Quantos bairros tem o Rio de Janeiro? 

O Rio de Janeiro também é conhecido como a Cidade Maravilhosa, pois possui belas paisagens naturais. Além disso, ele tem algumas vizinhanças conhecidas em todo o país, como Leblon e Ipanema; mas você já parou para pensar quantos bairros tem o Rio de Janeiro?

Segundo o IBGE, a capital carioca tem mais de 6 milhões de habitantes, o que faz dela a segunda cidade mais populosa do país. O Rio de Janeiro é dividido em quatro zonas: Sul, Norte, Oeste e Central e possui um pouco mais de 160 bairros. Confira, agora, a nossa lista de bairros do Rio de Janeiro.

Zona Sul do Rio de Janeiro

A Zona Sul do Rio de Janeiro é a região mais nobre e famosa da cidade. Afinal, alguns bairros da Zona Sul, como Leblon, Copacabana e Ipanema ficaram conhecidos em todo o Brasil por causa de músicas e novelas.

Essa região também concentra alguns dos pontos turísticos mais famosos da cidade, como o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, a Lagoa Rodrigo de Freitas e o Jardim Botânico.  

Leblon

Um dos principais bairros dessa região é o Leblon, uma das vizinhanças mais valorizadas do Rio de Janeiro; possui um equilíbrio entre as áreas comerciais e as residenciais, bem como oferece boas opções de transporte, com estação de metrô e várias linhas de ônibus que atendem o bairro.

Essa vizinhança também possui muitas belezas naturais, como a Praia do Leblon, muito frequentada por turistas e moradores. Esse bairro ainda conta um mirante, no qual é possível tirar belas fotos com a Cidade Maravilhosa como pano de fundo, e com o Parque do Penhasco, que está em uma área de preservação ambiental.  

O Leblon também tem o Shopping Leblon, um dos centros de compras mais sofisticados do Rio de Janeiro. Esse bairro oferece, ainda, muitas opções de bares e restaurantes.

Zona Norte do Rio de Janeiro

Se você se pergunta quantos bairros tem o Rio de Janeiro, saiba que a maioria deles está localizada na Zona Norte, a mais populosa da cidade. Essa região também possui alguns pontos turísticos importantes, como o Parque Municipal Quinta da Boa Vista e o Museu Nacional.

Maracanã

Um dos principais bairros dessa região é o Maracanã, conhecido por abrigar o estádio mais famoso do Brasil. Para além disso, essa vizinhança também possui uma boa infraestrutura, com muitas opções de comércios, escolas e universidades e possui área bem arborizada.

A Zona Norte tem mais de 90 bairros. Sendo assim, além do Maracanã, essa região também conta com outros bairros importantes, como Andaraí, Tijuca, Praça da Bandeira, Méier e Bonsucesso. Portanto, se você quer saber quantos bairros tem a cidade do Rio de Janeiro, comece pesquisando as vizinhanças da Zona Norte.

Imagem aérea do Rio de Janeiro

Zona Central do Rio de Janeiro

A Zona Central do Rio de Janeiro possui muitos prédios históricos, pontos turísticos e vários museus, como o Centro Cultural do Banco do Brasil e o Museu Nacional de Belas Artes, além de abrigar o Sambódromo Municipal. Confira, a seguir, algumas características dos principais bairros dessa região.

Lapa

A Lapa é um dos bairros mais boêmios da cidade. Logo, se você gosta de curtir a vida noturna, vale a pena conhecer essa vizinhança. Nesse local, também estão localizados os Arcos da Lapa, que estão entre os pontos turísticos mais importantes da cidade.

Centro

O centro é um dos bairros do Rio com a maior concentração de construções históricas e monumentos arquitetônicos, como a Catedral Metropolitana, o Paço Imperial e o Theatro Municipal. Um outro ponto positivo é que essa é uma área bem atendida pelos meios de transporte públicos. Diante disso, é fácil acessar tal região.

Zona Oeste do Rio de Janeiro

Outra área importante para quem quer saber quantos bairros tem o Rio de Janeiro é a Zona Oeste, a segunda região mais populosa da cidade, tanto que possui quatro subprefeituras. Essa zona também concentra a maior parte dos corredores de BRT. 

Barra da Tijuca

Um dos principais bairros dessa região é Barra da Tijuca, muito conhecida devido à sua orla, que possui 14,4 km de extensão, o que faz dela a maior praia do Rio de Janeiro. 

As distâncias entre as atrações desse bairro são grandes, por isso muitos moradores têm mais de um carro na garagem. Entretanto, o bairro é bem atendido pelo transporte público.

Esse bairro também possui um grande número de shoppings, como o Village Mall, o Barra Shopping e o New York City Center. Além disso, a Barra da Tijuca também oferece muitas opções de restaurantes e bares.

Encontre seu imóvel no Rio de Janeiro com o ZAP!

Agora que você já sabe quantos bairros tem o Rio de Janeiro e quais são as principais zonas da cidade, já pode começar a procurar um imóvel para alugar ou comprar na Cidade Maravilhosa. 

No site do ZAP Imóveis, há várias opções de casas, apartamentos e salas comerciais nos principais bairros do Rio de Janeiro. Sendo assim, certamente, você vai encontrar um imóvel que atenda a todas as suas necessidades.

Logo, acesse o site do ZAP e pesquise o tipo de imóvel de sua preferência. Você pode, ainda, usar alguns dos filtros que o ZAP disponibiliza para facilitar a sua busca. 

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Você sabe o que é o direito de preferência?

O direito de preferência é a garantia dada a uma pessoa para adquirir um imóvel com prioridade em relação a outras. Ele está previsto em lei e acontece em várias situações.

Há o direito de preferência dos entes públicos em relação aos imóveis tombados, por exemplo. O mais comum, porém, é o direito de preferência na locação. Se o proprietário quer vender um imóvel que está alugado e recebeu oferta de um terceiro, ele deve dar oportunidade ao inquilino de igualar a proposta, porque o inquilino tem preferência na compra.

Saiba como funciona o direito de preferência

É importante entender, primeiramente, que há uma legislação por trás dessa lógica. O artigo 27, da Lei 8.245/91, a Lei do Inquilinato, garante o direito de preferência do locatário para adquirir o imóvel locado caso o proprietário queira vendê-lo. Dessa maneira, algumas regras devem ser seguidas.

Por isso mesmo, não é possível fazê-lo de qualquer forma. Para colocar em prática essa lei e garantir o direito de preferência de compra, o locador deve dar conhecimento do negócio ao locatário por notificação judicial, extrajudicial ou outro meio explícito, como explica a advogada Giovana Frascino Donato.

“A comunicação deverá conter todas as condições. Em especial, o preço, a forma de pagamento, a existência de ônus reais (dívidas), bem como o local e o horário em que pode ser examinada a documentação pertinente”, orienta a advogada.

Direitos e deveres ao usar o direito de preferência

direito de preferência

É necessário entender, entretanto, que o dono do imóvel não precisa vender mais barato para o inquilino apenas porque esse tem direito de preferência. O locatário deve pagar o mesmo valor que foi oferecido por um potencial comprador ou o preço que consta no anúncio de venda do imóvel. Dessa maneira, cabe cautela no exercício do direito de preferência.

Se, por exemplo, a proposta pelo locatário seja aceita pelo vendedor, e o locador desista do negócio, este último será responsável pelos prejuízos ocasionados, inclusive pelos lucros cessantes. Desse modo, há vantagens, mas também há ônus quando fazemos valer o nosso direito de preferência.

Como fazer valer o seu direito de preferência?

Segundo o advogado Brunno Brandi, o locatário pode recorrer à Justiça se o seu direito de preferência não for observado, pedindo indenização pelas perdas e danos sofridos. No prazo de seis meses da venda, é possível ajuizar ação depositando, no processo, o preço e as demais despesas para ficar com o imóvel vendido irregularmente.

O advogado explica, todavia, que existem algumas situações que impedem o exercício do direito de preferência pelo locatário, como a venda por decisão judicial (leilão, por exemplo), a permuta (troca de imóveis) e a doação.

“Também em caso de integralização de capital da empresa com o imóvel, cisão, fusão e incorporação da empresa titular do imóvel. Ou, ainda, se o imóvel for de mais de uma pessoa e apenas uma delas estiver vendendo, terá preferência sobre a do locatário”, o advogado complementa.

Prazos e condutas para o direito de preferência

O locatário deve fazer valer o seu direito de preferência em até 30 dias a contar da data de recebimento da notificação da venda do imóvel. Todas as informações sobre formas de pagamento, sobre o preço, sobre as condições de compra devem ser detalhadas e, como todo tipo de processo de compra, uma data deve ser estipulada para a análise da documentação.

A fim de garantir a preferência de compra, o locatário deve responder dentro dos 30 dias estipulados desde o recebimento da notificação para assegurar o seu direito. De outra forma, o proprietário fica livre para vender o imóvel a outras pessoas. Tudo deve ser informado nos tempos e nos meios corretos para não haver nenhum problema durante o processo.

Caso o locatário não tenha intenção de realizar a compra, é importante estar atento a outro fator importante: o direito de vigência de locação, que garante a ele permanecer no imóvel até que acabe o contrato inicial de aluguel, mesmo nos casos de venda.

Conheça mais sobre o mundo dos imóveis

Se você está em busca da casa dos seus sonhos, é importante estar atento a todos os trâmites, a todas as leis e a todos os direitos para não perder nenhum prazo ou preferência por falta de conhecimento. Afinal, não queremos fazer algo errado ou perder uma grande oportunidade por falta de informação.

Além da busca ativa dos imóveis, é importante estar por dentro de toda a documentação necessária, tanto da da parte de quem compra como da de quem vende para evitar maiores surpresas. Além do seu direito de preferência, saiba que outros direitos e obrigações são desconhecidos no âmbito imobiliário.

Para isso, a ZAP reúne todos os requisitos necessários para que você realize a busca pelo seu imóvel completamente informado e munido de muito conhecimento do mercado imobiliário. Auxiliamos você em cada etapa com o propósito de que conheça suas possibilidades, do início ao fim do processo.

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Alfabeto das Cores – Confira lista completa 

O alfabeto das cores é uma forma lúdica de ensinar para as crianças, as letras do nosso alfabeto. São compostas por cores primárias, secundárias e terciárias, sendo relacionada a cada letra de A-Z do alfabeto.

Quando se trata de ensinar as crianças, utilizar modos mais criativos e lúdicos costumam dar muito certo. Por isso, é bem comum pedagogas, professoras e pais usarem brincadeiras, jogos e até a arte para ensinar as crianças. Vem conhecer mais sobre essa importante ferramenta através do conhecimento das cores para cada letra do alfabeto.

alfabeto das cores

Alfabeto das Cores – Veja os tons relacionados de A-Z

Talvez você não saiba, mas o alfabeto das cores é bastante usado na educação infantil, ensinando de forma lúdica o alfabeto de A-Z para as crianças em idade escolar. As cores paras as letras de alfabeto a seguir, podem ser usadas em atividades pedagógicas com desenhos, pinturas e jogos educativos. Confira!

Depois, veja também combinação de cores para sala pequena.

Alfabeto das cores: letra A

A letra A é a primeira do alfabeto e com elas podemos destacar cores populares e variações de tons.

  • Açafrão
  • Amarelo
  • Amarelo-aguado
  • Amarelo-esverdeado
  • Amarelo-ouro
  • Amarelo-torrado
  • Amarelo-gualdo
  • Amarelo-palha
  • Amarelo-fosco
  • Amarelo-enxofre
  • Abóbora
  • Âmbar
  • Água
  • Azul escuro
  • Azul claro 
  • Azul marinho
  • Azul Safira
  • Azul-celeste
  • Azul-ardósia
  • Azul-pavão
  • Azul-ferrete
  • Azul-cobalto
  • Azul-petróleo
  • Azul-piscina
  • Alizarina
  • Aspargo
  • Amêndoa
  • Ameixa
  • Ametista
  • Anil.

alfabeto das cores

Alfabeto das cores: letra B

Na segunda letra do alfabeto das cores, temos o B e suas colorações e tonalidades:

  • Brasil
  • Bronze
  • Bordô
  • Bege
  • Borgonha
  • Branco 
  • Branco antigo
  • Branco navajo.

Alfabeto das cores: letra C

Na terceira letra do alfabeto, destacamos as seguintes cores e suas variações em tons:

  • Caramelo
  • Caqui
  • Castanho
  • Carmesim
  • Cardo
  • Carmim
  • Cereja
  • Cenoura
  • Ciano
  • Cinza
  • Cinza claro 
  • Cinza escuro
  • Cobre
  • Concha
  • Coral
  • Couro
  • Creme
  • Chocolate.

Alfabeto das cores: letra D

No alfabeto das cores com a letra D o número de colorações e tons são mais raros, veja alguns exemplos que encontramos:

  • Damasco
  • Dourado 
  • Dourado pálido
  • Dourado escuro
  • Dainese.

 

Alfabeto das cores: letra E

Como a letra D, existem poucos exemplos de cores com a letra E:

  • Esmeralda
  • Eucalipto
  • Ébano
  • Escarlate
  • Eminência.

alfabeto das cores

Alfabeto das cores: letra F

Na letra F do alfabeto das letras, temos as seguintes colorações:

  • Fúcsia
  • Fandango
  • Ferrugem
  • Flerte
  • Fuligem.

Alfabeto das cores: letra G

Com a letra G, temos poucos exemplos, como:

  • Gelo branco
  • Grená
  • Gris
  • Glitter
  • Goiaba.

Alfabeto das cores: letra H

Olha só que curioso as cores com a letra H:

  • Hortelã
  • Herbal
  • Heliotrópio.

Alfabeto das cores: letra I

Para a letra I temos apenas três opções:

  • Índigo
  • Íris
  • Independência.

Alfabeto das cores: letra J

Conforme as duas cores anteriores, J também possui a mesma quantidade de cores. Veja as seguintes cores que merecem destaque:

  • Jade
  • Jasim
  • Jambo.

Alfabeto das cores: letra K

Existem algumas cores com a letra K, acredite! Separamos algumas em destaque a seguir.

  • Kiwi
  • Kobicha
  • Kobi
  • Khaki
  • Kombu Green
  • Kenyan Copper.

Alfabeto das cores: letra L

Na letra L temos algumas cores populares, como:

  • Lavanda 
  • Lavanda avermelhada
  • Lilás
  • Lilás claro
  • Lilás escuro
  • Laranja
  • Laranja claro
  • Laranja escuro
  • Limão
  • Linho
  • Lima
  • Loiro.

Saiba que elas também viriam em tonalidades claras, médias e escuras.

alfabeto das cores

Alfabeto das cores: letra M

No alfabeto das cores com a letra M, podemos destacar as seguintes cores:

  • Marrom 
  • Marrom claro
  • Marrom escuro
  • Mostarda
  • Madeira
  • Magenta 
  • Magenta escuro
  • Malva
  • Maná
  • Marfim
  • Mocassim.

 

Alfabeto das cores: letra N

Assim como outras letras, as cores na letra N são bem limitadas:

  • Neve
  • Naval
  • Nyanza.

Alfabeto das cores: letra O

Já com a letra O, possuímos 4 exemplos de cores:

  • Ouro
  • Orquídea
  • Orquídea média
  • Orquídea escura
  • Ocre
  • Oliva 
  • Oliva escura
  • Oliva parda.

Alfabeto das cores: letra P

Talvez você se interesse nas cores para a letra P:

  • Preto
  • Prata
  • Pardo 
  • Pardo escuro
  • Púrpura 
  • Púrpura média
  • Pêssego.

Alfabeto das cores: letra Q

Saiba que existem cores com a letra Q, com destaque 2 delas:

  • Quartzo
  • Quartz.

Veja também como pintar vaso de cimento.

Alfabeto das cores: letra R

Temos bastantes opções de cores com a letra R, confira a lista com as principais:

  • Rosa 
  • Rosa choque
  • Rosa bebê
  • Rosa claro
  • Rosa forte
  • Rosa profundo
  • Rosa brilhante
  • Rosa amoroso
  • Rosa envelhecido
  • Roxo 
  • Roxo brasilis
  • Renda 
  • Renda antiga
  • Rútilo
  • Rubro.

Alfabeto das cores: letra S

Ficou surpreendido com as cores na letra Q? Veja também o alfabeto de cores com a letra S:

  • Salmão 
  • Salmão escuro 
  • Salmão claro
  • Safira
  • Siena
  • Sépia.

Alfabeto das cores: letra T

As cores com a letra T são incríveis, veja a lista com os principais exemplos:

  • Terracota
  • Tomate
  • Tangerina
  • Turquesa
  • Turquesa escura
  • Turquesa média
  • Turquesa pálida
  • Trigo
  • Triássico.

Alfabeto das cores: letra U

Já com a letra U temos apenas 2 opções:

  • Urucum
  • Ube.

Alfabeto das cores: letra V

A letra V possui cores padrão e também derivadas. Confira a lista de opções abaixo:

  • Vermelho 
  • Vermelho escuro
  • Vermelho claro
  • Vermelho arroxeado
  • Vermelho cereja
  • Violeta 
  • Vinho
  • Violeta claro
  • Violeta escuro
  • Verde
  • Verde claro
  • Verde escuro
  • Verde-azulado
  • Verde Fluorescente
  • Verde-oliva
  • Verde-alface
  • Verde-militar
  • Verde-abacate
  • Verde-musgo
  • Verde-mar médio
  • Verde-paris
  • Verde-amarelado
  • Verde- floresta
  • Verde-grama
  • Verde-lima
  • Verde-primavera
  • Verde-pálido
  • Verde-espectro
  • Verde-água
  • Verde-bandeira
  • Vermelho enegrecido
  • Vermelho indiano.

Alfabeto das cores: letra W

No alfabeto português não existe cores com a letra W, apenas podemos destacar as cores em inglês como:

  • White (branco)
  • Wheat (trigo).

Alfabeto das cores: letra X

Por incrível que pareça, com a letra X existe apenas um tipo de cor:

  • Xanadu.

Alfabeto das cores: letra Y

No alfabeto das cores em português não existe uma cor com a letra Y, apenas podemos destacar a versão em inglês:

  • Yellow (amarelo)

Alfabeto das cores: letra Z

Assim como a letra X, saiba que existe apenas uma cor com a letra Z:

  • Zaffre.

Cada uma das cores acima são primárias, consideradas cores puras; secundárias, resultado da união de duas cores primárias e as terciárias, derivadas da mistura de cores primárias com as secundárias.

Mas como vimos acima, existem variações de cores, que resultam em tonalidades mais e menos pigmentadas. Aproveite para usar de forma criativa para os anos iniciais o alfabeto das cores através de práticas como as misturas das cores, desenhos com apenas uma categoria delas e jogos que envolvem a prática da escrita. 

Que tal usar este artigo como referência para seus projetos? Tenho certeza que esse texto irá render boas ideias para ensinar através do alfabeto das cores.

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Tipos de piso para garagem – Qual escolher?

Conheça os tipos de piso para garagem ideais para seu projeto, seja em garagens internas ou externas. Afinal, cada um deles é destinado a este estilo de estrutura tão essencial para sua casa. Quando falamos de garagem precisamos considerar que este será o espaço para guardar os bens materiais mais valiosos: seus carros e motos.

Saiba que este ambiente também é super funcional, podendo servir de depósito para suas coisas e espaço com sofá para relaxar. Por causa da funcionalidade da garagem é preciso considerar todos os detalhes do seu projeto, escolhendo o melhor revestimento para pisos e também as paredes, quando houver. 

A seguir vamos destacar os tipos de piso para garagem mais indicados, com diferentes materiais, formatos e preços. Confira!

Tipos de piso para garagem

Tipos de piso para garagem – Veja as melhores opções para escolher

Não importa se é uma garagem no subsolo, na frente, lateral ou nos fundos da casa: é preciso escolher entre os tipos de piso para garagem o melhor para o seu projeto. Veja nos próximos tópicos opções que atendem as necessidades do projeto e também agradam o bolso, em alguns casos.

Piso de concreto para garagem

O piso de concreto para garagem é um dos tipos de revestimentos mais econômicos,  são ideais para garagens de todos os tamanhos. No entanto, é preciso que o cimento seja “queimado” corretamente, permitindo que com tempo não esfarele a superfície. Uma dica é aplicar uma tinta impermeabilizante sobre o contrapiso, protegendo de infiltrações e proporcionando uma melhora da estética do ambiente.

Cimento queimado no piso da garagem

O cimento queimado no piso da garagem é uma opção decorativa e também resistente, aliás, essa textura pode ser usada nos projetos de interiores também. A textura do cimento queimado é fácil de limpar e combina com diferentes estilos de garagem, ideal para os espaços mais escondidos.

Contudo, é preciso saber fazer essa técnica, caso contrário o resultado será prejudicado devido aos erros na aplicação do cimento queimado na garagem.

Tipos de piso para garagem

Piso para garagem intertravado

Outro queridinho entre os tipos de piso para garagem é o bloco intertravado, um estilo de pavimento muito usado em calçadas, estacionamentos e também nas garagens de casa. O interessante deste pavimento é que ele pode ser encontrado em diferentes tamanhos e formatos, garantindo uma boa estética para o local. Além disso, o bloco intertravado é produzido em concreto, um material que apresenta grande durabilidade e funcionalidade.

Cerâmicas para revestir garagem

As cerâmicas para revestir garagem apresentam uma grande funcionalidade, podendo ser encontradas em vários formatos e texturas antiderrapantes. Uma das grandes vantagens da cerâmica são os tipos que existem, alguns imitam madeira e outros até o mármore. Para escolher a cerâmica ideal para revestir sua garagem, escolha os modelos mais resistentes para não causar atrito entre pneu e piso ou acidentes com escorregamento de pedestres. 

Outra dica de cerâmica é a emborrachada, ela não escorrega e nem faz barulho quando em contato com os automóveis. Porém, pode se tornar um pouco difícil para eliminar a sujeira, já que a mesma poderá ficar impregnada.

Tipos de piso para garagem

Mosaico português no piso externo

Para as garagens externas compondo a fachada da casa, o piso de garagem com mosaico português é uma ótima sugestão. Com as pedras portuguesas é possível formar desenhos, figuras e linhas conforme sua preferência, ampliando a aplicação do revestimento para a calçada. Invista em diferentes cores de pedras para construção do mosaico português e use a criatividade para formar desenhos no piso da garagem.

Revestimentos de piso com pedras naturais

Os revestimentos de piso com pedras naturais são ideais para ambientes externos, inclusive, as garagens da casa. Aqui é possível investir em diferentes tipos de pedras naturais para piso da garagem, considerando o estilo da fachada residencial. Opções como pedra basalto, São Tomé, Goiana e Miracema são indicadas para piso de garagem, rampas e calçadas.

Tipos de piso para garagem

Porcelanato Pei 4 para garagem

O porcelanato é um revestimento muito usado na decoração de interiores, revestimento pisos, paredes e até móveis como bancadas. Nos tipos de piso para garagem, o porcelanato pei 4 é o mais indicado devido à sua durabilidade e facilidade na hora da limpeza.

Concregrama para piso de garagem

Se você busca um material mais sustentável, o concregrama para piso de garagem é o mais indicado. O piso de grama, como também é conhecido, se torna uma opção de revestimento ecológico, tornando a estética do local mais bonita. Saiba que algumas cidades oferecem desconto no IPTU para projetos de casas mais sustentáveis.

Ladrilhos hidráulicos para revestir piso

Um dos tipos de pisos para garagem mais bonitos são os ladrilhos hidráulicos, muito utilizados para revestir paredes e móveis como bancadas na cozinha. Esse revestimento é indicado para espaços que exigem um revestimento decorativo na garagem, criando um ambiente aconchegante e estiloso.

Piso de garagem Fulget

Um dos pisos que mais fazem sucesso em garagens é o fulget, um material derivado da mistura de cimento, pedras naturais e aditivos. Disponível em uma textura antiderrapante e áspera, o granilite lavado, como também é chamado, precisa passar por um processo de impermeabilização e limpeza pesada a cada um ano.

Dicas para escolher o piso para garagem

Com diversas opções de pisos para garagem, leia algumas dicas que podem te ajudar na hora da escolha do revestimento correto para seu espaço.

Avalie a manutenção e limpeza do piso

Um dos pontos essenciais é avaliar a manutenção e limpeza do piso, visto que alguns materiais são mais difíceis de limpar que outros. Certifique-se da necessidade de manutenção do piso, bem como, o uso de produtos para limpeza específicos.

Escolha um material para revestimento seguro

Como se trata de uma garagem, é preciso considerar que terá tráfego de pessoas e consequentemente, o revestimento necessita apresentar segurança. Escolha modelos de pisos antiderrapantes e fáceis de limpar, já que é comum acumular sujeiras de graxa e óleo nesse local.

Considere a estética para piso da garagem

O tipo de piso da garagem necessita considerar a estética do local, pois algumas garagens servem como espaço de lazer com churrasqueira e sofás para descanso. Considere o estilo da decoração interna da residência e também o visual da fachada para combinar com os tipos de piso para garagem. 

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Não sabe como limpar o box de banheiro? Acompanhe nossas dicas!

O seu box tem sujeira acumulada, e você não sabe como limpá-lo? Não há nada mais incômodo que aquela manchinha que aparece de repente e insiste em permanecer independente do seu esforço para tirá-la. Deixe de preocupação: confira as nossas dicas de como limpar o box de banheiro para conseguir um ambiente novinho em folha!

Não é preciso muito para conseguir um ambiente limpo e fresquinho. Com poucos produtos caseiros, é possível conseguir uma mistura supereficiente para retirar a maior parte da sujeira que se acumula durante o dia a dia. Venha conosco aprender a limpar o box de banheiro!

Para cada material, uma limpeza diferente

Box de vidro, de acrílico, transparente… Todos requerem mais ou menos o mesmo cuidado. Entretanto, nem todos os produtos são aptos para limpar o seu banho. É preciso estar atento aos componentes de cada produto e aos materiais usados para a limpeza, evitando danificar a superfície do box.

Comece identificando o tipo de material para depois adquirir os produtos específicos necessários para limpar o box do banheiro. No caso dos vidros, também é importante ter os acessórios ideais a fim de, depois da limpeza, deixar a superfície brilhando e sem manchas dos dedos ou do próprio produto.

Comece pelo básico: água e sabão de limpeza

Para começar, devemos usar o material mais básico que temos em casa e, por vezes, o mais eficiente: o sabão. Junto à água, esse único produto é capaz de tirar grande parte da sujeira acumulada, uma forma fácil e muito econômica de limpar o banheiro.

Essa dica serve para todo tipo de box, independentemente do material de fábrica. Basta apenas uma gotinhas de detergente líquido na água para garantir uma higienização básica no dia a dia. Essa dupla é perfeita para a manutenção da limpeza e para evitar que se acumule muita sujeira.

A coisa se complica quando necessitamos de produtos específicos e mais potentes voltada a uma limpeza mais profunda, já que, nesses casos, é preciso estar atento ao tipo de material de fábrica com o propósito de evitar possíveis danos. Siga nossas dicas para saber que produtos usar e como limpar o box de banheiro com segurança.

Alquimia caseira: mesclando produtos de limpeza

como limpar o box de banheiro

Quer dicas para limpar o banheiro? Misture, em um borrifador, 200 ml de álcool, 100 ml de removedor de uso doméstico, do tipo desengordurante, e duas colheres de lustra-móveis. O líquido ficará bifásico. Misture bem, aplique sobre o vidro e, em seguida, passe um pano que esteja devidamente limpo.

Essa mescla é suficiente para manter o box limpo por uns 15 dias. Outra opção é passar cera automotiva com o box seco. O vidro ficará limpo e impermeabilizado durante toda a semana.

Bicarbonato de sódio e vinagre

Para desinfetar, use a mistura de 1 colher (sopa) de vinagre, 200 ml de álcool e água. Outra forma eficiente para tirar mancha de ferrugem e mofo é mesclar 2 colheres (sopa) de bicarbonato de sódio, 1 colher (sopa) de sabão em pó ou algumas gotas de detergente neutro e 1 litro de água morna.

De acordo com o fabricante Ideia Glass, é essencial realizar uma limpeza mais profunda no espaço que fica nas frestas entre os trilhos inferiores de forma semanal. Em relação ao mofo, a fim de impedi-lo, use bicarbonato de sódio com o auxílio de uma esponja suave. Vale lembrar que, após o banho, o ideal é deixar a porta corrediça do box fechada para que o vapor não fique preso entre as folhas de vidro.

Usando o acessório adequado de limpeza

Já vimos que, com o tempo, a estrutura do box do banheiro (não só o vidro, como as ferragens) tende a acumular manchas e resíduos. Para mantê-lo limpo e com bom funcionamento, o ideal é realizar uma limpeza diária com água corrente logo após o banho, evitando, assim, o excesso de gordura, vapor, sabonete e mofo.

Para isso, é possível recorrer a soluções caseiras, mas lembre-se de que alguns produtos abrasivos (como lixas, buchas e água sanitária) tendem a danificar os perfis do box. Dê preferência aos produtos menos abrasivos e naturais, visando garantir que não esteja danificando nenhum componente ao limpar o box do banheiro.

Bucha vegetal e sabonete branco podem ser bons aliados para a limpeza diária e, de acordo com a personal organizer Karoline Bim, para limpar as marcas brancas do vidro, é possível usar palha de aço para esfregar a superfície totalmente seca, delicadamente. “Este processo soltará um farelo branco, que é a gordura saindo”.

Humidade: inimiga da limpeza

Uma das principais inimigas no combate à sujeira é a umidade. Ela tende a ocasionar o acúmulo de mofo e outras sujeiras no vidro do banheiro, bem como em outras estruturas do box. Por isso, é importante manter o seu banheiro sempre arejado, se possível com alguma janela ou com algum sistema de ventilação que garanta ar fresco.

Uma boa forma de limpar o box de banheiro é entender a necessidade de cada espaço, garantindo uma ventilação eficiente, principalmente no inverno, quando a umidade tende a se instalar e a permitir que agentes como o mofo atuem nas partes mais molhadas.

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Diferença entre ducha e chuveiro

Você sabe qual é a diferença entre ducha e chuveiro? Essa dúvida é bastante comum durante a construção ou a renovação do banheiro. Afinal, quais são as melhores opções disponíveis no mercado? A ZAP Imóveis esclarece as principais questões!

Qual é a principal diferença entre os dois?

A principal diferença entre ducha e chuveiro, ao contrário do que muitos pensam, está no aquecimento da água. Segundo o engenheiro civil José Roberto Scarpetta Alves, a ducha, na verdade, não esquenta a água. A água vem quente de outro lugar — aquecedor a gás, por exemplo — e a ducha apenas “espalha” a água.

Já o chuveiro, em contrapartida, possui um sistema próprio de aquecimento da água. Ele é elétrico, ou seja, usa do aquecedor ou da resistência para esquentar o banho. Essa pode ser uma boa opção para quem não quer gastar com gás, por exemplo. 

A diferença entre a ducha e o chuveiro causa confusão, principalmente, por conta da vazão de água. A ducha, por não precisar empregar energia no aquecimento, tem a capacidade de liberar uma quantidade maior de água, ou seja, tem maior vazão. O chuveiro segue pelo lado contrário, tendo menos água liberada. 

“Há alguns anos, uma marca tradicional começou a chamar de ‘ducha’ um chuveiro elétrico que tinha um jato mais forte do que o da empresa concorrente; e até hoje se associa a palavra “ducha” a um equipamento com mais vazão de água”, esclareceu José Roberto. 

Tipos de chuveiro

Esperamos que as dúvidas referentes à diferença entre ducha e chuveiro estejam sanadas. Porém, ao analisarmos o mercado, é possível perceber que há vários tipos de chuveiros disponíveis. A fim de direcionar a busca para a opção certeira, o ZAP Imóveis listou algumas das mais conhecidas.

Chuveiro elétrico comum

O chuveiro elétrico é o tipo mais comum. Ele tem a função de multitemperatura, ou seja, você pode selecionar a estação em que você está (verão ou inverno) para deixar a temperatura da água mais adequada. Se preferir, se colocá-lo no modo “desligado”, a água sairá totalmente gelada.

Chuveiro híbrido

O chuveiro híbrido é mais econômico que o elétrico, contudo ele requer que a sua casa tenha um sistema que capte a energia solar. A partir dele, você pode optar entre usar a energia elétrica ou a solar para esquentar a água. 

Chuveiro pressurizado

Já o chuveiro pressurizado é indicado para os imóveis que possuem dificuldade com a pressão da água. Ele requer um pressurizador para funcionar, assim puxando a água com mais facilidade e aumentando o volume. 

Tipos de ducha

Assim como os chuveiros, há diversos tipos de ducha disponíveis no mercado. Eles são mais comuns em países da Europa, ou até mesmo em hotéis, proporcionando um banho relaxante e até mesmo terapêutico. Vamos conhecer mais sobre eles?

Ducha de teto

A ducha de teto tem um design bastante moderno e cai muito bem como artefato de decoração no banheiro. Esse tipo de ducha é exclusivo para banheiros internos, pois não aguentam a intempéries do tempo. Você pode optar por vários formatos: quadrado, redondo ou retangular, por exemplo.

Imagem de um chuveiro com água saindo dele

Ducha com barra deslizante

A ducha com barra deslizante é diferente das duchas fixas na parede ou no teto. É possível usá-la tanto presa na parede, como também de forma móvel. Dessa forma, o seu banho se torna mais direcionado, sendo possível levar o chuveiro a qualquer região do corpo. 

Ducha com hidromassagem

A ducha com hidromassagem é o modelo mais sofisticado. Ela é um sonho a ser realizado por várias pessoas, porque ela proporciona um banho completo, com direito à massagem no corpo. A ducha conta com diversas saídas de água, que englobam o corpo inteiro, da cabeça aos pés. 

Cuidados na instalação

Agora que você já sabe a diferença entre ducha e chuveiro, é preciso ter alguns cuidados na instalação de ambos. Primeiro, veja se a pressão da água está adequada e se você possui os materiais necessários a fim de garantir que a instalação será feita corretamente.

O braço de chuveiro pode ser necessário para deixar o utensílio com uma distância confortável da parede. Certifique-se de estar garantindo um material para o braço que, assim como a ducha (ou o chuveiro), também seja de um material resistente e de muita qualidade. 

Blog do ZAP Imóveis: confira mais dicas incríveis!

Gostou de se informar mais detalhadamente sobre a diferença entre ducha e chuveiro? Confira o blog do ZAP Imóveis para mais dicas de reforma, organização e decoração. 

Visitando o site do ZAP Imóveis, você também pode encontrar o lar dos seus sonhos. Por meio dos nossos filtros de busca, você filtra os resultados de casas e apartamentos para venda ou aluguel de acordo com a sua necessidade (faixa de preço, metro quadrado, área de lazer, número de quartos e muito mais). 

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Conheça os principais custos de cartório para imóveis

Quando estamos à procura de uma casa para comprar, devemos estar informados sobre todas as taxas necessárias para realizar a operação. Além do valor do próprio bem, devemos conhecer os principais custos de cartório para imóveis para fazer uma avaliação completa de todos os gastos.

É possível que seja preciso pagar entre 5% e 8% a mais do valor do imóvel para cobrir os custos de cartório. É um pagamento que, além de tudo, é realizado à vista; por isso, é necessário que você já tenha esse valor em caixa. Quer ficar por dentro de cada taxa extra? Acompanhe-nos!

Colocando na ponta do lápis

A primeira coisa que devemos fazer é pesquisar quais custos de cartório para imóveis precisaremos pagar em um imóvel financiado. Esses valores também são válidos para bens comprados à vista, já que são taxas administrativas e de gestão as quais devem ser pagas para o devido registro da sua compra.

No processo de registrar um imóvel, além das taxas, alguns documentos são necessários. Os mais importantes são: escritura do imóvel; contrato de compra e venda ou financiamento; e documentos pessoais (RG, CPF, Certidão de Casamento).

Outros documentos exigidos pelo cartório a fim de comprovar que não há nenhuma dívida pendente do imóvel são as certidões pessoais, matrícula do imóvel atualizada e certidões de débitos com o IPTU. A Certidão de Ônus e a Certidão Vintenária representam um histórico de débitos e legislações envolvendo o imóvel nos últimos 20 anos. Os valores para emissão podem chegar a R$ 200.

Taxa de registro de imóvel

A taxa de registro do imóvel é um valor cobrado pelo próprio cartório para registrar o novo apartamento, o terreno ou a casa em seu nome. Também é necessário registrar a escritura em um Cartório de Imóveis com o objetivo de comprovar quem é o proprietário do bem legalmente.

O preço pode variar de acordo com o Estado onde está sendo realizada a compra, mas costuma ficar em torno de 1% do valor venal do imóvel.

Custo de avaliação do imóvel

custo de cartório para imóveis

A Tarifa de Avaliação do Imóvel equivale ao valor para que o imóvel seja vistoriado por um especialista. Durante essa inspeção, é verificado se o valor do imóvel realmente está de acordo com o valor real de mercado.

O custo de avaliação é totalmente pago pelo comprador, e o valor é calculado levando em conta o tamanho do imóvel e do profissional que realiza a inspeção. Por isso, cada instituição financeira cobra um valor diferente. No caso das compras financiadas, essa vistoria é obrigatória, já que é um passo prévio para concessão do financiamento.

Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)

O Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis, o famoso ITBI, é a taxa paga ao município onde está situado o imóvel durante a realização de uma transação de venda ou compra. Por se tratar de um ato oneroso, que produz vantagens e obrigações para as partes envolvidas, quem deve pagar o imposto é o comprador.

Para chegar ao valor do ITBI, é preciso multiplicar a alíquota do imposto pelo valor venal do imóvel. De forma bem simples, se um imóvel tem uma alíquota de 2% e custa R$ 100 mil, o valor do imposto será de R$ 2 mil.

Certidão vintenária

A certidão vintenária é um documento no qual constam todas as informações sobre os últimos vinte anos de um imóvel; é um histórico de registro imobiliário. Nela, estará descrito qualquer registro que tenha sido feito relativo a esse imóvel. Assim, com ela em mãos, você terá acesso a dados que podem não constar no registro atual por terem sido modificados em algum momento.

A principal utilidade dessa certidão é poder acompanhar toda a cadeia de registros referentes ao imóvel nos últimos vinte anos.

Valor venal vs valor real do imóvel

Para grande parte dos cálculos dos custos de cartório para imóveis e outras taxas, é necessário saber dois conceitos importantes: valor real e valor venal do imóvel. O primeiro diz respeito ao valor mais dinâmico, baseado em fatores como preço dos imóveis similares à venda na zona onde está sendo realizada a busca. Também são importantes as avaliações de corretores e o valor de compra do imóvel.

O valor venal é listado, normalmente, pela prefeitura da sua cidade. Fatores como a região do imóvel, o preço de mercado e o valor do metro quadrado, seja do terreno ou da área construída, também são levados em consideração. Os impostos IPTU (Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) e o ITBI (Imposto Sobre a Transmissão de Bens Imóveis) também entram na balança.

Descontos nos custos de cartório para imóveis

Os compradores que usam o sistema Financeiro de Habitação (SFH), com recursos da caderneta de poupança e do fundo de garantia, podem ver reduzidos os custos de cartório para imóveis, mas, nesse sentido, deverão cumprir alguns requisitos em relação à renda.

Se o comprador se encaixa nas regras do programa Minha Casa, Minha Vida (do Governo Federal), pode chegar a ter um desconto de até 90% nos custos de cartório para imóveis. Sem dúvida, é uma boa forma de tornar o sonho da casa própria uma realidade para muitos brasileiros.

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SFI e SFH: conheça os modelos de financiamento

Comprar uma casa própria é o sonho de muitos brasileiros. No entanto, por se tratar de um investimento alto, é comum que as pessoas procurem modelos de financiamento, como SFI e SFH. Você não sabe o significado deles? O blog do ZAP Imóveis explica tudo!

Siglas para Sistema Financeiro Imobiliário e Sistema Financeiro da Habitação, SFI e SFH são modelos de financiamento que podem ser uma alternativa para que você deixe o aluguel e adquira um imóvel. Confira, a seguir, as informações que selecionamos e entenda as diferenças e vantagens de cada um deles!

O que é SFH?

Você sabe o que é SFH? O Sistema Financeiro de Habitação foi criado no ano 1964 com o objetivo de diminuir o déficit habitacional do Brasil. Ele é voltado a pessoas com menor renda e a imóveis mais baratos — sendo que eles não podem ser avaliados em mais de R$ 1,5 milhão de reais. O programa do governo, Minha Casa Minha Vida, está inserido no SFH.

O SFH permite que até 80% do valor do imóvel possa ser financiado. Além disso, a casa (ou o apartamento) precisa ser residencial, urbana e estar localizada onde o comprador mora ou trabalha há, no mínimo, um ano. O imóvel, deve, ainda, estar registrado no Cartório de Registros de Imóveis.

Por meio desse sistema, é possível adquirir um imóvel novo ou já construído. Vale ressaltar que o prazo máximo desse tipo de financiamento de imóveis é de 35 anos, com limite de juros de 12% ao ano, mais a Taxa Referencial. 

Para ter acesso ao SFH, o comprador precisa ter mais de 18 anos de idade, ser brasileiro, naturalizado ou ter visto permanente para ficar no país. Não podem existir restrições no Serasa e na Receita Federal no nome do comprador, inclusive.

Regras para uso do FGTS no SFH

Um dos pontos mais importantes sobre o Sistema Financeiro de Habitação — e que pode ser uma grande vantagem na hora de comprar a casa própria — é que o comprador consegue utilizar o saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para diminuir o valor do financiamento.

Porém, ao utilizar o FGTS, o comprador deve seguir algumas regras: não é permitido ter outro financiamento pelo SFH, nem outro imóvel residencial e urbano. A pessoa também precisa ter trabalhado por, pelo menos, três anos com carteira assinada, sendo válidos períodos consecutivos ou não, em uma ou mais empresas.

O que é SFI?

O SFI, ou Sistema Financeiro Imobiliário, foi criado no ano de 1977. Ele é mais flexível e surgiu para ser uma alternativa aos casos que não se encaixam no SFH, já que permite mais negociação para a compra do imóvel. Esse sistema costuma atrair investidores e servir aos imóveis mais luxuosos, com projetos complexos e de alto valor.

As principais diferenças entre SFI e SFH são: o SFI não possui teto máximo para o valor do imóvel, que pode ultrapassar R$ 1,5 milhão; ele permite um financiamento de 100% do valor do imóvel; não é possível utilizar o FGTS; e é permitido comprar qualquer tipo de imóvel, seja para uso comercial, moradia ou até mesmo locação.

Outro diferencial em relação ao SFH é a possibilidade de adquirir mais de um imóvel pelo mesmo modelo de financiamento. Também é possível comprar um imóvel por meio de pessoa física ou jurídica. 

Agora que você já sabe o que é SFI, vale dizer que a renda do comprador, a análise de crédito, os juros e os prazos desse modelo de financiamento são negociados entre os clientes e os bancos.

Imagem de um casal negociando com um homem

Como escolher um modelo de financiamento?

Se você está na dúvida entre SFI e SFH, é importante prestar atenção a alguns pontos. Além das regras citadas acima, existem outras vantagens e desvantagens que podem aparecer durante o processo. Uma delas está relacionada aos recursos que são utilizados por esses modelos de financiamento.

No SFH, por exemplo, eles vêm de fontes mais baratas, como a poupança e o FGTS, o que contribui para gerar taxas de juros mais baixas. Esse modelo, porém, não permite financiar 100% do valor do imóvel. 

Já no SFI, financiar um imóvel pode ser mais caro, já que as taxas de juros costumam ser mais altas. Isso acontece, pois ele utiliza recursos de operação de mercado de capitais, como bancos, investidores e financeiras. Por outro lado, é permitido financiar o valor total do imóvel.

Tanto o SFI quanto o SFH apresentam pontos positivos e negativos. Por isso, é importante avaliar todos os detalhes da sua situação financeira antes de escolher um modelo de financiamento. Assim, você poderá optar pelo que consiga atender às suas necessidades da melhor maneira possível.

Confira mais dicas de financiamento no blog do ZAP Imóveis!

Quer saber ainda mais detalhes sobre financiamento de imóveis? Além das diferenças entre SFI e SFH, no blog do ZAP Imóveis, você encontra muitos outros conteúdos relacionados a esse assunto. Acompanhe as nossas atualizações e confira dicas que podem ajudá-lo a conquistar o sonho da casa própria!

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Piso para loja comercial – Qual escolher?

Quer apostar em um piso para loja comercial, mas não sabe qual escolher? No artigo de hoje vamos trazer algumas opções para usar na sua loja. O piso é um dos elementos mais importantes na arquitetura de uma loja e por isso ele precisa apresentar não só beleza para o espaço, mas também funcionalidade e resistência.

Não é à toa que existem diversos tipos de revestimentos para usar em residências e ambientes comerciais ou corporativos. Mas nem sempre é usado o mesmo material. No ambiente comercial, por exemplo, precisamos considerar o alto fluxo de pessoas, divisões de setores e proposta do espaço.

Portanto, para saber mais quais os tipos de revestimentos são indicados para estes ambientes, continue a leitura para aprender como escolher piso para loja comercial.

Piso para loja comercial

Piso para loja comercial – Veja as melhores opções de revestimento para seu negócio

O piso para loja comercial precisa ser resistente, acompanhar tendências decorativas, ter durabilidade e fácil manutenção para o dia a dia. Por isso, nem todo revestimento de piso para casa é indicado para áreas comerciais, alguns são melhores que outros. É sobre isso que vamos falar nos próximos tópicos. Veja quais são os melhores pisos para lojas comerciais.

Depois, veja também a tabela de preço de assentamento de piso cerâmico.

Pisos cerâmicos

Apesar de ser um dos pisos mais tradicionais para casas, o piso cerâmico também é indicado para revestir espaço comercial. Se você procura custo baixo em revestimentos, a cerâmica é a mais indicada. Porém, comparada a outros tipos de pisos para lojas, ela não apresenta tanta resistência. Com o tempo, o piso cerâmico pode trincar, riscar e sofrer desgastes que necessitam de reparos e trocas.

Além do baixo custo, os pisos cerâmicos para lojas estão disponíveis em variadas cores, tamanhos e modelos que podem combinar com o estilo do seu espaço.

Piso de porcelanato

Outro queridinho na decoração de ambientes é o piso porcelanato, ideal para ambientes internos de casas e também de lojas. Do mesmo modo que a cerâmica, é possível explorar diversos modelos em formatos e cores de porcelanato. Com um toque de sofisticação, esse revestimento também exige cuidados na hora das manutenções e limpeza, visto que pode arranhar e manchar com facilidade.

Uma solução para quem deseja usar esse estilo de revestimento, mas preza pela durabilidade, é apostar no porcelanato líquido que é mais resistente e fácil de limpar.

Piso para loja comercial

Cimento queimado no piso

O estilo de piso cimento queimado é uma das tendências na decoração, ideal para revestir pisos, paredes e até o teto. Uma das suas grandes vantagens é a sua resistência. Porém, é preciso saber preparar e aplicar o revestimento no contrapiso. É indicado para combinar com decorações rústicas ou industriais em lojas de roupas, decoração, mercearia e demais estabelecimentos que exigem um toque de criatividade.  

Piso de madeira

O piso de madeira é bem estiloso, indicado para salas comerciais com pouca metragem e menor fluxo de pessoas. Com o tempo ele pode desgastar com mais facilidade, mas nada que manutenções e cuidados durante a aplicação do piso não resolva. Para revestir pisos, a madeira precisa ser tratada e adaptada ao estilo decorativo do espaço. Por isso, se está pensando em abrir um comércio de bebidas ou loja de roupas de grife o piso de madeira poderá combinar com sua proposta.

Revestimento em mármore

O revestimento em mármore apresenta uma grande durabilidade e combina com vários estilos de decoração. Para uma loja comercial com alto fluxo de pessoas, o mármore é indicado por causa da sua funcionalidade e fácil manutenção. Você encontrará diversos modelos de mármore para combinar com seu projeto, considerando a proposta do ambiente.

Pisos vinílicos e laminados

Os pisos vinílicos e laminados são resistentes e com ótimo custo-benefício para decorar o piso da sua loja. Eles apresentam facilidade na hora da instalação, com manutenção fácil e diversas opções para combinar com o seu espaço comercial. O laminado de madeira, por exemplo, é uma ótima ideia para quem deseja ter um piso de madeira sem gastar muito dinheiro. Contudo, o vinílico e o laminado são indicados para ambientes com pouco fluxo de pessoas e que exigem um revestimento térmico de qualidade.

Piso para loja comercial

Como escolher o piso para loja comercial?

Os pisos fazem toda a diferença na decoração e no dia a dia, por isso, saber como escolher o piso para loja comercial é de extrema importância. Após uma lista de opções em diversos modelos e formatos de revestimentos para piso em loja, veja como escolher o melhor material para seu espaço.

Combine o piso com o estilo da loja

A primeira dica para escolher o piso da loja comercial é que ele precisa combinar com o estilo do seu espaço. Alguns modelos de pisos são indicados para ambientes com decoração rústica, sofisticada e contemporânea. Além disso, considere o estilo que deseja transmitir ao cliente, considerando sua identidade e qualidade dos produtos.

Priorize a funcionalidade do revestimento 

Outro ponto importante é priorizar a funcionalidade do revestimento, alguns modelos são ideais para dividir os espaços em setores, por exemplo. Saiba que é possível misturar as texturas dos revestimentos de piso em um único espaço, desde que acompanhe a tendência decorativa.

Considere a resistência e durabilidade do material

Na hora de comprar o piso para sua loja comercial, considere a resistência e a durabilidade do material. Diferente das residências, os pisos em lojas precisam ser mais resistentes por causa do fluxo de pessoas, materiais que precisa suportar e entre outras questões relevantes. Com o tempo, alguns revestimentos precisam ser trocados ou substituídos por novos, sendo um ponto a considerar quando a sala comercial é alugada. 

Piso para loja comercial

Importante pensar na manutenção diária

Por último e não menos importante, você precisa pensar na manutenção diária da sala comercial. Existem tipos de pisos que não podem ser usados determinados produtos de limpeza, necessitando de cuidados específicos em sua manutenção diária. Considere além da beleza do revestimento a sua fácil limpeza que mantém a estética do espaço e funcionalidade do piso da loja comercial.

Além disso, considere também as diferentes cores dos revestimentos, as cores mais claras irão necessitar de produtos adequados e um cuidado redobrado no dia a dia. Combine com o piso para loja comercial uma boa iluminação, considerando também a paleta de cores que vai ajudar na escolha do melhor material.

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Pronto, Mudei com Paulo Vieira: Muito office para pouca home

Há quem ame e quem odeie, mas é quase impossível negar as vantagens que o home office proporciona.

Os pontos fortes da nova modalidade de trabalho são inúmeros: comodidade, economia com transporte, passar mais tempo com a família, dormir mais um pouquinho…

Mas, nem tudo são flores, né? Sem um local adequado dentro de casa, pode ser difícil se concentrar, o rendimento acaba caindo e vira tudo uma bagunça.

Por isso, no quinto episódio da série “Pronto, Mudei”, Paulo Vieira foi ajudar Sossô e o Dú a encontrar uma solução para muito trabalho e pouca casa.

Ufa! Será que vai dar certo? E você, será que também consegue encontrar a casa ou apartamento, com o espaço perfeito para trabalhar?

Com ZAP imóveis, você tem mais de 6 milhões de escolhas para mudar. Já imaginou? Se somar isso tudo, dá uns 14 milhões de quartos!

Então confere o vídeo abaixo, dá uma zapeada e encontre um novo cantinho.

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