para concreto de fundação. Para preparar a mistura, siga todas as etapas abaixo para preparar a mistura de concreto à mão para fundação:

  1. Em uma caixa para preparo de massa, adicione 1 lata de areia.
  2. Coloque a mesma quantidade (1 lata) de cimento.
  3. Misture bem os dois materiais.
  4. Adicione 1 lata de brita e mexa novamente todos os materiais.
  5. Deixe um vão no meio da mistura para a água.
  6. Coloque as latas de água devagar para fazer a mistura.

Como a receita diz que serão mais latas na quantidade de mistura, vá repetindo o processo até chegar na quantidade ideal para sua fundação. É importante seguir à risca a quantidade de água e demais materiais, isso permite um serviço bem feito e livre de falhas na estrutura. Use produtos de qualidade e siga sempre as instruções do fabricante do material para prevenir dores de cabeça com a sua obra.

Concreto para fundação

Concreto para fundação na betoneira

Saiba que você poderá preparar a massa para concreto diretamente na betoneira, facilitando o processo de construção da fundação em uma grande metragem. Faça a dosagem correta dos ingredientes conforme a estrutura e as orientações do fabricante quanto às quantidades de materiais.

Comece ligando a betoneira e adicionando a brita com ⅓ de água, batendo por pelo menos um minuto. Adicione posteriormente o cimento e a areia, deixando que tudo se misture como deveria enquanto a betoneira trabalha. Para finalizar, adicione água e deixe a betoneira trabalhar por 3 minutos, após isso, terá seu concreto para fundação pronto.

Concreto para fundação preparo no chão

Se você não tiver uma caixa para massa ou betoneira, saiba que a mistura de concreto para fundação pode ser feita no chão. Espalhe a quantidade de areia indicada para a fundação no chão, fazendo uma camada de 15 cm de material. Depois adicione a quantidade de cimento, misturando bem com a ajuda de uma enxada de pedreiro.

A quantidade exata de brita vem em seguida, do mesmo modo, vá misturando até que forme uma única massa seca. Faça um buraco no centro da mistura e adicione aos poucos a água, cuidado para que ela não escorregue pelos lados. Use a enxada para fazer a mistura de todos os ingredientes da massa de concreto até ela estar pronta para usar na sua obra.

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Churrasqueira em apartamento: quais são os melhores modelos?

Quem gosta de reunir os amigos e a família em casa deve sonhar com uma churrasqueira em apartamento, certo? Não tem nada mais gostoso que aproveitar um bom “churrasquinho” ao lado de quem mais amamos. A boa notícia é que é possível ter esse utensílio em casa sem incomodar os vizinhos.

Para possuir uma churrasqueira em apartamento, basta ter alguns cuidados não só na hora da instalação, como também ao escolher o modelo. O ZAP Imóveis separou um artigo completo com tudo o que você precisa saber antes de realizar o sonho de ter uma churrasqueira no seu lar. Vamos lá?

Quais são os principais modelos de churrasqueira?

Como dissemos, antes de instalar uma churrasqueira no seu apartamento, é preciso selecionar o modelo ideal. Afinal, não é todo modelo que se encaixa com os requisitos de um ambiente mais fechado, correto? Pensando nisso, o ZAP separou os mais recomendados junto às suas principais características. Confira:

  • a gás: recomendada para ambientes com pouco espaço. Ela requer que o apartamento tenha uma tubulação de gás por perto;
  • alvenaria: conhecida como “churrasqueira de tijolinho”. Ela é produzida em concreto e possui revestimento com um material poroso, liso, brilhoso ou fosco. É importante escolher bem o local, ter um espaço adequado e analisar as possibilidades para a saída de fumaça;
  • premoldada: é o modelo mais usado pelas construtoras. Ela utiliza carvão, por isso precisa de uma saída de fumaça. Vendida em modelos prontos de diversos tamanhos conforme a necessidade do consumidor e do espaço;
  • tonel: uma das opções mais econômicas, porque ela pode ficar em qualquer lugar aberto em função da fumaça;
  • elétrica: recomendada para apartamentos menores. Tem o benefício de não fazer fumaça, além de ser uma churrasqueira portátil e prática.

O que levar em conta antes da instalação?

churrasqueira em apartamento

O principal ponto a se levar em consideração é o local onde a churrasqueira em apartamento será instalada. Por exemplo, o modelo de “tijolinho” é adequado para quintais ou varandas; o modelo a gás, que não faz fumaça, requer uma tubulação especial; já a churrasqueira elétrica precisa estar próxima a um ponto de energia.

Segundo o arquiteto Vitor Wawrick, caso o morador opte pela churrasqueira em apartamento que utilize carvão, é fundamental pensar na saída da fumaça. A chaminé deve estar a uma distância de, pelo menos, um metro do ponto mais alto do prédio. Nessa situação, o modelo ideal é o de alvenaria.

Se o prédio é mais antigo e não tem espera de duto para evacuação da fumaça, é preciso conversar com o síndico e com a vizinhança sobre a possibilidade de desenvolvimento de toda a estrutura. Isso requer uma obra envolvendo todos os apartamentos.

Foco no acabamento!

O calor da churrasqueira para apartamento pede materiais especiais. O acabamento sempre deve ser refratário, sendo capaz de manter suas propriedades mesmo quando colocado em altas temperaturas. É importante salientar isso, pois existem profissionais que utilizam materiais menos resistentes que não seguram o calor.

Uma solução que contorna o uso do acabamento é o uso de uma churrasqueira elétrica ou a gás. A churrasqueira a gás é mais moderna e não necessita de chaminé, só de tubulação. O consumidor não precisa comprar carvão, e o churrasco fica pronto mais rápido.

Os modelos elétricos também não requerem a compra de carvão, além de o assador não respirar fumaça e fuligem por conta de tal ebulição. Por isso, a churrasqueira em apartamento pode ser colocada dentro da cozinha tranquilamente. É portátil e, para usá-la, só é preciso ligá-la na tomada.

Dicas para escolher o melhor modelo!

Agora que você já sabe o que levar em consideração ao instalar uma churrasqueira em apartamento, que tal anotar algumas dicas para acertar ao escolher o melhor modelo?

Apartamentos com chaminé

Para quem preza qualidade e sabor do churrasco (e mora em um apartamento com chaminé), a melhor opção de modelo é a churrasqueira de alvenaria. Ela proporciona um gostinho mais defumado às carnes, o que é essencial para quem prefere tal sabor. Nesse caso, chame um arquiteto para realizar a obra.

Apartamentos sem chaminé

Não ter uma chaminé no seu apartamento não é um empecilho para ter uma churrasqueira de extrema qualidade. Além de deixar o churrasco pronto com praticidade e rapidez, a churrasqueira a gás é uma opção muito acessível para contornar a falta de uma saída de fumaça.

Apartamentos pequenos

Caso o apartamento não tenha um grande espaço para lazer, as churrasqueiras elétricas são a opção ideal. Além de práticas para serem instaladas, já que podem ser usadas em qualquer lugar, elas não deixam que os alimentos percam a qualidade e o sabor.

ZAP Imóveis: o apartamento dos seus sonhos está aqui!

Você tem o sonho de ter uma churrasqueira em apartamento, mas ainda está em busca de um imóvel? O ZAP Imóveis realiza seu desejo! Por aqui, você encontra opções para a venda e para a compra. Utilizando nossos filtros, os resultados ficam ainda mais voltados ao que você procura. Confira!

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O que é reserva de emergência e como se organizar para criar a sua?

Imprevistos podem acontecer a qualquer momento, como um cano da sua casa estourar, seu carro apresentar algum problema ou você precisar fazer um tratamento dentário não planejado. A fim de que você possa se preparar para essas situações, você precisa saber o que é reserva de emergência.

A reserva de emergência é um dinheiro que você possui para usar quando algo inesperado ocorre. Sendo assim, não é aconselhado usar esses recursos para viajar ou comprar itens não essenciais, já que ele é reservado a imprevistos.

Por que é importante ter uma reserva de emergência?

Ter uma reserva de emergência é importante, pois trata-se de uma medida de proteção para enfrentar imprevistos. Caso você não tenha o hábito de guardar dinheiro, quando acontecer algum evento inesperado que demande gastos maiores que os previstos para aquele mês, provavelmente você vai acabar se endividando.

Sendo assim, a reserva de emergência funciona como um seguro de carro. Todo mundo sabe que é importante ter um para poder passar pelas situações inesperadas com tranquilidade, mas ninguém quer ter que usar esse recurso. 

Como calcular a sua reserva de emergência?

Agora que você já sabe o que é reserva de emergência, vamos mostrar como calcular a reserva de emergência. Caso seu trabalho seja com carteira assinada no regime CLT, a reserva de emergência deve ter um valor igual a seis meses do seu custo de vida mensal.

Por exemplo: se o seu custo de vida mensal é de R$ 3 mil, o seu fundo deve ser seis vezes esse valor, ou seja, R$ 18 mil. Contudo, esse cálculo muda para os profissionais autônomos, já que eles não têm direito aos benefícios da CLT, como a indenização por demissão sem justa causa.

Por isso, a reserva financeira de quem trabalha por conta própria deve ser doze vezes o valor do custo de vida mensal da pessoa. Por exemplo, se esse autônomo gasta R$ 3 mil todos os meses para pagar as suas contas, a reserva de emergência dele precisa ser de R$ 36 mil. 

Como criar a sua reserva de emergência?

Para conseguir criar a sua reserva financeira, você precisa determinar um valor para investir todo mês até conseguir juntar uma quantia igual a seis vezes ou doze vezes o seu custo mensal.

O ideal é que você poupe entre 20% a 30% da sua renda todos os meses para criar a sua reserva. No entanto, se, ao final do mês, você perceber que não sobra dinheiro para investir, será preciso fazer alguns cortes no seu orçamento com o propósito de conseguir formar a sua reserva financeira.

Nesse caso, o ideal é que você coloque em uma planilha todas as suas fontes de renda e todas as suas contas. Após isso, é preciso que analise quais são os gastos que podem ser cortados. Outra opção é fazer uma atividade que gere uma renda extra, a qual deve servir de investimento para formar a sua reserva de emergência.

Onde investir a sua reserva de emergência?

Depois de entender o que é reserva de emergência e como criar a sua, é preciso descobrir onde investir o seu dinheiro. Atualmente, as pessoas têm fácil acesso a vários tipos de investimento. Todavia, a aplicação financeira que você vai escolher para deixar a sua reserva de emergência precisa ter as características mencionadas abaixo.

Baixa volatilidade

Se você está se perguntando onde deixar a reserva de emergência, saiba que você precisa investir em ativos os quais apresentem baixa volatilidade, que são os títulos de renda fixa, como os títulos do Tesouro Direto e os CDBs (Certificados de Depósito Bancários).

Ao investir em ativos com baixa volatilidade, você não correrá o risco de perder parte do seu dinheiro de emergência, porque o valor desses títulos não oscila muito, logo será possível resgatar todos os recursos investidos quando for preciso. 

Imagem de uma pessoa empilhando algumas moedas

Alta liquidez

A aplicação financeira na qual você vai deixar a sua reserva de emergência precisa ter liquidez diária, ou seja, os seus recursos precisam estar disponíveis para retirada todos os dias. Dessa maneira, você conseguirá resgatar o seu dinheiro na hora em que precisar. 

Rendimento diário 

Como você já sabe o que é reserva de emergência, já deve imaginar que o rendimento não deve ser o principal fator que você deve analisar quando for escolher um investimento para deixar esse dinheiro.

O objetivo dessa aplicação é proteger o seu patrimônio, e não obter uma rentabilidade alta. Entretanto, mesmo assim, é importante que você escolha uma aplicação que ofereça um rendimento diário.

Deixar o seu dinheiro em um investimento que renda todos os dias garante que você tenha uma boa rentabilidade com aquela aplicação, bem como ajuda a proteger os seus recursos da inflação. Os títulos do Tesouro Direto e alguns CDBs oferecem rendimento diário. 

Segurança

Você precisa deixar a sua reserva de emergência aplicada em um investimento seguro, dessa forma você conseguirá resgatar o seu dinheiro quando for necessário. Alguns exemplos de aplicações financeiras seguras são:

  • títulos do Tesouro Direto: esses papéis são emitidos pelo governo federal, portanto você só não vai conseguir resgatar o seu dinheiro se o país quebrar, e a probabilidade de isso acontecer é muito baixa;
  • CDBs de grandes bancos: essas instituições são sólidas, por isso o risco de você não receber o seu dinheiro de volta é muito baixo.

Quem precisa ter uma reserva de emergência?

Agora que você já compreende o que é reserva de emergência, como criar uma e onde aplicar esse dinheiro, já pode começar a planejar a sua. Ter uma reserva financeira é fundamental para todos, mas principalmente para quem mora ou está pensando em morar sozinho.

Desse modo, você possuirá recursos para arcar com todas as despesas imprevistas e não precisará pedir dinheiro emprestado para ninguém. Se você está montando a sua reserva com o objetivo de alugar ou comprar um apartamento, acesse o site do ZAP e confira todos os imóveis disponíveis para compra ou locação.

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Concreto refratário – O que é e para que serve?

O concreto refratário é uma matéria-prima altamente resistente às temperaturas e costuma ser usado em placas pré-moldadas em formato do elemento a ser construído. Esse é um material especial produzido por empresas de cimento e argamassa e também pode ser feito sua mistura em casa.

Quando confeccionados por empresas, esse tipo de material passa por diversas modificações, que resultam em um produto fabricado sob medida, específica para sua utilização. Quer saber mais o que é e para que serve o concreto refratário? Então é só continuar a leitura do post de hoje.

concreto refratário

Concreto refratário – Entenda o que é este material

Se você procura um produto resistente às temperaturas, que não cause deformidades e perda de propriedades quando utilizado, o concreto refratário é um material indicado com essas características. Ele é fabricado com ou sem a adição de cimento de aluminato de cálcio em diferentes proporções.

Por isso, existem vários tipos de concreto refratário no mercado, sendo diferenciados pelo teor de cimento de aluminato de cálcio adicionado em sua composição. Muitas empresas produzem além do concreto, tijolos, tubos e conexões refratárias, ideais para exposições químicas que necessitam de um produto com maior durabilidade.

Esses fabricantes de produtos refratários possuem um maquinário especializado com alta tecnologia, profissionais experientes e conhecimento em normas técnicas padrões do mercado da construção civil.

Veja também o que é concreto vassourado.

Para que serve o concreto refratário?

A produção de produtos refratários é ideal para atender as necessidades da sua obra, e como vimos, o concreto refratário possui diferentes tipos. Em sua composição é moderada a quantidade de cimento, podendo ser alta ou até ausente dessa matéria-prima tão usada na construção civil.

Este é um material usado tanto na indústria quanto nas reformas ou construções de casas e áreas de lazer. O concreto refratário é bastante usado na construção de churrasqueira, forno ou fogão à lenha, fornos de pizza tipo iglu ou tradicionais. Já em segmentos industriais como siderúrgicas, petroquímicas e fundições, o concreto refratário também é bastante usado por causa de sua resistência às temperaturas.

Saiba que esse tipo de concreto pode suportar temperaturas de até 1400 ºC, enquanto o concreto normal suporta até 300 ºC. Por esse motivo, o concreto é ideal para construção de estruturas que terão contato direto com fogo tanto na construção de churrasqueiras caseiras como também no revestimento de fornalhas de empresas, por exemplo.

concreto refratário

Como fazer concreto refratário?

Além de comprar a mistura de concreto refratário pronta, saiba que é possível produzir sua própria massa em apenas 30 minutos. Diferente do concreto regular, você consegue produzir essa mistura do zero, com apenas alguns materiais que listamos abaixo.

  • Tijolos triturados.
  • Areia.
  • Hidróxido de cálcio.
  • Cimento.
  • Água.
  • Betoneira.
  • Pá.

Para começar a fazer o concreto refratário caseiro, você vai precisar de um local adequado com espaço para usar a betoneira e a quantidade de areia, tijolos e água indicados. Acompanhe o passo a passo fácil para fazer concreto refratário para usar na sua obra de churrasqueira, fogão ou forno à lenha caseiro.

Depois, veja também o que é concreto polido.

  1. Coloque na betoneira ainda desligada 3 pás de tijolos triturados.
  2. Adicione duas pás de areia junto aos tijolos quebrados.
  3. Ligue a betoneira para misturar os componentes.
  4. Coloque também duas pás de cimento.
  5. Depois adicione ½ pá de hidróxido de cálcio.
  6. Deixe que os ingredientes se misturem a seco.
  7. Vá adicionando aos poucos 6 litros de água, colocando 1 litro a cada momento.
  8. Com a betoneira ainda ligada, perceba a massa homogênea se formando até resultar em uma massa argilosa.
  9. Caso a massa ainda esteja seca e em flocos, adicione um pouco mais de água.
  10. Permita que tudo se misture até chegar no resultado esperado.

Depois de pronta é só tirar a massa da betoneira e começar a usar no seu projeto, aproveite para escolher um revestimento resistente para o elemento construído com concreto refratário.

concreto refratário

Vantagens do concreto refratário na sua obra

Como vimos acima, o concreto refratário é muito usado na construção civil residencial e também na industrial. Veja a seguir algumas vantagens do concreto refratário na sua obra, envolvendo resistência às altas temperaturas, baixo custo de investimento e versatilidade desse material.

Material de alta durabilidade à temperaturas

Uma das grandes vantagens do concreto refratário é a alta durabilidade do material, incluindo as altas temperaturas e resistência às mecânicas pesadas. Isso ocorre devido ao processo de preparo da massa, bem como a maleabilidade da mistura podendo ser acrescentado cimento de aluminato de cálcio em diferentes em diversas quantidades.

Secagem rápida após a moldagem

Saiba também que essa massa é conhecida pela sua secagem rápida após a moldagem, em apenas 24 horas já poderá utilizar a estrutura. O interessante é que nela podem ser usados revestimentos bastante diversificados, como por exemplo, cerâmica, pedras naturais e entre outros. Mas cuidado: os revestimentos também devem ser indicados para locais com alta temperatura.

Baixo custo e benefício do produto

Um dos pontos altos desse material é seu baixo custo e benefício, podendo ser produzido de forma artesanal, como o passo a passo que ensinamos acima. Mas quando produzido por uma empresa, o valor poderá ser mais alto. Porém, a vantagem é uma massa correspondente às suas reais necessidades.

Cabe salientar que o concreto é capaz de ser fabricado conforme suas necessidades, com mais ou menos cimento na sua composição. No entanto, outros componentes podem ser adicionados à fórmula, aumentando a durabilidade e funcionalidade do material.

Versatilidade do material para sua obra

Esse é um dos materiais mais versáteis para sua obra, resistente às variações de temperatura e com mínimas dilatações do material. Ou seja, o concreto refratário pode ser usado em peças delicadas e também em estruturas que precisam aguentar toneladas.

Facilidade na manipulação do material

Para usar o material, saiba que não necessita de uma pessoa especializada. Você mesmo pode manipular a massa em sua obra. Se você comprou direto com o fabricante, priorize as orientações do mesmo, assim você evita imprevistos que possam atrasar a sua obra. Além disso, o concreto refratário também poderá ser encontrado em placas de concreto pré-moldado prontas para churrasqueira, lareiras e até fornos para pizza.

Alguns modelos de peças pré-moldadas já vem prontas para instalar e com revestimentos para combinar com seu espaço. 

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Como descobrir o que é valor venal do imóvel?

Você decidiu comprar um terreno ou um imóvel e não sabe por onde começar? Além de ter que buscar informação sobre a área residencial onde se encontra a sua futura aquisição, há uma parte burocrática que você não pode deixar em branco. Com esse panorama, surge uma pergunta: afinal, o que é valor venal?

É comum confundir o que é valor venal com o valor de mercado do imóvel, mas não se engane, são conceitos completamente diferentes. Com a ZAP, você tem essa e outras informações para deixar sua busca mais interessante. Visite nossa página web e conheça nossos produtos disponíveis.

O que é o valor venal?

A primeira coisa que você deve saber quando iniciar a corrida para comprar um imóvel é que o valor venal é listado, normalmente, pela prefeitura da sua cidade. Cada órgão possui critérios próprios para fazer esse cálculo, levando em conta fatores como a região do imóvel.

Outros fatores, como o preço de mercado, também são levados em consideração para o valor do metro quadrado, seja do terreno ou da área construída, se houver. Dois importantes impostos são cruciais nessa balança: o IPTU (Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) e o ITBI (Imposto Sobre a Transmissão de Bens Imóveis). 

Como descobrir o valor venal

Como descobrir o valor venal do imóvel? Isso é uma das primeiras coisas que você deve fazer quando iniciar a sua pesquisa por uma casa e antes de fechar qualquer negócio, justamente porque, com esse valor, será possível ter uma noção do preço do metro quadrado da região.

A primeira forma de fazê-lo é consultando diretamente o valor venal do imóvel junto à prefeitura local, por meio da solicitação da certidão de dados cadastrais do IPTU. Em algumas cidades, também é possível realizar a consulta diretamente pela internet; o que precisa ser feito é somente acessar a página.

Esse passo é extremamente importante por duas razões: a primeira é que, assim, você pode comprovar se o imóvel está regularizado, e a segunda é verificar se há cobranças retroativas. Dessa forma, a certidão do valor venal é uma peça fundamental para o começo da sua busca.

Valor real do imóvel: o que seria?

O valor de mercado ou, valor real, é mais dinâmico e baseado em fatores como o preço dos imóveis similares à venda, principalmente na mesma zona onde é realizada a busca. Além disso, também são importantes as avaliações de corretores e o valor de compra do imóvel.

O valor comercial de mercado, portanto, é mais flexível. Por exemplo, o preço de um imóvel pode subir a partir de melhorias realizadas na zona na qual ele se encontra, como a construção ou a ampliação de uma linha de trem ou de metrô. Dessa maneira, o seu empreendimento pode oscilar de valor conforme muda o entorno. 

Calculando o valor do metro quadrado do seu imóvel

Para descobrir o valor do metro quadrado, você deve, primeiro, saber como calcular o valor venal do imóvel. A fórmula geral para chegar nesse valor é V = A x VR x I x P x TR, o que inclui as seguintes denominações:

V = valor venal do imóvel;

A = área do terreno ou edificação;

VR = valor unitário padrão residencial, com base na Planta Genérica de Valores do Município (PGV);

I = idade do imóvel;

P = posição do imóvel no logradouro;

TR = tipologia residencial ou características construtivas.

Nesse cenário, o valor venal do imóvel em que você está interessado é um cálculo que leva em conta os impostos e uma série de outros fatores. Desse modo, esse valor geralmente se remete ao preço mínimo pelo qual o seu tão sonhado apartamento deveria ser ofertado. 

Uma vez que você tenha juntado toda essa informação e os documentos sobre o imóvel, chega a hora de realizar a comparação com o valor pelo qual está à venda o imóvel desejado. Desse jeito, é possível comparar ambos valores para ter uma estimativa se estão equilibrados.

Uma forma de fazer esse balanço é pesquisar o preço de outros imóveis na área de interesse. Visite o máximo de casas ou apartamentos que puder e faça comparações buscando pontos como acessibilidade, áreas verdes, condições com edifícios e possíveis reformas que a construção teve. Comece já a sua busca!

Encontre a casa dos seus sonhos com a ZAP

A ZAP é especializada em venda, aluguel e anúncio de imóveis. Com a nossa ajuda, você saberá não apenas o que é valor venal, mas encontrará a casa dos sonhos de forma segura para iniciar uma nova jornada. Se o seu desejo é vender ou alugar, estaremos encantados em publicizar o seu imóvel.

Não pense que a ZAP apenas se preocupa com a parte burocrática. Além de explicar o que é valor venal, a ZAP também dá dicas de decoração para quem busca informações sobre reformas, paisagismo e arquitetura. Você pode encontrar, ainda, pequenas tips sobre organização, limpeza e muito mais na nossa seção dia a dia.

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Quantos bairros tem em São Paulo?

Você já se perguntou quantos bairros tem em São Paulo? A cidade de 1.521 km², atualmente, é dividida em cinco regiões demográficas que englobam 99 bairros. A região não para de crescer, assim como a população, que subiu de 12,33 milhões em 2020 para 22,04 milhões em 2021. 

Não é à toa que São Paulo é o maior município do Brasil, não é? Ele é o mais populoso da América do Sul e ocupa o oitavo lugar entre as maiores do mundo. Está pensando em comprar ou alugar um imóvel na cidade? Venha com o ZAP, que mostraremos os principais bairros de cada uma das regiões.

Quais são os bairros do Centro de São Paulo?

Quando se trata dos principais bairros de São Paulo, não poderíamos deixar de mencionar o centro da cidade, não é? A região (Centro) reúne 9 dos principais bairros da cidade, como a Sé, que não só é um local recheado de prédios com arquiteturas clássicas, como também é um dos polos comerciais mais importantes.

A Sé é um bairro histórico que contém inúmeras opções de pontos turísticos, como a Catedral da Sé, a Praça da Sé e o Marco Zero. A República também está localizada próxima à região. Por lá, você pode visitar o Theatro Municipal de São Paulo e o Edifício Copan, por exemplo.

O bairro Bela Vista também é extremamente conhecido pelos paulistanos. Um dos pontos que faz dele um dos mais movimentados da cidade é por localizar a Avenida Paulista. Além dele, no Centro da cidade, você também encontra os bairros Higienópolis, Bom Retiro, Cambuci, Consolação, Liberdade e Santa Cecília.

Quais são os bairros da Zona Sul de São Paulo?

Hoje em dia, há 9 subprefeituras com diversas opções de bairros na Zona Sul de São Paulo. Dentre elas, estão: Vila Mariana, Ipiranga, Campo Limpo, Santo Amaro, Jabaquara, M’Boi Mirim, Capela do Socorro, Cidade Ademar e Parelheiros. Para facilitar a busca pelo bairro ideal, separamos alguns dos destaques.

A Vila Mariana é um deles. Ela é caracterizada pelas construções mais clássicas, de casas e sobrados, mas também por muitos edifícios e por residências mais modernas. É um bairro misto, que se enquadra como um dos mais seguros de São Paulo. Você encontra diversos restaurantes e bares, além de locais para a prática de exercícios.

Outro destaque é a região de Moema. Esse bairro tem uma localização muito privilegiada, principalmente por estar próximo a três das maiores avenidas de São Paulo: a Avenida dos Bandeirantes, a 23 de maio e a Brigadeiro Luís Antônio. É um local nobre, com vários prédios, serviços públicos e comércio. 

Quais são os bairros da Zona Norte de São Paulo?

Quem está se perguntando quantos bairros tem em São Paulo, ou, mais especificamente, na Zona Norte da cidade, vai se surpreender ao saber que existem apenas 18 bairros na região. Alguns deles são Anhanguera, Freguesia do Ó, Santana, Tucuruvi e Vila Guilherme.

Um dos bairros da Zona Norte de São Paulo que se destacam é Santana. Ele é um bairro bastante familiar, o qual engloba não só imóveis de alto padrão, como também casas e apartamentos mais simples, ideais para quem busca conforto ao morar sozinho. A infraestrutura da região é excelente!

Se você preza praticidade para se locomover, vai adorar conhecer a Vila Guilherme. O bairro tem uma localização estratégica, próxima da maior linha de metrô de São Paulo (linha 1 – Azul) e do maior terminal rodoviário da cidade, o Terminal do Tietê, que atende a mais de 300 linhas de ônibus. 

Imagem da Avenida Paulista, um dos pontos mais famosos de São Paulo

Quais são os bairros da Zona Oeste de São Paulo?

Já se perguntou qual o número de bairros da Zona Oeste de São Paulo? A resposta é simples: 20 bairros. Essa região é bastante movimentada, principalmente por ser uma das principais áreas comerciais da cidade. 

Pinheiros é, com certeza, um dos bairros mais movimentados e um dos nobres de São Paulo, não só pelos imóveis e pela infraestrutura mais moderna, como também pela localização privilegiada às margens do Rio Pinheiros. Ele está presente na linha 4 – Amarela do metrô. 

Já a Vila Mariana é conhecida por ter como um dos principais focos a vida noturna. Por lá, você encontra diversas opções de bares, restaurantes e baladas. A cultura também é extremamente importante para a região, contando com várias galerias de arte para apreciação. 

Quais são os bairros da Zona Leste de São Paulo? 

A busca pelos bairros da Zona Leste de São Paulo se estende por mais de 43 opções. Essa é a maior zona da cidade, tendo um espaço de quase 400 km². Ela é tão extensa que foi dividida em Zona Leste 1, 2 e 3. 

Para se ter uma ideia da grandiosidade, ela comporta mais de 400 mil habitantes, o que é um número semelhante a grandes capitais. Porém, para facilitar a procura pelo bairro ideal, que tal começar pela Mooca? Ela possui uma forte influência italiana, além de uma excelente infraestrutura e segurança.

Já o Brás é conhecido pela alta movimentação. É um bairro tradicional, característico por ser um dos pólos comerciais de São Paulo. Por lá, você encontra inúmeras lojas de roupas, acessórios e outros utensílios. 

Outro destaque da Zona Leste de São Paulo é o Tatuapé. A localização é excelente, estando presente na linha 3 – Vermelha do metrô. Quem busca morar em um local de fácil acesso, com muitas opções de lazer, trabalho e serviços públicos, essa é uma das melhores sugestões.

ZAP Imóveis: encontre o lar dos seus sonhos!

Gostou de saber quantos bairros há em São Paulo? Agora que você já está por dentro da grandiosidade, que tal encontrar o imóvel dos seus sonhos junto ao ZAP? Reunimos todas as opções disponíveis no mercado imobiliário em um só lugar! 

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Concreto vassourado – O que é e para que serve?

O concreto vassourado é um dos acabamentos mais fáceis de se fazer. É indicado para calçadas, rampas de garagem e até revestindo a parede. Alguns revestimentos na construção civil são mais funcionais que outros. De um lado temos opções mais sofisticadas que exigem mão de obra especializada e de outros acabamentos mais simples, como o concreto.

Dependendo da finalidade, deixar o acabamento da estrutura crua pode ser um excelente ideia para determinados locais que não exigem uma estética elegante e sim mais durabilidade. Este é o caso do concreto vassourado, uma técnica bastante usada para promover segurança e acabamento mais simples para sua obra.

Continue a leitura para saber mais!

concreto vassourado

Concreto vassourado – Entenda o que é este tipo de acabamento

Quando falamos em concreto vassourado já relacionamos aquelas pavimentações antiderrapantes como calçadas com alto fluxo de pedestres. O seu acabamento é resultado da forma como ele é confeccionado, através da utilização de uma vassoura com cerdas rígidas que fazem “ranhuras” na superfície de concreto.

Todo o processo de instalação é feito do modo convencional, com a compactação do solo, aramado para estruturar, aplicação de brita, aplicação do concreto e finalização com técnica vassourada no cimento semi-seco. O resultado é um concreto firme, resistente e com uma superfície que protege contra escorregões e quedas por causa da aspereza do efeito no concreto.

Entenda também sobre o concreto polido.

Onde usar o concreto vassourado?

Após entender que o cimento vassourado é um efeito no acabamento do concreto, fica mais fácil visualizar para que serve esse detalhe. Um dos modos mais comuns de usar o concreto vassourado é na calçada de rua e rampas de garagem. Saiba que esta técnica também pode ser usada em paredes internas e externas, podendo ser aplicada uma tinta para combinar ainda mais com o espaço.

Nos espaços comerciais, esse efeito é bastante usado para piso de estacionamento, galpões industriais e demais acessos. Já na área pública, o concreto vassourado pode ser aplicado em parques, estacionamentos e praças públicas.

concreto vassourado

Vantagens do concreto vassourado

Uma das principais vantagens do concreto vassourado é sua versatilidade, ideal para acabamentos em pisos e também em paredes. O concreto é um material que pode ser pintado, lixado e demais ideias criativas que valem a pena testar. Confira abaixo outras vantagens do cimento vassourado que podem te convencer a utilizá-lo em sua obra.

Alta aderência para pisos de concreto

Outra vantagem dos pisos de concreto com aplicação da técnica vassourada é sua alta aderência. Mesmo em locais externos com contato com chuva ou sol, o piso não escorrega, salvo se você não remover com frequência o limo da superfície. Para proteger o acabamento vassourado, experimente aplicar uma quantidade de impermeabilizante que protege contra fungos.

Veja também como fazer a impermeabilização da obra.

Sustentabilidade e economia para sua obra

Mais um benefício do concreto vassourado é sua sustentabilidade e economia de dinheiro para a sua obra. Basicamente, você vai precisar de uma vassoura para concreto vassourado, encontrada em lojas de materiais de construção com possibilidade de reuso. Em comparação a outros tipos de texturas para pisos e paredes, esta técnica é bastante econômica, pois não precisa de aplicação de cerâmica, porcelanato, pedras ou qualquer outro material. Pela falta de necessidade de materiais adicionais, o concreto vassourado se torna bastante sustentável. 

concreto vassourado

Aplicação fácil de executar

Alguns revestimentos e acabamentos mais sofisticados exigem cuidados essenciais ou a contratação de um profissional qualificado para o serviço. Já o cimento vassourado, este é um estilo de textura tem uma aplicação fácil de executar e não necessita de serviço especializado. Mas, lembre-se que este estilo de textura precisa considerar o fácil acesso e trânsito das pessoas sobre a superfície.

Essa técnica é ideal para reformas e construções com “faça você mesmo”, basta seguir todas as etapas que vamos ensinar no último tópico do texto.

Não exige acabamento adicional

Como trouxemos acima, o cimento vassourado não exige acabamento opcional, essa é uma etapa opcional de cada projeto. Mas saiba que é aconselhável aplicar uma camada de impermeabilizante para proteger o piso da proliferação de fungos em decorrência do contato direto com chuva.

Você também poderá aplicar uma camada de tinta na textura vassourada, ideia que combina com paredes e também calçadas em um projeto de paisagismo autêntico e bonito.

concreto vassourado

Como fazer calçada de concreto vassourado?

O desempenho do concreto vassourado está relacionado a sua textura, facilidade de tráfego e efeito antiderrapante. Sendo assim, este é um tipo de revestimento ideal para pisos e paredes de casas e também empresas. Veja abaixo como fazer o concreto vassourado em calçada.

Preparação do terreno

O primeiro passo é fazer a preparação do terreno, nivelando através de serviços de compactação do solo, instalação de aramados, colocação de brita e adequações para a etapa da concretagem. Meça o local onde será aplicado o concreto, considerando todos os detalhes e exigências do solo antes da aplicação.

Sarrafeamento  e aplicação do concreto

Uma etapa bastante importante é o sarrafeamento da área, que consiste em nivelar o concreto já adicionado no local da calçada. Aqui é preciso, após a descarga de concreto, espalhar bem o material de forma uniforme em toda a estrutura preparada. Faça isso, enquanto o cimento ainda estiver molhado passando delicadamente a régua vibratória para concreto deixando a espessura uniforme da calçada.

Essa etapa é essencial para evitar fissuras e trincas que possam danificar a estrutura. Saiba que essa etapa também é essencial para execução de reboco em parede.

Realização do acabamento vassourado

A realização do acabamento vassourado deve ser feita quando o concreto está semi-seco, caso contrário, não chegará o efeito desejado. Portanto, com o auxílio da vassoura para concreto, “raspe” com cuidado a superfície, criando riscos retos na mesma direção.

Geralmente, a liberação para tráfego leve de pessoas é de 24 horas e para veículos leves é de 48 horas para liberação de uso do espaço. Para garantir, aguarde pelo menos dois dias antes de andar sobre a estrutura de concreto com textura riscada. Depois é só esperar secar para poder andar sobre a calçada com concreto vassourado. Se desejar, aplique uma quantidade de impermeabilizante para proteger o concreto.

Outra ideia é aplicar uma tinta especial para área externa, valorizando a estética e funcionalidade de uma estrutura com acabamento em concreto vassourado.

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Entenda quais são os principais índices do mercado imobiliário

Você sabe o significado dos principais índices do mercado imobiliário? Além de terem impacto na economia do país, eles também são muito importantes para quem deseja alugar, comprar ou vender imóveis, afinal podem indicar boas oportunidades de negociação ou detalhar informações relevantes sobre os empreendimentos.

Para ajudá-lo a entender melhor esse assunto, selecionamos, a seguir, alguns índices do mercado imobiliário que você pode levar em consideração se está em busca de uma nova casa ou pretende se desfazer de um imóvel. Venha com a ZAP Imóveis e saiba mais!

FGTS

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, popularmente conhecido como FGTS, é um dos termos mais famosos entre as pessoas, já que está relacionado ao benefício que todo trabalhador com emprego registrado tem direito de receber. 

Em relação ao mercado imobiliário, o FGTS é importante em determinados casos de compra de imóvel. Isso porque é comum que os funcionários que possuem grande tempo de contribuição utilizem o saldo do FGTS para financiar ou até mesmo comprar uma casa própria.

ITBI 

Já o ITBI, sigla que significa Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis, é um imposto municipal o qual atua sobre os bens imóveis e os principais direitos relacionados a eles. Vale ressaltar que é dever dos municípios fazer alterações no imposto se houver necessidade.

Uma dica para quem deseja comprar um imóvel é conhecer o ITBI, já que ele decai sobre o valor cobrado na transferência da escritura, responsabilidade do novo titular.

SBPE

O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, ou simplesmente SBPE, funciona como um tipo de facilitador de financiamento. Ele prevê uma quitação de 35 anos, não tem limite de renda e é oferecido pela Caixa Econômica Federal. 

O SBPE é uma carta de crédito que, para tornar mais fácil a aquisição de um imóvel por parte dos clientes, utiliza recursos próprios, como cadernetas de poupança de instituições bancárias, fazendo com que parte delas seja destinada ao crédito imobiliário.

SFH

Já o SFH, sigla para Sistema Financeiro de Habitação, é um dos índices do mercado imobiliário que também pode servir como opção para quem deseja fazer um financiamento. 

Suas principais fontes de renda são o FGTS e a caderneta de poupança. Com o SFH, operado pela Caixa Econômica Federal, os compradores conseguem financiar até 50% do valor total do imóvel que desejam adquirir. 

INCC

Pessoas usando computador em escritório

O Índice Nacional de Custo de Construção, ou INCC, é uma taxa calculada todos os meses pela Fundação Getúlio Vargas. Ele serve para medir a oscilação de preços de insumos ou produtos que podem ser utilizados em construções ou projetos de empreendimentos habitacionais.

O INCC ainda funciona para corrigir o valor final e as parcelas de contratos de imóveis que ainda estão na fase de construção, uma vez que ele atinge, de forma direta, os orçamentos.

RI

O RI, por sua vez, é o Registro de Incorporação, documento em que constam as características de determinado projeto de habitação. Esse é um dos índices do mercado imobiliário de mais importância para o comprador, pois é proibida a venda de um imóvel sem que exista esse documento.

Com ele, é possível conferir detalhes sobre as condições da construção, o memorial descritivo, a forma como os cômodos podem ser distribuídos, entre outras informações relacionadas ao empreendimento.

TR

A Taxa Referencial, também conhecida como TR, é divulgada pelo Banco Central do Brasil a cada mês e serve como referência para as políticas de juros feitas pelos bancos. Ela ajuda a calcular o rendimento de diversos tipos de investimentos, incluindo os imobiliários.

Essa taxa funciona como uma excelente forma de medir a situação econômica do país e foi criada para evitar o aumento da inflação. A TR tem, como base, dados financeiros dos 30 maiores bancos do Brasil.

SAC

Sigla para Sistema de Amortização Constante, o SAC é uma das alternativas mais utilizadas para financiamentos imobiliários. Esse modelo tem a amortização como base, ou seja, acabar com uma dívida por meio de prestações que possuem o mesmo valor.

Na prática, isso significa que o SAC permite que o reembolso do financiamento de um imóvel seja feito com o pagamento de parcelas iguais ao longo de todo o processo de quitação.

Taxa Selic

A taxa Selic é um dos mais importantes índices do mercado imobiliário, já que é usada por bancos e vários setores do comércio. Ela funciona como base para o cálculo de outras taxas de juros em cobranças.  

Para possíveis compradores de imóveis, quando a taxa Selic está em alta, o financiamento torna-se mais difícil, já que os juros tendem a aumentar. Além disso, ela deixa a distribuição de crédito mais cara. Por outro lado, quando está em baixa, a Selic pode ser um ótimo indicativo de oportunidade de compra.

Saiba mais sobre mercado imobiliário no blog do ZAP Imóveis!

Que tal conferir ainda mais informações sobre o assunto? Acompanhe o blog do ZAP Imóveis para ter mais atualizações relacionadas aos índices do mercado imobiliário, aos processos de compra e venda e a muito mais. Navegue pelos nossos conteúdos e aproveite!

+ Dicas para quem quer comprar um imóvel antes dos 30 anos

Conheça o índice FipeZAP:

+ Primeiro imóvel: veja o que é importante na hora de comprar

+ Saiba como fazer um financiamento e até quanto pode pagar

+ Veja as dúvidas mais comuns sobre distrato imobiliário

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Como funciona o contrato de compra e venda de imóvel?

Antes de se mudar para o lar dos seus sonhos, existe um passo essencial para completar a negociação da aquisição: assinar o contrato de compra e venda de imóvel. Nesta etapa, é preciso apresentar uma grande lista de documentos. Você está em dúvida de quais são eles? Então, vem com o ZAP para conhecê-los.

Se você pensa em comprar ou vender um imóvel, é importante saber a parte burocrática da negociação. Tanto o comprador quanto o vendedor – pessoa física ou jurídica – devem apresentar os itens necessários, incluindo os registros do imóvel.

Quais são os documentos do imóvel?

Para fechar o contrato de venda de imóvel, o vendedor precisa disponibilizar uma série de documentos que vão muito além dos próprios como pessoa física ou jurídica. O primeiro é uma cópia autenticada da escritura definitiva em nome dos vendedores, registrada no cartório de registro de imóveis.

Em seguida, é necessário separar o papel que apresenta o histórico da propriedade nos últimos 20 anos: a certidão negativa vintenária de ônus reais. Com ela, vem a certidão negativa de impostos, expedida pela prefeitura. Também é essencial a certidão negativa de débitos condominiais.

O modelo de contrato de compra e venda de imóvel requer a cópia autenticada do IPTU do ano, expedida pela prefeitura, além da averbação da construção junto ao cartório do registro de imóveis. 

Imóvel em inventário

Se o imóvel está em inventário, o contrato de compra e venda precisa ser um pouco diferente, exigindo alguns documentos à parte. Primeiro, caso o imóvel seja de uma pessoa menor de idade, garanta a autorização de venda por meio do Ministério Público.

Com o documento em mãos, corra atrás da certidão negativa vintenária de ônus reais e da cópia autenticada do atestado de óbito e do formal da partilha. São muitos documentos, certo? Porém, garantimos que ir atrás de cada um deles evita preocupações futuras.

Quais são os documentos pessoais do vendedor?

Com os documentos do imóvel separados, o vendedor (pessoa física) precisa apresentar a própria papelada. Vamos à lista? Ela também é extensa. Então, anote tudo direitinho para não se esquecer de nada. 

Pessoa física

As cópias da carteira de identidade (RG) e do CPF são essenciais para qualquer negociação. Por isso, separe-as ao início. Em seguida, lembre-se da cópia da certidão de nascimento e do comprovante de residência. Caso seja casado, inclua as cópias da certidão de casamento e dos documentos do cônjuge.

Para conseguir os próximos itens, é necessário passar no Fórum. Assim, você expede a certidão negativa de ações cíveis. A Justiça Federal e a Justiça do Trabalho são responsáveis pela emissão das certidões de feitos. Por fim, não deixe de lado a certidão negativa de interdição e tutela e o protesto de títulos.

Pessoa jurídica

O contrato para compra e venda de imóvel requer alguns documentos de uma pessoa jurídica. Uma dica é iniciar a separação pelas certidões negativas de ações cíveis, expedidas pela Justiça Federal e pela Justiça do Trabalho. 

Em seguida, solicite a expedição da certidão negativa de devidos estaduais para a Secretaria de Estado da Fazenda. Para o INSS, é necessário requisitar a certidão negativa de débitos. Com a papelada guardada, siga para a carta com a data da última alteração do contrato.

Por fim, em contato com a Junta Comercial, peça a cópia autenticada do contrato social ou do estatuto social. Não se esqueça dos protestos de títulos, é claro. Com todos esses documentos em sua posse, você pode passar para a próxima etapa do contrato de compra e venda de imóvel

Quais são os documentos pessoais do comprador?

A boa notícia para quem está comprando o imóvel é que a seleção de documentos é bem pequena em comparação com a lista dos vendedores. Comece pelo básico: a cópia do RG e do CPF. Caso seja casado, separe cópias do RG e do CPF do cônjuge. 

Em conjunto, certifique-se de não esquecer a certidão autenticada de casamento e os comprovantes de endereço e profissão. Feito isso, você fica a um passo de fechar a negociação do lar dos seus sonhos. 

Imagem de uma pessoa assinando um contrato de compra e venda de imóvel

Contrato de compra e venda de imóvel: veja o modelo

Todas as informações do comprador e do vendedor devem estar descritas no contrato. Porém, há outras informações que precisam constar na versão final. Segue um modelo de contrato de compra e venda com todos os detalhes que não podem ser esquecidos:

  • nome completo;
  • RG e CPF;
  • título eleitoral;
  • profissão;
  • estado civil;
  • valor total do imóvel;
  • forma de pagamento;
  • valor final;
  • período das parcelas a serem pagas pelo imóvel;
  • multas em caso de rescisão de contrato, atraso na entrega do imóvel e entrega do imóvel em condições diferentes;
  • comissão da imobiliária;
  • descrição dos itens, caso o imóvel seja vendido mobiliado.

Visite o blog do ZAP Imóveis para mais informações!

Ao redigir o contrato e recolher as assinaturas, não se esqueça de solicitar o recibo de compra e venda de imóvel. Assim, todo o processo termina e ambas as partes se contentam com as negociações feitas. Para mais informações sobre o processo de compra e venda, acesse o blog do ZAP Imóveis!

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Pronto, Mudei: Gil do Vigor explica como negociar o reajuste de aluguel

Em tempos de inflação, falar sobre reajuste de aluguel parece até um filme de terror, né?

Mas, calma, não há nada que um bom economista não consiga resolver! Então pega o seu bloquinho e prepare-se para anotar tudo sobre como fazer a negociação desse valor.

No quarto episódio da série “Pronto, Mudei”, Gil do Vigor dá três dicas super importantes para você não se lascar na hora de negociar.

Além disso, você vai terminar o vídeo sabendo a diferença entre IGPM, IPCA e qual o melhor índice de reajuste de aluguel para o seu contrato.

E se não der para negociar, vamos de ZAP Imóveis com mais de 6 milhões de opções para você mudar.

Tá bom, ou quer mais? Assista ao vídeo abaixo e fique de olho nos próximos episódios.

Acesse o ZAP Imóveis e encontre o imóvel perfeito para você

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